Fuga de R$ 15 bilhões de capital estrangeiro faz bolsa brasileira registrar 12ª queda consecutiva
Fuga de R$ 15 bilhões de capital estrangeiro faz bolsa brasileira registrar 12ª queda consecutiva Publicidade Foto: Reprodução / Ilustrativa Economia Fuga de R$ 15 bilhões de capital estrangeiro faz bolsa brasileira registrar 12ª queda consecutiva Após meses de recordes, o principal índice da B3 fechou em desvalorização por doze sessões seguidas. O movimento de retração é impulsionado pela maior saída mensal de investidores internacionais desde 2022. O mercado financeiro brasileiro atravessa um período de forte correção. O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo (B3), encerrou o pregão em queda pelo 12º dia útil consecutivo. A sequência negativa rompe com a tendência de alta observada nos meses anteriores, quando o mercado doméstico acumulou sucessivos recordes históricos de pontuação. Segundo analistas do setor financeiro, a mudança abrupta de comportamento tem um fator central: a forte retirada de capital estrangeiro do país. Dados consolidados até o dia 20 de agosto de 2026 apontam que o volume financeiro retirado por investidores internacionais já totaliza R$ 15 bilhões. O montante representa a maior saída mensal de recursos externos da bolsa brasileira desde o ano de 2022. Impacto das variáveis globais e locais A fuga de capital estrangeiro costuma ditar o ritmo da bolsa brasileira, uma vez que os investidores institucionais de fora do país respondem por mais da metade do volume financeiro movimentado diariamente na B3. Quando esses grandes fundos decidem realocar seus recursos, o impacto direto recai sobre as ações de maior liquidez e peso no índice, como bancos e exportadoras de commodities. A reprecificação dos ativos brasileiros reflete um ajuste de expectativas do mercado frente aos cenários macroeconômicos. Movimentos de retirada expressiva de capital de países emergentes costumam estar atrelados à busca por segurança, geralmente motivada pela manutenção ou expectativa de juros altos em economias desenvolvidas, somada a avaliações sobre o cenário fiscal e as metas econômicas internas do Brasil. Próximos passos do mercado O período prolongado de baixas liga o alerta para investidores e gestores de fundos, que passam a buscar novos pontos de suporte técnico para o Ibovespa. A expectativa nos próximos dias se volta para a divulgação de novos indicadores de inflação e emprego, tanto no mercado interno quanto no exterior. Os números a serem apresentados pelos bancos centrais serão determinantes para sinalizar se a debandada do capital estrangeiro se trata de um ajuste pontual de carteiras ou de uma tendência estrutural de aversão ao risco prolongada para o último trimestre do ano. Publicidade
Sem PP e Republicanos, Flávio Bolsonaro caminha para disputar eleição presidencial sem coligação formal

Sem PP e Republicanos, Flávio Bolsonaro caminha para disputar eleição presidencial sem coligação formal Publicidade Foto: Cristiano Mariz / Reprodução Política Sem PP e Republicanos, Flávio Bolsonaro caminha para disputar eleição presidencial sem coligação formal Pela primeira vez desde a redemocratização de 1989, um pré-candidato com mais de 30% nas pesquisas pode concorrer ao Planalto sem apoio de outros partidos. Ausência de legendas aliadas impacta o tempo de TV e a escolha de candidatos à vice-presidência. O cenário político para as eleições presidenciais tem apontado para uma configuração inédita desde a redemocratização. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que registra índices superiores a 30% nas pesquisas de intenção de voto, corre o risco de chegar à disputa do primeiro turno sem nenhuma aliança partidária formalizada. A situação se consolidou neste fim de semana, após o partido Republicanos realizar uma convenção nacional em Brasília. Durante o encontro, a sigla decidiu que adotará uma postura de neutralidade, optando por não apoiar oficialmente nenhum candidato ao Palácio do Planalto no primeiro turno. A decisão da cúpula do Republicanos ocorreu dias após o Partido Progressistas (PP) também recusar uma aliança nacional com o PL. Tempo de TV e contraste com adversários A ausência de coligações gera impactos diretos na logística e na