STF forma maioria para manter Vorcaro preso em julgamento da Segunda Turma

STF forma maioria para manter Vorcaro preso em julgamento da Segunda Turma

STF forma maioria para manter Vorcaro preso | NINJAFSA Link copiado! Judiciário STF forma maioria para manter Vorcaro preso em julgamento da Segunda Turma Mendonça, Fux e Nunes Marques votaram pela manutenção da prisão preventiva do banqueiro do Banco Master. Gilmar Mendes ainda não votou; Toffoli declarou suspeição e está fora do julgamento. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 13 mar. 2026 · Brasília (DF) WhatsApp X Copiar link Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, preso pela segunda vez em 4 de março de 2026. Crédito: SAP-SP / EFE Ministros André Mendonça (relator) e Luiz Fux, que votaram pela manutenção da prisão preventiva. Crédito: DGABC Julgamento em andamento — Plenário Virtual · até 20/03/2026 Placar: STF — 2ª Turma referenda prisão de Vorcaro AM André Mendonça Mantém LF Luiz Fux Mantém KN Nunes Marques Mantém GM Gilmar Mendes Pendente DT Dias Toffoli Suspeito 3 × 0 Maioria formada pela manutenção da prisão.Votação segue aberta até 23h59 de 20/03.  Resumo da matéria — clique para expandir A Segunda Turma do STF formou maioria nesta sexta-feira (13) para manter a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, preso pela segunda vez em 4 de março durante a 5ª fase da Operação Compliance Zero. Os ministros André Mendonça (relator), Luiz Fux e Kássio Nunes Marques votaram pela manutenção da medida. Ainda falta o voto do presidente do colegiado, Gilmar Mendes. Dias Toffoli declarou suspeição e não participa do julgamento. Também foram mantidas as prisões preventivas de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e de Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado. A decisão sobre Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, perdeu eficácia em razão de seu falecimento na prisão. A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal consolidou nesta sexta-feira (13) a maioria necessária para manter Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, atrás das grades. Com votos favoráveis dos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Kássio Nunes Marques, o placar chegou a três a zero pela manutenção da prisão preventiva do banqueiro, preso pela segunda vez no início deste mês. O julgamento ocorre em plenário virtual e a sessão ficará aberta para registro de votos até as 23h59 da próxima sexta-feira (20). Mendonça é o relator do caso na Corte. Ao votar pelo referendo da sua própria decisão monocrática, o ministro sustentou que a prisão preventiva se justifica pela necessidade de garantir a ordem pública, a ordem econômica e o regular andamento das investigações. Segundo o relator, mensagens encontradas em aparelhos de Vorcaro e de seus aliados revelam a existência de um grupo organizado para monitorar e intimidar adversários do banqueiro — batizado internamente de “A Turma”. Entre os registros mais graves citados no processo, constam diálogos em que o empresário teria sugerido a simulação de um assalto contra o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, com o objetivo de violentá-lo e silenciar críticas ao seu conglomerado financeiro. Fux e Nunes Marques seguiram na íntegra o voto do relator, sem apresentar ressalvas. No julgamento em plenário virtual, os ministros depositam seus votos no sistema eletrônico e, muitas vezes, não acompanham justificativas. Ambos têm até o dia 20 para eventualmente alterar suas posições, caso queiram. Falta ainda o pronunciamento de Gilmar Mendes, decano da Corte e presidente da Segunda Turma, que não havia votado até o fechamento desta edição. Leia também Entenda o caso Banco Master: fraudes, bilhões desviados e o esquema investigado pela Polícia Federal Toffoli e o Banco Master: por que o ministro declarou suspeição e o que isso muda no julgamento “Sicário” morto na prisão: quem era Luiz Phillipi Mourão e qual era o seu papel no grupo de Vorcaro A composição reduzida da turma gerou tensão nos dias anteriores ao julgamento. Com Toffoli fora da votação — que declarou suspeição por foro íntimo após a Polícia Federal apontar troca de mensagens entre ele e Vorcaro —, a turma passou a contar com apenas quatro ministros aptos a votar. Esse cenário abria espaço para um eventual empate em dois a dois, situação que, pela Lei 14.386/2024, beneficiaria automaticamente o investigado — o que poderia resultar em prisão domiciliar ou uso de tornozeleira eletrônica no lugar da detenção na Penitenciária Federal de Brasília. Publicidade A defesa de Vorcaro havia alimentado esperança justamente nesse cenário. Com a maioria agora formada, a estratégia perde força. A Procuradoria-Geral da República, sob comando de Paulo Gonet, havia sido contrária à prisão, argumentando que as mensagens que embasaram a decisão de Mendonça eram antigas e que o falecimento do “Sicário” — o operador do grupo — já havia reduzido o risco apontado pelo ministro. Mendonça, por sua vez, criticou a PGR abertamente no texto de seu voto, afirmando lamentar que o órgão não tivesse reconhecido risco imediato no caso. “Existem fortes indícios da existência de grupo destinado a intimidar adversários e a monitorar autoridades, o que revela risco concreto de interferência nas investigações.”— Ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF Além de Vorcaro, a decisão de Mendonça alcançou outros investigados. Fabiano Zettel — empresário, pastor e cunhado do banqueiro, apontado como operador financeiro do grupo —, e Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado que teria atuado no esquema, permanecem presos. Apenas a medida relativa a Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” — responsável por operacionalizar supostas ameaças e coações contra desafetos de Vorcaro —, perdeu eficácia automaticamente em razão de seu falecimento na prisão, na semana passada. Linha do tempo — Caso Master Fev. 2025 Primeiras fases da Operação Compliance Zero apuram fraudes bilionárias no Banco Master. Fev. 2026 PF aponta troca de mensagens entre Toffoli e Vorcaro. Ministro se afasta do caso; relação vai para Mendonça. 4 mar. 2026 5ª fase da Compliance Zero: Vorcaro é preso pela segunda vez junto de Zettel, “Sicário” e ex-policial federal. 11 mar. 2026 Toffoli declara suspeição formal. STF rejeita pedido de CPI do Banco Master. 13 mar. 2026 Segunda Turma inicia julgamento virtual. Maioria de 3×0 formada pela manutenção da prisão. Gilmar ainda vota. Vorcaro está recolhido na Penitenciária Federal de

