Governo Lula gasta mais de R$ 1,4 bilhão no cartão corporativo até 2025, diz site

Governo Lula gasta R$ 1,4 bilhão no cartão corporativo POLÍTICA / TRANPARÊNCIA Governo Lula gasta mais de R$ 1,4 bilhão no cartão corporativo até 2025, diz site Levantamento aponta que despesas da Presidência e de ministérios atingiram cifras expressivas nos três primeiros anos de mandato; oposição cobra abertura de dados sob sigilo. Por Redação NINJAFSA | 23/02/2026 • 23:45 O s gastos do governo federal com os Cartões de Pagamento do Governo Federal (CPGF), popularmente conhecidos como “cartões corporativos”, voltaram ao centro do debate político. Um levantamento recente divulgado por um portal especializado em transparência pública revelou que, entre o início do mandato em 2023 e o fim de 2025, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faturou mais de R$ 1,4 bilhão nessas ferramentas de crédito. Entenda a Cifra Montante Total: R$ 1,4 bilhão distribuído entre todos os ministérios, autarquias e Presidência da República ao longo de 36 meses. Onde se gasta mais: Logística de segurança institucional, hospedagens, deslocamentos de comitivas presidenciais e suprimentos de rotina. Polêmica do Sigilo: Grande parte das faturas da Presidência da República está sob sigilo por razões de “segurança nacional”, limitando o detalhamento das compras. Reação da Oposição e Comparativos A divulgação dos números forneceu combustível imediato para a oposição no Congresso Nacional. Parlamentares já articulam requerimentos de informação exigindo a abertura imediata dos dados classificados como sigilosos. A crítica central baseia-se na promessa de campanha de 2022, quando o atual governo criticava duramente a falta de transparência nos gastos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar do valor absoluto alto, especialistas em contas públicas alertam que comparações diretas precisam considerar a inflação acumulada no período e o escopo das despesas. Historicamente, os cartões não pagam apenas contas pessoais de líderes políticos, mas sustentam as operações de campo da Polícia Federal, ações de defesa civil, viagens de ministros e a pesada estrutura de segurança que acompanha o chefe de Estado, tanto no Brasil quanto no exterior. Publicidade O que diz o Governo Procurada pela imprensa, a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) minimizou o impacto das cifras, afirmando que “os gastos estão rigorosamente dentro da média histórica e proporcional ao tamanho da máquina pública”. A Secom também justificou que, durante os anos de 2023 e 2024, houve um número excepcional de viagens internacionais realizadas pelo presidente Lula para “reconstruir a imagem diplomática e as relações comerciais do Brasil”, o que naturalmente eleva os custos de segurança, hotelaria e transporte das comitivas, pagos via cartão corporativo por questões de logística internacional. Acompanhe no Cenário Político Governo articula para esvaziar assinaturas de CPI do caso Master Haddad defende ajuste fiscal e critica a “herança” da gestão anterior Embate STF x PF: Toffoli reage a pedido de suspeição da polícia Publicidade
Toffoli atribui a Lula entrega de relatório da PF sobre celular de Vorcaro

Toffoli atribui a Lula entrega de relatório da PF sobre celular de Vorcaro POLÍTICA / JUDICIÁRIO Toffoli atribui a Lula entrega de relatório da PF sobre celular de Vorcaro Ministro do STF afirma que documento com menções a ele nos aparelhos do banqueiro foi entregue diretamente ao presidente da República, e não ao Supremo, o que gerou desconforto institucional. Por Redação NINJAFSA 15/02/2026 • 09:30 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O ministro Dias Toffoli, do STF, declarou que o relatório da Polícia Federal contendo menções ao seu nome nos celulares de Daniel Vorcaro foi entregue diretamente ao presidente Lula, e não aos órgãos competentes do Judiciário. A afirmação coloca em xeque a autonomia da PF e intensifica a crise institucional em torno do caso Banco Master. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez uma revelação que agita os bastidores de Brasília neste domingo (15). Segundo o magistrado, o relatório da Polícia Federal que aponta menções ao seu nome em dispositivos eletrônicos apreendidos com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria sido entregue em mãos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes mesmo de chegar ao conhecimento da Corte. Publicidade A declaração de Toffoli sugere uma quebra na cadeia de custódia e no fluxo institucional das investigações. Pela regra, descobertas envolvendo autoridades com foro privilegiado devem ser remetidas imediatamente ao STF para análise. O envio direto ao Executivo levanta suspeitas sobre o uso político das informações obtidas pela corporação. Tensão Institucional: O episódio agrava o conflito entre o ministro e a direção da Polícia Federal. Toffoli já havia classificado o pedido de suspeição feito pela PF como “ilação” e questionado a legitimidade da polícia para tal ato. Agora, ao envolver o presidente da República na trama, o caso ganha contornos de crise entre os poderes. Até o momento, o Palácio do Planalto não confirmou o recebimento do documento. O ministro André Mendonça, novo relator do caso após o afastamento voluntário de Toffoli, deve analisar os desdobramentos dessa nova acusação. A defesa de Daniel Vorcaro nega irregularidades e afirma desconhecer o teor das conversas citadas. Leia Também André Mendonça assume relatoria do inquérito do Banco Master Toffoli deixa caso Master após polêmica com a PF Gabinete de Toffoli chama denúncias da PF de “ilações” Publicidade
Beneficiado por Toffoli nas ‘rachadinhas’, Flávio Bolsonaro silencia sobre escândalos do ministro no caso Master

Flávio Bolsonaro se cala diante de escândalo com Toffoli POLÍTICA / JUDICIÁRIO Beneficiado por Toffoli nas ‘rachadinhas’, Flávio Bolsonaro silencia sobre escândalos do ministro no caso Master Senador, que teve caso anulado por liminar decisiva do magistrado após articulação de Jair Bolsonaro, adota postura discreta diante das graves acusações envolvendo o ex-presidente do STF e o banqueiro Daniel Vorcaro. Por Redação NINJAFSA 14/02/2026 • 15:30 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), historicamente crítico ao STF, mantém silêncio absoluto sobre as recentes denúncias envolvendo o ministro Dias Toffoli e o Banco Master. A postura discreta é atribuída nos bastidores à liminar concedida por Toffoli em 2019, que suspendeu investigações cruciais sobre o caso das “rachadinhas”, beneficiando diretamente o parlamentar após articulação política de seu pai, Jair Bolsonaro. O silêncio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) diante das graves acusações que pesam sobre o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem chamado a atenção no Congresso Nacional. Enquanto a oposição se mobiliza para cobrar esclarecimentos sobre as menções ao magistrado encontradas pela Polícia Federal nos celulares do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, o filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro evita comentar o caso publicamente. Publicidade Nos bastidores de Brasília, a explicação para a cautela é pragmática e remonta a julho de 2019. Na ocasião, Dias Toffoli, então presidente do STF, concedeu uma liminar decisiva que suspendeu todas as investigações criminais do país baseadas em dados do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sem prévia autorização judicial. A decisão, tomada durante o recesso do Judiciário, paralisou o inquérito das “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde Flávio era o principal alvo. A “Fatura” Política: A liminar de Toffoli foi vista à época como fruto de uma intensa articulação política liderada por Jair Bolsonaro, que buscava blindar o filho de investigações. O movimento não apenas salvou Flávio momentaneamente, como também abriu caminho para a aproximação entre o bolsonarismo e setores do Judiciário, incluindo o apoio à indicação de Kássio Nunes Marques para o Supremo. Agora, com Toffoli no centro de uma tempestade que envolve suspeitas de venda de sentenças e tráfico de influência em esquemas bilionários, a “dívida” política parece cobrar seu preço na forma de omissão. Flávio, que costuma ser vocal contra ministros considerados “adversários”, como Alexandre de Moraes, não endossou os pedidos de impeachment ou de CPI contra Toffoli que circulam entre parlamentares da direita. Leia Também Toffoli deixa relatoria do caso Master após pressão Gabinete de Toffoli rebate PF e chama denúncias de “ilações” André Mendonça assume relatoria do inquérito do Banco Master Publicidade A postura de Flávio destoa da base mais radical do PL, mas reflete o jogo de sobrevivência política que marca a relação entre o clã Bolsonaro e o ministro que, em um momento crucial, lhes estendeu a mão.
