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  • Dólar cai abaixo de R$ 5,14 e Ibovespa sobe com foco no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro

    Dólar cai abaixo de R$ 5 após 1º turno; Ibovespa supera 200 mil pontos
    MERCADO & ELEIÇÕES

    Dólar cai abaixo de R$ 5 após 1º turno; Ibovespa supera 200 mil pontos

    Mercado financeiro reage ao resultado das urnas, que colocou Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno da eleição presidencial

    Por Redação NinjaFSA · 05 de outubro de 2026
    Notas de dólar
    Dólar opera em forte queda após o primeiro turno das eleições presidenciais.

    O mercado financeiro brasileiro abriu esta segunda-feira (5) em forte movimento após o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais.

    O dólar comercial caiu mais de 4% nas primeiras negociações e rompeu a barreira dos R$ 5. A moeda americana chegou a ser negociada na região de R$ 4,97 a R$ 4,99 durante a manhã.

    Na Bolsa, a reação também foi expressiva. O Ibovespa ultrapassou pela primeira vez na história o patamar dos 200 mil pontos.

    NINJAFSA · MERCADO AGORA
    DÓLAR
    R$ 4,97
    ▼ queda superior a 4%
    IBOVESPA
    +200 mil
    ▲ recorde histórico intradia

    Mercado reage ao resultado das urnas

    A movimentação acontece no primeiro pregão após Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno da eleição presidencial à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula ficou com 45,16%. Os dois disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

    A diferença em relação às expectativas anteriores à votação surpreendeu parte dos investidores e levou a uma reavaliação do cenário político para 2027.

    Dólar em queda e Bolsa em alta refletem, neste primeiro momento, uma redução da percepção de risco entre investidores após o resultado eleitoral.

    Ibovespa passa dos 200 mil pontos

    O movimento da Bolsa ganhou ainda mais força ao longo da manhã.

    Às 10h17, o Ibovespa avançava 5,55% e alcançava 208.778 pontos, superando pela primeira vez a marca de 200 mil pontos.

    O índice havia encerrado a sexta-feira (2), último pregão antes da eleição, aos 192.114 pontos.

    IBOVESPA

    Bolsa acelera após o 1º turno

    Pontuação do Ibovespa entre o último pregão antes da eleição e a manhã desta segunda-feira.
    192.114
    SEXTA
    208.778
    SEGUNDA
    Fonte: dados de mercado · 05/10/2026
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    Dólar rompe a barreira dos R$ 5

    O câmbio também apresentou uma mudança expressiva em relação ao último pregão.

    Na sexta-feira, o dólar terminou próximo de R$ 5,22. Na abertura desta segunda, chegou a R$ 4,99 e posteriormente circulou pela região de R$ 4,97.

    DÓLAR COMERCIAL

    Queda após a eleição

    Cotação aproximada do dólar antes e depois do primeiro turno.
    R$ 5,22
    SEXTA
    R$ 4,97
    SEGUNDA
    Fonte: dados de mercado · 05/10/2026

    Por que o mercado reagiu?

    Analistas ouvidos por instituições financeiras e agências internacionais apontam que o desempenho de Flávio acima das expectativas aumentou a possibilidade, na avaliação dos investidores, de uma mudança na condução econômica a partir de 2027.

    Durante a campanha, Flávio apresentou ao mercado uma agenda que inclui maior controle dos gastos públicos, privatizações e redução de impostos.

    Isso não significa que o comportamento desta segunda-feira determine o que acontecerá até o segundo turno ou depois da eleição.

    Câmbio, Bolsa e juros respondem diariamente a uma série de fatores internos e internacionais, e uma mudança nas expectativas eleitorais pode alterar rapidamente os preços dos ativos.

    Segundo turno entra no radar

    Com Lula e Flávio confirmados na próxima etapa da disputa, investidores devem acompanhar principalmente as propostas econômicas apresentadas pelas duas campanhas, as alianças políticas e os sinais sobre política fiscal.

    O segundo turno da eleição presidencial acontece no dia 25 de outubro.