MP junto ao TCU pede afastamento de presidente do IBGE por manipulação de dados e pesquisas

MP junto ao TCU pede afastamento de presidente do IBGE por manipulação de dados e pesquisas

MP junto ao TCU pede afastamento de presidente do IBGE por manipulação de dados e pesquisas POLÍTICA / ECONOMIA MP junto ao TCU pede afastamento de presidente do IBGE por manipulação de dados e pesquisas A representação aponta possíveis interferências políticas e metodológicas nos levantamentos oficiais do país, o que poderia comprometer severamente a credibilidade da instituição no cenário nacional e internacional. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente A atuação da presidência do instituto está a ser alvo de intenso escrutínio pelo Tribunal de Contas da União. (Foto: Reprodução) O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) protocolou uma representação contundente exigindo o afastamento cautelar e imediato do atual presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A ação baseia-se em graves denúncias de que a cúpula da instituição estaria a promover a manipulação deliberada de dados e a alterar metodologias históricas de pesquisas socioeconômicas para, alegadamente, favorecer narrativas do atual governo federal. O procurador responsável alertou que a interferência política nas estatísticas oficiais pode causar danos irreparáveis à credibilidade do Brasil, afetando desde a formulação de políticas públicas até a atração de investimentos estrangeiros que dependem de dados transparentes e fidedignos. Publicidade Nas últimas semanas, o IBGE tem sido palco de intensos atritos internos. Servidores de carreira e técnicos do instituto já haviam manifestado descontentamento com as recentes mudanças nos calendários de divulgação e na forma de apuração de indicadores cruciais, como os do mercado de trabalho e da inflação, apontando para um possível aparelhamento ideológico da autarquia. Leia Também Com apoio do governo, Senado aprova criação de novos cargos no Executivo com impacto de R$ 5,3 bilhões Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg A representação do MPTCU é vista como um movimento jurídico robusto para proteger a autonomia técnica do instituto. O pedido argumenta que a permanência do atual presidente durante as investigações pode comprometer a recolha de provas e intimidar os servidores dispostos a testemunhar sobre as alterações metodológicas em curso. O pedido de afastamento cautelar será agora analisado por um ministro relator no TCU, que decidirá se concede a medida liminar enquanto o tribunal realiza auditorias profundas sobre as denúncias de adulteração nos dados da pesquisa. Publicidade