estratégia da campanha. O principal revés é a restrição no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Sem o acréscimo de tempo proveniente de partidos aliados, Flávio Bolsonaro contará apenas com os minutos a que o PL tem direito, proporcional ao tamanho de sua bancada. Em contraste, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articula uma ampla frente partidária de sustentação ao seu governo. Com a possível união de ao menos sete legendas, a chapa petista deverá concentrar quase metade de todo o tempo de propaganda eleitoral disponível no ar. Dificuldades para a escolha da vice-presidência O isolamento partidário também criou barreiras para a montagem da chapa. A recusa do Republicanos em compor a coligação inviabilizou a indicação da economista e ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, que era o nome prioritário para a vaga de vice. Sem a formalização do acordo, o partido não liberou sua filiada para a disputa majoritária ao lado do PL. O mesmo obstáculo impediu a participação da senadora Tereza Cristina (PP-MS). Ela chegou a aceitar o convite para compor a chapa, mas seu nome acabou sendo vetado pela direção nacional de seu partido, que preferiu manter a independência em relação à candidatura. Próximos passos e encerramento dos prazos O calendário impõe urgência às negociações. O prazo legal estipulado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o fechamento das coligações e o registro oficial das chapas se encerra nesta segunda-feira. Historicamente, desde a eleição de 1989, todos os candidatos que terminaram o primeiro turno entre os dois primeiros colocados contaram com o suporte de ao menos um partido aliado. A campanha de Flávio Bolsonaro ainda tenta, nos bastidores, destravar apoios de siglas de médio porte para evitar um isolamento completo. Diante do limite imposto pelo calendário eleitoral, o pré-candidato anunciou que deverá divulgar o nome definitivo para a vaga de vice em sua chapa até o final do dia.
Procon autua dois bancos por descumprimento da Lei dos 15 Minutos

Procon autua dois bancos por descumprimento da Lei dos 15 Minutos em Feira de Santana DIREITO DO CONSUMIDOR Procon autua dois bancos por descumprimento da Lei dos 15 Minutos Ação de fiscalização em Feira de Santana verificou o tempo de espera nas filas e o funcionamento dos terminais de autoatendimento das agências bancárias. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente A fiscalização atende a denúncias de consumidores sobre a demora no atendimento. (Foto: Divulgação/PMFS) O longo tempo de espera nas filas dos bancos, uma queixa frequente entre os consumidores de Feira de Santana, motivou mais uma ação de fiscalização rigorosa. A Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) autuou, nesta semana, duas agências bancárias localizadas no centro da cidade pelo descumprimento da legislação municipal. A ação dos fiscais baseou-se na Lei Municipal nº 2.502/2004, popularmente conhecida como a “Lei dos 15 Minutos”. Esta lei estabelece limites claros para o tempo que um cliente pode ficar na fila à espera de atendimento nos caixas: 15 minutos em dias normais, 20 minutos em vésperas ou após feriados prolongados, e 25 minutos nos dias de pagamento de funcionários públicos. Publicidade Irregularidades Constatadas Durante as diligências nas agências localizadas nas avenidas Senhor dos Passos e Getúlio Vargas, as equipas do Procon verificaram na prática as reclamações recebidas. Os fiscais constataram que, em ambos os bancos autuados, os clientes chegavam a aguardar mais de uma hora para serem atendidos, uma flagrante violação dos direitos do consumidor. ❮ ❯ Ação do Procon verificou também a disponibilidade de senhas com horário e o funcionamento dos caixas eletrônicos. (Fotos: Divulgação/PROCON) Além do desrespeito ao tempo de espera, a fiscalização avaliou outros aspetos do serviço bancário, como a obrigatoriedade da emissão de senhas de atendimento contendo o horário de chegada do cliente e o regular funcionamento dos terminais de autoatendimento, que muitas vezes apresentam falhas e obrigam os clientes a concentrarem-se no atendimento presencial. Os bancos autuados têm agora um prazo legal para apresentar a sua defesa junto ao órgão de proteção. Caso