Dólar sobe para R$ 5,68 com anúncio de acordo entre EUA e China

Dólar sobe para R$ 5,68 com anúncio de acordo entre EUA e China

Trégua tarifária impulsiona moeda americana, mas Ibovespa fecha estável O dólar comercial fechou em alta de 0,53% na segunda-feira, 12 de maio de 2025, cotado a R$ 5,685, após o anúncio de um acordo entre Estados Unidos e China para reduzir tarifas de importação por 90 dias. O pacto, firmado em Genebra no fim de semana, corta as taxas americanas sobre produtos chineses de 145% para 30% e as chinesas sobre bens americanos de 125% para 10%, aliviando temores de uma recessão global. O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou com leve alta de 0,04%, aos 136.563 pontos, mas não acompanhou o otimismo das bolsas de Nova York, que subiram mais de 1%. O fortalecimento do dólar refletiu a retomada de posições na moeda americana, com investidores saindo de ativos seguros, como euro e iene, após a redução das tensões comerciais. No Brasil, a alta foi moderada pela valorização de commodities, como minério de ferro, que sustentou ações da Vale. O IPCA de abril, com alta de 0,38%, abaixo dos 0,42% esperados, também limitou a pressão inflacionária. Em Feira de Santana, comerciantes de importados, como eletrônicos, relataram preocupação com a alta do dólar, que pode elevar preços no varejo. O mercado agora aguarda a ata do Copom, prevista para terça-feira, 13 de maio, após a elevação da Selic para 14,75%, e monitora os desdobramentos do acordo, que pode afetar exportações brasileiras de soja e carne. O Ministério da Economia informou que acompanha as negociações, mas não detalhou impactos específicos

Bancos Centrais do Brasil e da China assinam acordo de troca de moedas

Bancos Centrais do Brasil e da China assinam acordo de troca de moedas

Com o objetivo de fornecer mais liquidez ao mercado financeiro em momentos de necessidade, o Banco Central do Brasil (BC) e o Banco Popular da China (PBoC) irão assinar nesta terça-feira (13) um acordo de swap (troca) de moedas. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, e sua contraparte chinesa, Pan Gongsheng, assinarão o documento em Pequim. Conforme resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), o valor em aberto das operações não poderá ultrapassar R$ 157 bilhões, e elas terão validade de cinco anos. O Banco Popular da China receberá reais, creditando o valor equivalente à moeda brasileira em dólares numa conta de especial de depósito aberta em seu nome no Banco Central brasileiro. O dinheiro só poderá ser movimentado conforme as determinações do acordo. Para garantir o equilíbrio econômico-financeiro das obrigações, o BC observará as taxas de câmbio relativas às duas moedas, cobradas nos mercados cambiais nacional e internacional, assim como os juros e os prêmios de riscos das obrigações soberanas (como taxas de títulos públicos) nos mercados financeiros doméstico e global. Iniciativas semelhantes Em nota, o BC ressaltou que pretende firmar mais acordos do tipo com outros países.  “Esses acordos de swap de moedas têm se tornado comuns entre os bancos centrais, especialmente desde a crise de 2007. O BC já tem conversas com outros bancos centrais para a realização de acordos semelhantes ao que será assinado com o PBoC amanhã”, informou o BC em nota. Segundo o BC, o Banco Popular da China tem 40 acordos semelhantes de swaps de moedas com autoridades monetárias de países como Canadá, Chile, África do Sul, Japão, Reino Unido, assim como com o Banco Central Europeu. O BC tem um acordo semelhante com o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Chamado de Foreign and International Monetary Authorities Repo Facility (FIMA, na sigla em inglês), esse acordo dá a possibilidade de o BC brasileiro acessar dólares americanos oferecendo operações compromissadas (títulos públicos usados para regular a quantidade de dinheiro em circulação da economia. Em troca, o BC recebe títulos do Tesouro norte-americano como contrapartidas. Agenda  Galípolo acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na viagem ao país asiático. Além de assinar o acordo de swap nesta terça, o presidente do BC deve participar de um seminário sobre títulos públicos internacionais da China, chamados de Panda Bonds, na quinta-feira (15). Fonte: Agência Brasil

Bolsa sobe 1,45% na semana com Vale e Itaú; dólar cai a R$ 5,65 com cenário externo

Bolsa sobe 1,45% na semana com Vale e Itaú; dólar cai a R$ 5,65 com cenário externo

