Flávio diz que Lula lambe botas da China e propõe acordo com EUA para livre comércio nas Américas

Flávio diz que Lula lambe botas da China e propõe acordo com EUA para livre comércio nas Américas POLÍTICA / RELAÇÕES INTERNACIONAIS Flávio diz que Lula lambe botas da China e propõe acordo com EUA para livre comércio nas Américas Em forte discurso voltado à política externa, o senador criticou a aproximação do governo petista com Pequim e defendeu um alinhamento estratégico com Washington como solução para o atual embate tarifário. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente Senador Flávio Bolsonaro intensifica ataques à política externa do governo Lula. (Foto: Reprodução / Folhapress) O que você precisa saber O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou o tom contra a política externa brasileira. No contexto das audiências americanas que discutem a imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, Flávio acusou o presidente Lula de subserviência à China. Como alternativa, o parlamentar propõe que o Brasil busque ativamente um acordo de livre comércio abrangente com os Estados Unidos e outras nações das Américas, visando isolar o avanço chinês e proteger as exportações nacionais. O embate tarifário entre o Brasil e os Estados Unidos ganhou novos contornos retóricos e políticos. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou a crise gerada pela proposta americana de sobretaxar mercadorias brasileiras em 25% para desferir duros ataques à política externa conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante uma de suas falas recentes, embalado pelas discussões das audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) em Washington, o parlamentar acusou o atual governo de afastar o Brasil dos seus aliados históricos do Ocidente em favor de uma aproximação ideológica com o Oriente. Publicidade Ataque direto e submissão a Pequim A crítica central de Flávio baseia-se na forte ligação que o Palácio do Planalto tem cultivado com o governo de Xi Jinping. Para o senador, a postura de Lula em eventos internacionais e as críticas ao dólar são os reais motivos que irritaram as autoridades americanas, culminando na ameaça do “tarifaço”. Enquanto o atual presidente prefere lamber as botas da ditadura chinesa e criticar os nossos parceiros democráticos, o Brasil perde dinheiro. Nós estamos aqui trabalhando por uma parceria real e lucrativa com a maior economia do mundo. Flávio Bolsonaro, Senador da República (PL-RJ) Como solução para o impasse comercial que envolve pautas como o sistema PIX e questões ambientais na Amazônia, Flávio Bolsonaro defendeu a criação de uma vasta zona de livre comércio nas Américas. Segundo a sua proposta, o Brasil deveria capitanear as negociações para derrubar barreiras alfandegárias com os EUA, fortalecendo a economia regional como um contrapeso direto à crescente influência chinesa na América Latina. Leia Também Tarifas dos EUA: audiências têm Flávio Bolsonaro, PIX em debate e tensão diplomática Comissão dos EUA acusa China de operar instalações com potencial uso militar no Brasil Lula rebate Trump sobre facções e avisa: “Não aceitamos ser tratados como republiqueta” Até ao momento, o Palácio do Itamaraty não se manifestou oficialmente sobre as declarações do senador. O governo federal tem mantido a postura de que a política externa brasileira é “soberana e pragmática”, não alinhada de forma automática a nenhum bloco e focada em manter fortes relações comerciais tanto com a China quanto com os Estados Unidos. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master
Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master Publicidade POLÍTICA NACIONAL / INVESTIGAÇÃO Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao senador baiano, aprofundando o escândalo financeiro que já abala os alicerces do Congresso Nacional. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar Resumo da Matéria O senador Jaques Wagner (PT-BA), atual líder do governo Lula no Senado, tornou-se o novo alvo da Polícia Federal nas investigações do “Caso Master”. A operação, que procura recolher provas sobre um suposto envolvimento do parlamentar em esquemas de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro ligados ao empresário Pedro Vorcaro, agrava ainda mais a crise política em Brasília. O senador baiano e líder do governo no Senado é o mais recente alvo das investigações. (Foto: Reprodução / X) O escândalo financeiro que assola Brasília acaba de ultrapassar as barreiras da oposição e atingir em cheio o núcleo duro do Palácio do Planalto. O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, foi alvo de uma megaoperação da Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira. Agentes federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e