Zanin nega pedido para obrigar Câmara a instalar CPI do Master

Zanin nega pedido para obrigar Câmara a instalar CPI do Master

Zanin nega pedido para obrigar Câmara a instalar CPI do Master JUSTIÇA / POLÍTICA NACIONAL Zanin nega pedido para obrigar Câmara a instalar CPI do Master Ministro do STF rejeitou mandado de segurança impetrado por parlamentares que buscavam forçar a criação da comissão para investigar fraudes atreladas ao grupo financeiro. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente O ministro avaliou que o Judiciário não deve interferir em pautas internas do Legislativo. (Foto: Reprodução / Valor) Resumo da Matéria O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido apresentado por deputados da oposição que visava obrigar a presidência da Câmara a instalar imediatamente a CPI do Master. Zanin argumentou que a ordem e a decisão sobre a criação de comissões são assuntos internos do Legislativo (“interna corporis”), preservando a separação dos poderes. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, proferiu uma decisão que arrefece, pelo menos temporariamente, a pressão de parte da oposição na Câmara dos Deputados. O magistrado rejeitou um mandado de segurança que tinha como objetivo obrigar a presidência da Casa a instalar de forma imediata a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do “Caso Master”. O pedido havia sido impetrado por um grupo de parlamentares sob o argumento de que o requerimento para a criação da CPI já reunia o número mínimo de assinaturas exigido pela Constituição — um terço dos membros da Câmara. Para os autores da ação, uma vez atingido o quórum, a instalação deveria ser automática, sem depender da vontade discricionária ou do momento político ditado pelo presidente da Câmara. Publicidade Separação de Poderes No entanto, a fundamentação de Zanin para rejeitar o pedido baseou-se fortemente no princípio basilar da separação dos poderes. Na sua deliberação, o ministro explicou que as questões relacionadas com a ordem de instalação, organização da pauta e o funcionamento das comissões parlamentares são consideradas assuntos “interna corporis”. Não cabe ao Poder Judiciário intervir em atos que digam respeito, de forma exclusiva, à interpretação e aplicação do Regimento Interno das Casas Legislativas, sob pena de violação à independência dos Poderes. Trecho da decisão do Ministro Cristiano Zanin A “CPI do Master” tornou-se uma das principais bandeiras de um setor do Congresso Nacional após os recentes e explosivos desdobramentos de operações conduzidas pela Polícia Federal. Continue a Ler Vorcaro é preso em nova fase da operação da PF sobre Master ‘Sicário’ de Vorcaro morre em BH; PF diz que ele se suicidou na prisão Vorcaro prestava contas a Moraes para tentar salvar o Master no dia em que foi preso O caso ganhou contornos ainda mais graves com a recente prisão preventiva do empresário Pedro Vorcaro, as suspeitas de que este teria planejado forjar um assalto para agredir o jornalista Lauro Jardim, e o misterioso episódio da morte de um homem apontado como “sicário” da organização, ocorrida dentro de uma carceragem da PF em Belo Horizonte. Com a negativa do STF em forçar a abertura da investigação pelo Congresso, a criação da comissão parlamentar volta a estar dependente, de forma exclusiva, das intensas negociações políticas de bastidores e da conveniência da presidência da Câmara dos Deputados. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

“Vai surfar, curtir o Mickey”: Alessandro Vieira rebate Eduardo Bolsonaro sobre CPI

“Vai surfar, curtir o Mickey”: Alessandro Vieira rebate Eduardo Bolsonaro sobre CPI

