Operação Miragem: PF mira Banco Digimais, de Edir Macedo, e bloqueia R$ 670 milhões por suspeita de fraude

Operação Miragem: PF mira Banco Digimais, de Edir Macedo, e bloqueia R$ 670 milhões por suspeita de fraude

Operação Miragem: PF mira Banco Digimais, de Edir Macedo, e bloqueia R$ 670 milhões por suspeita de fraude Publicidade POLÍCIA FEDERAL / ECONOMIA Operação Miragem: PF mira Banco Digimais, de Edir Macedo, e bloqueia R$ 670 milhões por suspeita de fraude Investigações baseadas em relatórios do Banco Central apontam manipulação sistêmica de balanços para ocultar prejuízos. A instituição ligada à Igreja Universal virou alvo de buscas em São Paulo. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar Resumo da Operação A Polícia Federal deflagrou a “Operação Miragem” para investigar suspeitas de fraudes bilionárias contra o Sistema Financeiro Nacional. O foco é o Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo. A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 670 milhões após o Banco Central identificar a inserção de R$ 199 milhões em “rendas fictícias” para maquiar a real situação da instituição. Agentes da PF cumprem mandados na sede do banco e em empresas ligadas ao grupo em São Paulo. (Foto: Reprodução / Correio da Manhã) O sistema financeiro brasileiro amanheceu sob forte turbulência. A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira a Operação Miragem, com o objetivo de desarticular um suposto esquema de fraudes e crimes milionários contra o sistema financeiro nacional. O alvo principal e central da ofensiva é o Banco Digimais, instituição financeira controlada desde 2020 pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário do Grupo Record. A pedido da PF, a Justiça Federal autorizou a quebra imediata dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além de decretar o bloqueio preventivo de bens que podem alcançar a cifra de R$ 670 milhões. Mais de 50 agentes cumprem mandados de busca e apreensão na sede administrativa do banco, na ID Corretora de Títulos e Valores Mobiliários, e em fundos de investimento ligados ao grupo, todos em São Paulo. Foco na “Maquiagem Contábil” A investigação criminal teve origem em relatórios rigorosos produzidos pelo Banco Central do Brasil (BC), que detectaram graves indícios de irregularidades e operações de crédito vedadas pela legislação na gestão da instituição. A Ilusão Financeira: Segundo a PF, a principal linha de investigação aponta que diretores e executivos do Digimais promoveram uma fraude contábil organizada e sistemática. Para ludibriar os órgãos fiscalizadores e continuar operando no mercado de crédito (especialmente financiamento de veículos e consignado), o esquema teria inserido uma “renda fictícia” de cerca de R$ 199 milhões nos demonstrativos do banco, ocultando a sua verdadeira situação de prejuízo e insolvência. Os investigadores notaram que os executivos do Digimais teriam replicado uma estratégia fraudulenta muito semelhante à utilizada pelo Banco Master — que também é alvo de operações eCPIs recentes —, aproveitando-se indevidamente da proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Leia Também no NinjaFSA Líder do governo, Jaques Wagner é alvo da PF em caso do Banco Master Vorcaro é preso em nova fase da operação sobre fraudes e lavagem de dinheiro ÁUDIO: Flávio Bolsonaro negociou R$ 134 milhões com Vorcaro para filme Rebaixamento e Dificuldades O impacto da fraude e das investigações foi imediato no mercado. A agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou drasticamente a nota do Digimais nas últimas horas, citando “incertezas sobre a situação financeira” e a ausência de informações confiáveis, prevendo um risco real de falência (default). A situação financeira da instituição chegou a um ponto tão crítico que, segundo a PF, em abril de 2026, o banco negociou apressadamente a venda do seu controle para o BTG Pactual devido à extrema dificuldade de liquidez para honrar os compromissos diários. O que diz a defesa Embora conste no inquérito como proprietário direto da instituição desde que comprou a parte de outros acionistas minoritários, o bispo Edir Macedo não foi alvo de mandados de busca e apreensão porque reside atualmente fora do Brasil. No entanto, ele figura na lista de investigados pela Polícia Federal. Em nota oficial divulgada à imprensa, o Banco Digimais e a Igreja Universal afirmaram que confiam na lisura das apurações e que permanecem à inteira disposição das autoridades. “A instituição reafirma o seu compromisso com a transparência, a conformidade regulatória e a plena colaboração com os órgãos competentes. Os advogados acompanham o processo de perto para garantir a rápida elucidação da verdade”, declarou a empresa. Link copiado para a área de transferência!