  • “Xandão, Gilmar e Dino afundaram Lula e ressuscitaram um bolsonarismo que estava quase enterrado”

    Xandão, Gilmar e Dino afundaram Lula e ressuscitaram um bolsonarismo que estava quase enterrado
    OPINIÃO

    “Xandão, Gilmar e Dino afundaram Lula e ressuscitaram um bolsonarismo que estava quase enterrado”

    O resultado do primeiro turno coloca novamente o STF no centro do debate político e mostra que o bolsonarismo chegou às urnas longe de estar morto

    Por Redação NinjaFSA
    05/10/2026
    Ver resumo
    • O bolsonarismo voltou ao centro da disputa presidencial de 2026.
    • Críticas ao STF ganharam espaço entre setores do eleitorado de direita.
    • Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino tornaram-se personagens frequentes do confronto político.
    • Lula terá Flávio Bolsonaro como adversário no segundo turno.
    Lula, Flávio Dino e Alexandre de Moraes
    Lula, Flávio Dino e Alexandre de Moraes. Foto: Wilton Junior/Estadão

    Talvez um dos maiores erros de avaliação política dos últimos anos tenha sido acreditar que o bolsonarismo estava morto.

    Não estava.

    O resultado do primeiro turno das eleições de 2026 mostrou que o movimento construído ao redor de Jair Bolsonaro continua com força suficiente para ocupar novamente o centro de uma disputa presidencial. E existe um personagem que não pode ser ignorado nessa história: o Supremo Tribunal Federal.

    Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino se transformaram em figuras constantes do debate político. Para uma parcela do eleitorado de direita, os ministros passaram a representar aquilo que esse grupo considera uma interferência excessiva do Judiciário na política e na sociedade.

    Quem imaginava encontrar um bolsonarismo enfraquecido nas urnas encontrou uma direita novamente mobilizada.

    Lula pode ter pago uma conta que não era apenas dele

    Durante os últimos anos, Lula e setores da esquerda defenderam diversas decisões do Supremo sob o argumento da proteção das instituições democráticas.

    O problema é que, politicamente, a proximidade entre os discursos acabou produzindo uma associação entre o governo e ministros da Corte para uma parcela dos eleitores.

    Executivo e Judiciário são Poderes independentes. Mas eleições não são decididas apenas pela estrutura formal das instituições. Também são influenciadas pela percepção que chega ao eleitor.

    E parte do eleitorado chegou às urnas aparentemente disposta a mandar um recado não apenas ao governo, mas também ao Supremo.

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    O efeito pode ter sido o contrário

    Durante muito tempo, adversários de Jair Bolsonaro apostaram que os processos, as condenações e o desgaste político do ex-presidente reduziriam também a força do movimento criado ao redor dele.

    Mas Bolsonaro e bolsonarismo são coisas diferentes.

    Quanto maior ficou o confronto entre o ex-presidente, seus aliados e o Supremo, mais espaço surgiu para a direita sustentar o discurso de que estaria sendo perseguida politicamente.

    Para quem rejeita Bolsonaro, as decisões judiciais podem ser vistas como consequência dos atos praticados pelo ex-presidente e seus apoiadores. Para seus seguidores, porém, essas mesmas decisões passaram a alimentar uma narrativa completamente diferente.

    Foi nesse ambiente que Flávio Bolsonaro chegou à disputa presidencial.

    O sobrenome Bolsonaro continuou forte

    Flávio herdou uma estrutura política construída durante anos pelo pai e, principalmente, um eleitorado que continuou mobilizado mesmo sem Jair Bolsonaro diretamente na urna.

    O antipetismo permaneceu presente, o sobrenome Bolsonaro continuou eleitoralmente relevante e as críticas ao Supremo acrescentaram mais um elemento ao discurso da direita.

    A tentativa de derrotar Jair Bolsonaro politicamente, portanto, não significou o desaparecimento automático do movimento que cresceu ao redor dele.

    Bolsonaro poderia sair da urna. O sobrenome Bolsonaro, não.

    Lula agora enfrenta um problema maior

    O segundo turno coloca Lula diante de uma eleição diferente daquela que muitos de seus aliados imaginavam meses atrás.

    O presidente não enfrentará apenas Flávio Bolsonaro. Terá pela frente novamente o antipetismo, uma direita mobilizada e uma parcela do eleitorado que transformou críticas ao Supremo em pauta política.

    Isso não significa que Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes ou Flávio Dino sejam individualmente responsáveis pelo resultado das urnas. Uma eleição nacional é consequência de inúmeros fatores econômicos, sociais e políticos.