Toffoli deixa relatoria do caso Master no Supremo; novo ministro será sorteado
Toffoli deixa relatoria do caso Master no Supremo POLÍTICA / JUDICIÁRIO Toffoli deixa relatoria do caso Master no Supremo; novo ministro será sorteado Decisão ocorre 24 horas após a Polícia Federal apontar menções ao ministro em aparelhos apreendidos com o banqueiro Daniel Vorcaro; processo será redistribuído. Por Redação NINJAFSA 12/02/2026 • 21:15 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O ministro Dias Toffoli oficializou sua saída da relatoria do inquérito que investiga o Banco Master no Supremo Tribunal Federal. A decisão ocorre logo após a divulgação de que a Polícia Federal encontrou menções ao seu nome em dispositivos apreendidos. Com o afastamento, a presidência da Corte realizará um sorteio eletrônico para definir o novo relator do caso. O ministro Dias Toffoli comunicou, nesta quinta-feira (12), que não continuará à frente dos processos que envolvem o Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro, no Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão de se afastar da relatoria foi formalizada um dia após o gabinete do ministro ter rebatido um pedido de suspeição feito pela Polícia Federal (PF), classificando-o como “ilação” e questionando a legitimidade da corporação. Publicidade A controvérsia teve início quando peritos da PF encontraram citações ao ministro nos celulares e computadores apreendidos com o banqueiro durante a Operação Master. O material sensível já havia sido remetido ao ministro Edson Fachin para análise. Com a saída voluntária de Toffoli, o regimento interno do STF determina que o processo seja submetido a uma nova distribuição. Próximos Passos: A presidência do STF realizará um sorteio eletrônico para escolher o novo relator entre os demais ministros da Corte. O magistrado sorteado herdará a responsabilidade de conduzir o inquérito que apura supostas fraudes financeiras e lavagem de dinheiro, além de decidir sobre o material específico que cita Toffoli. Nos bastidores, a decisão de Toffoli é vista como uma medida para preservar a integridade das investigações e evitar questionamentos futuros sobre a imparcialidade das decisões tomadas no processo. O caso segue sob sigilo de justiça. Leia Também Toffoli rebate PF e diz que pedido de suspeição não tem legitimidade PF encontra menções a Toffoli em aparelhos de banqueiro e aciona Fachin Investigação aponta irregularidades do Banco Master no Amapá Publicidade
Gabinete de Toffoli reage e diz que PF não tem legitimidade para pedir suspeição no caso Master
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Aparelhos de Vorcaro citam Toffoli; PF aciona Fachin POLÍTICA / JUDICIÁRIO Gabinete de Toffoli reage e diz que PF não tem legitimidade para pedir suspeição no caso Master Em nota contundente, assessoria do ministro do STF classifica pedido da Polícia Federal como “ilações” e cita o Código de Processo Civil para deslegitimar a ação da corporação. Por Redação NINJAFSA 11/02/2026 • 23:35 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA Um forte embate institucional marca o novo capítulo da investigação sobre o Banco Master. Após a Polícia Federal pedir a suspeição do ministro Dias Toffoli com base em mensagens encontradas nos celulares do banqueiro Daniel Vorcaro, o gabinete do magistrado reagiu duramente. Em nota oficial, Toffoli deslegitimou a PF para fazer tal pedido, baseando-se no Código de Processo Civil, e chamou as acusações de “ilações”. A investigação sobre supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro, transformou-se em um embate direto entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Após peritos encontrarem menções ao ministro Dias Toffoli nos aparelhos do banqueiro, a corporação policial protocolou um pedido para que o magistrado fosse declarado suspeito no caso. A reação do STF, no