Talibã proíbe smartphones: o novo cerco à tecnologia no Afeganistão

Talibã proíbe smartphones: o novo cerco à tecnologia no Afeganistão

Talibã proíbe smartphones: o novo cerco à tecnologia no Afeganistão Publicidade MUNDO / TECNOLOGIA Talibã proíbe smartphones: o novo cerco à tecnologia no Afeganistão Em uma medida radical de controle de informações e vigilância, o regime afegão restringe o uso de aparelhos inteligentes entre funcionários públicos. Por Redação NINJAFSA O governo do Talibã intensificou suas restrições tecnológicas ao proibir funcionários públicos de portar smartphones. A punição para quem desobedece é drástica: aparelhos destruídos no ato e possíveis sanções religiosas ou legais. Analistas apontam que a restrição pode servir como um teste para um banimento nacional total. O cenário de repressão no Afeganistão atingiu um novo patamar de controle digital. A proibição do uso de smartphones por funcionários governamentais não é apenas uma questão administrativa, mas uma ferramenta estratégica de isolamento informativo. A imposição, que já se manifesta de forma errática em diversas províncias, tem gerado um clima de vigilância constante nos corredores do poder em Cabul. Vigilância e Punição: A medida exige que funcionários utilizem apenas telefones básicos (“dumbphones”), sem acesso à internet ou câmeras. A destruição imediata de aparelhos modernos encontrados durante inspeções serve como uma demonstração de força e autoridade do regime. Embora a diretriz tenha sido direcionada primeiramente ao funcionalismo público, relatos apontam que a fiscalização tem se expandido para civis em áreas estratégicas. A falta de transparência sobre como a regra é aplicada regionalmente sugere uma estratégia deliberada do Talibã para testar a reação da população e a capacidade de implementação de um “apagão” digital mais abrangente. Especialistas internacionais em segurança alertam que este movimento sinaliza um desmonte gradual das poucas pontes de comunicação que o país ainda mantém com o exterior. Ao restringir o fluxo de dados via smartphones, o Talibã busca minimizar a propagação de conteúdos contrários à sua interpretação religiosa e consolidar seu controle sobre a narrativa interna do país.

Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master

Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master

Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master Publicidade POLÍTICA NACIONAL / INVESTIGAÇÃO Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao senador baiano, aprofundando o escândalo financeiro que já abala os alicerces do Congresso Nacional. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar Resumo da Matéria O senador Jaques Wagner (PT-BA), atual líder do governo Lula no Senado, tornou-se o novo alvo da Polícia Federal nas investigações do “Caso Master”. A operação, que procura recolher provas sobre um suposto envolvimento do parlamentar em esquemas de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro ligados ao empresário Pedro Vorcaro, agrava ainda mais a crise política em Brasília. O senador baiano e líder do governo no Senado é o mais recente alvo das investigações. (Foto: Reprodução / X) O escândalo financeiro que assola Brasília acaba de ultrapassar as barreiras da oposição e atingir em cheio o núcleo duro do Palácio do Planalto. O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, foi alvo de uma megaoperação da Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira. Agentes federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e escritórios políticos ligados ao ex-governador da Bahia, tanto em Salvador quanto na capital federal. A ação é mais um desdobramento bombástico do chamado “Caso Master”, que investiga um complexo esquema de evasão de divisas, fraudes e lavagem de dinheiro orquestrado pelo empresário Pedro Vorcaro, atualmente preso. Publicidade Um escândalo suprapartidário A inclusão do líder do governo petista na lista de investigados demonstra a magnitude e a capilaridade da teia financeira construída ao redor do conglomerado Master. O caso já não escolhe lados ideológicos no Congresso Nacional. Nas últimas semanas, a mesma operação já havia arrastado nomes graúdos de diferentes espectros políticos. O senador Flávio Bolsonaro (PL) teve um áudio vazado onde negociava R$ 134 milhões com Vorcaro sob juras de lealdade, enquanto o senador Ciro Nogueira (PP), expoente do Centrão, foi alvo de buscas por supostamente receber uma “mesada” de R$ 300 mil para defender os interesses do empresário. O Rastro das Investigações: A Polícia Federal procura recolher documentos, dispositivos eletrônicos e registros de comunicação que possam comprovar o recebimento de vantagens indevidas ou doações não declaradas por parte da estrutura financeira do Master para campanhas políticas e enriquecimento ilícito. A defesa do senador Jaques Wagner ainda não se manifestou de forma detalhada sobre o conteúdo do mandado, mas aliados próximos afirmaram que o parlamentar está “tranquilo e à inteira disposição da Justiça para prestar todos os esclarecimentos necessários”. No Palácio do Planalto, o clima é de forte apreensão face ao desgaste político que a operação impõe à base governista na reta final do ano. Continue a Ler ÁUDIO: Flávio Bolsonaro negociou R$ 134 milhões com Vorcaro para filme PF mira Ciro Nogueira por mesada de R$ 300 mil no Caso Master Zanin nega pedido para obrigar Câmara a instalar CPI do Master Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Neymar assina contrato para estrelar 16 microdramas produzidos por Inteligência Artificial