    Mas também seria um erro ignorar o tamanho que o STF adquiriu dentro da discussão eleitoral brasileira.

    O bolsonarismo não foi enterrado

    Essa talvez seja a maior ironia política deixada pelo primeiro turno.

    Enquanto adversários de Jair Bolsonaro acreditavam que suas derrotas jurídicas poderiam representar o encerramento de seu ciclo político, seus seguidores encontraram novos motivos para continuar mobilizados.

    O STF não colocou Flávio Bolsonaro no segundo turno, e seria simplista atribuir a três ministros a decisão de milhões de brasileiros.

    Mas Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino se tornaram símbolos de um confronto que ajudou a manter uma parcela importante da direita politicamente mobilizada.

    Se a expectativa era enterrar Bolsonaro junto com o bolsonarismo, as urnas mostraram outra realidade.

    O bolsonarismo está novamente no centro da disputa pelo Palácio do Planalto. E Lula terá de enfrentá-lo outra vez.

    Este conteúdo é um artigo de opinião. As análises e interpretações apresentadas não devem ser confundidas com fatos objetivos ou com posicionamento institucional dos Poderes mencionados.
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  • PT e PL elegem 46 e 75 deputados até agora; veja o desempenho dos partidos no Congresso

    PT e PL elegem 46 e 75 deputados até agora; veja o desempenho dos partidos no Congresso

    PT e PL elegem 46 e 75 deputados até agora; veja o desempenho dos partidos no Congresso

    Apuração das Eleições 2026 começa a definir a composição da Câmara dos Deputados para a próxima legislatura

    Por Redação NinjaFSA
    05/10/2026 · Atualizado durante a apuração
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    • O PL havia garantido 75 deputados federais no momento deste levantamento.
    • O PT aparecia com 46 deputados eleitos.
    • Os números ainda eram parciais, com cadeiras em definição em diferentes estados.
    • A composição definitiva da Câmara depende da conclusão da totalização dos votos.
    Plenário da Câmara dos Deputados
    Câmara dos Deputados terá nova composição a partir de 2027. Foto: Reprodução

    A apuração das Eleições 2026 começa a mostrar como ficará a nova composição da Câmara dos Deputados. Em uma das parciais da noite deste domingo (4), o PL aparecia com 75 deputados federais eleitos, enquanto o PT contabilizava 46 cadeiras já definidas.

    Os números ainda não representavam o resultado definitivo da eleição, já que a totalização continuava em diferentes estados e outras cadeiras permaneciam em disputa.

    Parcial: PL com 75 deputados federais eleitos e PT com 46. Os números podem mudar com a conclusão da apuração.

    PL aparece à frente na formação da nova Câmara

    O desempenho do PL coloca o partido entre as principais forças da próxima legislatura. Além do número de cadeiras conquistadas, candidatos da legenda também tiveram votações expressivas em vários estados.

    Em estados como Minas Gerais e São Paulo, candidatos do PL ultrapassaram a marca de 3 milhões de votos. O partido também conseguiu eleger o deputado federal mais votado em diferentes unidades da Federação.

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    PT também garante bancada numerosa

    O PT também aparece entre as maiores bancadas da Câmara. Na parcial considerada neste levantamento, o partido já havia garantido 46 deputados federais.

    Como a apuração ainda estava em andamento, tanto o número do PT quanto o das demais legendas poderia aumentar à medida que novos estados concluíssem a totalização.

    Resultado muda a composição do Congresso

    A eleição para deputado federal define as 513 cadeiras da Câmara dos Deputados. Os parlamentares escolhidos neste domingo assumirão os mandatos em fevereiro de 2027 e permanecerão no cargo por quatro anos.

    O tamanho das bancadas terá influência direta nas votações da próxima legislatura. A aprovação de projetos, propostas de emenda à Constituição e outras matérias depende da formação de maiorias dentro da Câmara.

    Por isso, além do desempenho individual dos candidatos, a quantidade de deputados conquistada por cada partido é um dos principais números acompanhados após a eleição.

    Números ainda podem mudar

    Os dados desta matéria registram um momento específico da apuração das Eleições 2026. Com a continuidade da totalização, novas cadeiras podem ser confirmadas e o tamanho das bancadas pode sofrer alterações.

    O NinjaFSA acompanha a conclusão da apuração e a definição dos deputados federais eleitos em todo o país.

