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  • Vorcaro afirma ter pago R$ 30 milhões para filme sobre Lula, diz Veja

    Vorcaro afirma ter pago R$ 30 milhões para filme sobre Lula, diz Veja

    Política | Banco Master

    Vorcaro afirma ter pago R$ 30 milhões para filme sobre Lula, diz Veja

    Revista divulgou áudio e documentos atribuídos ao ex-banqueiro, que relata supostos pagamentos relacionados a negócios com fundos de pensão. Lula e outros citados negam as acusações.

    Por Redação NinjaFSA | 9 de outubro de 2026

    ATUALIZAÇÃO — 9 DE OUTUBRO DE 2026

    Após a publicação desta reportagem, a Polícia Federal negou que Daniel Vorcaro tenha prestado depoimento ou apresentado documentos sobre o suposto financiamento do documentário Lula. A PGR e a defesa do ex-banqueiro também contestaram a existência de depoimento formal sobre o tema. O pagamento de R$ 30 milhões não foi comprovado.

    Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master
    Daniel Vorcaro relatou supostos pagamentos envolvendo a produção de um documentário sobre o presidente Lula.
    Entenda a notícia em poucos pontos
    • A Veja publicou relatos atribuídos a Daniel Vorcaro sobre R$ 30 milhões supostamente destinados a um filme sobre Lula.
    • O banqueiro relacionou os pagamentos a negociações para investimentos de fundos de pensão no Banco Master.
    • Segundo a revista, a PGR não levou adiante o material apresentado por considerar insuficientes as provas disponíveis.
    • Lula, Padilha e Noleto negaram as acusações. O financiamento do filme também foi contestado.

    O empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, afirmou ter destinado aproximadamente R$ 30 milhões em dinheiro vivo para despesas de um documentário sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O relato foi divulgado nesta sexta-feira (9) pela revista Veja, que publicou um áudio e informações de documentos apresentados pelo banqueiro às autoridades.

    Segundo a reportagem, o pagamento faria parte de negociações para facilitar o acesso do Banco Master a investimentos de fundos de previdência ligados a empresas estatais. O dinheiro teria sido solicitado durante tratativas envolvendo intermediários políticos e financeiros.

    As afirmações de Vorcaro são contestadas pelos citados. Até o momento, os elementos tornados públicos não comprovam independentemente a realização do pagamento de R$ 30 milhões nem a participação do presidente Lula em qualquer irregularidade.

    Montagem divulgada pela Veja com imagem de Daniel Vorcaro e documento relacionado às alegações
    Imagem e documento apresentados pela Veja na reportagem sobre as declarações de Vorcaro. Crédito: Ana Paula Paiva/Valor/Agência O Globo.

    Áudio divulgado pela Veja

    A revista publicou um áudio no qual uma voz atribuída ao banqueiro comenta valores destinados ao documentário e menciona o Instituto Lula, administrado por Paulo Okamotto.

    Na gravação, o interlocutor compara os supostos pagamentos ao filme sobre Lula com recursos destinados a uma produção relacionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Vorcaro também afirma que teria havido diferenças na maneira como os valores foram repassados.

    Assista ao vídeo com o áudio divulgado pela Veja

    Material audiovisual divulgado originalmente pela revista Veja. Reprodução: arquivo disponibilizado ao NinjaFSA.

    O áudio integra o conjunto de informações apresentado pela publicação. Seu conteúdo registra declarações atribuídas ao banqueiro, mas não constitui, isoladamente, comprovação de que os pagamentos mencionados tenham ocorrido.

    Documentário de Oliver Stone está no centro das alegações

    O filme citado é o documentário Lula, dirigido pelo cineasta norte-americano Oliver Stone, lançado em 2024. A produção aborda a trajetória política do presidente brasileiro e inclui depoimentos de pessoas próximas a ele.

    Na versão atribuída a Vorcaro, os recursos teriam sido solicitados para cobrir despesas da produção realizada no exterior. O banqueiro também menciona um suposto repasse adicional ao Instituto Lula, sem detalhar esse valor.

    Paulo Okamotto e Walfrido Warde em imagem utilizada na reportagem da Veja
    Paulo Okamotto e Walfrido Warde, citados no contexto da produção do documentário. Crédito: Geraldo Bubniak/AGB/Folhapress.

    Paulo Okamotto aparece no relato como uma das pessoas relacionadas ao suposto encaminhamento dos recursos. A reportagem da Veja também menciona o advogado Walfrido Warde entre os participantes da produção audiovisual.

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    Vorcaro relaciona os recursos a negócios com fundos de pensão

    A reportagem vai além da produção cinematográfica. Segundo a Veja, Vorcaro relatou ter negociado com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto uma forma de obter acesso a investimentos administrados por fundos de previdência de servidores e trabalhadores de empresas estatais.

    O Banco Master teria buscado operações envolvendo instituições como Previ, Petros e Postalis. Esses fundos administram recursos previdenciários e possuem regras próprias para decidir seus investimentos.

    Vorcaro afirmou que, além do suposto pagamento inicial, intermediários teriam exigido uma remuneração de 10% sobre futuras operações financeiras. As acusações ainda dependem de comprovação.

    Entenda os valores mencionados na reportagem

    R$ 30 milhões: suposto pagamento em espécie para despesas do documentário sobre Lula.

    10%: percentual que, segundo Vorcaro, teria sido exigido sobre operações com fundos de pensão.

    R$ 9 bilhões: estimativa de negócios que o Master poderia realizar caso as operações relatadas pelo banqueiro avançassem.

    Importante: os números fazem parte do relato publicado pela Veja e não representam pagamentos ou lucros comprovados.

    Mensagens e documentos são citados na investigação jornalística

    A Veja também apresentou reproduções de mensagens e documentos relacionados aos contatos de Vorcaro com intermediários políticos e financeiros.

    O material é usado pela revista para contextualizar reuniões, pedidos de contato e negociações envolvendo o Banco Master. A existência de conversas, contudo, não confirma necessariamente todas as interpretações e acusações feitas por um de seus participantes.