Neymar assina contrato para estrelar 16 microdramas produzidos por Inteligência Artificial

Neymar assina contrato para estrelar 16 microdramas produzidos por Inteligência Artificial Publicidade ENTRETENIMENTO / TECNOLOGIA Neymar assina contrato para estrelar 16 microdramas produzidos por Inteligência Artificial Os curtas, desenvolvidos para o consumo rápido em smartphones, serão distribuídos numa gigante rede social chinesa. Títulos inusitados das obras já chamaram a atenção do público e viralizaram na internet. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O jogador brasileiro Neymar Jr. vai protagonizar 16 microdramas criados através de Inteligência Artificial. O projeto foi anunciado na Indonésia e será distribuído para mais de 220 milhões de utilizadores na China. Os nomes das produções, como “Neymar Falso, Deus Verdadeiro”, rapidamente chamaram a atenção. O projeto aposta na imagem global do atleta aliada a novas ferramentas digitais. (Foto: Reprodução / O Globo) O astro do futebol brasileiro, Neymar Jr., acaba de dar um passo surpreendente e futurista fora das quatro linhas do campo. Foi anunciado oficialmente que o jogador assinou um contrato para protagonizar 16 microdramas, todos desenvolvidos e produzidos com o auxílio de ferramentas avançadas de Inteligência Artificial (IA). A revelação da inusitada parceria ocorreu durante a APOS, uma importante conferência internacional de tecnologia sediada em Bali, na Indonésia. O acordo já é considerado pelo mercado asiático como uma das maiores colaborações já feitas entre um atleta global de elite e as novas plataformas de produção de conteúdo em formato vertical. Publicidade Foco na China e no consumo móvel A distribuição destas minisséries será liderada de forma conjunta pela Flareflow e pela Xiaohongshu, uma rede social chinesa que é um autêntico fenómeno no continente asiático, contando atualmente com cerca de 220 milhões de utilizadores ativos. Segundo os executivos envolvidos no projeto, a estratégia principal é combinar o gigantesco alcance e o carisma de Neymar com a rapidez da Inteligência Artificial. O objetivo é produzir conteúdos rápidos, altamente visuais e pensados especificamente para o consumo em ecrãs de telemóveis (smartphones), captando a atenção de um público jovem que consome entretenimento de forma ágil. Títulos que geraram memes: O que mais chamou a atenção dos internautas brasileiros, gerando uma avalanche de reações nas redes sociais, foram os títulos traduzidos dos primeiros seis episódios anunciados. A mistura de ficção científica, comédia e exagero deixou os fãs curiosos para ver o resultado final gerado pela IA. Confira os primeiros seis títulos revelados durante a conferência: “O Caminho de Volta à Glória” “O Sistema do Playboy: Conquistando as Deusas” “Estrela do Futebol Sequestrada para a Copa Galáctica: Marque ou Morra!” “Neymar Falso, Deus Verdadeiro” “Projeto Lenda: NEY 10” “O Zelador Manco é o Verdadeiro Rei do Futebol Mundial” Leia Também Mãe do rapper Oruam é considerada foragida em operação contra o Comando Vermelho Lula acaba com taxa das blusinhas; compras internacionais não pagarão imposto O McDonald’s quer fazer um rebranding e voltar ao passado com a ajuda da IA Ainda não foi divulgada a data exata de estreia dos microdramas nem se o conteúdo estará disponível de forma facilitada para o público no Brasil ou noutros países ocidentais. Contudo, a parceria reafirma a tendência crescente de utilizar a imagem de grandes ídolos do desporto para popularizar inovações tecnológicas emergentes. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Lula rebate Trump sobre facções e avisa: “Não aceitamos ser tratados como republiqueta”

Lula rebate Trump sobre facções e avisa: “Não aceitamos ser tratados como republiqueta”