entanto, foi imediata e incisiva. Publicidade Nesta quarta-feira (11), o gabinete do ministro Dias Toffoli emitiu uma nota oficial desqualificando a ação da Polícia Federal e questionando sua base legal. A assessoria do magistrado foi enfática ao afirmar que a PF não possui amparo jurídico para solicitar o afastamento de um ministro da Suprema Corte. A Nota Oficial: “O gabinete do Ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte.” A defesa institucional do ministro baseia-se no argumento técnico de que a Polícia Federal atua estritamente como órgão investigativo. Pela legislação brasileira (art. 145 do CPC), apenas as “partes” do processo — como a Procuradoria-Geral da República (PGR) ou a defesa dos investigados — teriam a legitimidade para apresentar um pedido formal de suspeição ou impedimento contra um juiz. Leia Também Mulher de Moraes assume defesa de sócio de Vorcaro no STF Governo articula para blindar CPI do caso Master no Congresso PF aponta irregularidades do Banco Master na Previdência do Amapá Publicidade Diante da menção a uma autoridade com foro por prerrogativa de função, o material apreendido pela PF foi remetido ao ministro Edson Fachin, que é o relator dos inquéritos conexos. Sobre o mérito das mensagens encontradas nos dispositivos do banqueiro, Toffoli optou por não dar explicações públicas, reservando-se a prestar os esclarecimentos devidos diretamente ao Presidente do STF.
Aparelhos de Vorcaro citam Toffoli, e PF leva material a Fachin

Aparelhos de Vorcaro citam Toffoli; PF aciona Fachin POLÍTICA / JUDICIÁRIO Aparelhos de Vorcaro citam Toffoli, e PF leva material a Fachin Investigação da Operação Master encontra menções ao ministro do STF em dispositivos eletrônicos apreendidos com o banqueiro; caso agora está sob análise de Edson Fachin. Por Redação NINJAFSA 11/02/2026 • 20:30 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA A Polícia Federal identificou diálogos e documentos que citam o ministro Dias Toffoli nos dispositivos eletrônicos apreendidos com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Diante da descoberta envolvendo autoridade com foro privilegiado, o material foi remetido ao ministro Edson Fachin, relator de casos correlatos no Supremo Tribunal Federal. A investigação sobre o Banco Master ganhou um novo e explosivo capítulo. Peritos da Polícia Federal (PF) encontraram menções diretas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, durante a análise dos aparelhos celulares e computadores apreendidos com Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira. Publicidade Diante da sensibilidade do achado, que envolve uma autoridade com foro por prerrogativa de função, a equipe da PF interrompeu a análise desse trecho específico e remeteu o material ao ministro Edson Fachin. Fachin é o relator de inquéritos que já apuram movimentações suspeitas ligadas ao grupo empresarial e agora deverá decidir sobre o desmembramento ou continuidade das investigações na corte. Contexto: Daniel Vorcaro é investigado por supostas fraudes financeiras e lavagem de dinheiro. A descoberta de citações a Toffoli ocorre em um momento delicado, logo após notícias sobre transações imobiliárias envolvendo familiares do ministro e fundos geridos por empresas ligadas ao banqueiro. Ainda não há detalhes sobre o teor exato das mensagens ou arquivos que citam Toffoli, mas o procedimento padrão nestes casos é o envio imediato ao STF para evitar nulidades processuais. A defesa de Daniel Vorcaro nega irregularidades e afirma que todas as relações do empresário são pautadas pela legalidade. Leia Também Mulher de Moraes assume defesa de sócio de Vorcaro no STF Governo articula para blindar CPI do caso Master PF aponta irregularidades do Banco Master no Amapá Publicidade O gabinete do ministro Dias Toffoli não comentou o caso, alegando que o processo corre sob segredo de justiça.