    Primeira reprodução de conversas publicada pela Veja
    Documento 1. Fonte: Veja.
    Segunda reprodução de conversas publicada pela Veja
    Documento 2. Fonte: Veja.
    Terceira reprodução de conversas publicada pela Veja
    Documento 3. Fonte: Veja.
    Quarta reprodução de conversas publicada pela Veja
    Documento 4. Fonte: Veja.

    Alexandre Padilha e outros nomes aparecem nos relatos

    O banqueiro também atribuiu a integrantes do governo federal participação em articulações relacionadas aos interesses financeiros do Master.

    Entre os citados estão Alexandre Padilha, Olavo Noleto, o ex-tesoureiro João Vaccari Neto e o ex-sócio de Vorcaro, Augusto Lima. O senador baiano Jaques Wagner também é mencionado no relato sobre a aproximação com interlocutores políticos.

    Alexandre Padilha, citado no relato de Daniel Vorcaro
    Alexandre Padilha negou ter relação com Vorcaro, segundo a Veja. Crédito: Gustavo Bezerra.

    De acordo com a revista, mensagens teriam registrado tentativas de aproximação com dirigentes de fundos e integrantes do governo. A reportagem também descreve encontros e tratativas que, na versão do banqueiro, estariam associados a futuras operações.

    João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT mencionado nas alegações
    João Vaccari Neto é citado nas alegações sobre supostas cobranças relacionadas às operações financeiras. Crédito: Ailton de Freitas/Agência O Globo.

    Segundo a publicação, o plano de investimentos envolvendo os grandes fundos federais não alcançou os resultados pretendidos pelo Banco Master. A própria reportagem registra que o banqueiro demonstrou insatisfação com a ausência de operações concretizadas.

    Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master
    Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, é mencionado nos relatos sobre contatos políticos e financeiros. Crédito: Claudio Gatti.

    Lula e integrantes do governo negam acusações

    Procurado pela Veja, o presidente Lula negou ter solicitado ou recebido qualquer vantagem financeira e afirmou que não autorizou terceiros a receber recursos de Daniel Vorcaro em seu nome.

    Alexandre Padilha também negou manter relação com o banqueiro. Olavo Noleto afirmou não ter relação com Vorcaro e negou ter recebido recursos dele.

    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante pronunciamento público
    Lula negou ter solicitado ou recebido vantagens financeiras de Vorcaro. Crédito: Pablo Porciuncula/AFP.

    O grupo jurídico Prerrogativas, próximo ao presidente, também contestou o relato divulgado. Seu coordenador, Marco Aurélio Carvalho, afirmou que o documentário de Oliver Stone não recebeu financiamento de Vorcaro.

    O grupo anunciou que pediria à Polícia Federal uma investigação sobre uma possível tentativa de produzir um depoimento falso com repercussões na disputa eleitoral. Essa suspeita também depende de apuração pelas autoridades.

    O que aconteceu com o material na PGR?

    Segundo a Veja, os relatos e documentos apresentados por Vorcaro chegaram à Procuradoria-Geral da República, mas o caso não avançou naquela etapa.

    A justificativa relatada pela revista foi a insuficiência de provas sobre os supostos pagamentos, especialmente porque o dinheiro teria sido entregue em espécie.

    A defesa do banqueiro teria sustentado a existência de mensagens, registros de deslocamentos e outras informações capazes de ajudar a verificar os fatos. Não há, porém, confirmação independente de que esses elementos comprovem todas as acusações.

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    Caso exige esclarecimentos e provas

    A divulgação dos relatos amplia as discussões sobre as relações políticas e financeiras mantidas pelo antigo controlador do Banco Master. As alegações também envolvem personagens de diferentes grupos políticos.

    Para esclarecer os fatos, será necessário verificar a efetiva movimentação dos recursos, a autenticidade e o contexto integral das mensagens e a participação individual de cada pessoa mencionada.

    Até que isso aconteça, o relato de Vorcaro não permite afirmar que Lula tenha recebido dinheiro, autorizado pagamentos ou participado de um esquema irregular.

    Leia a investigação original

    A reportagem completa, de Robson Bonin, foi publicada pela revista Veja em 9 de outubro de 2026.

    Acessar reportagem original da Veja

    Fontes: Veja, reportagem de Robson Bonin, publicada em 9 de outubro de 2026; Folha de S.Paulo, informações sobre a manifestação do grupo Prerrogativas.

    Nota editorial: as imagens de documentos e o vídeo foram divulgados originalmente pela Veja. As acusações são atribuídas a Daniel Vorcaro e não constituem conclusão judicial sobre os citados.

  • Flávio Bolsonaro faz comício no Farol da Barra no próximo sábado (17) ao lado de ACM Neto e João Roma

    Flávio Bolsonaro faz comício no Farol da Barra no próximo sábado (17) ao lado de ACM Neto e João Roma

    Flávio Bolsonaro faz comício no Farol da Barra no próximo sábado (17) ao lado de ACM Neto e João Roma

    Flávio Bolsonaro faz comício no Farol da Barra no próximo sábado (17) ao lado de ACM Neto e João Roma

    Candidato à Presidência pelo PL cumpre agenda em Salvador no segundo turno em busca de votos na Bahia, dias após passagem do ex-presidente Lula pela capital.

    Por Redação NinjaFSA
    08/10/2026 23h25 · Atualizado há pouco
    Ver resumo
    • O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), fará um comício em Salvador no próximo sábado, dia 17 de outubro.
    • O evento será realizado no Farol da Barra, com início previsto para as 15h22.
    • Estarão presentes lideranças políticas que declararam apoio no 2º turno, como ACM Neto, João Roma e Bruno Reis.
    • A mobilização ocorre dias após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também cumprir agenda na capital baiana.
    Ato de campanha eleitoral
    Foto: Reprodução / Divulgação

    A capital baiana será palco de mais um grande ato político neste segundo turno das eleições presidenciais. O candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), tem agenda confirmada em Salvador para o próximo sábado (17), a partir das 15h22, onde comandará um comício no Farol da Barra junto a seus apoiadores e eleitores.