Lula reage a Trump sobre facções e avisa: “Não aceitamos ser tratados como republiqueta” Publicidade POLÍTICA NACIONAL / DIPLOMACIA Lula rebate Trump sobre facções e avisa: “Não aceitamos ser tratados como republiqueta” O presidente criticou a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas globais, defendeu a soberania nacional e alfinetou a relação da família Bolsonaro com o governo norte-americano. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu de forma contundente à decisão do governo de Donald Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais. Em nota oficial, o governo brasileiro defendeu a sua autonomia em matéria de segurança pública, rejeitou interferências unilaterais e disparou críticas à postura subserviente da oposição brasileira em relação aos EUA. Lula subiu o tom contra o governo dos EUA em defesa da soberania nacional. (Foto: Reprodução / BBC) O embate diplomático entre o Brasil e os Estados Unidos ganhou contornos mais hostis nas últimas horas. A decisão da administração de Donald Trump de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas globais provocou uma forte reação do Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu o tom contra a medida norte-americana e rejeitou qualquer tipo de intervenção unilateral no país. “Nós não aceitamos ser tratados como se fosse uma republiqueta”, declarou o mandatário, evidenciando o desconforto de Brasília com o anúncio feito por Washington sem a devida concertação prévia com as autoridades brasileiras. Publicidade Soberania e a crítica à oposição Na sequência das declarações do presidente, o Governo Federal emitiu uma nota oficial para clarificar o seu posicionamento. O texto sublinha que o Brasil é o único responsável pela própria segurança interna e pelo combate ao crime organizado no seu território. O Itamaraty reforçou que o país está, como sempre esteve, aberto a acordos de cooperação internacional e partilha de inteligência. Contudo, frisou que essas tratativas devem ocorrer de forma mútua, respeitosa e em pé de igualdade, rejeitando frontalmente ações que possam soar como ataques à soberania nacional. Farpas aos Bolsonaros: A nota do governo não poupou a oposição. O texto fez críticas diretas à atuação da família Bolsonaro, acusando-a de subserviência aos interesses norte-americanos. Como exemplos de políticas externas prejudiciais e da complacência da oposição, o documento citou tanto esta nova rotulagem das facções quanto o recente “tarifaço” global de Trump, que encarece as importações e ameaça a economia brasileira. A classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos EUA implica, na prática, o congelamento de bens e o bloqueio de ativos financeiros que as facções ou os seus membros possam ter em território americano, além de proibir cidadãos e empresas dos EUA de realizarem qualquer transação com estes grupos. Leia Também Justiça dos EUA trava “tarifaço” global imposto por Donald Trump após forte pressão comercial Mãe do rapper Oruam é considerada foragida em operação contra estrutura do Comando Vermelho no RJ Itamaraty revoga visto de assessor de Trump; Lula exige reciprocidade por Padilha O episódio aprofunda o atrito diplomático entre a atual gestão petista e o governo Trump, somando-se à recente crise envolvendo a revogação do visto de um assessor especial norte-americano que pretendia visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na cadeia. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