a infração seja confirmada após o decurso do processo administrativo, as instituições estarão sujeitas à aplicação de pesadas multas pecuniárias. Leia Também Moradores do ‘Minha Casa Minha Vida’ denunciam aumento abusivo na conta de água Rua Morro Amarelo recebe pavimentação asfáltica no bairro Conceição O Procon reforça que a população tem um papel fundamental nesta fiscalização. Os cidadãos que se sentirem lesados pela demora abusiva nas filas dos bancos devem guardar a senha com o horário de chegada e registar a denúncia através do aplicativo “Procon Feira”, pelo canal “Fala Feira” (número 156), ou presencialmente na sede do órgão. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Câmara dos Deputados avança com PEC que limita IPVA a 1% do valor do carro

Câmara dos Deputados avança com PEC que limita IPVA a 1% do valor do carro Publicidade ECONOMIA / LEGISLAÇÃO Câmara dos Deputados avança com PEC que limita IPVA a 1% do valor do carro A Proposta de Emenda à Constituição ganha força em Brasília e promete baratear o custo de manutenção de veículos ao estabelecer um teto nacional para o imposto cobrado pelos estados. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O sonho de pagar menos impostos ao manter um veículo no Brasil pode estar mais próximo da realidade. Uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) de autoria do deputado Kim Kataguiri avançou na Câmara. O projeto propõe a unificação e o teto máximo de 1% para a cobrança do IPVA, que atualmente chega a ultrapassar os 4% em alguns estados. O deputado Kim Kataguiri é o autor da PEC que busca aliviar o bolso dos motoristas. (Foto: Reprodução / CNN Brasil) A conta pesada de manter um automóvel no Brasil pode vir a sofrer uma redução drástica. A Câmara dos Deputados deu um passo significativo na tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) a, no máximo, 1% do valor do carro. A iniciativa, idealizada pelo deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), angariou recentemente o número de assinaturas necessário para continuar o seu rito legislativo. O argumento central da PEC é combater a elevada carga tributária suportada pelos motoristas e uniformizar a taxa a nível nacional. O que muda na prática? Atualmente, o IPVA é um imposto estadual e cada Unidade da Federação tem a liberdade para definir as suas próprias alíquotas, que hoje variam geralmente entre 1% e 4% sobre o valor venal do veículo (Tabela Fipe). Com a aprovação da PEC, a Constituição Federal passaria a estipular um teto de 1% para todo o país, impedindo que estados cobrem valores abusivos e acabando com a “guerra fiscal” de licenciamento de frotas entre estados vizinhos. Publicidade A resistência dos Governadores Na Bahia, por exemplo, a alíquota padrão gira em torno de 2,5% a 3% para automóveis de passeio. Em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, essa taxa bate os 4%. A redução imediata para 1% significaria um alívio financeiro brutal para as famílias brasileiras, mas tem gerado pânico nos gabinetes estaduais. O IPVA representa uma das maiores fontes de arrecadação direta dos governos estaduais. (Foto: Reprodução) Isso ocorre porque o IPVA é uma das fontes de arrecadação mais lucrativas e fundamentais para o caixa dos governadores. Metade do valor arrecadado fica com os cofres do Estado e a outra metade vai para o município onde o veículo está registado. A perspetiva de uma quebra superior a 50% nesta receita já mobiliza governadores e prefeitos para tentarem barrar a PEC ou desidratá-la no Congresso. Leia Também no NinjaFSA Governo zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo Após repercussão negativa, governo avalia revogar tarifa de importação sobre eletrônicos Fim da escala 6×1 avança no Congresso; veja as novas regras para a jornada de 40h O deputado Kataguiri defende que a diminuição na arrecadação deverá ser compensada com cortes na própria máquina pública, alegando que o Estado precisa de parar de onerar o cidadão para sustentar ineficiências. Agora, a PEC seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e, caso seja considerada admissível, passará por uma comissão especial antes de ser levada a votação em dois turnos no plenário. Link copiado para a área de transferência!