Quaest, 2º turno: Lula continua à frente, e menor diferença é contra Flávio Bolsonaro

Quaest: Lula lidera, mas Flávio Bolsonaro encosta POLÍTICA / ELEIÇÕES 2026 Quaest, 2º turno: Lula continua à frente, e menor diferença é contra Flávio Bolsonaro Pesquisa Genial/Quaest de janeiro mostra estabilidade do atual presidente, mas acende alerta com crescimento do senador do PL, que se consolida como principal adversário. Por Redação NINJAFSA 11/02/2026 • 16:30 A mais recente rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), traz um panorama detalhado da corrida presidencial de 2026. O levantamento confirma a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em todos os cenários de segundo turno simulados, mas revela um dado estratégico para a oposição: o senador Flávio Bolsonaro (PL) é o adversário que mais se aproxima do petista. 2.004 Entrevistas 2% Margem de Erro 95% Confiabilidade Realizada entre os dias 08 e 11 de janeiro, a pesquisa “varreu” o país ouvindo eleitores de 120 municípios através de coleta domiciliar face a face. Os dados mostram que, embora Lula mantenha uma base sólida, especialmente no Nordeste e entre famílias de menor renda, o nome de Flávio Bolsonaro aglutina o eleitorado conservador de forma mais eficiente que outros possíveis candidatos da direita, como governadores do Sul e Sudeste. “A diferença entre Lula e Flávio é a menor registrada entre todos os cenários, indicando uma polarização que tende a se repetir. Flávio herda o espólio político do pai com mais força que Tarcísio ou Zema neste momento.” 📊 Cenários de 2º Turno (Estimulada) Cenário estimulado. Fonte: Genial/Quaest Jan/2026. O levantamento também explorou como o brasileiro se informa sobre política, um dado crucial para as estratégias de campanha. A pesquisa (Páginas 112-115 do relatório) indica uma fragmentação dos meios de comunicação, com as redes sociais superando a televisão em faixas etárias mais jovens, enquanto a TV aberta mantém hegemonia entre os mais idosos. 📱 Como o eleitor se informa sobre política Esquerda: Fontes de informação. Direita: Distribuição regional da amostra. A pesquisa Genial/Quaest é registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e utiliza dados do Censo 2022 e das PNADs recentes para garantir a representatividade da amostra em termos de sexo, idade, escolaridade e renda.
Oposição denuncia sequestro de político horas após sua soltura na Venezuela; governo fala em descumprimento de medida cautelar

Oposição denuncia sequestro na Venezuela MUNDO / VENEZUELA Oposição denuncia sequestro de político horas após sua soltura na Venezuela; governo fala em descumprimento de medida cautelar Tensão aumenta em Caracas: Líder opositor teria sido interceptado por agentes do serviço de inteligência pouco tempo após deixar o presídio. Por Redação NINJAFSA 09/02/2026 • 09:15 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA A crise política na Venezuela ganhou um novo capítulo dramático nesta segunda-feira. Um ex-deputado da oposição, que havia acabado de receber liberdade condicional após anos detido, foi novamente abordado e levado por agentes do Estado. Opositores classificam o ato como “sequestro”, enquanto o Ministério Público alega violação das condições de soltura. A situação política na Venezuela sofreu uma nova escalada de tensão nesta segunda-feira (09). Líderes da oposição denunciaram o que classificam como “sequestro” de um ex-deputado da Assembleia Nacional, ocorrido poucas horas após ele ter sido liberado de um centro de detenção em Caracas. Publicidade Segundo relatos de familiares e advogados, o político havia deixado a sede do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (SEBIN), no Helicoide, sob medidas cautelares que substituíam a prisão. No entanto, enquanto se dirigia para sua residência, o veículo em que estava foi interceptado por homens encapuzados, supostamente vinculados às forças de segurança do Estado. Versões Conflitantes: Enquanto a Plataforma Unitária Democrática acusa o governo de Nicolas Maduro de perseguição sistemática e “terrorismo de Estado”, o Ministério Público venezuelano emitiu uma breve nota informando que a detenção se deu por “flagrante descumprimento de medidas cautelares”, alegando que o político tentava se comunicar com a imprensa estrangeira, o que lhe teria sido vetado. O episódio gerou reações imediatas da comunidade internacional. Organizações de direitos humanos alertam para o padrão de “porta giratória” no sistema prisional venezuelano, onde dissidentes são soltos para aliviar a pressão externa, apenas para serem detidos novamente sob novas acusações pouco tempo depois. Leia Também Marco Rubio ameaça cúpula venezuelana no Senado dos EUA Trump lança “Conselho da Paz” para rivalizar com a ONU Economia de Cuba entra em colapso e atinge pior nível histórico Publicidade Até o momento, não há informações oficiais sobre o atual paradeiro do político ou se ele foi levado de volta ao Helicoide. A incerteza mantém o clima de apreensão entre os apoiadores da oposição em um ano já marcado por turbulências eleitorais.