EUA e Irã voltam a se atacar em nova escalada de tensão no Oriente Médio

EUA e Irã voltam a se atacar em nova escalada de tensão no Oriente Médio

EUA e Irã voltam a se atacar após queda de helicóptero americano Publicidade MUNDO / GEOPOLÍTICA EUA e Irã voltam a se atacar em nova escalada de tensão no Oriente Médio A queda de um helicóptero norte-americano e as retaliações com mísseis marcam o fim da trégua e sinalizam uma drástica mudança de postura do governo de Donald Trump na região. Por Redação NINJAFSA 10/06/2026 • Atualizado A troca de mísseis entre as duas nações reacende o temor de um conflito generalizado. (Foto: Reprodução / InvestNews) Resumo da Matéria A trégua durou pouco. Os Estados Unidos e o Irã voltaram a trocar ataques diretos após Washington acusar Teerã de abater um helicóptero americano com um drone no Estreito de Ormuz. Os EUA retaliaram bombardeando sistemas de defesa iranianos, e o Irã respondeu lançando mísseis contra bases americanas na Jordânia, Kuwait e Bahrein. O episódio marca uma forte mudança na postura cautelosa que Donald Trump vinha mantendo. A noite de ontem marcou o início de mais um perigoso e explosivo capítulo no conflito do Oriente Médio. Os ataques diretos entre as forças militares dos Estados Unidos e do Irã carimbaram o fim de uma breve trégua e o regresso do estado de alerta máximo à região. Para contextualizar: no último domingo, após uma série de ataques cruzados entre Israel e o Líbano, o Irã lançou mísseis diretamente contra o território israelita. Na sequência, Israel respondeu com bombardeamentos em solo iraniano, ignorando os apelos públicos do presidente dos EUA, Donald Trump, que havia pedido para o país não retaliar a fim de evitar uma guerra regional. Publicidade A queda do helicóptero e o resgate inédito Depois que os países envolvidos suspenderam as ofensivas, o cenário global parecia caminhar para um alívio das tensões. Contudo, a paz aparente foi quebrada ontem, quando os Estados Unidos acusaram formalmente o Irã de ter derrubado um dos seus helicópteros na estratégica região do Estreito de Ormuz, utilizando um drone (veículo aéreo não tripulado). A Guarda Revolucionária do Irã apressou-se a negar que o abate da aeronave tenha sido intencional. Felizmente, os pilotos norte-americanos sobreviveram à queda no mar e foram resgatados de forma espetacular. A operação de salvamento foi inédita na história militar: um barco-drone, guiado por Inteligência Artificial (AI), conseguiu localizar e extrair os militares das águas de forma autônoma. O ciclo de retaliações Mesmo com a sobrevivência da tripulação e as justificativas iranianas, a queda da aeronave cruzou uma linha vermelha para Washington. O governo Trump reagiu com ataques precisos de mísseis a alvos no Irã, destruindo sistemas de defesa aérea e complexos de radares iranianos posicionados ao redor do Estreito de Ormuz. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) defendeu a missão, classificando-a como uma ação de “autodefesa proporcional”. Nenhum ataque contra o nosso território ou contra os nossos interesses ficará sem resposta esmagadora. Chanceler do Irã Em contrapartida, o governo iraniano cumpriu a sua promessa. Poucas horas após a investida americana, o Irã lançou uma chuva de mísseis balísticos contra bases militares dos Estados Unidos localizadas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein. Relatos iniciais do Pentágono apontam que grande parte dos projéteis foi interceptada pelos sistemas de defesa antimísseis antes de chegar aos alvos, mas o alerta de segurança segue no nível máximo. Continue a Ler Trump ameaça o Irã em pronunciamento: “Uma civilização inteira morrerá” Guerra no Irã já começa a impactar preço dos combustíveis no país VÍDEO: Drone militar atinge prédio residencial no Bahrein e explode Por que isso importa? A ofensiva desta noite marca uma mudança radical na postura dos Estados Unidos nas semanas mais recentes. Até ao abate do helicóptero, Donald Trump vinha exercendo uma forte pressão diplomática para tentar travar os ataques de Israel, com o objetivo de alcançar rapidamente um cessar-fogo e pôr um fim à guerra. Essa postura pacifista anterior de Trump não era apenas diplomática, mas também política: o prolongamento do conflito tem impactado negativamente na sua popularidade e na economia americana. Agora, sendo forçado a entrar num conflito militar direto, o presidente norte-americano vê a sua estratégia de contenção desfazer-se, arrastando o mundo inteiro de volta para o fantasma de uma guerra regional no coração da produção global de petróleo. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

O McDonald’s quer fazer um rebranding e voltar ao passado

O McDonald’s quer fazer um rebranding e voltar ao passado

O McDonald’s quer fazer um rebranding e voltar ao passado Publicidade ECONOMIA / MERCADO O McDonald’s quer fazer um rebranding e voltar ao passado Gigante do fast food aposta na nostalgia, na renovação de cardápio e no uso de inteligência artificial para reverter a queda de ações e reconquistar o consumidor. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O McDonald’s anunciou a estratégia “Next” para atrair as famílias de volta aos seus restaurantes. A marca planeja reviver a nostalgia dos anos 90 e 2000, resgatando o design lúdico e os parquinhos, além de investir na melhoria da qualidade do cardápio e implementar inteligência artificial nos drive-thrus. A rede aposta em visual lúdico e tecnologia para atrair os clientes de volta. (Foto: Reprodução) Deixando um pouco as batatinhas de lado, o McDonald’s está focado em decifrar uma mudança drástica no comportamento dos seus consumidores. Sim, a gigante dos arcos dourados parece ter percebido que o público sente, de fato, falta das cores e da energia vibrante que marcavam o “Méqui” antigamente. Como muitos já notaram, na última década, a maior rede de fast food do mundo adotou um visual muito mais clean e minimalista, distanciando-se do estilo clássico dos anos 90 e 2000. Foi uma época de ouro para a marca, onde o restaurante funcionava não apenas como uma lanchonete, mas como o destino oficial e o sonho de consumo para os aniversários infantis. Publicidade A Estratégia “Next” Além do fator estético e sentimental, a marca notou que os clientes estão cada vez mais exigentes. A base de consumidores continua a procurar os combos baratos e acessíveis, mas, agora, exige uma qualidade de comida e de experiência que se aproxime à de grandes restaurantes. Para tentar resolver essas duas dores de uma só vez — e reverter a queda de 10% nas ações da empresa registada neste ano —, o McDonald’s anunciou o lançamento oficial da sua estratégia Next. O que prevê o novo plano do McDonald’s? Volta da Nostalgia: Injetar o lado lúdico de volta ao design das lojas e promover uma grande renovação nos icônicos parquinhos (PlayPlaces) para atrair as famílias em peso novamente. Inovações no Cardápio: Realizar testes rigorosos para incluir asinhas de frango e filés empanados à mão, além de novas opções de bebidas geladas coloridas e leites vegetais no McCafé. Ainda dentro deste ousado plano de reestruturação, a rede vai recorrer fortemente à automação. O McDonald’s fechou uma parceria com o Google para implementar Inteligência Artificial nos seus drive-thrus. O sistema, que já se encontra em testes, atinge 90% de precisão nos pedidos, prometendo agilidade e menos erros operacionais. Leia Também Lula avalia fim da ‘Taxa das Blusinhas’ após imposto gerar rombo bilionário aos Correios Fim da 6×1: CEO do Assaí defende maior flexibilidade para trabalhadores do varejo Depois do pacote contra inflação, governo estuda socorrer endividados unificando dívidas A ideia central desta nova fase da marca é entregar ao público um “Méqui” muito mais tech e eficiente nos bastidores, mas profundamente nostálgico, aconchegante e colorido na linha de frente. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Embasa iguala ‘Minha Casa Minha Vida’ a condomínios privados e eleva conta de água em mais de 200% em Feira