escritórios políticos ligados ao ex-governador da Bahia, tanto em Salvador quanto na capital federal. A ação é mais um desdobramento bombástico do chamado “Caso Master”, que investiga um complexo esquema de evasão de divisas, fraudes e lavagem de dinheiro orquestrado pelo empresário Pedro Vorcaro, atualmente preso. Publicidade Um escândalo suprapartidário A inclusão do líder do governo petista na lista de investigados demonstra a magnitude e a capilaridade da teia financeira construída ao redor do conglomerado Master. O caso já não escolhe lados ideológicos no Congresso Nacional. Nas últimas semanas, a mesma operação já havia arrastado nomes graúdos de diferentes espectros políticos. O senador Flávio Bolsonaro (PL) teve um áudio vazado onde negociava R$ 134 milhões com Vorcaro sob juras de lealdade, enquanto o senador Ciro Nogueira (PP), expoente do Centrão, foi alvo de buscas por supostamente receber uma “mesada” de R$ 300 mil para defender os interesses do empresário. O Rastro das Investigações: A Polícia Federal procura recolher documentos, dispositivos eletrônicos e registros de comunicação que possam comprovar o recebimento de vantagens indevidas ou doações não declaradas por parte da estrutura financeira do Master para campanhas políticas e enriquecimento ilícito. A defesa do senador Jaques Wagner ainda não se manifestou de forma detalhada sobre o conteúdo do mandado, mas aliados próximos afirmaram que o parlamentar está “tranquilo e à inteira disposição da Justiça para prestar todos os esclarecimentos necessários”. No Palácio do Planalto, o clima é de forte apreensão face ao desgaste político que a operação impõe à base governista na reta final do ano. Continue a Ler ÁUDIO: Flávio Bolsonaro negociou R$ 134 milhões com Vorcaro para filme PF mira Ciro Nogueira por mesada de R$ 300 mil no Caso Master Zanin nega pedido para obrigar Câmara a instalar CPI do Master Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Lula acaba com taxa das blusinhas; compras internacionais de até US$ 50 não pagarão imposto federal
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Lula acaba com taxa das blusinhas; compras internacionais de até US$ 50 não pagarão imposto federal ECONOMIA / BRASIL Lula acaba com taxa das blusinhas; compras internacionais de até US$ 50 não pagarão imposto federal Após intensa pressão popular e um rombo bilionário nas contas dos Correios, o presidente assinou a revogação da tarifa, isentando novamente as pequenas importações em plataformas asiáticas. Por Redação NINJAFSA 12/05/2026 • Atualizado Partilhar Publicidade RESUMO DA MATÉRIA O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou o fim da chamada “Taxa das Blusinhas”. A medida, que cobrava 20% de imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, foi revogada após causar um rombo bilionário aos Correios e forte desgaste político em ano eleitoral. Com isso, compras em sites como Shein, Shopee e AliExpress voltam a ser isentas do tributo federal. A revogação do imposto representa um recuo significativo da equipe econômica do Governo Federal. (Foto: Reprodução / G1) As compras internacionais de pequeno valor voltam a respirar aliviadas no Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva atendeu aos apelos populares e assinou oficialmente a revogação da controversa “Taxa das Blusinhas”. A partir de agora, os produtos adquiridos no exterior, até ao limite de 50 dólares, voltam a ficar isentos da cobrança do Imposto de Importação federal (cuja alíquota estava fixada em 20%). A medida havia sido aprovada pelo Congresso no ano passado, sob uma forte articulação do Ministério da Fazenda, comandado por Fernando Haddad. A justificativa principal era garantir a isonomia tributária e proteger a indústria e o varejo nacional de uma suposta “concorrência desleal”. Contudo, o impacto no bolso dos consumidores de baixa renda gerou um enorme desgaste político para o governo em pleno ano eleitoral, precipitando a decisão do presidente. O Rombo nos Correios: O estopim para o fim da taxa foi o seu “efeito bumerangue” na economia estatal. Com a cobrança em vigor, o volume de pequenas encomendas despencou. Esse fluxo era vital para a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, e a sua drástica redução gerou um prejuízo bilionário para a estatal logística, superando o que o próprio Ministério da Fazenda conseguiu arrecadar com o imposto. Alívio para o Consumidor Durante o anúncio, o Palácio do Planalto destacou que a isenção beneficia diretamente os cidadãos que utilizam plataformas de e-commerce internacional — como Shein, Shopee e AliExpress — para adquirir artigos de vestuário, utilidades domésticas e eletrônicos a preços mais acessíveis. A revogação atinge apenas a alíquota federal. Vale lembrar