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  • Renan Calheiros perde eleição e deixará o Senado após 32 anos

    Renan Calheiros perde eleição e deixará o Senado após 32 anos

    Renan Calheiros perde eleição e deixará o Senado após 32 anos

    Senador do MDB ficou em terceiro lugar na disputa em Alagoas; Arthur Lira e Marina JHC conquistaram as duas vagas em disputa

    Por Redação NinjaFSA
    05/10/2026 · Atualizado há pouco
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    • Renan Calheiros não conseguiu renovar seu mandato no Senado por Alagoas.
    • O senador recebeu 731.045 votos, 22,24% dos votos válidos.
    • Arthur Lira e Marina JHC conquistaram as duas vagas em disputa.
    • Renan está no Senado desde 1995 e deixará a Casa em 2027, após quatro mandatos consecutivos.
    Senador Renan Calheiros
    Renan Calheiros deixará o Senado em 2027 após quatro mandatos consecutivos. Foto: Reprodução

    Uma das mais longas sequências de mandatos no Senado chegará ao fim em 2027. Renan Calheiros (MDB) não conseguiu se reeleger por Alagoas neste domingo (4) e deixará a Casa depois de 32 anos consecutivos.

    Renan terminou a disputa em terceiro lugar, com 731.045 votos, o equivalente a 22,24%. Como duas cadeiras estavam em disputa no estado, apenas os dois candidatos mais votados garantiram mandato.

    As vagas ficaram com Arthur Lira (PP), que terminou em primeiro lugar com 948.703 votos, 28,87%, e Marina JHC (PSDB), que recebeu 926.860 votos, 28,20%.

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    Quatro mandatos consecutivos

    Renan Calheiros chegou ao Senado em 1995 e conseguiu permanecer na Casa por quatro mandatos consecutivos. Foi eleito para os períodos iniciados em 1995, 2003, 2011 e 2019.

    Durante esse período, tornou-se um dos nomes mais conhecidos do Congresso Nacional e ocupou a presidência do Senado em diferentes momentos. Também exerceu outros cargos ao longo da carreira política, entre eles os de deputado estadual, deputado federal e ministro da Justiça.

    Seu atual mandato termina em janeiro de 2027. A partir daí, pela primeira vez desde 1995, Renan não terá uma cadeira no Senado.

    Arthur Lira chega ao Senado

    A eleição também marca a chegada de Arthur Lira ao Senado. Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Lira terminou a disputa com a maior votação entre os candidatos ao cargo em Alagoas.

    Marina JHC conquistou a segunda cadeira por uma diferença de pouco mais de 195 mil votos em relação a Renan Calheiros.

    Com o resultado, Alagoas terá dois novos representantes entre as vagas que estavam sendo renovadas nesta eleição.

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  • Flávio e Lula vão ao segundo turno, e eleição presidencial será decidida dia 25 de outubro

    Flávio Bolsonaro e Lula vão ao segundo turno, e eleição presidencial será decidida dia 25 de outubro

    Flávio e Lula vão ao segundo turno, e eleição presidencial será decidida dia 25 de outubro

    Apuração do TSE confirma que nenhum dos candidatos obteve a maioria absoluta dos votos válidos. Disputa final pelo Palácio do Planalto ocorrerá no último domingo de outubro.

    Por Redação NinjaFSA
    04/10/2026 22h50 · Atualizado há pouco
    Ver resumo
    • O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou matematicamente a realização de um segundo turno para a Presidência da República.
    • O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão a rodada final.
    • Nenhum dos candidatos conseguiu ultrapassar a marca de 50% mais um dos votos válidos exigida para vencer no primeiro turno.
    • A eleição decisiva acontecerá no dia 25 de outubro.
    Lula e Flávio Bolsonaro
    Candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução

    A corrida pelo Palácio do Planalto em 2026 terá uma nova e decisiva etapa. Com o avanço da apuração oficial do primeiro turno neste domingo (4), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou matematicamente que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão o segundo turno das eleições presidenciais.

    A confirmação ocorreu após a totalização dos votos apontar que nenhum dos postulantes conseguiu atingir a marca de 50% mais um dos votos válidos — critério estabelecido pela legislação brasileira (excluindo os votos em branco e nulos) para garantir a vitória em turno único.