Embasa iguala ‘Minha Casa Minha Vida’ a condomínios privados e eleva conta de água em mais de 200% em Feira

Embasa iguala ‘Minha Casa Minha Vida’ a condomínios privados e eleva conta de água em mais de 200% em Feira DENÚNCIA / DIREITO DO CONSUMIDOR Embasa iguala ‘Minha Casa Minha Vida’ a condomínios privados e eleva conta de água em mais de 200% em Feira Moradores de residenciais populares relatam valores exorbitantes nas contas de junho. Indignados com a cobrança sem aviso prévio, moradores articulam ações judiciais coletivas contra a concessionária. Por Redação NINJAFSA 03/06/2026 • Atualizado Partilhar RESUMO DA MATÉRIA Um reajuste inexplicável está tirando o sono de diversas famílias em Feira de Santana. Moradores de residenciais do programa Minha Casa Minha Vida relatam que a Embasa alterou a categoria de cobrança de seus imóveis, equiparando-os a condomínios fechados particulares. O resultado: contas que saltaram de R$ 90 para mais de R$ 330 em casas com apenas 40 metros quadrados. Moradores foram surpreendidos com a fatura do mês de junho e cobram explicações imediatas da Embasa. (Foto: Reprodução / Governo da BA) O mês de junho começou com um grande pesadelo financeiro para dezenas de famílias que residem em empreendimentos habitacionais populares em Feira de Santana. Moradores de diversos conjuntos do programa Minha Casa Minha Vida foram surpreendidos ao abrir as suas faturas de água e esgoto da Embasa, deparando-se com valores que consideram exorbitantes e completamente fora da realidade do seu consumo. O foco das denúncias aponta para uma suposta manobra de reenquadramento tarifário. Segundo os relatos que chegam diariamente à nossa redação, a Embasa estaria cobrando as taxas de consumo e de esgoto destes imóveis populares utilizando os mesmos parâmetros aplicados a condomínios privados de classe média ou alta. A medida tem gerado aumentos que ultrapassam a casa dos 200%. Publicidade O caso do Residencial Parque da Cidade A situação é particularmente crítica no residencial Minha Casa Minha Vida do Parque da Cidade. Lá, duas moradoras, que preferiram não ser identificadas por medo de retaliações na prestação do serviço, relataram o choque ao receberem os boletos deste mês. Aumento Injustificável: Uma das moradoras explicou que vive em uma casa de modestos 40 metros quadrados, onde o uso da água se restringe estritamente ao essencial: a pia da cozinha, um único banheiro e a lavagem de roupas. Até ao mês de maio, a sua fatura girava em torno de R$ 90,00. Em junho, sem qualquer alteração na sua rotina ou aviso prévio por parte da concessionária, o valor cobrado saltou drasticamente para R$ 330,40. “É um absurdo. Nós moramos num projeto social justamente porque não temos condições de arcar com altos custos. Agora, a Embasa quer cobrar como se morássemos numa mansão com piscina. Há condomínios de luxo na cidade que não pagam tudo isso de taxa de esgoto”, desabafou uma das afetadas. Leia Também Cepreng conclui construção do Minha Casa Minha Vida no Panorama com novo modelo de habitação Depois do pacote contra a inflação, governo estuda socorrer endividados unificando dívidas Quaest: Mais de 70% dos brasileiros sentem alta nos preços dos alimentos básicos Moradores preparam ações judiciais A falta de comunicação prévia sobre a possível mudança na forma de cobrança agravou a indignação. Como resposta àquilo que classificam como “cobrança indevida e superfaturada”, um grupo de moradores já começou a agir legalmente. Ações individuais já foram protocoladas na Justiça contra a Embasa, exigindo o cancelamento imediato das faturas do mês de junho e a revisão completa da base de cálculo das taxas de esgoto. Contudo, o movimento ganha força para se tornar coletivo. Lideranças dos residenciais estão utilizando as redes sociais e grupos de WhatsApp para convocar todos os moradores afetados a se unirem numa ação civil pública e numa queixa coletiva junto ao PROCON e à Defensoria Pública. A redação tentou contato com a assessoria de comunicação da Embasa em Feira de Santana para obter explicações sobre os critérios de enquadramento tarifário dos condomínios do programa Minha Casa Minha Vida, mas até ao fechamento desta reportagem, não obtivemos resposta. O espaço segue aberto para o posicionamento da empresa. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Prejuízo dos Correios quase dobra no 1º trimestre de 2026 e atinge marca de R$ 3 bilhões