“Vai surfar, curtir o Mickey”: Alessandro Vieira rebate Eduardo Bolsonaro sobre CPI Política Nacional / Bastidores “Vai surfar, curtir o Mickey”: Alessandro Vieira rebate Eduardo Bolsonaro sobre CPI O senador criticou duramente a postura do deputado federal nas redes sociais, lembrando que o seu próprio irmão, Flávio Bolsonaro, já assinou o requerimento de investigação. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente A troca de farpas ocorreu publicamente na plataforma X (antigo Twitter). (Foto: Reprodução) Resumo da Matéria O clima esquentou nas redes sociais entre o senador Alessandro Vieira e o deputado federal Eduardo Bolsonaro. Durante uma discussão sobre a recém-proposta CPI no Senado, Vieira não poupou palavras e mandou o filho do ex-presidente “curtir o Mickey”, apontando a hipocrisia nas críticas, já que o próprio irmão de Eduardo assinou o requerimento de investigação. Os ânimos continuam exaltados nos bastidores de Brasília em torno da recém-proposta Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado. A tensão transbordou para as redes sociais, protagonizando um bate-boca afiado e direto entre o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Publicidade A discussão teve início após Eduardo Bolsonaro utilizar a sua conta na plataforma X (antigo Twitter) para fazer críticas e levantar suspeitas sobre a efetividade da CPI. O deputado sugeriu tratar-se de uma movimentação política voltada para o espetáculo e sem resultados práticos para o país. O senador Alessandro Vieira, um dos articuladores da medida, não hesitou em responder de forma dura e irónica à provocação do colega de parlamento. “Teatrinho” e contradição familiar Na sua resposta, Vieira relembrou as antigas comissões instaladas em 2019 e expôs o que considerou uma enorme contradição na postura do deputado: o facto de que o seu próprio irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), foi um dos principais signatários do atual pedido de investigação que Eduardo estava a criticar. Cara, vai surfar, curtir o Mickey ou coisa parecida. Deixa quem está trabalhando em paz. Vocês fizeram esse mesmo teatrinho em 2019 e o resultado todo mundo sabe. Seu irmão já assinou a CPI, foi a assinatura 29, já estamos em 35. Você já atrapalhou o Brasil demais, tá na hora de descansar. Alessandro Vieira, Senador da República O embate chamou a atenção de eleitores e agitou a base política de ambos os lados. (Foto: Reprodução) Continue a Ler CPI para investigar Moraes e Toffoli atinge número mínimo de assinaturas no Senado Gilmar Mendes suspende quebra de sigilos de empresa ligada à família de Toffoli A troca de mensagens públicas reflete a profunda divisão de opiniões que a CPI — que visa investigar, entre outras coisas, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) — tem causado, evidenciando fissuras até mesmo entre membros que partilham o mesmo espectro político. O requerimento já ultrapassou as 27 assinaturas necessárias e aguarda agora o aval e a leitura por parte do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para ser oficialmente instalado. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Presidente do Senado rejeita pedido para anular quebra de sigilos bancário e fiscal de Lulinha por CPMI do INSS

Presidente do Senado rejeita pedido para anular quebra de sigilos bancário e fiscal de Lulinha por CPMI do INSS