    A mobilização tem como objetivo aglutinar a base conservadora e fortalecer o palanque do PL na Bahia na reta final da disputa. Para demonstrar força política no estado, o evento contará com a presença de aliados de peso que formalizaram apoio à candidatura no segundo turno. Estão confirmadas as presenças do ex-ministro João Roma, do candidato ao governo estadual ACM Neto (União) e do atual prefeito de Salvador, Bruno Reis.

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    Disputa acirrada pelo eleitorado baiano

    Além das principais lideranças majoritárias, a coordenação da campanha informou que uma extensa lista de deputados estaduais, deputados federais e vereadores da região que compõem o bloco de oposição ao governo do estado também deve comparecer ao palanque no Farol da Barra.

    A visita de Flávio Bolsonaro a Salvador ocorre estrategicamente dias após a recente passagem de seu principal opositor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pela cidade. A Bahia, que detém o quarto maior colégio eleitoral do país, consolidou-se como um dos principais campos de disputa nesta corrida eleitoral, forçando os candidatos a intensificarem suas presenças nas ruas para garantir cada voto na corrida pelo Palácio do Planalto.

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  • PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula soma 47%

    Política | Eleições 2026

    PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula soma 47%

    Pesquisa realizada após o primeiro turno mostra diferença de seis pontos percentuais; levantamento ouviu 3 mil eleitores em todo o país.

    Por Redação NinjaFSA | 8 de outubro de 2026

    Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, candidatos à Presidência no segundo turno de 2026
    Flávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno presidencial em 25 de outubro. Imagem: Agência Brasil.
    Resumo: os principais pontos da pesquisa
    • Flávio Bolsonaro registra 53% e Lula, 47% dos votos válidos.
    • Foram ouvidas 3.000 pessoas entre 5 e 7 de outubro, em 705 municípios.
    • A margem de erro informada é de 1,8 ponto percentual, com 95% de confiança.
    • A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08134/2026.

    A pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (8), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos na disputa presidencial do segundo turno, ante 47% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento foi realizado entre 5 e 7 de outubro, após a votação de domingo (4), para medir a intenção de voto no confronto marcado para 25 de outubro.

    A diferença entre os candidatos é de seis pontos percentuais. O estudo entrevistou 3.000 eleitores em 705 municípios das 27 unidades da Federação, com margem de erro informada de 1,8 ponto percentual e nível de confiança de 95%.

    Evolução da intenção de voto de maio a outubro

    O histórico do instituto mostra uma mudança gradual na disputa. Em maio, Lula aparecia com 52% dos votos válidos contra 48% de Flávio Bolsonaro. Na pesquisa de 3 de setembro, os percentuais se inverteram: 51% para o candidato do PL e 49% para o petista. A rodada de outubro registra 53% a 47%.

    Intenção de voto para presidente — 2º turno

    Votos válidos (%) | PoderData/Aya | 11 levantamentos, de maio a outubro de 2026

    Lula (PT)Flávio Bolsonaro (PL)
    07/out/2026

    Última pesquisa — Flávio Bolsonaro 53%, Lula 47%.

    Os pontos representam levantamentos publicados, não estimativas diárias. O resultado de 7 de outubro foi coletado após o primeiro turno. O gráfico é uma reconstrução editorial dos dados do relatório PoderData, não uma animação oficial da CNN.

    Consultar todos os números do gráfico
    DataLulaFlávio
    29/mai52%48%
    24/jun52%48%
    15/jul51%49%
    29/jul52%48%
    12/ago51%49%
    26/ago51%49%
    03/set49%51%
    10/set49%51%
    17/set49%51%
    24/set49%51%
    07/out47%53%

    O crescimento de Flávio Bolsonaro entre maio e outubro foi de cinco pontos percentuais no recorte de votos válidos. No mesmo intervalo, Lula passou de 52% para 47%. Esses números descrevem os levantamentos da série e não representam transferência individual de votos entre candidatos.

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    O que muda ao considerar todos os entrevistados?

    Na intenção de voto total, que inclui as respostas de quem pretende votar em branco ou anular o voto e de quem não soube responder, Flávio Bolsonaro aparece com 49% e Lula, com 44%. Outros 5% declararam voto branco ou nulo e 2% disseram não saber em quem votar.

    A diferença entre os dois recortes ocorre porque o cálculo dos votos válidos considera apenas as manifestações de preferência por um dos candidatos. É essa modalidade que permite comparar os percentuais segundo o critério utilizado na apuração eleitoral.

    Como a pesquisa foi realizada?

    Instituto: PoderData; levantamento identificado como PoderData/Aya.

    Coleta: 5 a 7 de outubro de 2026.

    Amostra: 3.000 entrevistas em 705 municípios, nas 27 unidades da Federação.

    Metodologia: entrevistas telefônicas automatizadas (IVR), com ponderação por sexo, idade, escolaridade, região e renda.

    Margem de erro informada: ±1,8 ponto percentual, com nível de confiança de 95%.

    Registro eleitoral: BR-08134/2026.

    Diferenças por região e perfil do eleitor

    No recorte de intenção de voto total, Lula registra 52% no Nordeste, contra 41% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o candidato do PL aparece com 58%, enquanto Lula tem 36%. O resultado também varia conforme idade, escolaridade e renda dos entrevistados.

    Entre as mulheres, Lula aparece com 50% e Flávio Bolsonaro com 42%. Entre os homens, os percentuais são de 37% para o presidente e 57% para o senador. Esses dados são percentuais de intenção de voto total, não de votos válidos, e correspondem a subgrupos com incerteza amostral própria.

    Leia o relatório completo da pesquisa

    O documento original reúne as tabelas históricas, cruzamentos por perfil do eleitor, informações técnicas e outras avaliações pesquisadas. O gráfico acima utiliza os valores publicados na página 11 do relatório.