Prejuízo dos Correios quase dobra no 1º trimestre de 2026 e atinge marca de R$ 3 bilhões

Prejuízo dos Correios quase dobra no 1º trimestre de 2026 e atinge marca de R$ 3 bilhões ECONOMIA / ESTATAIS Prejuízo dos Correios quase dobra no 1º trimestre de 2026 e atinge marca de R$ 3 bilhões Estatal amarga o seu 14º resultado financeiro negativo consecutivo. Fim da ‘Taxa das Blusinhas’, recém-anunciado pelo governo, é visto como uma manobra urgente para tentar estancar a sangria nas contas da empresa. Por Redação NINJAFSA 02/06/2026 • Atualizado Partilhar RESUMO DA MATÉRIA Os Correios fecharam o primeiro trimestre de 2026 com um rombo astronômico de R$ 3 bilhões, praticamente o dobro do registrado no mesmo período do ano passado. Este é o 14º balanço negativo consecutivo da estatal. O buraco reflete a queda no volume de encomendas internacionais, motivando a recente decisão do presidente Lula de revogar a “Taxa das Blusinhas” na esperança de recuperar a receita logística da empresa. A estatal enfrenta a sua mais severa crise de arrecadação logística dos últimos anos. (Foto: Reprodução / O Globo) A situação financeira da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos atingiu um nível crítico. O balanço divulgado referente ao primeiro trimestre de 2026 expôs um cenário alarmante para a maior empresa de logística do país: um prejuízo acumulado de R$ 3 bilhões apenas nos primeiros três meses do ano. O valor não só impressiona pela magnitude, mas pelo salto negativo que representa. O rombo é praticamente o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Pior ainda: o dado oficial assinala o 14º resultado financeiro trimestral negativo seguido da estatal, acendendo o alerta vermelho no Ministério das Comunicações e na equipe econômica do Governo Federal. Publicidade A conta da “Taxa das Blusinhas” chegou Embora a estatal enfrente desafios históricos, analistas de mercado são unânimes em apontar a “Taxa das Blusinhas” como a grande vilã deste resultado catastrófico. A imposição do imposto de importação federal de 20% para compras internacionais abaixo de 50 dólares pulverizou o fluxo de encomendas vindas de plataformas asiáticas como a Shein, Shopee e AliExpress. O transporte, desembaraço aduaneiro e entrega final (a chamada last mile) destas pequenas encomendas constituíam, até então, uma das fontes de receita mais robustas e garantidas para manter as operações dos Correios lucrativas. Manobra de Sobrevivência: O colapso na arrecadação logística explica o recuo drástico do Governo Federal no mês passado. Temendo a insolvência da estatal em pleno ano eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atropelou a equipe do ministro Fernando Haddad e assinou a revogação da referida taxa. O objetivo foi claro: tentar reanimar o comércio eletrónico internacional para devolver aos Correios o seu volume de trabalho habitual. Leia Também Lula acaba com taxa das blusinhas; compras internacionais de até US$ 50 não pagarão imposto federal Depois do pacote contra a inflação, governo estuda socorrer endividados unificando dívidas Guerra no Irã já começa a impactar preço dos combustíveis no país; governo avalia reduzir impostos O mercado agora aguarda os próximos balanços para avaliar se o fim da taxação terá força suficiente para estancar a sangria nos trimestres seguintes de 2026. Além da recuperação do volume de entregas internacionais, a administração dos Correios terá de apresentar um plano de corte de despesas internas para evitar que a estatal volte a depender de aportes diretos do Tesouro Nacional para honrar as suas folhas de pagamento. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

