PF encontra foto de Gonet com Vorcaro fumando charuto em Londres; PGR confirma autenticidade

PF encontra foto de Gonet com Vorcaro fumando charuto em Londres; PGR confirma autenticidade

PF encontra foto de Gonet com Vorcaro fumando charuto em Londres; PGR confirma autenticidade Publicidade Foto: Reprodução / Polícia Federal Política e Justiça PF encontra foto de Gonet com Vorcaro fumando charuto em Londres; PGR confirma autenticidade Publicado em 19/09/2026  |  Atualizado hoje Imagem extraída do celular do ex-banqueiro expõe encontro em evento de degustação de uísque. O procurador-geral da República, que havia minimizado a relação com Vorcaro, preferiu não comentar o registro. A Polícia Federal (PF) encontrou no celular apreendido do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, uma fotografia em que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, aparece sentado ao seu lado, segurando um charuto durante um evento de degustação de uísque. O encontro ocorreu em Londres, no Reino Unido. A descoberta do registro fotográfico contrasta com o tom adotado pelo chefe do Ministério Público Federal na última terça-feira (15). Durante sessão no Supremo Tribunal Federal (STF), Gonet havia afirmado publicamente que teve um “único encontro” com Vorcaro, classificado por ele como “banal” e acompanhado de outras autoridades. A origem da mensagem De acordo com o relatório de inteligência da Polícia Federal, a imagem não foi tirada por Vorcaro, mas encaminhada a ele no dia 19 de junho de 2025 pelo advogado Ciro Soares, que atuava na defesa do Banco Master. Junto com a foto, o advogado enviou a mensagem: “PG me mandou” — em referência direta às iniciais de Paulo Gonet. Procurada pela imprensa para explicar o contexto da imagem, a assessoria da Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou a autenticidade da fotografia, mas declarou que o procurador-geral não faria comentários oficiais sobre o episódio. Nos bastidores, aliados de Gonet afirmam que a foto foi tirada em abril de 2024 e reiteram a avaliação de que o registro não demonstra relação de intimidade entre as partes. A defesa do advogado Ciro Soares também se manifestou, alegando que, na data em que a imagem foi feita, não havia qualquer investigação formal em curso contra o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ressaltando que “não há qualquer irregularidade na foto”. Contexto de crise no STF O vazamento desta imagem joga mais combustível na atual crise instalada no Supremo Tribunal Federal. O material consta no mesmo relatório da Polícia Federal — solicitado pelo ministro André Mendonça e alvo de contestações — que revelou outras trocas de mensagens entre os executivos do Banco Master e figuras-chave de Brasília. O próprio procurador-geral da República, Paulo Gonet, já havia se manifestado formalmente pela nulidade desse relatório da PF. A tese da PGR é de que o documento foi produzido a partir de uma solicitação individual do ministro Mendonça, sem que houvesse um pedido prévio de investigação por parte do Ministério Público Federal, o que violaria o rito processual exigido para apurações que possam envolver ministros da Corte. Publicidade