Presidente do Senado rejeita pedido para anular quebra de sigilos bancário e fiscal de Lulinha por CPMI do INSS POLÍTICA NACIONAL Presidente do Senado rejeita pedido para anular quebra de sigilos bancário e fiscal de Lulinha por CPMI do INSS A decisão mantém o avanço das investigações da comissão parlamentar, negando o recurso da defesa que alegava falta de fundamentação e perseguição política. PorRedação NINJAFSAAtualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O presidente do Senado Federal negou o recurso que tentava barrar a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A decisão referenda a aprovação prévia feita pela CPMI do INSS, permitindo que a comissão tenha acesso aos dados financeiros do filho do presidente da República. Presidência do Senado avaliou que o rito da CPMI foi devidamente cumprido. (Foto: Reprodução/G1) O presidente do Senado Federal decidiu rejeitar o pedido de recurso que visava anular a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A medida havia sido aprovada em sessão conturbada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A defesa do filho do presidente da República havia acionado a presidência da Casa sob a alegação de que o requerimento aprovado pelos parlamentares carecia de fundamentação técnica sólida e configurava um ato de perseguição política promovido pela oposição. O pedido solicitava a suspensão imediata do envio dos dados financeiros pelas instituições. Autonomia das Comissões Na sua decisão, o presidente do Senado justificou que não cabe à Mesa Diretora interferir nas deliberações soberanas das comissões parlamentares de inquérito, desde que o rito regimental e legal tenha sido devidamente cumprido durante o processo de votação. Próximos Passos: Com a rejeição do recurso, o caminho fica livre para que a Receita Federal e as instituições bancárias enviem os relatórios detalhados contendo as movimentações financeiras à CPMI. Os documentos deverão ser analisados em sigilo pelos relatores da comissão nos próximos dias. O episódio aprofunda o clima de tensão no Congresso Nacional. Parlamentares da oposição celebraram a decisão, afirmando que o acesso aos dados trará transparência e permitirá o avanço das apurações sobre eventuais irregularidades ligadas ao INSS. Por outro lado, a base governista reitera o descontentamento, classificando a insistência na investigação como uma manobra estratégica para desgastar a imagem do governo federal. Leia Também Entenda os bastidores da sessão da CPMI que aprovou a quebra de sigilo Governo anula alta de imposto sobre eletrônicos após pressão nas redes A expectativa agora gira em torno do conteúdo dos relatórios financeiros e de como a comissão irá conduzir as próximas etapas da investigação, que já se consolida como um dos principais embates políticos do ano em Brasília. Link copiado para a área de transferência!

CPI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão

CPI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão

CPI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão POLÍTICA NACIONAL CPI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão A votação ocorreu em meio a intensos bate-bocas entre a base governista e a oposição. O requerimento visa investigar supostas irregularidades. PorRedação NINJAFSA26/02/2026 • Atualizado Partilhar RESUMO DA MATÉRIA A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do presidente da República. A sessão no Congresso Nacional foi marcada por um clima tenso, com trocas de acusações entre parlamentares da oposição, que defendem a investigação, e da base governista, que classificam a medida como perseguição política. Decisão ocorreu após debates acalorados no plenário da comissão. (Foto: Reprodução) O clima esquentou no Congresso Nacional. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS aprovou, nesta semana, o requerimento que determina a quebra de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Publicidade A sessão que culminou na aprovação do pedido foi marcada por uma intensa confusão, interrupções frequentes e bate-bocas generalizados entre os membros da comissão. De um lado, parlamentares da oposição pressionavam pela aprovação imediata do requerimento, argumentando que a medida é essencial para seguir o rasto de eventuais movimentações financeiras no âmbito das investigações sobre irregularidades no INSS. Argumentos em Plenário: Enquanto a oposição defende que a quebra de sigilo trará transparência aos trabalhos da CPI, deputados da base governista protestaram veementemente contra a decisão. Para os aliados do governo, o requerimento não possui fundamentação técnica sólida e configura um ato de retaliação e perseguição política direcionado à família do presidente. Apesar das tentativas da base governista de obstruir a pauta e protelar a votação, o bloco de oposição conseguiu reunir a maioria necessária para dar aval ao pedido. Com a aprovação, as instituições financeiras e a Receita Federal deverão enviar os dados protegidos para a comissão nas próximas semanas. Leia Também Entenda quais são os próximos passos da CPI do INSS Especialistas explicam como funciona o processo de quebra de sigilo no Congresso Os documentos obtidos serão analisados a portas fechadas pelos relatores da CPI. Espera-se que o desdobramento desta quebra de sigilo dite o tom das próximas sessões da comissão, que já se desenham como cenários de novos embates políticos em Brasília. Link copiado para a área de transferência!