PL banca candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto e tenta conter crise após vazamento de áudios com Vorcaro

PL banca candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto e tenta conter crise após vazamento de áudios com Vorcaro

PL banca candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto e tenta conter crise após vazamento de áudios com Vorcaro Publicidade POLÍTICA NACIONAL / BASTIDORES PL banca candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto e tenta conter crise após vazamento de áudios com Vorcaro Apesar do escândalo milionário envolvendo o “Caso Master” e da rejeição declarada do mercado financeiro, a cúpula do partido avalia que trocar de candidato agora demonstraria fraqueza perante a oposição. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O Partido Liberal (PL) decidiu manter o senador Flávio Bolsonaro como o seu pré-candidato oficial à Presidência da República para as eleições de 2026. A decisão da cúpula partidária procura estancar a crise gerada após o vazamento de áudios em que o senador negocia R$ 134 milhões com o empresário preso Daniel Vorcaro, alvo central da Polícia Federal no “Caso Master”. O PL tenta blindar a candidatura de Flávio, que aparece em empate técnico com Lula nas pesquisas. (Foto: Reprodução / G1) O Partido Liberal (PL) decidiu dobrar a aposta. Mesmo após o turbilhão provocado pelo escândalo do “Caso Master” — que expôs áudios do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negociando R$ 134 milhões com o empresário Daniel Vorcaro para a produção de um filme —, a cúpula da legenda confirmou que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro continua a ser o pré-candidato oficial do partido à Presidência da República em 2026. A decisão foi tomada após intensas reuniões a portas fechadas lideradas pelo presidente da sigla, Valdemar Costa Neto. A avaliação interna é de que retirar Flávio da disputa neste momento seria admitir culpa, demonstrar extrema fragilidade perante o governo Lula e implodir a unidade da direita nas vésperas de um ano eleitoral decisivo. Publicidade Os bastidores do silêncio De acordo com informações obtidas pelo blog do jornalista Gerson Camarotti (G1), houve uma clara estratégia nos bastidores. Aliados apontam que Flávio Bolsonaro escondeu propositadamente da cúpula do partido a real profundidade da sua relação com Daniel Vorcaro. O objetivo do silêncio era evitar que a pressão por uma troca de candidatura crescesse internamente antes que as pesquisas de opinião pública o consolidassem. A tática parece ter funcionado em parte. Flávio ancorou-se nos últimos levantamentos dos institutos Quaest e AtlasIntel, que o colocam em empate técnico na casa dos 40% a 42% contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva num eventual segundo turno. O Peso do “Caso Master”: O empresário Daniel Vorcaro está atualmente preso, investigado pela Polícia Federal por liderar um complexo esquema de lavagem de dinheiro e fraudes bilionárias. O escândalo envolve ainda ameaças a jornalistas e até a morte suspeita do suposto “sicário” (capanga) da organização dentro da carceragem da PF. O desgaste com a Faria Lima Se, por um lado, o PL lhe oferece um escudo partidário e o eleitorado conservador parece manter a fidelidade nos números, por outro, as pontes de Flávio Bolsonaro com a elite financeira do país parecem ter sido implodidas. O mercado financeiro reagiu de forma visceral aos áudios (onde Flávio diz “estou e estarei contigo sempre” ao empresário investigado). Temendo instabilidade e um forte desgaste reputacional, grandes investidores e fundos da Avenida Faria Lima, em São Paulo, fecharam as portas ao senador, preferindo agora manter encontros discretos com figuras como Renan Santos (MBL) e procurar ativamente por um “outsider” liberal para enfrentar Lula em 2026. Leia Também ‘ESTOU E ESTAREI CONTIGO SEMPRE’: Áudio revela que Flávio negociou R$ 134 mi com Vorcaro Mercado fecha portas para Flávio, flerta com Renan Santos e torce por outsider Quaest 2º turno: Flávio Bolsonaro tem 42%, e Lula aparece com 40% Apesar do isolamento corporativo e da pressão do Ministério Público, o PL aposta que a força do nome “Bolsonaro” na urna eletrónica será suficiente para suplantar o derretimento do candidato junto à classe empresarial e midiática. Publicidade Link copiado para a área de transferência!