Vorcaro se reuniu com Gilmar Mendes no STF e pediu apoio em causa bilionária

Vorcaro se reuniu com Gilmar Mendes no STF e pediu apoio em causa bilionária

Vorcaro se reuniu com Gilmar Mendes no STF e pediu apoio em causa bilionária Publicidade Institucional Foto: Reprodução Política e Justiça Publicado em 17/09/2026  |  Atualizado hoje Vorcaro se reuniu com Gilmar Mendes no STF e pediu apoio em causa bilionária Ex-banqueiro ligado ao Banco Master, alvo de investigações recentes da Polícia Federal, teve audiência no gabinete do decano do Supremo Tribunal Federal. O encontro visava tratar de uma disputa jurídica de alto valor financeiro. O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, figura central nas recentes investigações da Polícia Federal (PF) que miram o Banco Master e o caso “Dark Horse”, realizou uma audiência a portas fechadas com o ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro, que ocorreu nas dependências da Corte em Brasília, vem gerando ampla repercussão nos bastidores políticos e jurídicos da capital federal. Segundo informações apuradas sobre a agenda, a reunião teve como objetivo principal um pedido formal de apoio e compreensão por parte do magistrado em uma causa classificada como “bilionária”. A disputa em questão envolve interesses diretos de fundos e instituições financeiras com as quais Vorcaro mantém ou manteve estreitas relações de controle societário. Contexto de tensão e investigações A audiência ganha contornos de sensibilidade devido ao atual momento jurídico enfrentado pelo ex-banqueiro. Daniel Vorcaro teve seu nome amplamente exposto após a homologação de acordos de delação premiada que o acusam de orquestrar transferências financeiras internacionais irregulares. A Polícia Federal investiga se ele atuou na remessa de mais de US$ 12 milhões para o exterior, recursos que, segundo delatores, teriam sido solicitados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o financiamento da produção de um filme. O Banco Master, que teve Vorcaro em seu quadro de liderança, também está sob o escrutínio das autoridades financeiras e policiais. Recentemente, vieram a público suspeitas sobre a suposta cobrança de comissões por políticos para facilitar aportes de institutos de previdência estaduais na instituição, além do pagamento de honorários milionários a escritórios de advocacia que alegavam possuir trânsito livre nos tribunais superiores. Posicionamento do gabinete A prática de ministros do Supremo Tribunal Federal receberem advogados e partes envolvidas em processos judiciais é legalmente prevista e faz parte da rotina institucional da Corte, desde que registrada oficialmente nas agendas dos magistrados. Nos bastidores, o gabinete do ministro Gilmar Mendes reforça que as audiências têm caráter estritamente técnico e institucional. Durante esses encontros, as partes apresentam memoriais e argumentos referentes aos processos em tramitação, não havendo espaço para qualquer tipo de interferência indevida ou favorecimento fora dos ritos processuais. A defesa de Daniel Vorcaro não emitiu uma nota oficial detalhando os pontos técnicos abordados na reunião, mas tem sustentado em manifestações anteriores que as operações financeiras do ex-banqueiro são lícitas e que as acusações baseadas em delações premiadas carecem de provas materiais. Publicidade

Renan Santos aciona TSE para suspender reajuste do Bolsa Família às vésperas da eleição

Renan Santos aciona TSE para suspender reajuste do Bolsa Família às vésperas da eleição

Renan Santos aciona TSE para suspender reajuste do Bolsa Família às vésperas da eleição Publicidade Institucional Foto: Reprodução Política e Justiça Publicado em 18/09/2026  |  Atualizado hoje Renan Santos aciona TSE para suspender reajuste do Bolsa Família às vésperas da eleição Coordenador do MBL protocolou representação na Justiça Eleitoral alegando que o aumento do benefício, anunciado a apenas 17 dias do primeiro turno, configura abuso de poder político e econômico por parte do governo federal. O anúncio do reajuste do Bolsa Família, feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a menos de três semanas do primeiro turno das eleições de 2026, foi rapidamente parar nos tribunais. O coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, protocolou nesta sexta-feira (18) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a suspensão imediata da medida. Na peça jurídica apresentada à Corte, Renan Santos argumenta que o momento escolhido pelo Palácio do Planalto para injetar novos recursos no programa social fere frontalmente a legislação. Segundo a denúncia, a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) proíbe a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública em ano eleitoral, exceto em casos de calamidade pública ou programas sociais com execução orçamentária já em andamento desde o ano anterior. Abuso de poder político e econômico Os advogados que representam Renan Santos na ação argumentam que, embora o programa Bolsa Família já exista, a criação de novos adicionais para adolescentes e o aumento real acima da inflação representam uma “ampliação artificial de benefícios com fins puramente eleitoreiros”. A oposição avalia que a injeção de dinheiro na base da pirâmide econômica no mês da eleição desequilibra o pleito. “É um uso escancarado da máquina pública para tentar alavancar a popularidade da base do governo na reta final da campanha. Não somos contra a assistência social, mas a lei é clara ao vedar benesses de última hora para tentar comprar a simpatia do eleitorado”, afirmou Renan Santos nas redes sociais após o protocolo da ação. A representação inclui um pedido de medida liminar (decisão provisória urgente) para que o TSE suspenda a liberação dos novos valores, previstos já para a folha de pagamento da última semana de setembro, até que o processo eleitoral seja totalmente concluído. Defesa do Governo Federal Durante o anúncio oficial do reajuste, o presidente Lula antecipou-se às críticas e negou que a medida tivesse finalidade eleitoral. O governo federal sustenta que o espaço para a correção dos valores estava garantido na Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada pelo Congresso no ano passado, o que daria amparo legal ao reajuste mesmo em ano de pleito. A Advocacia-Geral da União (AGU) deverá ser notificada nos próximos dias para apresentar a defesa formal da Presidência da República. A expectativa agora recai sobre o presidente do TSE, que deverá designar um relator para avaliar a urgência do pedido de suspensão do reajuste e emitir um parecer antes da data prevista para os pagamentos. Publicidade