Flávio diz que Lula lambe botas da China e propõe acordo com EUA para livre comércio nas Américas

Flávio diz que Lula lambe botas da China e propõe acordo com EUA para livre comércio nas Américas POLÍTICA / RELAÇÕES INTERNACIONAIS Flávio diz que Lula lambe botas da China e propõe acordo com EUA para livre comércio nas Américas Em forte discurso voltado à política externa, o senador criticou a aproximação do governo petista com Pequim e defendeu um alinhamento estratégico com Washington como solução para o atual embate tarifário. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente Senador Flávio Bolsonaro intensifica ataques à política externa do governo Lula. (Foto: Reprodução / Folhapress) O que você precisa saber O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou o tom contra a política externa brasileira. No contexto das audiências americanas que discutem a imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, Flávio acusou o presidente Lula de subserviência à China. Como alternativa, o parlamentar propõe que o Brasil busque ativamente um acordo de livre comércio abrangente com os Estados Unidos e outras nações das Américas, visando isolar o avanço chinês e proteger as exportações nacionais. O embate tarifário entre o Brasil e os Estados Unidos ganhou novos contornos retóricos e políticos. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou a crise gerada pela proposta americana de sobretaxar mercadorias brasileiras em 25% para desferir duros ataques à política externa conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante uma de suas falas recentes, embalado pelas discussões das audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) em Washington, o parlamentar acusou o atual governo de afastar o Brasil dos seus aliados históricos do Ocidente em favor de uma aproximação ideológica com o Oriente. Publicidade Ataque direto e submissão a Pequim A crítica central de Flávio baseia-se na forte ligação que o Palácio do Planalto tem cultivado com o governo de Xi Jinping. Para o senador, a postura de Lula em eventos internacionais e as críticas ao dólar são os reais motivos que irritaram as autoridades americanas, culminando na ameaça do “tarifaço”. Enquanto o atual presidente prefere lamber as botas da ditadura chinesa e criticar os nossos parceiros democráticos, o Brasil perde dinheiro. Nós estamos aqui trabalhando por uma parceria real e lucrativa com a maior economia do mundo. Flávio Bolsonaro, Senador da República (PL-RJ) Como solução para o impasse comercial que envolve pautas como o sistema PIX e questões ambientais na Amazônia, Flávio Bolsonaro defendeu a criação de uma vasta zona de livre comércio nas Américas. Segundo a sua proposta, o Brasil deveria capitanear as negociações para derrubar barreiras alfandegárias com os EUA, fortalecendo a economia regional como um contrapeso direto à crescente influência chinesa na América Latina. Leia Também Tarifas dos EUA: audiências têm Flávio Bolsonaro, PIX em debate e tensão diplomática Comissão dos EUA acusa China de operar instalações com potencial uso militar no Brasil Lula rebate Trump sobre facções e avisa: “Não aceitamos ser tratados como republiqueta” Até ao momento, o Palácio do Itamaraty não se manifestou oficialmente sobre as declarações do senador. O governo federal tem mantido a postura de que a política externa brasileira é “soberana e pragmática”, não alinhada de forma automática a nenhum bloco e focada em manter fortes relações comerciais tanto com a China quanto com os Estados Unidos. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Tarifas dos EUA: 2º dia de audiências tem Flávio Bolsonaro, PIX em debate e tensão diplomática