    Consultar o PDF original da pesquisa ↗

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    Pesquisa não é resultado de eleição

    A pesquisa registra a intenção de voto no período de 5 a 7 de outubro. As preferências podem mudar até a votação do segundo turno, marcada para 25 de outubro. Além disso, a margem de erro informada pelo instituto é uma estimativa aproximada, conforme ressalva metodológica presente no próprio relatório, em razão da cobertura das listas telefônicas usadas na coleta.

    Fonte primária: PoderData/Aya, Pesquisa de Opinião Pública Brasil, 5 a 7 de outubro de 2026, registro TSE BR-08134/2026. Documento completo em PDF.
  • TSE forma maioria para anular votos de Garotinho; decisão abre caminho para eleição de Ruas no 1º turno no RJ

    TSE forma maioria para anular votos de Garotinho; decisão abre caminho para eleição de Ruas no 1º turno no RJ

    TSE forma maioria para anular votos de Garotinho; decisão abre caminho para eleição de Ruas no 1º turno no RJ

    Corte eleitoral julga recurso que invalida os sufrágios recebidos pelo ex-governador. Com o recálculo dos votos válidos, adversário pode ser declarado vencedor sem necessidade de nova votação.

    Por Redação NinjaFSA
    08/10/2026 12h41 · Atualizado há pouco
    Ver resumo
    • O TSE formou maioria para invalidar os votos dados a Anthony Garotinho na disputa pelo Governo do Rio de Janeiro.
    • A anulação altera a base de cálculo dos votos válidos do pleito fluminense.
    • Com a redução do total de válidos, a proporção dos demais candidatos aumenta matematicamente.
    • A decisão abre caminho para que Ruas ultrapasse a barreira de 50% dos votos válidos, sendo eleito no primeiro turno.
    Julgamento no Tribunal Superior Eleitoral
    Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foto: Reprodução

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta quinta-feira (8) para anular os votos recebidos pelo candidato Anthony Garotinho na disputa pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. A decisão altera drasticamente o cenário político fluminense e abre caminho para a eleição matemática do candidato Ruas ainda no primeiro turno.

    O julgamento na corte eleitoral avalia a regularidade do registro de candidatura de Garotinho. Com os ministros votando pela invalidação, todos os sufrágios depositados na urna em nome do ex-governador deixam de ser contabilizados no cômputo oficial dos votos válidos da eleição majoritária estadual.

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    A matemática que define a eleição

    Pela legislação eleitoral brasileira, para vencer uma eleição executiva (como a de governador) no primeiro turno, o candidato precisa obter 50% mais um dos votos válidos. Votos brancos e nulos já são naturalmente descartados desse cálculo. Agora, com a exclusão dos votos de Garotinho, a base total (o montante 100%) encolhe significativamente.

    Consequentemente, o percentual de todos os outros candidatos sofre um salto proporcional. Para o candidato Ruas, que liderava a corrida eleitoral com votação expressiva, esse recálculo é suficiente para fazê-lo ultrapassar a barreira da maioria absoluta exigida por lei, liquidando a fatura sem a necessidade de um segundo turno.

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    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) aguarda o encerramento do julgamento e a publicação final do acórdão do TSE para realizar a recontagem oficial no sistema. A partir desse processamento, o tribunal estadual poderá formalizar a anulação e realizar a proclamação oficial do resultado no estado. A defesa de Garotinho não descartou a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

  • Jerônimo Rodrigues critica ACM Neto por apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno: “A máscara caiu”

    Política | Eleições 2026

    Jerônimo critica ACM Neto após apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

    Governador da Bahia questionou a postura do ex-prefeito durante a campanha; Neto anunciou apoio ao candidato do PL e prometeu mobilizar aliados no estado.

    Por Redação NinjaFSA | 7 de outubro de 2026

    Imagem relacionada à cobertura política do governador Jerônimo Rodrigues na Bahia
    A manifestação de Jerônimo Rodrigues ocorreu após o anúncio de apoio de ACM Neto a Flávio Bolsonaro.
    Entenda a notícia em poucos pontos
    • Jerônimo Rodrigues criticou o apoio de ACM Neto a Flávio Bolsonaro nesta quarta-feira (7).
    • O anúncio foi feito por ACM Neto em Brasília, durante o segundo turno da eleição presidencial.
    • O ex-prefeito afirmou que pretende mobilizar aliados políticos na Bahia.
    • Lula e Flávio Bolsonaro disputam a Presidência em 25 de outubro.

    O governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou nesta quarta-feira (7) o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), após o anúncio de apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. A manifestação foi publicada nas redes sociais, depois que Neto confirmou a aliança em Brasília.

    A principal crítica do governador foi direcionada à postura política adotada pelo adversário durante a campanha. Para Jerônimo, a posição de Neto em relação à disputa presidencial representou uma tentativa de evitar associação direta com um dos candidatos antes da definição do primeiro turno.

    “A neutralidade era oportunismo eleitoral e propaganda enganosa.”

    Jerônimo Rodrigues, em publicação nas redes sociais.

    Na mesma manifestação, Jerônimo afirmou que, em sua avaliação, Flávio Bolsonaro já era o candidato preferido de ACM Neto. O governador também demonstrou confiança no desempenho de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os eleitores baianos no segundo turno.

    ACM Neto anuncia apoio em Brasília

    O anúncio que motivou as críticas aconteceu durante uma agenda política em Brasília. Ao lado de Flávio Bolsonaro, ACM Neto confirmou que o União Brasil decidiu apoiar a candidatura do senador à Presidência da República.

    Vice-presidente nacional da legenda, o ex-prefeito de Salvador afirmou que pretende participar diretamente da mobilização eleitoral na Bahia. Entre os aliados mencionados estão prefeitos, deputados federais eleitos e integrantes do grupo político que o acompanharam na disputa pelo governo estadual.

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    ACM Neto justificou o apoio como parte de seu posicionamento favorável a uma mudança no comando do governo federal. Durante o primeiro turno presidencial, ele havia apoiado Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás.