Mendonça vai relatar ação de Renan Santos contra reajuste do Bolsa Família

Mendonça vai relatar ação de Renan Santos contra reajuste do Bolsa Família

Mendonça vai relatar ação de Renan Santos contra reajuste do Bolsa Família Publicidade Institucional Foto: Reprodução Política e Justiça Publicado em 18/09/2026  |  Atualizado hoje Mendonça vai relatar ação de Renan Santos contra reajuste do Bolsa Família Ministro do STF e membro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi sorteado para analisar o pedido liminar que tenta suspender a injeção de novos recursos no programa social a menos de três semanas das eleições. O ministro André Mendonça foi definido nesta sexta-feira (18) como o relator da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) protocolada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família. A representação, movida pelo coordenador do MBL, Renan Santos, pede a suspensão imediata do aumento anunciado pelo governo federal a 17 dias do primeiro turno das eleições de 2026. A definição da relatoria ocorreu por sorteio eletrônico no sistema da Corte eleitoral. Caberá a Mendonça, que atua simultaneamente como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e membro titular do TSE, dar os primeiros despachos no processo e decidir sobre o pedido de medida liminar (decisão provisória e urgente) formulado pela oposição. Argumentos na mesa do relator Na peça jurídica que agora está no gabinete de Mendonça, os advogados de Renan Santos sustentam que a injeção de recursos extras no programa de transferência de renda no mês do pleito configura abuso de poder político e econômico. A oposição baseia a denúncia na Lei das Eleições, que proíbe a criação ou ampliação de benefícios por parte da administração pública em anos eleitorais para evitar que a máquina pública seja usada para desequilibrar a disputa. A representação solicita expressamente que a Corte proíba a liberação dos novos valores — que incluem um aumento real e a criação de adicionais para adolescentes — já na folha de pagamento programada para a última semana de setembro, determinando que qualquer reajuste só entre em vigor após o fim de todo o processo eleitoral. Próximos passos Com a distribuição do processo, a expectativa é de que o ministro André Mendonça determine a notificação da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Presidência da República para que apresentem uma defesa prévia antes de qualquer decisão liminar. O governo federal já antecipou publicamente que o reajuste possui amparo legal por estar previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada no ano passado. A celeridade do caso é um fator chave. Como a próxima rodada de pagamentos do Bolsa Família está a poucos dias de ser iniciada pela Caixa Econômica Federal, uma decisão monocrática de Mendonça sobre a suspensão ou manutenção do reajuste é aguardada para o início da próxima semana. Publicidade Institucional