Índice avança com commodities e otimismo global; moeda americana recua para R$ 5,65 O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou a semana de 5 a 9 de maio de 2025 com alta de 1,45%, alcançando 135.412 pontos, marcando a quinta semana consecutiva de ganhos. O desempenho, registrado na sexta-feira, 9 de maio, foi impulsionado pela valorização de commodities, como o minério de ferro, que beneficiou ações da Vale (VALE3), e pela recuperação de papéis bancários, com destaque para o Itaú (ITUB4), que atingiu o maior valor de mercado de sua história. O volume financeiro da sessão foi de R$ 22,3 bilhões, acima da média de R$ 17,7 bilhões dos últimos 50 pregões. O dólar comercial, por sua vez, fechou com queda de 0,27%, cotado a R$ 5,65, o menor nível desde março de 2025, influenciado pela manutenção dos juros nos Estados Unidos entre 4,25% e 4,50% pelo Federal Reserve e pela alta da Selic para 14,75% pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A redução das tensões globais, após o cessar-fogo entre Índia e Paquistão, também contribuiu para o recuo da moeda americana, que acumulou desvalorização de 1,3% na semana. O mercado reagiu positivamente a dados econômicos, como o IPCA de abril, que subiu 0,38%, abaixo dos 0,42% esperados, aliviando pressões inflacionárias. Em Feira de Santana, comerciantes relataram maior movimento no varejo, impulsionado pelo otimismo com a Bolsa. No entanto, analistas alertam para a volatilidade devido à proximidade da decisão do Copom em junho e à incerteza sobre medidas fiscais do governo.

Prejuízo dos Correios salta e fecha 2024 em R$ 2,6 bilhões

Prejuízo dos Correios salta e fecha 2024 em R$ 2,6 bilhões

Estatal atribui resultado à taxação de importações e herança de gestões anteriores A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos registrou um prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024, conforme demonstrações financeiras publicadas no Diário Oficial da União. O valor, quatro vezes maior que os R$ 633 milhões de déficit de 2023, ajustados por normas contábeis, marca o maior rombo desde 2016, quando a estatal teve perdas de R$ 2,3 bilhões, em valores atualizados. O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, atribuiu o resultado à implementação do Programa Remessa Conforme, conhecido como “taxa das blusinhas”, que regularizou a tributação de compras internacionais de até US$ 50 a partir de agosto de 2024. Segundo a estatal, a medida causou uma queda de R$ 2,2 bilhões na receita de encomendas internacionais, com a participação dos Correios no segmento caindo de 98% para 30%. Além disso, a empresa citou uma dívida de R$ 7,6 bilhões assumida para cobrir o déficit do Postalis, fundo de pensão dos funcionários, e a falta de investimentos durante o período em que esteve no Programa Nacional de Desestatização (2019-2022). A receita total da estatal em 2024 foi de R$ 21,473 bilhões, uma queda de 0,89% em relação aos R$ 21,666 bilhões de 2023, enquanto as despesas subiram 7,91%, de R$ 22,3 bilhões para R$ 24 bilhões. Apesar do prejuízo, os Correios investiram R$ 830 milhões em 2024, totalizando R$ 1,6 bilhões desde 2023, em veículos, infraestrutura e transição ecológica. A estatal afirmou que sua condição de empresa pública garante a continuidade das operações e descartou risco de insolvência.

Escala 6×1 é “cruel”: Ministro do Trabalho diz que economia está madura para redução da jornada de trabalho máxima

Escala 6×1 é “cruel”: Ministro do Trabalho diz que economia está madura para redução da jornada de trabalho máxima