    A aproximação com Flávio Bolsonaro acompanha a decisão da federação formada por União Brasil e Progressistas, que anunciou apoio ao candidato do PL na terça-feira (6).

    Imagem complementar da cobertura sobre as articulações políticas na Bahia
    A definição dos apoios políticos movimenta a campanha presidencial na Bahia.

    Disputa estadual também entrou no debate

    A reação de Jerônimo também retoma a rivalidade eleitoral entre os dois políticos. No último domingo (4), o petista conquistou a reeleição ao governo da Bahia ainda no primeiro turno, superando novamente ACM Neto.

    Segundo os resultados divulgados da eleição, Jerônimo recebeu 55,80% dos votos válidos, enquanto ACM Neto obteve 43,72%. Os dois já haviam se enfrentado na disputa estadual de 2022, também vencida pelo petista.

    O que aconteceu nas eleições de 2026?

    4 de outubro: Jerônimo Rodrigues foi reeleito governador da Bahia no primeiro turno.

    6 de outubro: a federação União Brasil-Progressistas anunciou apoio a Flávio Bolsonaro.

    7 de outubro: ACM Neto confirmou o apoio em Brasília, e Jerônimo reagiu nas redes sociais.

    25 de outubro: data prevista para o segundo turno presidencial.

    Bahia ganha atenção na disputa presidencial

    Com a definição dos apoios, a Bahia volta a ocupar espaço nas articulações das duas candidaturas à Presidência. O estado reúne lideranças políticas ligadas tanto ao presidente Lula quanto ao senador Flávio Bolsonaro.

    No primeiro turno presidencial, Lula recebeu 66,17% dos votos válidos na Bahia, enquanto Flávio Bolsonaro ficou com 28,53%. Nacionalmente, os dois avançaram para a segunda etapa da eleição.

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    De um lado, ACM Neto afirma que trabalhará com seus aliados pela candidatura do PL. Do outro, Jerônimo mantém o apoio à reeleição de Lula e contesta o posicionamento político do antigo adversário estadual.

    O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Até lá, as campanhas poderão intensificar as articulações com lideranças locais e os compromissos eleitorais em diferentes regiões da Bahia.

    Fontes: A TARDE, Bahia Notícias, Folha de S.Paulo, O POVO e Bahia Econômica. Apuração com informações publicadas em 7 de outubro de 2026.
  • ACM Neto declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno e promete mobilização na Bahia

    ACM Neto declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno e promete mobilização na Bahia

    Ex-prefeito de Salvador afirma que União Brasil fechou questão pelo candidato do PL e diz que grupo político trabalhará pela vitória no dia 25 de outubro.

    ACM Neto anunciou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial.

    O segundo turno da eleição presidencial começou a ganhar novos contornos na Bahia após ACM Neto anunciar oficialmente apoio a Flávio Bolsonaro (PL). O anúncio foi feito em um pronunciamento divulgado nesta quarta-feira, no qual o ex-prefeito de Salvador afirmou que o União Brasil decidiu apoiar a candidatura do ex-senador.

    Segundo ACM Neto, a decisão foi tomada diante da importância da eleição para o futuro do país e representa uma posição oficial do partido no estado.

    “Nós temos absoluta consciência da importância desta eleição para o futuro do Brasil. Nós precisamos mudar o nosso país e é exatamente por esse motivo que todos nós, o União Brasil, fechou questão em torno do apoio à candidatura de Flávio à presidência.”

    O ex-prefeito de Salvador afirmou ainda que fala em nome do grupo político que lidera na Bahia e que prefeitos, deputados federais eleitos e candidatos que disputaram o primeiro turno estarão envolvidos na campanha.

    União Brasil promete mobilização na Bahia

    Durante o pronunciamento, ACM Neto afirmou que ele e seu grupo político irão trabalhar pela candidatura de Flávio Bolsonaro no estado.

    “Eu e todo meu grupo político, os prefeitos que me acompanharam, os deputados federais eleitos, os candidatos que disputaram o primeiro turno, todos nós estaremos motivados, mobilizados e trabalhando a partir de hoje pela campanha de Flávio Bolsonaro para presidente.”

    O líder político baiano também destacou o peso eleitoral da Bahia no cenário nacional, lembrando que o estado possui o quarto maior colégio eleitoral do Brasil.

    “Falo também aqui em nome do quarto maior colégio eleitoral do Brasil, que é a Bahia.”

    A disputa presidencial chega à Bahia

    O apoio de ACM Neto representa um movimento importante na disputa pelo eleitorado baiano, tradicionalmente considerado estratégico para qualquer candidato à Presidência da República.

    A Bahia tem historicamente um papel decisivo no Nordeste, região que concentra grande número de eleitores e costuma influenciar o resultado nacional.

    Com o anúncio, Flávio Bolsonaro passa a contar com o apoio formal de uma das principais lideranças políticas da oposição ao governo federal no estado.

    Segundo turno será decidido em 25 de outubro

    Ao finalizar o pronunciamento, ACM Neto afirmou que o grupo político estará empenhado na campanha e demonstrou confiança na vitória de Flávio Bolsonaro.

    “Tenha todo nosso apoio, o compromisso em mudar o Brasil que faz com que a gente esteja aqui empenhado, confiante e se Deus quiser, vamos à vitória no dia vinte e cinco de outubro.”

    O segundo turno presidencial acontece no dia 25 de outubro e coloca frente a frente Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

  • Tom aponta falta de união de lideranças e responsabiliza grupo político pelo fracasso eleitoral de Feira em 2026

    Tom aponta falta de união de lideranças e responsabiliza grupo político pelo fracasso eleitoral de Feira em 2026
    POLÍTICA | FEIRA DE SANTANA

    Tom aponta falta de união de lideranças e responsabiliza grupo político pelo fracasso eleitoral de Feira em 2026

    Após não conseguir retornar à Assembleia Legislativa, político afirma que divisão de forças prejudicou candidatos da cidade e mira novo ciclo político em 2028
    Por Redação NinjaFSA · 07 de outubro de 2026
    Tom durante pronunciamento após eleição
    Tom publicou vídeo nas redes sociais avaliando o resultado das eleições de 2026.