Flávio Bolsonaro decide não acionar TSE contra reajuste do Bolsa Família

Flávio Bolsonaro decide não acionar TSE contra reajuste do Bolsa Família

Flávio Bolsonaro decide não acionar TSE contra reajuste do Bolsa Família Publicidade Institucional Foto: Flickr / Senador Flávio Bolsonaro Política Publicado em 18/09/2026  |  Atualizado hoje Flávio Bolsonaro decide não acionar TSE contra reajuste do Bolsa Família Coordenação de campanha avalia que tentar barrar judicialmente o aumento do benefício social traria desgaste político na reta final. A oposição focará apenas nas críticas ao caráter da medida. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais deste ano, definiu sua estratégia em relação ao polêmico aumento do Bolsa Família anunciado pelo governo federal nesta semana. Diferente de outros atores da oposição, a campanha do PL decidiu que não irá acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar suspender os pagamentos. A decisão foi tomada após intensas reuniões da coordenação de campanha em Brasília. O cálculo político por trás do recuo é direto: evitar a criação de uma narrativa na qual a chapa conservadora seja vista pelo eleitorado, especialmente no Nordeste, como a responsável por “tirar dinheiro dos mais pobres” a pouco mais de duas semanas do pleito. Críticas mantidas, ação descartada Embora a campanha tenha descartado a via judicial, a retórica política continuará incisiva. Flávio Bolsonaro e seus aliados seguirão utilizando o espaço no horário eleitoral e nas redes sociais para criticar o que classificam como “desespero eleitoreiro” e “uso da máquina pública” por parte do Palácio do Planalto. “Nós não somos contra o povo ter dinheiro no bolso, até porque quem mais sofre com a inflação de alimentos desse governo é o mais pobre. Mas o brasileiro não é bobo e percebe claramente quando uma medida de última hora é feita apenas para tentar comprar a eleição”, pontuou um interlocutor ligado ao núcleo duro da campanha do PL. O processo nas mãos de Mendonça Mesmo com a desistência do PL em atuar como autor, o reajuste do Bolsa Família já é alvo de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) na Corte. Conforme noticiado anteriormente, o coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, protocolou uma denúncia alegando abuso de poder político e econômico por parte do governo. O caso está sob a relatoria do ministro André Mendonça, do STF e TSE. A postura da chapa de Flávio Bolsonaro será de aguardar o desfecho desse processo nos bastidores, colhendo eventuais frutos políticos caso o reajuste seja suspenso pelo ministro, mas sem assumir o ônus de assinar a petição contra o programa de transferência de renda. Publicidade Institucional

PF detectou pagamento anual de R$ 33 milhões do Master a advogada citada como ‘canal direto com STF’

PF detectou pagamento anual de R$ 33 milhões do Master a advogada citada como ‘canal direto com STF’

PF detectou pagamento anual de R$ 33 milhões do Master a advogada citada como ‘canal direto com STF’ Publicidade Institucional Foto: Reprodução Política e Justiça Publicado em 17/09/2026  |  Atualizado hoje PF detectou pagamento anual de R$ 33 milhões do Master a advogada citada como ‘canal direto com STF’ Documentos apreendidos com dirigentes do Banco de Brasília (BRB) revelam repasses milionários a escritórios jurídicos. Valores exorbitantes acendem alerta sobre suposto tráfico de influência na mais alta Corte do país. O aprofundamento das investigações da Polícia Federal (PF) sobre as operações envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB) trouxe à tona novos elementos que elevam a temperatura nos bastidores de Brasília. Documentos extraídos de materiais apreendidos com dirigentes do BRB revelaram um repasse anual de R$ 33 milhões do Banco Master a uma advogada que, segundo as apurações, era citada como um “canal direto” de acesso a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações indicam que a profissional atuava ostensivamente como lobista jurídica, facilitando trânsitos em gabinetes de cortes superiores. Entre as menções identificadas pela PF, há referências à advogada Dalide Costa, figura que já atuou como diretora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) — fundado pelo ministro Gilmar Mendes. Nas eleições de 2022, ela figurou como suplente de João Campos (Republicanos) na disputa ao Senado por Goiás. Repasses a escritórios de familiares de ministros Os arquivos analisados pela corporação policial não se limitam ao contrato de R$ 33 milhões anuais. Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a identificação de pagamentos que totalizam R$ 40 milhões destinados ao escritório Barci de Moraes, banca de advocacia gerida por familiares do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com o relatório preliminar, a administração do Banco Master não possuía uma definição clara ou parâmetros técnicos sobre o que seria considerado “usual” para esse tipo de gasto com honorários advocatícios, o que reforçou as suspeitas sobre a real finalidade dos repasses. Repercussão e defesas A revelação dos pagamentos gerou forte repercussão em Brasília, dado o envolvimento do nome da instituição financeira em diversos outros inquéritos recentes que tramitam no próprio STF, como o caso do financiamento do filme “Dark Horse”. Em relação às menções a seu gabinete, interlocutores informaram que o ministro Gilmar Mendes assegurou ter se afastado de Dalide Costa após a saída dela da diretoria do IDP, negando manter qualquer relação de proximidade atual com a advogada. Até o momento, o Banco Master não emitiu um posicionamento oficial justificando a natureza ou a prestação de contas dos serviços milionários contratados junto aos escritórios citados. O material apreendido segue sob rigorosa análise da Polícia Federal. Publicidade Institucional