Motta encaminha à Comissão de Constituição e Justiça proposta que prevê o fim da escala 6×1

Motta encaminha PEC do fim da escala 6×1 à CCJ POLÍTICA Motta encaminha à Comissão de Constituição e Justiça proposta que prevê o fim da escala 6×1 Presidente da Câmara dos Deputados dá andamento à tramitação da PEC; medida, que visa reduzir a jornada de trabalho sem redução salarial, passará agora pela análise de admissibilidade. Por Redação NINJAFSA 09/02/2026 • 15:10 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O debate sobre o fim da escala 6×1 avança no Congresso. O presidente da Câmara, Hugo Motta, enviou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A medida, que busca garantir mais folgas aos trabalhadores, enfrenta resistência do setor produtivo, mas conta com forte apelo popular. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), deu um passo decisivo nesta segunda-feira (09) para a tramitação de uma das pautas mais comentadas do país. Motta encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho 6×1 (seis dias de trabalho por um de descanso). Publicidade Com o despacho, a proposta inicia oficialmente seu trâmite legislativo. A CCJ será responsável por analisar a admissibilidade do texto, ou seja, verificar se ele respeita os princípios constitucionais. Caso seja aprovada nesta etapa, a PEC seguirá para uma Comissão Especial, onde o mérito será debatido com profundidade antes de ir ao Plenário. O Que Está em Jogo: A proposta visa reduzir a carga horária semanal máxima, permitindo que os trabalhadores tenham mais dias de descanso sem que haja redução no salário. Defensores da medida argumentam que a escala 6×1 é exaustiva e prejudica a saúde e a vida social do trabalhador. O envio da PEC ocorre em um momento de pressão. Recentemente, o líder do governo na Câmara já havia sinalizado que o Executivo apoiaria o debate, inclusive cogitando o envio de um projeto com urgência constitucional após o Carnaval. A movimentação de Motta antecipa a discussão e coloca o Congresso no centro da decisão. Leia Também Governo promete urgência para fim da escala 6×1 após o Carnaval Paradoxo: Selic alta e desemprego baixo desafiam economia Esposa de Moraes assume defesa de empresário no STF Publicidade Apesar do apoio popular nas redes sociais, a medida enfrenta forte resistência de setores empresariais, que alertam para o aumento dos custos operacionais e possíveis impactos na inflação e no desemprego. A batalha na CCJ promete ser acirrada.
Ronaldo Caiado anuncia saída do União Brasil e filiação ao PSD para viabilizar candidatura ao Planalto em 2026
Governador de Goiás junta-se a Ratinho Jr. e Eduardo Leite na sigla de Gilberto Kassab; acordo interno prevê que partido definirá um único nome para a disputa presidencial. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou na noite desta terça-feira (27) sua saída do União Brasil e a imediata filiação ao Partido Social Democrático (PSD). O anúncio, que repercute fortemente em Brasília, redesenha as articulações para a sucessão presidencial de 2026. Movimento Estratégico Caiado apareceu em vídeo ao lado dos governadores Ratinho Jr. (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul). A mudança foi motivada pela dificuldade que o goiano encontrava dentro do União Brasil para consolidar seu nome como candidato à Presidência da República. “Busco neste momento uma oportunidade para poder também contribuir com a discussão nacional. O que sair daqui candidato terá o apoio dos demais”, afirmou Caiado. Com a chegada de Caiado, o “Super PSD” de Gilberto Kassab passa a controlar três das principais máquinas estaduais do país e acumula três pré-candidatos ao Planalto, fortalecendo a legenda como a principal alternativa de centro-direita.