que a cobrança do ICMS (imposto estadual), atualmente fixado em 17% em praticamente todos os estados, continua a ser aplicada no ato da compra nas empresas que aderiram ao programa Remessa Conforme da Receita Federal. Leia Também Depois do pacote contra efeitos da guerra, governo Lula quer socorrer endividados unificando dívidas Lula avaliava fim da taxa após imposto gerar rombo bilionário aos Correios Haddad defendeu imposto em produtos eletrônicos importados como medida regulatória Para o varejo nacional, a decisão cai como um balde de água fria. Representantes do setor produtivo já começaram a manifestar o seu descontentamento, alegando que o retorno da isenção desequilibra novamente o mercado interno, prejudicando a geração de empregos na indústria brasileira. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo
Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo ECONOMIA / GOVERNO FEDERAL Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo Ação emergencial visa mitigar os impactos da disparada do barril no mercado internacional devido à crise no Oriente Médio e evitar o encarecimento de fretes e alimentos. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente O presidente Lula assinou a medida para tentar travar a escalada de preços nas bombas de combustível. (Foto: Agência Brasil/EBC) Resumo da Matéria O Governo Federal decidiu intervir ativamente para travar o aumento dos combustíveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou uma medida provisória que zera a alíquota dos impostos federais (PIS e COFINS) sobre o diesel e cria um subsídio direto. O objetivo é proteger os caminhoneiros e evitar que a alta do petróleo, provocada pelas recentes tensões militares envolvendo o Irã, se converta numa inflação descontrolada nos supermercados. O governo federal decidiu intervir de forma contundente para evitar um choque inflacionário no país. Em resposta à escalada vertiginosa do barril de petróleo no mercado externo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a isenção total e temporária dos impostos federais (PIS e COFINS) sobre o óleo diesel, além da criação de um programa de subsídio direto para amortecer os repasses nas refinarias. A medida de urgência surge na esteira do agravamento da crise militar no Oriente Médio. Após a morte do líder supremo do Irã em uma operação conjunta entre EUA e Israel, as incertezas em torno da navegação e do fornecimento de energia no Golfo Pérsico provocaram uma disparada imediata no custo internacional do petróleo, pressionando os preços praticados pela Petrobras. Publicidade Efeito dominó evitado A preocupação primária do Palácio do Planalto recai sobre a malha logística brasileira. Como o país depende essencialmente do transporte rodoviário, qualquer aumento expressivo no valor do diesel gera um perigoso “efeito dominó”. Quando o frete fica mais caro, os preços dos alimentos, materiais de construção, e passagens de transporte público disparam na mesma proporção, atingindo diretamente o bolso das famílias. Não podemos permitir que uma crise bélica do outro lado do mundo tire a comida da mesa do trabalhador brasileiro. O Estado vai atuar com firmeza para garantir a estabilidade do preço do frete, proteger os nossos caminhoneiros e blindar a nossa economia de um choque externo desproporcional. Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República O pacote económico adotado tem caráter provisório e, segundo o Ministério de Minas e Energia, as cotações serão monitorizadas diariamente para avaliar a necessidade de prolongar ou suspender o subsídio. Nos bastidores, o desafio principal agora está nas mãos do Ministério da Fazenda. Continue a Ler Guerra no Irã já começa a impactar preço dos combustíveis no país Ali Khamenei, líder supremo do Irã, é morto em ação dos EUA e Israel A equipa liderada pelo ministro Fernando Haddad trabalha a contra-relógio para calcular e encontrar fontes de receita alternativas que compensem a perda bilionária de arrecadação causada por esta isenção, com vista a manter as metas fiscais aprovadas para o orçamento de 2026. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Lula defende reforço nas Forças Armadas: “se a gente não se preparar, alguém invade a gente”