Obra da Praça do Tropeiro se estende há mais de um ano e comerciantes reclamam de prejuízos

Obra da Praça do Tropeiro se estende há mais de um ano e comerciantes reclamam de prejuízos

Obra da Praça do Tropeiro se estende há mais de um ano e comerciantes reclamam de prejuízos Publicidade Institucional Didiu da Banana | Foto: Paulo José/ Acorda Cidade Feira de Santana Publicado em 16/09/2026  |  Atualizado hoje Obra da Praça do Tropeiro se estende há mais de um ano e comerciantes reclamam de prejuízos O tempo de execução da reforma superou o cronograma inicial, deixando os trabalhadores do local convivendo com transtornos diários, dificuldade de acesso de clientes e perdas de mercadorias. A requalificação da Praça do Tropeiro, um importante ponto comercial situado no Centro de Feira de Santana, transformou-se em motivo de apreensão para os trabalhadores locais. Iniciada com a autorização da prefeitura em julho de 2025, a obra já se estende por mais de um ano, gerando reclamações constantes entre os comerciantes que dependem do espaço para garantir sua renda. De acordo com o planejamento inicial divulgado pelo poder público municipal, a intervenção deveria ocorrer por etapas, um modelo pensado justamente para minimizar os impactos nas atividades diárias do comércio. No entanto, o cronograma acabou se prolongando além do esperado, impondo uma rotina de poeira, tapumes e interdições que afasta a clientela. Prejuízos e queda nas vendas Os transtornos são sentidos no bolso de quem trabalha no local há décadas. Em entrevista concedida ao portal Acorda Cidade, o comerciante conhecido como Didiu da Banana, que atua na Praça do Tropeiro há mais de 60 anos, relatou a dura realidade enfrentada nos últimos meses. Ele destacou que a dificuldade de acesso e a estrutura da obra têm afetado diretamente o fluxo de clientes. “Estou perdendo tudo. As bananas estão perdendo”, desabafou o comerciante. “As bananas estão perdendo porque não tem ninguém para comprar. Está tudo fechado aqui.” Segundo Didiu, o acesso aos boxes está severamente prejudicado, com partes do entorno da praça totalmente bloqueadas para a circulação de pedestres. Falta de prazos definidos Outra queixa frequente entre os comerciantes é a falta de comunicação clara por parte da prefeitura sobre a data de conclusão dos serviços. Os trabalhadores afirmam não ter recebido um prazo oficial e definitivo para a entrega da praça modernizada. Entre os permissionários, circula apenas a especulação de que os tapumes só deverão ser retirados após o encerramento do período eleitoral. Até o momento, a Prefeitura de Feira de Santana não emitiu uma nota oficial justificando o atraso no cronograma da requalificação ou estipulando uma nova data para a reinauguração do espaço. Com informações do portal Acorda Cidade (repórter Paulo José). Publicidade Institucional

Moraes e Mendonça batem boca em sessão do STF sobre crise Master na Corte: ‘Quem tem medo da PF?’ VEJA VIDEO

Moraes e Mendonça batem boca em sessão do STF sobre crise Master na Corte: ‘Quem tem medo da PF?’ VEJA VIDEO