Tarifas dos EUA: 2º dia de audiências tem Flávio Bolsonaro, PIX em debate e tensão diplomática ECONOMIA / RELAÇÕES INTERNACIONAIS Tarifas dos EUA: 2º dia de audiências tem Flávio Bolsonaro, PIX em debate e tensão diplomática O Escritório de Comércio americano propõe sobretaxar produtos brasileiros em 25%. A medida gera debates intensos, com o senador Flávio Bolsonaro discursando hoje em Washington e o governo Lula acompanhando de perto as negociações. Por Redação NINJAFSA Atualizado hoje Representantes brasileiros e americanos debatem o impacto do tarifaço. (Foto: Reprodução) As audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) entram hoje no seu segundo e último dia, em Washington. No centro do debate está a controversa proposta do governo americano de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre diversos produtos importados do Brasil. A ofensiva tarifária baseia-se na investigação da “Seção 301”, que concluiu que o Brasil adota práticas que prejudicam o comércio estadunidense. Entre as alegações norte-americanas, destacam-se críticas ao sistema PIX (que os EUA consideram beneficiado pelo Banco Central brasileiro em detrimento de provedores estrangeiros), falhas no combate à corrupção, políticas de regulação das redes sociais e a ineficácia no enfrentamento ao desmatamento ilegal na Amazônia. Publicidade O Papel de Flávio Bolsonaro: A sessão de hoje será marcada pelo discurso do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O parlamentar enviou previamente um documento de 86 páginas ao USTR, onde defendeu o sistema PIX, argumentando que sanções a este meio de pagamento prejudicam investimentos dos próprios EUA. A estratégia de Flávio é pedir a suspensão do “tarifaço”, especialmente até a conclusão das eleições brasileiras, para evitar que a medida fortaleça politicamente o presidente Lula e alimente narrativas anti-EUA. A presença do senador gerou reações. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou a família Bolsonaro de “entreguismo”, criticando a tentativa do senador de dialogar diretamente com o governo americano sobre temas de soberania comercial e nacional. A Estratégia do Governo Federal Por sua vez, o Palácio do Planalto acompanha os desdobramentos de perto. Representantes da Embaixada do Brasil em Washington participam das audiências na condição de observadores. A postura do governo Lula, contudo, é cautelosa. O entendimento oficial é que o ambiente de audiências públicas — de caráter consultivo — não é o local adequado para negociações reais, preferindo conduzir as tratativas em conversas técnicas bilaterais com membros do governo norte-americano. A avaliação da equipe econômica brasileira é que a proposta do USTR possui uma forte motivação política, instigada pelas tensões envolvendo pautas como o controle da internet e questões ambientais. Diante deste cenário, Brasília não acredita numa reversão total das tarifas, mas trabalha ativamente para garantir exceções a produtos estratégicos do agro e da indústria, minimizando assim o impacto sobre a balança comercial. Após as audiências, o governo dos Estados Unidos tem até o dia 15 de julho para anunciar a sua decisão final sobre a aplicação ou não do tarifaço e a lista definitiva de produtos afetados.
Brasil é eliminado pela Noruega de Haaland e amarga maior jejum em Copas

Brasil é eliminado pela Noruega de Haaland e amarga maior jejum em Copas COPA DO MUNDO 2026 Brasil é eliminado pela Noruega de Haaland e amarga maior jejum em Copas Em uma partida eletrizante, a Seleção Brasileira sucumbe diante da força ofensiva norueguesa e dá adeus ao sonho do hexacampeonato mundial. Data: 5 de julho de 2026 Esporte: Futebol O sonho brasileiro de conquistar o hexacampeonato mundial foi interrompido de forma melancólica neste domingo. A Seleção Brasileira foi eliminada pela Noruega, liderada pelo astro Erling Haaland, selando o maior período de jejum da história do país em Copas do Mundo. Publicidade O Jogo: Apesar de um início promissor do Brasil, a precisão cirúrgica de Haaland desequilibrou o confronto. A Noruega soube explorar as transições rápidas e garantir a classificação em uma partida marcada pela resiliência e pela força física dos europeus. A eliminação não apenas encerra a participação do Brasil no torneio, mas também abre um debate profundo sobre o futuro da equipe técnica e a renovação de elenco necessária para os próximos ciclos. O torcedor, que acompanhou com expectativa a trajetória da equipe, agora lida com o peso de uma das derrotas mais significativas das últimas décadas. Com este resultado, o Brasil entra em um período de incertezas, buscando entender os erros estratégicos cometidos durante a competição e como recuperar a hegemonia no cenário do futebol mundial após o encerramento do torneio de 2026.