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    Estratégias para a reta final

    O cenário das urnas referenda as projeções das principais pesquisas eleitorais das últimas semanas, que já apontavam para um acirramento e uma polarização consolidada entre as duas candidaturas. A partir de agora, os comitês de campanha terão pouco menos de três semanas para reestruturar suas estratégias, costurar apoios políticos com os candidatos derrotados no primeiro turno e tentar atrair os eleitores que optaram pela abstenção ou anularam o voto.

    O segundo e definitivo turno está marcado para o dia 25 de outubro, último domingo do mês. Além da escolha do futuro Presidente da República, eleitores de diversos estados também voltarão às urnas na mesma data para definir seus governadores, caso as disputas estaduais também não tenham sido liquidadas na votação de hoje.

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  • Flávio e Lula vão ao segundo turno, e eleição presidencial será decidida dia 25 de outubro

    Flávio Bolsonaro e Lula vão ao segundo turno, e eleição presidencial será decidida dia 25 de outubro

    Flávio e Lula vão ao segundo turno, e eleição presidencial será decidida dia 25 de outubro

    Apuração do TSE confirma que nenhum dos candidatos obteve a maioria absoluta dos votos válidos. Disputa final pelo Palácio do Planalto ocorrerá no último domingo de outubro.

    Por Redação NinjaFSA
    04/10/2026 22h50 · Atualizado há pouco
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    • O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou matematicamente a realização de um segundo turno para a Presidência da República.
    • O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão a rodada final.
    • Nenhum dos candidatos conseguiu ultrapassar a marca de 50% mais um dos votos válidos exigida para vencer no primeiro turno.
    • A eleição decisiva acontecerá no dia 25 de outubro.
    Lula e Flávio Bolsonaro
    Candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução

    A corrida pelo Palácio do Planalto em 2026 terá uma nova e decisiva etapa. Com o avanço da apuração oficial do primeiro turno neste domingo (4), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou matematicamente que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão o segundo turno das eleições presidenciais.

    A confirmação ocorreu após a totalização dos votos apontar que nenhum dos postulantes conseguiu atingir a marca de 50% mais um dos votos válidos — critério estabelecido pela legislação brasileira (excluindo os votos em branco e nulos) para garantir a vitória em turno único.

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    Estratégias para a reta final

    O cenário das urnas referenda as projeções das principais pesquisas eleitorais das últimas semanas, que já apontavam para um acirramento e uma polarização consolidada entre as duas candidaturas. A partir de agora, os comitês de campanha terão pouco menos de três semanas para reestruturar suas estratégias, costurar apoios políticos com os candidatos derrotados no primeiro turno e tentar atrair os eleitores que optaram pela abstenção ou anularam o voto.

    O segundo e definitivo turno está marcado para o dia 25 de outubro, último domingo do mês. Além da escolha do futuro Presidente da República, eleitores de diversos estados também voltarão às urnas na mesma data para definir seus governadores, caso as disputas estaduais também não tenham sido liquidadas na votação de hoje.

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  • Eleições 2026: Lula vence na Nova Zelândia e na Coreia do Sul; votação no exterior registra longas filas

    Eleições 2026: Lula vence na Nova Zelândia e na Coreia do Sul; votação no exterior registra longas filas

    Eleições 2026: Lula vence na Nova Zelândia e na Coreia do Sul; votação no exterior registra longas filas

    Primeiros países a encerrarem a votação já têm resultados apurados. Em Portugal e no Japão, brasileiros enfrentaram filas nas primeiras horas deste domingo.

    Por Redação NinjaFSA
    04/10/2026 08h50 · Atualizado há pouco
    Ver resumo
    • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o candidato mais votado na Nova Zelândia e na Coreia do Sul.
    • Os dois países estão entre os primeiros a encerrar a votação devido à diferença de fuso horário.
    • Em Portugal e no Japão, brasileiros enfrentaram filas nas primeiras horas deste domingo.
    • Quase 1 milhão de brasileiros que vivem no exterior estão aptos a votar neste ano.
    • A votação fora do Brasil se estende por mais de 29 horas.
    Votação de brasileiros no exterior
    Eleitores brasileiros participam da votação no exterior. Foto: Reprodução

    Os primeiros resultados da eleição presidencial de 2026 no exterior começaram a ser divulgados neste domingo (4). Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o candidato mais votado na Nova Zelândia e na Coreia do Sul, segundo informações divulgadas pelo g1.