    O resultado das eleições de 2026 abriu uma nova discussão nos bastidores da política de Feira de Santana. Após não conseguir retornar à Assembleia Legislativa da Bahia, Tom publicou um vídeo em suas redes sociais fazendo uma avaliação do desempenho eleitoral e atribuindo parte do resultado à falta de união entre as principais lideranças políticas da cidade.

    O político agradeceu os votos recebidos e destacou a votação conquistada no município e em toda a Bahia. Segundo Tom, foram 33.852 votos no estado, resultado que classificou como motivo de gratidão diante das dificuldades enfrentadas durante a campanha.

    A declaração, porém, foi além de um agradecimento. Tom afirmou que o desempenho de Feira nas eleições de 2026 foi prejudicado pela falta de articulação entre líderes políticos que estavam à frente do grupo.

    “O fracasso de Feira de Santana agora nesta eleição de 2026, agradeça aos líderes de Feira que não se uniram. A falta da união aconteceu isso aí.”

    Crítica mira estratégia eleitoral do grupo

    Embora não cite nominalmente todos os integrantes do grupo no vídeo, a crítica de Tom é direcionada às lideranças que conduziram a estratégia política da base aliada, principalmente José Ronaldo e Pablo Roberto.

    Na avaliação apresentada pelo político, faltou uma definição de estratégia capaz de concentrar forças em torno de candidatos feirenses com maior potencial eleitoral.

    O cenário acabou levando diferentes nomes ligados ao mesmo campo político para a disputa, dividindo parte do eleitorado e reduzindo a capacidade de transformar votos em cadeiras na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.

    ELEIÇÕES 2026 · FEIRA DE SANTANA

    Uma cidade, vários candidatos e nenhum representante eleito

    O resultado das urnas reacendeu o debate sobre a dificuldade histórica de Feira transformar seu tamanho eleitoral em representação política própria.

    “Pessoas ligadas à prefeitura ganharam eleição”

    Durante o pronunciamento, Tom também comentou sobre candidatos ligados à estrutura política municipal e questionou o desempenho de nomes apoiados pela administração local.

    Ele citou que pessoas ligadas à prefeitura, ex-prefeitos e familiares de políticos conseguiram êxito eleitoral, enquanto candidatos do seu grupo não alcançaram o mesmo resultado.

    “Muitas pessoas ligadas à prefeitura ganharam eleição. Ex-prefeito, filho de prefeito, esposa de prefeito.”

    A fala acontece em meio ao debate sobre a ausência de representantes diretamente ligados a Feira de Santana nos principais espaços legislativos após a eleição.

    Tom fala em resistência e projeta 2028

    Apesar da derrota eleitoral, Tom afirmou que continuará atuando politicamente e disse que não pretende abandonar sua trajetória pública.

    “Eu não vou me calar. Eu sou grato a Feira de Santana.”

    Ao finalizar o vídeo, o político sinalizou que pretende permanecer ativo nos próximos anos e já colocou o próximo ciclo eleitoral no horizonte.

    “Mas tô de pé, tô na resistência. 2028 é logo ali.”

    A declaração abre uma nova fase nos bastidores da política feirense. O debate agora passa a ser sobre a reorganização dos grupos políticos e quais lideranças terão força para disputar o futuro eleitoral da cidade.

  • Caiado oficializa apoio a Flávio no segundo turno em evento em Goiânia

    Caiado oficializa apoio a Flávio no segundo turno em evento em Goiânia
    ELEIÇÕES 2026

    Caiado oficializa apoio a Flávio no segundo turno em evento em Goiânia

    Derrotado no primeiro turno, ex-governador de Goiás se alia ao candidato do PL; durante encontro, Flávio falou em usar a nova composição do Congresso para mudar a Constituição

    Por Redação NinjaFSA · 07 de outubro de 2026
    Ronaldo Caiado e Flávio Bolsonaro durante evento em Goiânia
    Ronaldo Caiado oficializou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial.

    A disputa pelo Palácio do Planalto começou a redesenhar as alianças políticas menos de uma semana depois do primeiro turno. Derrotado na corrida presidencial, Ronaldo Caiado (PSD) oficializou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    O anúncio foi feito durante um evento político em Goiânia, na terça-feira (6), com a presença de Flávio e outras lideranças. Caiado justificou a decisão pelo histórico de oposição ao PT e afirmou que pretende participar das articulações em favor do candidato do PL.

    “Eu estou aqui para fazer o que é a coerência da minha vida, que é poder derrotar o PT em uma eleição.” Ronaldo Caiado, durante o anúncio do apoio

    A decisão individual de Caiado acontece mesmo após o PSD optar pela neutralidade na disputa presidencial. A direção nacional da legenda liberou seus integrantes para definir individualmente qual candidatura apoiar no segundo turno.

    Adversários no primeiro turno, aliados no segundo

    A aproximação chama atenção porque Caiado e Flávio foram adversários durante o primeiro turno e tiveram divergências públicas ao longo da campanha.

    Encerrada a primeira etapa da eleição, porém, o ex-governador de Goiás decidiu se alinhar ao candidato do PL. O movimento faz parte de uma reorganização da direita em torno da candidatura de Flávio para enfrentar Lula no segundo turno.

    Romeu Zema (Novo), outro candidato derrotado no primeiro turno, também declarou apoio a Flávio. Outras siglas e lideranças de centro e centro-direita passaram a discutir posicionamentos para a etapa final da eleição.

    SEGUNDO TURNO · ELEIÇÕES 2026
    Flávio amplia alianças após primeiro turno
    Ronaldo Caiado e Romeu Zema, adversários de Flávio Bolsonaro na primeira etapa da eleição, declararam apoio ao candidato do PL na disputa contra Lula.

    Flávio fala em mudar a Constituição

    Foi durante o encontro em Goiânia que Flávio fez uma das declarações de maior repercussão desde o início do segundo turno.