Luiz Marinho defende transição para escala 5×2 em audiência na Câmara O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira, 7 de maio de 2025, que a escala de trabalho 6×1, em que o trabalhador atua seis dias seguidos com apenas um de descanso, é “cruel” e que a economia brasileira está madura para reduzir a jornada máxima de trabalho. A declaração foi feita durante audiência pública na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, em Brasília, conforme noticiado pelo portal Metrópoles. Marinho sugeriu uma transição para a escala 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de folga, como um avanço, especialmente para setores como o comércio, onde a 6×1 é comum. Marinho destacou que a redução da jornada, atualmente fixada em 44 horas semanais pela Constituição, é viável sem prejudicar a sustentabilidade econômica. “Acredito que a jornada máxima pode ser reduzida. Transitar do 6×1 para o 5×2 seria um belo avanço”, disse. Ele também defendeu que negociações coletivas entre sindicatos e empregadores sejam usadas para ajustar escalas, respeitando as necessidades de setores que operam 24 horas por dia, como saúde e transporte. O ministro ponderou, no entanto, que a proposta de uma jornada de 36 horas semanais, com quatro dias de trabalho, ainda não é adequada, sugerindo uma redução inicial para 40 horas. A fala de Marinho alinha-se ao debate impulsionado pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), protocolada em 25 de fevereiro de 2025 com 234 assinaturas. A PEC propõe reduzir a jornada para 36 horas, com quatro dias de trabalho, e já está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu, em pronunciamento no Dia do Trabalhador, aprofundar o tema, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) apontou a redução como uma “tendência mundial”.

Conta de Luz fica mais cara em maio com a Bandeira Amarela

Conta de Luz fica mais cara em maio com a Bandeira Amarela

Cobrança extra de R$ 1,88 por 100 kWh começa com período seco A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que as contas de luz terão bandeira tarifária amarela em maio de 2025, resultando em um custo extra de R$ 1,88 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida, que entrou em vigor em 1º de maio, foi tomada devido à redução das chuvas, marcando a transição do período chuvoso para o seco, segundo a Aneel. Em Feira de Santana, onde o consumo médio por residência varia entre 150 e 200 kWh, a cobrança pode elevar a fatura em até R$ 3,76. A bandeira amarela interrompe cinco meses de bandeira verde, sem taxa extra, e reflete a necessidade de acionar usinas termelétricas, mais caras. Para ajudar a reduzir o impacto no bolso, a Neoenergia Coelba, distribuidora de energia na Bahia, divulgou dicas práticas de economia. No banho, prefira a posição “verão” do chuveiro elétrico, que consome até 30% menos energia, e limite o tempo a cinco minutos. Na geladeira, evite abrir a porta desnecessariamente, não guarde alimentos quentes e verifique a borracha de vedação: se uma folha de papel sair facilmente ao ser colocada entre a porta e o aparelho, é hora de trocá-la. Para o ar-condicionado, mantenha a temperatura entre 23°C e 25°C, use cortinas para bloquear o calor solar e desligue o aparelho em ambientes vazios. Trocar lâmpadas incandescentes por LED, que consomem até 80% menos, e aproveitar a luz natural com cortinas abertas também ajudam. Na lavagem de roupas, acumule peças para usar a máquina de lavar com carga cheia e prefira secagem ao ar livre. Desligar aparelhos em stand-by, como TVs e micro-ondas, da tomada é outra medida simples. A Coelba informou que a Tarifa Social de Energia Elétrica, que dá descontos a famílias de baixa renda, segue disponível para minimizar o impacto.

Copom eleva taxa de juros para 14,75% ao ano, maior patamar em quase 20 anos

Copom eleva taxa de juros para 14,75% ao ano, maior patamar em quase 20 anos

Alta de 0,5 ponto percentual visa conter inflação, que acumula 5,48% em 12 meses O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou, nesta quarta-feira, 7 de maio de 2025, a elevação da taxa Selic, juros básicos da economia, de 14,25% para 14,75% ao ano, um aumento de 0,5 ponto percentual. A decisão, tomada por unanimidade, coloca a Selic no maior nível desde agosto de 2006, quando estava em 14,75%, durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O anúncio foi feito após reunião de dois dias em Brasília, sob o comando de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. A medida busca controlar a inflação, que acumula alta de 5,48% nos últimos 12 meses, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Pressionada por alimentos e gastos com saúde, a inflação está acima da meta de 3%, com tolerância de 1,5% a 4,5%. O Copom destacou que a economia brasileira segue aquecida, apesar de sinais de desaceleração, e apontou incertezas globais, como a guerra comercial entre Estados Unidos e China, como fatores de risco. A alta do dólar e o tarifaço de Donald Trump, que reduz a demanda global, também influenciam o cenário. A elevação, a sexta consecutiva desde setembro de 2024, deve encarecer empréstimos e financiamentos, impactando o consumo e os investimentos. Em Feira de Santana, o aumento pode afetar setores como comércio e construção, que dependem de crédito. O Copom não confirmou novas altas, mas analistas preveem um ajuste de 0,25 ponto em junho, levando a Selic a 15%, segundo o boletim Focus. A decisão coincide com a manutenção dos juros nos EUA, entre 4,25% e 4,50%, pelo Federal Reserve.