Deputado Kim Kataguiri consegue assinaturas e PEC para reduzir valor do IPVA avança na Câmara

Deputado Kim Kataguiri consegue assinaturas e PEC para reduzir valor do IPVA avança na Câmara

Kim Kataguiri consegue assinaturas e PEC para reduzir IPVA avança POLÍTICA / ECONOMIA Deputado Kim Kataguiri consegue assinaturas e PEC para reduzir valor do IPVA avança na Câmara Proposta alcançou 224 apoios, superando com folga o mínimo exigido. Além de prometer baratear o imposto, parlamentar defende corte de gastos estatais e lança site para motoristas calcularem a economia. Por Redação NINJAFSA 24/02/2026 • 20:15 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O deputado federal Kim Kataguiri anunciou que sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para redução do IPVA alcançou 224 assinaturas, ultrapassando o mínimo de 171 necessário para tramitar. O texto agora seguirá para uma Comissão Especial. O parlamentar afirma que a medida cortará gastos estatais e lançou uma plataforma interativa para os motoristas. Uma notícia que atinge em cheio o bolso dos motoristas brasileiros. O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) anunciou, nesta terça-feira (24), que conseguiu reunir as assinaturas necessárias para dar andamento à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa a redução dos valores cobrados pelo Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Publicidade Para que uma PEC comece a tramitar na Câmara dos Deputados, é necessário o apoio de pelo menos 171 parlamentares (um terço da Casa). O projeto de Kataguiri ultrapassou a meta com folga, alcançando 224 assinaturas, o que representa cerca de 130% da cota exigida pelo regimento interno. O que disse o autor: “Golaço! PEC da redução do IPVA com 130% das assinaturas coletadas! […] Agora ela seguirá para a instalação da Comissão Especial, onde poderá ser emendada, discutida e votada. […] Além de conquistarmos um IPVA mais barato, conseguiremos cortar bilhões de gastos inúteis do Estado.” O argumento central da proposta é aliviar a carga tributária que pesa anualmente sobre a classe média e os trabalhadores que dependem de veículos, atrelando essa renúncia fiscal a cortes de gastos na máquina pública estadual. Como o IPVA é um imposto de competência dos Estados e do Distrito Federal, a proposta promete gerar intenso debate entre os governadores, que temem a perda de arrecadação. Para engajar a população na pressão aos deputados, Kataguiri lançou um site interativo onde os cidadãos podem inserir os dados de seus veículos e comparar o valor pago atualmente com a projeção do que seria pago caso a PEC seja aprovada em definitivo pelo Congresso Nacional. Leia Também Governo aumenta tarifas de importação para reforçar arrecadação Fim da escala 6×1 avança na Comissão de Constituição e Justiça Baianos têm últimas horas para garantir 15% de desconto no IPVA 2026 Publicidade

PF faz operação contra desvio de emendas; suspeitos são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro

PF faz operação contra desvio de emendas; suspeitos são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro

PF faz operação contra desvio de emendas parlamentares POLÍCIA / CORRUPÇÃO PF faz operação contra desvio de emendas; suspeitos são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro Investigação aponta esquema milionário envolvendo a manipulação de recursos públicos destinados a municípios; agentes cumprem mandados de busca e apreensão em diversos estados. Por Redação NINJAFSA 25/02/2026 • 10:45 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA A Polícia Federal deflagrou uma grande operação na manhã desta quarta-feira (25) para combater um esquema de desvio de emendas parlamentares. A investigação aponta a existência de uma organização criminosa que utilizava empresas de fachada para fraudar licitações e lavar o dinheiro desviado. Mandados estão sendo cumpridos em diversos estados do país. Operação investiga o uso indevido de verbas parlamentares. (Foto: Reprodução) A Polícia Federal (PF) deflagrou, nas primeiras horas desta quarta-feira (25), uma operação de larga escala para desarticular uma organização criminosa suspeita de desviar milhões de reais provenientes de emendas parlamentares. A ação visa combater crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e fraude em licitações. Publicidade Segundo as investigações, o grupo operava por meio de um sofisticado esquema que envolvia a criação de empresas de fachada. Essas empresas eram utilizadas para vencer licitações fraudulentas em diversos municípios, simulando a prestação de serviços ou a entrega de bens que, na realidade, nunca chegavam à população. Os recursos, originários de emendas parlamentares destinadas à saúde e infraestrutura, eram então desviados para contas de laranjas e posteriormente lavados. Modus Operandi: O inquérito revela que o esquema contava com a conivência de agentes públicos locais, que facilitavam os processos licitatórios. Em troca, recebiam propinas que variavam de acordo com o valor do contrato fraudado. A PF estima que o prejuízo aos cofres públicos possa ultrapassar a casa dos R$ 50 milhões apenas nos contratos já analisados. Estão sendo cumpridos dezenas de mandados de busca e apreensão e de prisão temporária em endereços ligados aos investigados em pelo menos cinco estados. A operação busca apreender documentos, dispositivos eletrônicos e outros elementos que possam comprovar a participação de políticos e empresários no esquema, além de rastrear o caminho do dinheiro desviado. Leia Também IA criada por brasileiro fiscaliza corrupção em tempo real André Mendonça assume relatoria de inquérito no STF PF aponta irregularidades em instituto de previdência no Amapá Publicidade A Polícia Federal informou que dará mais detalhes sobre a operação em uma coletiva de imprensa agendada para o final da manhã. As investigações continuam para identificar todos os beneficiários do esquema criminoso.

Em busca de ampliar eleitorado, Flávio Bolsonaro surpreende ao acenar para comunidade da linguagem neutra

Em busca de ampliar eleitorado, Flávio Bolsonaro surpreende ao acenar para comunidade da linguagem neutra

Flávio Bolsonaro acena para comunidade da linguagem neutra POLÍTICA Em busca de ampliar eleitorado, Flávio Bolsonaro surpreende ao acenar para comunidade da linguagem neutra Movimento do senador gera reações mistas na base conservadora e é visto por opositores como uma tentativa desesperada de romper a “bolha” visando as próximas eleições. Por Redação NINJAFSA 24/02/2026 • 15:30 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) surpreendeu o cenário político ao buscar diálogo com grupos defensores da linguagem neutra. A atitude, incomum para o núcleo duro do bolsonarismo, gerou intenso debate nas redes sociais e é interpretada por opositores como um sinal de que o clã enfrenta dificuldades para angariar apoio fora de sua base mais radical. Movimentação do senador nas redes sociais gerou amplo debate político. (Foto: Reprodução/X) O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protagonizou um episódio inusitado que agitou os bastidores da política nacional. Em um movimento que surpreendeu aliados e adversários, o parlamentar realizou acenos a grupos defensores da linguagem neutra, uma pauta historicamente rechaçada e frequentemente ridicularizada por sua base conservadora. Publicidade A tentativa de aproximação ocorre em um momento em que pesquisas de opinião e analistas políticos apontam a necessidade de o clã Bolsonaro buscar apoio “fora da bolha” para se manter competitivo nos próximos pleitos. O aceno foi rapidamente capturado e repercutido por adversários políticos nas redes sociais, que não pouparam ironias. O Cálculo Político: Críticos da oposição foram rápidos em classificar a atitude como um ato de “desespero” eleitoral diante da suposta dificuldade do senador em ampliar suas alianças além do núcleo duro da direita. Por outro lado, alas mais pragmáticas do PL avaliam que, para disputas majoritárias, a moderação do discurso em pautas de costumes pode ser uma estratégia necessária. Até recentemente, o uso de pronomes neutros e a pauta de gênero figuravam entre os principais alvos da chamada “guerra cultural” promovida pelo bolsonarismo. A mudança abrupta de tom por parte do filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro gerou atrito imediato com influenciadores e eleitores mais radicais, que cobraram explicações sobre a postura do senador. Leia Também Flávio Bolsonaro silencia sobre escândalos de Toffoli no caso Master Moro acerta candidatura ao governo do Paraná de olho em 2026 Michelle Bolsonaro e evangélicos criticam desfile de escola de samba Publicidade A assessoria do senador Flávio Bolsonaro não emitiu uma nota oficial detalhando o contexto da interação com a comunidade da linguagem neutra até o fechamento desta reportagem.