    Ao comentar o desempenho das forças de direita nas eleições para o Congresso, o candidato afirmou que pretende aproveitar a nova composição da Câmara e do Senado para promover mudanças na Constituição Federal.

    “Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara. Para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar esse país.” Flávio Bolsonaro, durante evento em Goiânia

    Flávio não detalhou, durante a declaração, quais dispositivos da Constituição pretende modificar. O candidato relacionou a proposta à sua intenção de promover mudanças institucionais e afirmou que pretende trabalhar para que as instituições voltem, segundo ele, a respeitar o texto constitucional.

    Mudar a Constituição exige maioria qualificada

    Mesmo que um presidente tenha uma base ampla no Congresso, mudanças na Constituição não podem ser feitas apenas por decisão do Poder Executivo.

    Uma Proposta de Emenda à Constituição precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. São necessários os votos favoráveis de três quintos dos parlamentares de cada Casa: pelo menos 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores.

    Além disso, a própria Constituição estabelece limites para alterações por meio das chamadas cláusulas pétreas.

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    Segundo turno começa com disputa por alianças

    O apoio de Caiado acontece em meio à corrida das duas candidaturas por partidos, lideranças regionais e eleitores que escolheram outros nomes no primeiro turno.

    Flávio terminou a primeira votação com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%. Com nenhum dos candidatos ultrapassando metade dos votos válidos, a eleição será definida no segundo turno.

    A votação decisiva está marcada para 25 de outubro. Até lá, tanto Flávio quanto Lula devem concentrar parte da estratégia na ampliação de alianças e na conquista dos eleitores que não votaram nos dois candidatos no primeiro turno.

    NINJAFSA · ELEIÇÕES 2026
  • Após não se reeleger, Zé Neto agradece apoio e diz: “Luta que segue”

    Após não se reeleger, Zé Neto agradece apoio e diz: “Luta que segue”
    ELEIÇÕES 2026

    Após não se reeleger, Zé Neto agradece apoio e diz: “Luta que segue”

    Deputado recebeu cerca de 105 mil votos na Bahia, ficou na primeira suplência e destacou votação de mais de 59 mil votos em Feira de Santana

    Por Redação NinjaFSA · 05 de outubro de 2026
    Deputado federal Zé Neto
    Zé Neto agradeceu aos eleitores após o resultado das eleições de 2026.

    Após não conseguir renovar o mandato de deputado federal nas eleições de 2026, Zé Neto (PT) divulgou uma mensagem de agradecimento aos eleitores e afirmou que seguirá atuando politicamente.

    O parlamentar recebeu 104.550 votos em toda a Bahia e terminou a disputa como primeiro suplente da Federação Brasil da Esperança. Em Feira de Santana, principal base eleitoral do petista, foram 59.127 votos.

    VOTAÇÃO DE ZÉ NETO · ELEIÇÕES 2026
    104.550
    votos recebidos em toda a Bahia
    59.127
    votos recebidos em Feira de Santana

    “Não pode nos abater”

    No pronunciamento divulgado após a eleição, Zé Neto começou agradecendo aos quase 105 mil eleitores que votaram em sua candidatura.

    “Mas isso não pode nos abater. Ao contrário.” Zé Neto, em pronunciamento após a eleição

    O deputado também comparou o resultado deste ano com sua votação na eleição anterior. Em 2022, Zé Neto foi reeleito para a Câmara dos Deputados com 128.439 votos. Desta vez, apesar dos mais de 104 mil votos recebidos, não conseguiu uma cadeira como titular.

    Zé Neto afirmou que considera ter trabalhado intensamente durante os últimos quatro anos, mas reconheceu que isso não foi suficiente para repetir a votação alcançada no pleito anterior.

    Zé Neto destaca votação em Feira

    Apesar da não reeleição, Zé Neto destacou o resultado obtido em Feira de Santana. O petista recebeu 59.127 votos no município e novamente apresentou uma votação expressiva em sua principal base política.

    “Em Feira de Santana, nós tivemos mais de 59 mil votos. Isso demonstra o nosso tamanho, tanto na cidade como na região.” Zé Neto
    ZÉ NETO NAS URNAS
    Bahia em 2026 104.550 votos
    Feira de Santana em 2026 59.127 votos
    Bahia em 2022 128.439 votos
    Situação em 2026 1º suplente da federação
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    “Cabeça erguida”

    Zé Neto afirmou que o resultado não significa o encerramento de sua atuação política. No vídeo, pediu que seus apoiadores mantenham a mobilização e disse que seguirá trabalhando ao lado de seu grupo político.

    “O que nos resta agora é cabeça erguida. Entregar a Deus. Deus sabe tudo.” Zé Neto

    O deputado também comemorou a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e afirmou que pretende continuar participando da construção política em Feira de Santana, na Bahia e no país.

    Agora, foco no segundo turno presidencial

    Parte significativa do pronunciamento foi dedicada à disputa pela Presidência da República. Zé Neto afirmou que passará a trabalhar pela candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

    “Vamos trabalhar a partir de amanhã para que, com o presidente Lula, a gente consiga reverter a diferença do primeiro turno e ganhar as eleições.” Zé Neto

    Ao falar sobre sua trajetória, o petista afirmou que continuará ligado às pautas dos trabalhadores, movimentos culturais e sociais, além de temas relacionados à produção, educação e inclusão.

    Zé Neto encerrou o pronunciamento reforçando que pretende continuar na atividade política mesmo após não conquistar diretamente um novo mandato.

    “Luta que segue. Nada de baixar a cabeça.” Zé Neto

    O atual mandato de Zé Neto na Câmara dos Deputados segue até 31 de janeiro de 2027. Depois disso, sua condição será de primeiro suplente da federação na Bahia.