Rua Morro Amarelo recebe pavimentação asfáltica no bairro Conceição

Rua Morro Amarelo recebe pavimentação asfáltica e reforça melhorias na infraestrutura do bairro Conceição Publicidade CIDADE / INFRAESTRUTURA Rua Morro Amarelo recebe pavimentação asfáltica no bairro Conceição A obra faz parte do cronograma de melhorias urbanas, garantindo mais mobilidade e qualidade de vida aos moradores da região. Por Redação NINJAFSA A Prefeitura de Feira de Santana avançou com o cronograma de obras de pavimentação, chegando à Rua Morro Amarelo, no bairro Conceição. A intervenção transforma a rotina dos moradores ao eliminar problemas causados pela poeira e pela lama, trazendo um novo padrão de trafegabilidade para a comunidade. A transformação urbana no bairro Conceição ganha fôlego com a conclusão da pavimentação asfáltica na Rua Morro Amarelo. A medida atende a uma demanda antiga dos moradores locais, que enfrentavam dificuldades constantes para o acesso de veículos e pedestres, especialmente em períodos de chuva intensa. Impacto na Mobilidade: Além do asfalto novo, as obras garantem uma via mais segura para o tráfego de veículos de serviços essenciais, como ambulâncias, coleta de lixo e transporte escolar, otimizando a logística de transporte dentro do bairro. O trabalho de infraestrutura é parte integrante de um plano maior de desenvolvimento para os bairros da cidade. O objetivo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano é requalificar vias estratégicas, promovendo a integração entre diferentes áreas e valorizando os imóveis localizados nas ruas beneficiadas pelas novas camadas de asfalto. A população local celebrou a mudança. Com a via asfaltada, a valorização imobiliária e a melhoria na qualidade de vida tornam-se ganhos tangíveis para as famílias que residem na Rua Morro Amarelo, reforçando o compromisso da gestão municipal com a infraestrutura das comunidades periféricas de Feira de Santana.
O ar-condicionado virou uma briga política na Europa

O ar-condicionado virou uma briga política na Europa Publicidade MUNDO / CLIMA O ar-condicionado virou uma briga política na Europa Ocupando o centro dos debates antes das eleições presidenciais de 2027 na França, a climatização das residências tornou-se um divisor de águas entre a esquerda e a direita. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA Sabe aquela briga clássica sobre quem manda no controle do ar-condicionado? Na Europa, o debate atingiu um nível institucional. Com ondas de calor recordes, o aparelho virou símbolo da disputa entre a esquerda, que defende o isolamento térmico, e a direita, que promete planos nacionais de climatização em edifícios públicos. O calor extremo desafia a infraestrutura europeia e molda o cenário eleitoral. (Foto: Reprodução) A onda de calor que assola o continente europeu não trouxe apenas recordes de temperatura, mas também acendeu um debate político inesperado. O ar-condicionado, outrora visto como um artigo de conforto dispensável em muitos países da região, tornou-se o epicentro de uma disputa eleitoral acalorada. A situação é crítica: estoques de aparelhos estão a esgotar-se na Alemanha e cenas de tensão têm sido registradas em lojas na França, com cidadãos a disputar as últimas unidades nas prateleiras. De acordo com dados recentes, as buscas por “instalação de ar-condicionado em casa” subiram 130% na última semana na França, num padrão que se repete em todo o bloco. O cenário de vulnerabilidade: Historicamente preparadas para o frio, apenas 20% das casas europeias possuem aparelhos de refrigeração. Para se ter uma comparação, nos Estados Unidos, esse número chega a quase 90%. O continente enfrenta um aquecimento em ritmo cerca de 2x superior à média global, tornando o que antes era impensável, uma necessidade urgente. A Política do Ar-Condicionado Na França, às vésperas das eleições presidenciais de 2027, o tema dividiu o espectro político: Esquerda (Jean-Luc Mélenchon): Classifica a solução de ar-condicionado generalizado como uma “falsa saída”. Defende, em vez disso, investimentos massivos no melhor isolamento dos edifícios, alertando que o uso