Fim da escala 6×1: Alckmin vê ‘tendência mundial’ de redução de jornada de trabalho e defende debate

Fim da escala 6×1: Alckmin vê ‘tendência mundial’ de redução de jornada de trabalho e defende debate

Proposta de Erika Hilton para jornada de 36 horas semanais ganha apoio, mas enfrenta resistências O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou na terça-feira, 6 de maio de 2025, que a redução da jornada de trabalho, incluindo o fim da escala 6×1, é uma “tendência mundial”. A declaração foi feita durante entrevista em Brasília, após reunião com empresários. Alckmin destacou que o avanço da tecnologia permite maior produtividade com menos horas trabalhadas, mas enfatizou que o tema deve ser discutido pela sociedade e pelo Congresso Nacional, sem confirmar apoio oficial do governo. A escala 6×1, em que o trabalhador atua seis dias seguidos com apenas um de descanso, é comum em setores como comércio e serviços. Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), apresentada em 1º de maio de 2024, busca reduzir a jornada semanal de 44 para 36 horas, com até quatro dias de trabalho e três de folga, sem corte salarial. Até o momento, a proposta alcançou 153 assinaturas na Câmara dos Deputados, faltando 18 para as 171 necessárias para tramitação. O movimento ganhou força com o apoio do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), que coletou mais de 2,2 milhões de assinaturas em um abaixo-assinado online. O debate divide opiniões. Deputados como Chico Alencar (PSOL-RJ) e Alice Portugal (PCdoB-BA) defendem a mudança, argumentando que a escala 6×1 é desgastante e que a redução pode melhorar a qualidade de vida e gerar empregos. Já parlamentares da oposição, como Nikolas Ferreira (PL-MG), chamam a PEC de “populista” e defendem negociações diretas entre empregados e patrões. O Ministério do Trabalho, liderado por Luiz Marinho, considera a redução para 40 horas semanais “viável”, mas sugere que o tema seja tratado em acordos coletivos.

Conta de luz terá bandeira amarela em maio, diz Aneel

Conta de luz terá bandeira amarela em maio, diz Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira, 25 de abril de 2025, que a bandeira tarifária para maio será amarela, resultando em um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A decisão marca o fim de cinco meses consecutivos de bandeira verde, em vigor desde dezembro de 2024, quando não havia cobrança extra. A mudança ocorre devido à transição do período chuvoso para o seco, que reduz a geração de energia por hidrelétricas. Com menos chuvas previstas, o Sistema Interligado Nacional (SIN) deve aumentar o uso de usinas termelétricas, mais caras. A Aneel destacou que as previsões de chuvas e vazões nos reservatórios permanecem abaixo da média, justificando a necessidade de geração complementar. O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, sinaliza os custos variáveis de geração de energia. A bandeira verde indica condições favoráveis, sem acréscimo, enquanto a amarela e a vermelha (patamares 1 e 2) refletem custos mais altos, com cobranças de R$ 1,885, R$ 4,463 e R$ 7,877 por 100 kWh, respectivamente. A medida abrange todos os consumidores conectados ao SIN, exceto regiões isoladas como Roraima e partes do Norte e Mato Grosso

Aposta de Feira de Santana ganha R$ 50 mil na quina da Mega-Sena

Aposta de Feira de Santana ganha R$ 50 mil na quina da Mega-Sena

Uma aposta realizada em Feira de Santana, na Bahia, acertou cinco das seis dezenas sorteadas no concurso 2.863 da Mega-Sena, na noite de quinta-feira, 24 de abril de 2025, e faturou R$ 50.815,78. O jogo, feito na Loteria Placar, no bairro Capuchinhos, foi um dos 60 premiados na quina em todo o Brasil. As dezenas sorteadas foram 12, 16, 24, 31, 51 e 55. O prêmio principal, de R$ 25.245.913,24, foi conquistado por uma aposta de Balneário Gaivota, em Santa Catarina. Outras 3.978 apostas acertaram a quadra, recebendo R$ 1.128,27 cada. O próximo sorteio, marcado para sábado, 26 de abril, tem prêmio estimado em R$ 3,5 milhões. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, em lotéricas ou pelo site da Caixa Econômica Federal, com o bilhete simples de seis dezenas custando R$ 5.