    Por causa da diferença de fuso horário, os dois países estão entre os primeiros a concluir a votação. As seções eleitorais nesses locais encerraram os trabalhos às 17h no horário local.

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    Filas em Portugal e no Japão

    Enquanto a votação já terminou em alguns países, brasileiros que vivem em outras partes do mundo ainda seguem às urnas.

    Em Portugal e no Japão, onde vivem grandes comunidades brasileiras, houve registro de filas em seções eleitorais desde as primeiras horas de votação.

    Nas redes sociais, brasileiros também publicaram fotos e vídeos da movimentação nas seções e do momento após o voto em diferentes cidades.

    Quase 1 milhão de brasileiros aptos a votar

    Segundo dados da Justiça Eleitoral, quase 1 milhão de brasileiros residentes no exterior estão aptos a votar neste ano. Fora do país, os eleitores participam da escolha para presidente da República.

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    A diferença de horário entre os países faz com que a votação no exterior dure mais de 29 horas. Enquanto algumas seções já encerraram os trabalhos, outras permanecem abertas ao longo deste domingo.

    O NinjaFSA acompanha a movimentação das Eleições 2026 e publica novas informações sobre a votação e a apuração dos resultados ao longo do dia.

  • Especial Eleições 2026: Tom é Meu Amigo (12100) chega à reta final com otimismo em Feira de Santana

    Especial Eleições 2026: Tom é Meu Amigo chega à reta final com otimismo e aposta em força eleitoral em Feira de Santana

    Especial Eleições 2026: Tom é Meu Amigo chega à reta final com otimismo e aposta em força eleitoral em Feira de Santana

    Ex-vereador e aliado de José Ronaldo encerra campanha nas ruas com avaliação interna positiva para assegurar retorno à Assembleia Legislativa da Bahia.

    Por Redação NinjaFSA
    03/10/2026 19h15 · Atualizado há pouco
    Ver resumo
    • A campanha de Tom é Meu Amigo (12100) encerra as atividades de rua demonstrando confiança na vitória em Feira de Santana.
    • Apoiado por José Ronaldo e ACM Neto, o candidato focou sua estratégia na presença nos bairros da cidade.
    • O cenário local também conta com a candidatura de Binho Galinha, que aguarda decisão definitiva da Justiça após ter registro indeferido.
    • Ex-vereador, Tom aposta em seu histórico político na cidade para garantir o retorno à Assembleia Legislativa.

    O Especial Eleições 2026 do NinjaFSA acompanha a movimentação das principais candidaturas ligadas a Feira de Santana na véspera do pleito. A campanha do candidato a deputado estadual Tom é Meu Amigo (12100) chega ao fim de semana decisivo demonstrando clima de vitória e confiança no desempenho nas urnas da cidade.

    De acordo com a avaliação interna da equipe do ex-vereador, a expressiva adesão popular construída nos últimos meses em Feira de Santana deve ser o fator principal para garantir o seu retorno a uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Nos últimos dias de campanha, Tom intensificou agendas de rua, realizando caminhadas e encontros diretos com moradores em diversos bairros e distritos do município.

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    Alianças e cenário local

    Politicamente, a candidatura de Tom é fortemente atrelada a dois dos principais nomes da oposição na Bahia: o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, e o candidato ao Governo do Estado, ACM Neto (União). Para os aliados locais, a boa recepção do nome de Tom nas ruas evidencia que a candidatura ganhou robustez no momento mais importante da disputa eleitoral.

    Em Feira de Santana, a disputa por cadeiras no legislativo estadual conta com uma concorrência pulverizada. O cenário inclui nomes como o de Binho Galinha, ligado à base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Binho continua realizando sua campanha nas ruas, mesmo após ter o registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), situação que ainda aguarda uma decisão definitiva nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.

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    Diante desse cenário e sendo natural de Feira de Santana, o grupo de Tom é Meu Amigo sustenta que o município terá um papel decisivo na totalização dos votos neste domingo. A aposta final é de que a forte relação consolidada durante seus mandatos como vereador seja ratificada nas urnas pelos eleitores feirenses.