Lula defende reforço nas Forças Armadas: “se a gente não se preparar, alguém invade a gente” POLÍTICA NACIONAL / DEFESA Lula defende reforço nas Forças Armadas: “se a gente não se preparar, alguém invade a gente” Durante um discurso, o presidente adotou um tom mais pragmático e destacou a necessidade de investimento na Defesa Nacional para garantir a soberania do país perante as crescentes tensões globais. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou um tom incisivo ao falar sobre a segurança e a soberania do país. Em discurso recente, o mandatário afirmou que o Brasil é uma nação pacífica, mas destacou a necessidade urgente de reforçar o equipamento e as capacidades das Forças Armadas para dissuadir possíveis ameaças externas. Lula enfatizou a importância de modernizar as Forças Armadas brasileiras. (Foto: Reprodução) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração forte e contundente sobre a soberania e a segurança do Brasil. Num discurso recente, Lula defendeu abertamente a necessidade urgente de reforçar a Defesa Nacional e de investir na modernização tecnológica das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica). Publicidade Historicamente conhecido por adotar discursos mais voltados para a diplomacia multilateral e o pacifismo, o presidente utilizou um tom mais pragmático e realista face ao atual cenário de instabilidade geopolítica. “Nós somos um país de paz, mas se a gente não se preparar, alguém invade a gente”, declarou o mandatário, justificando que uma nação com dimensões continentais e riquezas naturais vastas precisa de ter um forte poder de dissuasão. O Cenário Global como Pano de Fundo A fala do presidente ocorre num momento em que o mundo acompanha de perto conflitos abertos de grande proporção, como as guerras no Leste Europeu e as recentes e perigosas escaladas de tensão no Oriente Médio, além da acirrada disputa por influência estratégica entre as maiores potências mundiais na América Latina e em outras regiões do sul global. Poder de Dissuasão: A estratégia central da Defesa mencionada pelo presidente baseia-se na dissuasão. Trata-se de possuir Forças Armadas tão bem equipadas, treinadas e preparadas que qualquer tentativa de agressão, invasão ou exploração ilegal por parte de forças estrangeiras seja prontamente desencorajada pelo altíssimo custo de um conflito. Leia Também Comissão dos EUA acusa China de operar instalações militares no Brasil Ali Khamenei, líder supremo do Irã, é morto em ação dos EUA e Israel, diz Trump Nos bastidores políticos de Brasília, a declaração de Lula é lida como um importante aceno institucional aos militares. O governo federal tem debatido a viabilidade de projetos estratégicos de longo prazo para a Defesa, que envolvem a proteção cibernética das fronteiras, a renovação da frota aérea e o desenvolvimento tecnológico naval. Estes projetos, no entanto, demandam a garantia de orçamentos expressivos e contínuos para o Ministério da Defesa ao longo dos próximos anos, independentemente de contingenciamentos fiscais. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Governo Lula manifesta-se contra redução da maioridade penal após relator confirmar plebiscito em PEC

Governo Lula manifesta-se contra redução da maioridade penal após relator confirmar plebiscito em PEC POLÍTICA / JUSTIÇA Governo Lula manifesta-se contra redução da maioridade penal após relator confirmar plebiscito em PEC O debate sobre a idade de imputabilidade penal volta a aquecer no Congresso. A aprovação da medida alteraria diretamente o desfecho de crimes hediondos cometidos por adolescentes, como em casos recentes que chocaram o país. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O Governo Federal posicionou-se oficialmente contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. A manifestação ocorreu após o relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça confirmar que a proposta incluirá a realização de um plebiscito, deixando a decisão final nas mãos dos eleitores brasileiros. Representantes do Ministério dos Direitos Humanos têm reiterado a posição governamental contra a medida. (Foto: Reprodução) O debate sobre o endurecimento do sistema penal brasileiro voltou ao centro das discussões no Congresso Nacional e promete dominar a agenda política e social dos próximos meses. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou-se de forma contrária ao avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. A reação do Planalto surgiu logo após o relator da matéria confirmar que o texto incluirá a convocação de um plebiscito. Se aprovado pelo Congresso, a palavra final sobre a alteração legal caberá diretamente à população nas urnas. O governo argumenta que o encarceramento de jovens de 16 e 17 anos em penitiniciárias comuns, hoje superlotadas e dominadas por fações criminosas, não resolve o problema da segurança pública e contraria as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O impacto em casos de grande repercussão Por outro lado, defensores da PEC argumentam que a legislação atual protege adolescentes que cometem crimes hediondos, resultando em medidas socioeducativas brandas que são rapidamente extintas, gerando um sentimento de impunidade na sociedade. Publicidade A possível redução da maioridade penal alteraria drasticamente o desfecho