Moraes e Mendonça batem boca em sessão do STF sobre crise Master na Corte: ‘Quem tem medo da PF?’ VEJA VIDEO Foto: Reprodução / STF Política Moraes e Mendonça batem boca em sessão do STF sobre crise Master na Corte: ‘Quem tem medo da PF?’ VEJA VIDEO A tensão entre os ministros transbordou para o plenário durante discussão sobre o andamento das investigações envolvendo o Banco Master e o caso ‘Dark Horse’. Assista ao vídeo do embate. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) foi palco de um duro bate-boca entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça nesta terça-feira (15). A discussão expôs o nível de tensão interna na Corte, acirrada pelos recentes desdobramentos das investigações que envolvem o Banco Master e o inquérito sobre o financiamento do filme “Dark Horse”. O estopim para o embate ocorreu durante o debate sobre os limites do sigilo nas apurações e a atuação da Polícia Federal (PF). Mendonça, que é o relator do inquérito que apura os repasses privados para a obra audiovisual (investigação que recentemente incluiu o senador Flávio Bolsonaro), questionou a condução de certas diligências e a postura da corporação em relação ao seu gabinete. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Ninjafsa 🥷 (@ninjafsa) “Quem tem medo da PF?” A discussão esquentou quando Alexandre de Moraes rebateu as críticas veladas à atuação dos investigadores federais. Em tom incisivo, Moraes declarou: “Quem tem medo da PF é quem comete crime”, em uma clara resposta às contestações sobre a validade e a pertinência das buscas e apreensões realizadas nas últimas semanas relacionadas ao escândalo financeiro. A divergência reflete não apenas visões jurídicas distintas sobre o inquérito, mas também um racha institucional que vem se desenhando nos bastidores. Recentemente, veio à tona que a Polícia Federal evitou solicitar diligências no inquérito sob relatoria de Mendonça, preferindo concentrar os pedidos na apuração paralela conduzida pelo ministro Flávio Dino, que investiga o uso de emendas parlamentares na mesma produção audiovisual. A troca de farpas em plenário escancara o clima de animosidade e promete gerar novos desdobramentos nas estratégias de defesa dos investigados, que acompanham de perto a divisão entre os magistrados da mais alta Corte do país.

TRE-BA derruba candidatura de Binho Galinha à reeleição

TRE-BA derruba candidatura de Binho Galinha à reeleição

TRE-BA derruba candidatura de Binho Galinha à reeleição Publicidade Institucional Foto: Divulgação Política Publicado em 14/09/2026  |  Atualizado hoje TRE-BA derruba candidatura de Binho Galinha à reeleição Corte eleitoral acatou o pedido do Ministério Público e indeferiu o registro do candidato. Decisão tem como base a condenação a 36 anos de prisão e o suposto envolvimento com a liderança de milícia em Feira de Santana. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) decidiu, em julgamento realizado nesta segunda-feira (14), pela cassação do registro de candidatura de Binho Galinha à reeleição. A decisão impõe um duro golpe às pretensões políticas do candidato, que tentava manter seu nome nas urnas mesmo sob forte desgaste jurídico. Os desembargadores da Corte acataram a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). O órgão argumentou que o histórico criminal recente de Binho Galinha fere frontalmente os princípios da probidade administrativa e da moralidade, essenciais para o exercício de qualquer mandato eletivo. Os argumentos que basearam a cassação O foco do julgamento foi o envolvimento do candidato na “Operação El Patrón”. Atualmente cumprindo prisão preventiva, Binho Galinha já possui uma condenação que estipula pena de 36 anos de reclusão. Segundo os autos das investigações conduzidas pelas forças de segurança, ele é apontado como o líder de uma organização criminosa com características de milícia, que atuava na região de Feira de Santana praticando crimes de lavagem de dinheiro atrelados ao jogo do bicho. A defesa tentou reverter a impugnação argumentando que a condenação ainda é de primeira instância e passível de recursos na esfera penal. Os advogados sustentaram que a acusação criminal não deveria ter reflexos automáticos no processo eleitoral, pois não se enquadraria estritamente nas jurisprudências sumuladas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a inelegibilidade imediata. No entanto, a tese defensiva foi vencida no plenário do TRE-BA. Próximos passos Com a candidatura formalmente derrubada pelo tribunal estadual, a campanha de Binho Galinha sofre um revés legal e fica tecnicamente inviabilizada de prosseguir os atos de rua e propaganda oficial. Contudo, a legislação eleitoral permite que o candidato recorra da decisão. A equipe jurídica de Binho Galinha já sinalizou que deverá protocolar um recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, na tentativa de conseguir uma liminar que suspenda os efeitos da decisão do TRE-BA e garanta a validade dos votos direcionados a ele até que o processo transite em julgado. Publicidade Institucional