Jovem cria ferramenta capaz identificar Funcionários Fantasmas, Contratos superfaturados, favorecimento próprio ou de terceiros, e manipulação de processos licitatórios.

Jovem cria ferramenta capaz identificar Funcionários Fantasmas, Contratos superfaturados, favorecimento próprio ou de terceiros, e manipulação de processos licitatórios.

O pesadelo dos políticos: Desenvolvedor cria IA para rastrear corrupção TECNOLOGIA / POLÍTICA A nova ferramenta que muitos políticos não vão gostar: Desenvolvedor brasileiro cria IA que fiscaliza corrupção em tempo real Sistema inovador cruza mais de 70 bases de dados do governo para detectar superfaturamentos e funcionários fantasmas; criador brinca que “ama a própria vida”. Por Redação NINJAFSA 24/02/2026 • 09:30 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA Um desenvolvedor brasileiro viralizou neste fim de semana ao apresentar uma plataforma de Inteligência Artificial capaz de mapear o patrimônio e os contratos de políticos em tempo real. A ferramenta cruza dados de dezenas de órgãos federais e já apontou suspeitas de superfaturamento e funcionários fantasmas, prometendo revolucionar a fiscalização pública no país. E se a própria tecnologia pudesse fiscalizar o poder público em tempo real, sem depender do ritmo lento das auditorias tradicionais? Um desenvolvedor brasileiro resolveu testar esse limite e o resultado promete tirar o sono de muitos políticos em Brasília e nos municípios do interior. Neste fim de semana, o jovem programador Bruno César viralizou nas redes sociais ao apresentar uma ferramenta revolucionária. O sistema cruza mais de 70 bases de dados abertas de órgãos como IBGE, SUS, Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Banco Central, IBAMA e Juntas Comerciais. O objetivo é simples e poderoso: mapear conexões financeiras e contratos envolvendo agentes públicos. Publicidade Utilizando o CPF de políticos e gestores, a Inteligência Artificial rastreia ligações com familiares, empresas contratadas por prefeituras e governos, apontando imediatamente “sinais de risco” de corrupção ou lavagem de dinheiro. Inteligência que Fareja Corrupção: A ferramenta utiliza algoritmos avançados para comparar os preços pagos pelo poder público com os valores reais praticados no mercado. Em seus primeiros testes práticos, a plataforma já identificou casos claros de possível autodirecionamento de emendas parlamentares, superfaturamentos absurdos e até a existência de “funcionários fantasmas” nas folhas de pagamento. A importância do projeto reside na agilidade. Hoje, a fiscalização de contas públicas no Brasil — realizada por Tribunais de Contas e Ministérios Públicos — ainda é um processo predominantemente manual e demorado. Automatizar o cruzamento de dados significa detectar as irregularidades enquanto elas acontecem, aumentando drasticamente a pressão por transparência. O próprio criador do projeto reconhece o risco da empreitada. Bruno César afirmou que ainda está adaptando o produto juridicamente para evitar retaliações legais. Consciente do vespeiro em que tocou, ele chegou a ironizar a situação em suas redes sociais, garantindo aos seguidores que “ama muito a própria vida” e que “nunca cometeria suicídio” — uma piada tensa sobre o histórico de perseguições a quem denuncia esquemas milionários no Brasil. Leia Também Portal revela gastos de R$ 1,4 bilhão no cartão corporativo do governo STF decide que caixa 2 agora também é improbidade administrativa PF rastreia corrupção e desvios em fundos de previdência no Amapá Publicidade Os próximos passos do projeto são ambiciosos. Após uma rigorosa revisão jurídica, a ideia do desenvolvedor é tornar o código da plataforma open source (código aberto). O acesso prioritário será concedido a jornalistas investigativos, ONGs de transparência e órgãos de controle do Estado. Por enquanto, Bruno criou uma comunidade na plataforma X para reunir programadores e especialistas interessados em blindar e expandir a ferramenta.