judicial de crimes que chocaram o país recentemente. Um dos exemplos mais citados nos debates legislativos é o estupro coletivo ocorrido no Rio de Janeiro. A imputabilidade e a corrupção de menores são pontos centrais nas discussões sobre crimes hediondos. (Foto: Arte O Globo) O embate sobre a punição: No caso do Rio de Janeiro, a participação de menores de 18 anos levantou intensos debates sobre a imputabilidade, a corrupção de menores por parte dos adultos envolvidos e a rápida extinção da medida socioeducativa aplicável aos jovens infratores. Caso a PEC estivesse em vigor, os envolvidos com mais de 16 anos seriam julgados como adultos, sujeitos a penas severas de reclusão pelo Código Penal. Outro caso brutal frequentemente evocado pelos defensores da nova lei é o assassinato do cão Orelha, um crime de maus-tratos e extrema crueldade que gerou revolta nacional. O brutal crime contra o animal reacendeu os protestos por leis mais rigorosas contra adolescentes infratores. (Foto: Reprodução) Os adolescentes identificados como autores da tortura e morte do animal não respondem criminalmente devido à sua idade, estando sujeitos apenas ao sistema socioeducativo. Sob a nova perspetiva proposta pela PEC, os criminosos estariam enquadrados na Lei de Crimes Ambientais com agravantes de pena, arcando com responsabilidades e registos criminais permanentes. Leia Também Magistrado volta atrás e condena réu por estupro de menina de 12 anos Belo Horizonte terá SAMU veterinário para resgate de animais de rua A eventual aprovação do plebiscito transfere a responsabilidade de uma decisão jurídica complexa para as urnas, desenhando um cenário de forte polarização ideológica para as próximas eleições, onde a segurança pública será, mais uma vez, a principal protagonista. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Valdemar diz a empresários em SP que PL do Bolsonaro vai tentar barrar fim da escala 6×1

Valdemar diz a empresários em SP que PL do Bolsonaro vai tentar barrar fim da escala 6×1 POLÍTICA NACIONAL Valdemar diz a empresários em SP que PL do Bolsonaro vai tentar barrar fim da escala 6×1 O presidente do Partido Liberal afirmou que a sigla atuará de forma contrária no Congresso para travar o avanço da proposta que altera a jornada de trabalho no país. Por Redação NINJAFSA 25/02/2026 • Atualizado Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, reuniu-se com empresários em São Paulo e declarou que a sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro tentará travar a proposta que prevê o fim da jornada 6×1. O tema tem gerado forte debate no Congresso Nacional e entre a sociedade civil. Valdemar Costa Neto durante encontro com o sector produtivo em São Paulo. (Foto: Reprodução) O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou a um grupo de empresários em São Paulo que a legenda trabalhará ativamente para tentar barrar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil. Publicidade A declaração ocorreu durante um encontro fechado voltado a debater os possíveis impactos económicos da medida no sector produtivo e no retalho. A proposta, que sugere o fim do modelo de seis dias trabalhados para um de descanso, vem gerando intensos debates tanto nos corredores do Congresso Nacional quanto nas redes sociais entre trabalhadores e sindicatos. Atuação no Congresso Segundo Valdemar, a sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro — que hoje detém a maior bancada na Câmara dos Deputados — atuará de forma contrária ao avanço do texto nas comissões temáticas e, eventualmente, no plenário. O embate económico: Enquanto os defensores da medida argumentam que o fim da escala 6×1 trará mais qualidade de vida e saúde mental aos trabalhadores, empresários e representantes de entidades patronais afirmam que a mudança abrupta pode gerar aumento de custos operacionais e até possíveis demissões, prejudicando o funcionamento do comércio. Leia Também Entenda o que propõe o texto que pede o fim da escala 6×1 no Brasil Sindicatos planeiam mobilizações em várias capitais a favor da nova jornada Economistas avaliam os prós e contras da redução de horas de trabalho no sector de serviços O dirigente partidário justificou a posição da bancada afirmando que o momento económico exige cautela e que a imposição de uma nova regra trabalhista de forma generalizada pode asfixiar os pequenos e médios empreendedores, que seriam os mais afetados pela necessidade de contratações adicionais para cobrir os turnos. Publicidade O tema continuará em destaque nas próximas semanas em Brasília, com a expectativa de que o PL encabece a articulação para travar a tramitação da proposta ou, ao menos, forçar uma profunda alteração no texto original antes de qualquer votação. Link copiado para a área de transferência!