  • ACM Neto tem 50,8% e Jerônimo 49,2% na Bahia, diz pesquisa

    Reta final na Bahia: ACM Neto e Jerônimo Rodrigues chegam empatados tecnicamente no 2º turno, aponta Paraná Pesquisas

    Reta final na Bahia: ACM Neto e Jerônimo Rodrigues chegam empatados tecnicamente no 2º turno, aponta Paraná Pesquisas

    Levantamento divulgado às vésperas da votação mostra um cenário de indefinição total, com diferença mínima entre os candidatos aos votos válidos.

    Por Redação NinjaFSA
    03/10/2026 16h42 · Atualizado há pouco

    O eleitor baiano vai às urnas neste domingo para uma das disputas mais acirradas da história recente do estado. Faltando poucas horas para a abertura das seções eleitorais, o cenário para a eleição do Governo da Bahia em 2026 é de indefinição e empate técnico absoluto, segundo a última rodada de pesquisas.

    O levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, encomendado pelo portal Bahia Notícias, divulgado neste sábado (3), mostra que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), registra 50,8% dos votos válidos. Já o atual governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), aparece colado com 49,2%.

    Intenção de Votos Válidos (2º Turno)
    ACM Neto (União) 50,8%
    Jerônimo Rodrigues (PT) 49,2%
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    Voto a voto

    Os números refletem uma reta final eletrizante. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos estão rigorosamente empatados tecnicamente. O cálculo dos votos válidos, método utilizado pela Justiça Eleitoral para determinar o vencedor, exclui as intenções de voto em branco, nulos e os eleitores indecisos.

    A pesquisa quantitativa ouviu presencialmente 1.400 eleitores em dezenas de municípios da Bahia, durante a última semana de campanha, entre os dias 27 de setembro e 2 de outubro de 2026. O grau de confiança do levantamento é de 95% e a pesquisa está devidamente registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) sob o protocolo 03273/2026.

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    Com as campanhas mobilizadas ao extremo para tentar atrair os últimos eleitores indecisos, a expectativa é de uma apuração tensa e disputada voto a voto na noite de domingo, quando os baianos finalmente decidirão quem governará o estado pelos próximos quatro anos.

  • Prefeitura mantém show de Leo Santana mesmo após proibição da Justiça Eleitoral

    Prefeitura de Salvador mantém show de Léo Santana mesmo após proibição da Justiça Eleitoral

    Prefeitura mantém show de Leo Santana mesmo após proibição da Justiça Eleitoral

    Gestão municipal afirma que o evento possui caráter cultural e comunitário, ingressa com recurso judicial e decide manter a apresentação artística na capital baiana.

    Por Redação NinjaFSA
    02/10/2026 22h10 · Atualizado há pouco
    Ver resumo
    • Prefeitura de Salvador decidiu manter o show de Léo Santana previsto para este fim de semana.
    • A Justiça Eleitoral havia determinado a suspensão da apresentação após ação da oposição.
    • Administração municipal ingressou com recurso alegando que o evento é de valorização cultural e não tem cunho eleitoral.
    • Disputa jurídica ocorre às vésperas do primeiro turno das eleições municipais na capital.
    Apresentação musical de Léo Santana
    Foto: Reprodução / BNews

    A Prefeitura de Salvador decidiu manter a realização do show do cantor Léo Santana, previsto para acontecer neste fim de semana durante um ato público na capital baiana, mesmo após a decisão liminar do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) que determinava a imediata suspensão da apresentação artística.

    A Procuradoria Geral do Município (PGM) protocolou recurso judicial contestando os argumentos apresentados pela oposição. No entendimento da administração soteropolitana, a apresentação não possui cunho político ou eleitoreiro, configurando uma ação cultural planejada e aberta à população em geral.

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    Entendimento da Justiça e contestação

    A liminar anterior expedida pela Justiça Eleitoral apontava risco de desequilíbrio na disputa eleitoral a apenas dois dias do primeiro turno, citando a legislação federal que veta a contratação de apresentações com cachês públicos para solenidades inaugurais no período que antecede o pleito.

    A Prefeitura, contudo, argumenta que o evento segue os ritos administrativos regulares de entretenimento e turismo, garantindo que não haverá pronunciamentos políticos, atos de campanha ou pedidos de voto no palco ou em suas imediações.

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    O caso segue em análise urgente no plantão judiciário eleitoral, enquanto a estrutura montada para o evento e a expectativa do público mantêm o clima de tensão entre as campanhas adversárias na capital baiana.