indiscriminado de aparelhos agrava o efeito de “ilha de calor” nas grandes cidades. Direita (Marine Le Pen): Aposta no conforto imediato como bandeira. Promete um grande plano nacional de instalação de ar-condicionado em todas as escolas e hospitais, negando a relação entre a climatização residencial e o agravamento do aquecimento global. O chefe da OMS já emitiu alertas preocupantes: mais de 1.300 mortes foram registradas na Europa desde o dia 21 de junho associadas às altas temperaturas. O continente encontra-se, claramente, despreparado para o seu novo clima, transformando o “simples controle remoto do ar” no termômetro definitivo das próximas urnas. Link copiado para a área de transferência! “` “`markdown:Post para o Instagram:post_instagram_ar_condicionado.md 🔥 AR-CONDICIONADO: O NOVO CABO ELEITORAL DA EUROPA? 🔥 Quem diria que o “controle do ar” chegaria aos tribunais e palanques políticos? 🌍🌡️ A Europa enfrenta ondas de calor recordes e o ar-condicionado virou a estrela das eleições presidenciais de 2027 na França e o centro de discussões por todo o continente. De um lado, a esquerda, liderada por Mélenchon, diz que ar-condicionado em todo lugar é “falsa solução” e foca em isolamento térmico de prédios para evitar o efeito “ilha de calor”. Do outro, a direita, com Marine Le Pen, promete plano nacional de instalação de aparelhos em escolas e hospitais e nega qualquer impacto ambiental negativo. Com temperaturas subindo 2x mais rápido que a média global, apenas 20% das casas europeias têm esse conforto. Enquanto isso, a OMS já registrou mais de 1.300 mortes associadas ao calor extremo desde junho. O clima mudou, e a política europeia mudou com ele! 📸 (Foto: Reprodução) 👉 Você acha que o governo deve subsidiar a instalação de ar-condicionado ou focar apenas em infraestrutura para enfrentar o calor? Comente aqui embaixo! 👇 📲 Leia a matéria completa no nosso portal! O LINK ESTÁ NA BIO! #Europa #OndaDeCalor #Clima #ArCondicionado #EleicoesFranca #MeioAmbiente #Geopolitica #NoticiasFSA #Jornalismo #Politica #AquecimentoGlobal #MudancasClimaticas
Deputado Áureo Ribeiro: Novo Código de Trânsito propõe permissão para dirigir aos 16 anos

Deputado Áureo Ribeiro: Novo Código de Trânsito propõe permissão para dirigir aos 16 anos Publicidade TRÂNSITO E LEGISLAÇÃO Deputado Áureo Ribeiro: Novo Código de Trânsito propõe permissão para dirigir aos 16 anos Projeto de lei busca alterar o CTB para permitir a emissão da CNH para adolescentes de 16 anos, focando em emancipação e integração ao mercado de trabalho. Deputado Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) defende medida para jovens. (Foto: Divulgação) O deputado federal Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) protocolou uma proposta que promete aquecer o debate no Congresso Nacional: a alteração do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para permitir que jovens com 16 anos completos possam obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O parlamentar argumenta que, na atualidade, jovens de 16 anos já possuem responsabilidades civis e sociais significativas, e que a permissão para dirigir auxiliaria na inserção profissional dessa faixa etária, permitindo maior mobilidade para acessar oportunidades de emprego e estudo. Pontos da Proposta: Redução da idade mínima de 18 para 16 anos. Manutenção do rigor dos exames teóricos e práticos. Foco em fomentar a autonomia do jovem no mercado de trabalho. Segurança e Debate O tema é historicamente polêmico. Enquanto defensores destacam a emancipação, especialistas em segurança viária pontuam que a imaturidade emocional e a menor experiência no trânsito podem elevar os índices de acidentalidade. Estatísticas de órgãos de trânsito internacionais sugerem que a faixa dos 16 aos 19 anos apresenta, proporcionalmente, um maior risco de envolvimento em sinistros graves devido à menor percepção de risco. A proposta de Áureo Ribeiro agora seguirá o rito legislativo, passando pelas comissões temáticas da Câmara dos Deputados, como a Comissão de Viação e Transportes e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de seguir para votação em plenário.