Governo espera arrecadar R$ 14 bilhões neste ano com alta na tarifa de importação de mais de mil produtos; celulares foram taxados
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Governo espera arrecadar R$ 14 bilhões com alta em tarifas de importação ECONOMIA Governo espera arrecadar R$ 14 bilhões neste ano com alta na tarifa de importação de mais de mil produtos; celulares foram taxados Medida visa proteger a indústria nacional da concorrência externa e dar fôlego ao caixa do Tesouro para o cumprimento das metas do arcabouço fiscal; eletrônicos estão na mira. Por Redação NINJAFSA 24/02/2026 • 15:10 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O governo federal confirmou que a recente elevação das tarifas de importação atingirá mais de mil produtos estrangeiros, com destaque para o setor de eletroeletrônicos e celulares. A expectativa do Ministério da Fazenda é injetar R$ 14 bilhões adicionais aos cofres públicos em 2026, combinando proteção à indústria nacional e ajuste fiscal. Setores de comércio e logística alertam para o encarecimento de produtos na ponta. (Foto: Reprodução) A s recentes mudanças nas alíquotas do Imposto de Importação terão um impacto duplo e substancial na economia brasileira neste ano. Segundo estimativas do Ministério da Fazenda, a decisão de elevar as tarifas de mais de mil itens fabricados no exterior deverá gerar uma arrecadação extra de R$ 14 bilhões para os cofres públicos ao longo de 2026. Publicidade A medida atende diretamente a dois interesses centrais do Palácio do Planalto: a necessidade urgente de aumentar receitas para tentar cumprir a meta de déficit zero prevista no arcabouço fiscal, e a forte pressão do setor produtivo local, que alegava concorrência desleal com produtos asiáticos. Entre os itens mais afetados pelo reajuste estão os smartphones e diversos produtos eletroeletrônicos. O Impacto nos Celulares: Como já noticiado, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) alertava para o risco de “colapso” nas fábricas locais se a invasão de importados baratos não fosse contida. Com a nova taxação, os celulares importados perderão a vantagem competitiva de preço. Especialistas do varejo alertam que a conta recairá sobre o consumidor, encarecendo os aparelhos nas vitrines já no próximo mês. A lista de mais de mil produtos também abrange itens do setor químico, peças automotivas, maquinário industrial e artigos têxteis. Enquanto a equipe econômica do ministro Fernando Haddad comemora a previsão de R$ 14 bilhões como um alívio fiscal, associações de importadores e varejistas criticam a medida, argumentando que a alta tributária pode gerar inflação em cadeia, uma vez que muitos dos itens taxados são insumos para outras indústrias no Brasil. Leia Também Indústria alertou para “colapso” antes da taxação dos celulares Haddad defende resultados fiscais e critica oposição Dívida pública pressiona metas e força governo a buscar arrecadação Publicidade O governo sustenta que as alterações respeitam os acordos do Mercosul e as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), tratando-se de recomposições tarifárias estratégicas para proteger a geração de empregos formais no país.
Governo sobe imposto de importação para Eletrônicos para evitar “Colapso” na industria Nacional.