    NINJAFSA · ELEIÇÕES 2026
  • MAPAS: veja a geografia do voto que levou Flávio Bolsonaro e Lula ao 2º turno

    MAPAS: veja a geografia do voto que levou Flávio Bolsonaro e Lula ao 2º turno
    ELEIÇÕES 2026

    MAPAS: veja a geografia do voto que levou Flávio Bolsonaro e Lula ao 2º turno

    Resultado mostra diferenças regionais no voto presidencial e revela como o mapa eleitoral brasileiro mudou entre 2022 e 2026

    Flávio Bolsonaro e Lula nas eleições de 2026
    Flávio Bolsonaro e Lula avançaram para o segundo turno da eleição presidencial.

    O resultado do primeiro turno da eleição presidencial de 2026 desenhou um Brasil dividido territorialmente. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno sustentados por desempenhos bastante diferentes entre as regiões do país.

    Enquanto Lula manteve sua principal força eleitoral no Nordeste, Flávio apresentou vantagem em grande parte do Sul, Centro-Oeste e Sudeste. No Norte, o mapa ficou mais dividido.

    PRIMEIRO TURNO · RESULTADO POR ESTADOS
    15
    Flávio Bolsonaro
    14 estados + Distrito Federal
    12
    Lula
    Estados onde ficou à frente

    Flávio liderou em 14 estados e no Distrito Federal

    Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente em 14 estados e também no Distrito Federal. Lula obteve a maior votação em outros 12 estados.

    O resultado mostra uma divisão regional clara. Lula concentrou sua maior força no Nordeste, enquanto Flávio conseguiu resultados expressivos no Sul, Centro-Oeste e Sudeste.

    MAPA DO VOTO

    Quem venceu em cada estado

    Veja a distribuição da votação presidencial no primeiro turno de 2026.

    Mapa do primeiro turno por estados

    O que mudou entre 2022 e 2026?

    A comparação com a eleição presidencial de 2022 ajuda a mostrar as mudanças na distribuição territorial dos votos.

    Há quatro anos, Lula disputou o primeiro turno contra Jair Bolsonaro. Em 2026, o candidato do campo bolsonarista é Flávio Bolsonaro, que conseguiu preservar áreas de forte votação da direita e avançar em outros estados.

    2022 × 2026

    Como mudou o mapa dos estados

    Compare os vencedores do primeiro turno em cada estado nas duas eleições presidenciais.

    Comparativo da votação presidencial por estados em 2022 e 2026
    O resultado estadual mostra dois grandes blocos: Lula mantém sua maior força no Nordeste, enquanto Flávio predomina no Sul e Centro-Oeste e vence os quatro estados do Sudeste.

    O Brasil visto município por município

    A divisão fica ainda mais detalhada quando a análise deixa os estados e chega aos municípios.

    O mapa permite observar regiões em que um candidato venceu o estado, mas encontrou municípios com comportamento eleitoral diferente. Também evidencia a concentração territorial dos votos de cada candidato.

    BRASIL · MUNICÍPIOS

    Flávio x Lula município por município

    Veja onde cada candidato terminou o primeiro turno à frente.

    Mapa da votação de Flávio Bolsonaro e Lula por município

    Comparação municipal mostra as mudanças em quatro anos

    O comparativo entre 2022 e 2026 permite observar onde o mapa municipal permaneceu semelhante e onde houve mudança no candidato mais votado.

    2022 × 2026

    A mudança do voto nos municípios

    Compare a distribuição municipal do primeiro turno de 2022 com a eleição de 2026.

    Comparativo municipal das eleições presidenciais de 2022 e 2026
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    Nordeste mantém forte votação em Lula

    O Nordeste aparece como a principal base territorial de Lula no primeiro turno. O petista venceu nos nove estados da região.

    Na Bahia, Lula alcançou 66,17% dos votos. Também obteve percentuais elevados no Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

    NORDESTE

    Lula predomina entre os municípios nordestinos

    O mapa mostra a distribuição do voto presidencial nos nove estados da região.

    Mapa da votação presidencial no Nordeste

    Norte apresenta cenário mais dividido

    O Norte apresenta uma configuração diferente do Nordeste. A distribuição municipal revela áreas de vantagem dos dois candidatos e diferenças importantes entre os estados da região.

    NORTE

    A distribuição dos votos na Região Norte

    Municípios da região apresentam um mapa eleitoral mais dividido entre os dois candidatos.

    Mapa da votação presidencial na Região Norte

    Flávio predomina no Centro-Oeste

    Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal deram vantagem a Flávio Bolsonaro no primeiro turno.

    O mapa municipal mostra que a predominância do candidato do PL se espalhou por grande parte do território da região, embora existam municípios onde Lula terminou à frente.

    CENTRO-OESTE

    Flávio lidera na maior parte da região

    Veja como os votos ficaram distribuídos entre Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.

    Mapa da votação presidencial no Centro-Oeste

    Sudeste fica com Flávio nos quatro estados

    São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo deram vantagem a Flávio Bolsonaro no primeiro turno.

    Minas Gerais chama atenção na comparação histórica. Em 2022, Lula terminou o primeiro turno à frente no estado. Em 2026, Flávio Bolsonaro obteve a maior votação entre os candidatos no território mineiro.

    SUDESTE

    Veja a votação município por município

    O mapa reúne os resultados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

    Mapa da votação presidencial no Sudeste

    Sul concentra algumas das maiores votações de Flávio

    Flávio venceu nos três estados do Sul e registrou alguns de seus maiores percentuais do país.

    O candidato alcançou 70,99% no Paraná, 66,65% em Santa Catarina e 71,06% no Rio Grande do Sul.

    SUL

    Flávio predomina nos três estados

    Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul formaram um dos principais blocos eleitorais do candidato do PL.

    Mapa da votação presidencial na Região Sul

    O mapa que os candidatos levam para o segundo turno

    A geografia do primeiro turno ajuda a mostrar de onde vieram os votos que colocaram Lula e Flávio Bolsonaro na etapa final da eleição.

    Para o segundo turno, as duas campanhas passam a disputar tanto a manutenção das regiões onde já tiveram vantagem quanto os eleitores dos municípios em que o adversário terminou à frente.

    A eleição presidencial será decidida no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

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    NINJAFSA · ELEIÇÕES 2026