Governo aumenta imposto de importação de celulares para evitar colapso ECONOMIA / TECNOLOGIA Atualizado em 23/02/2026 • 16:15 Governo aumenta imposto de importação de celulares para evitar “colapso” da indústria nacional Medida visa proteger fabricantes locais frente à concorrência agressiva do mercado asiático, mas gera preocupação entre consumidores sobre o aumento inevitável dos preços dos aparelhos. Por Redação NINJAFSA Medida busca frear a enxurrada de importações asiáticas no varejo brasileiro. O governo federal confirmou nesta semana um reajuste tarifário que promete pesar no bolso do consumidor. Uma nova alíquota do Imposto de Importação para smartphones e dispositivos eletrônicos semelhantes entrou em vigor com a publicação no Diário Oficial da União. A decisão é uma resposta direta à pressão do setor produtivo local, que alerta para uma concorrência desleal e predatória liderada pelo varejo internacional, especialmente os e-commerces asiáticos. A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) vinha intensificando as cobranças junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior nas últimas semanas. Segundo a entidade, a inundação de aparelhos importados, muitas vezes beneficiados por subsídios em seus países de origem e isenções tributárias no Brasil, criou um cenário de concorrência insustentável. A Abinee argumentava que o parque industrial nacional caminhava para um “colapso” irreversível, com fechamento de fábricas e demissões em massa se o governo não interviesse. “A indústria nacional de eletroeletrônicos gera milhares de empregos diretos e indiretos. Não podemos permitir que o Brasil se torne apenas um grande importador, destruindo nossa capacidade produtiva instalada.” A elevação da tarifa será aplicada gradualmente. No entanto, o impacto final recairá inevitavelmente sobre o consumidor final. Especialistas em varejo alertam que a medida encarecerá os smartphones logo nas próximas semanas. Os aparelhos de entrada e intermediários, amplamente consumidos pelas classes C e D, deverão sofrer o maior impacto proporcional nos preços. Publicidade A decisão acende novamente o polêmico debate sobre a política protecionista no Brasil. Enquanto defensores afirmam que o “imposto salva empregos”, associações de defesa do consumidor argumentam que a solução ideal passaria pela redução do Custo Brasil e desonerações para a produção interna, e não simplesmente pelo aumento de barreiras tarifárias que punem o poder de compra da população. Leia Também Selic alta e desemprego baixo desafiam as expectativas da economia brasileira Dólar fecha em R$ 5,18 e Ibovespa atinge novo patamar recorde Efeito global: Trump aumenta tarifa de importação para 15% após decisão judicial
Michelle Bolsonaro e evangélicos criticam ‘família em conserva’ em desfile sobre Lula

Michelle e evangélicos criticam ‘família em conserva’ em desfile sobre Lula Política / Carnaval Michelle Bolsonaro e evangélicos criticam ‘família em conserva’ em desfile sobre Lula Ala da Acadêmicos de Niterói, intitulada “Neoconservadores em Conserva”, gerou polêmica nas redes sociais; ex-primeira-dama classificou a apresentação como desrespeitosa. Por Redação NINJAFSA • 16/02/2026 • 18:30 Fantasia ‘Neoconservadores em Conserva’ causou revolta entre religiosos. (Foto: Divulgação/Acadêmicos de Niterói) O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou a trajetória política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tornou-se alvo de críticas intensas por parte da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e lideranças evangélicas. O ponto central da controvérsia foi uma ala intitulada “Neoconservadores em Conserva”, que trazia componentes vestidos como potes de vidro contendo representações satíricas da família tradicional. Publicidade Michelle Bolsonaro utilizou suas redes sociais para repudiar a alegoria, classificando-a como um “desrespeito aos valores cristãos e à família brasileira”. A ex-primeira-dama, que possui forte influência no segmento evangélico, compartilhou imagens do desfile com comentários críticos, mobilizando sua base de apoio. “O carnaval não pode ser palco para zombar da fé e dos princípios de milhões de brasileiros. Isso não é cultura, é escárnio.” — Michelle Bolsonaro Líderes da Bancada Evangélica no Congresso também se manifestaram, prometendo notas de repúdio e até possíveis ações judiciais por intolerância religiosa. A escola de samba, por sua vez, defendeu a liberdade artística do enredo, afirmando que a crítica era política e social, não religiosa. Aprofunde-se no Tema Moro define candidatura ao governo do Paraná e busca alianças Toffoli diz que Lula recebeu relatório da PF sobre caso Master Ivete Sangalo anuncia datas extras para a turnê “3.0” Publicidade O episódio reacende o debate sobre os limites da liberdade de expressão no Carnaval e a polarização política que, mesmo fora do período eleitoral, continua permeando as manifestações culturais do país.