Minha Casa, Minha Vida faz lançamentos e vendas de imóveis baterem recorde em 2025

Minha Casa, Minha Vida bate recorde de imóveis em 2025 ECONOMIA / MERCADO IMOBILIÁRIO Minha Casa, Minha Vida faz lançamentos e vendas de imóveis baterem recorde em 2025 Setor da construção civil atinge números históricos impulsionado pelos novos subsídios do governo federal e pelo aumento do teto de financiamento. Por Redação NINJAFSA | 24/02/2026 • 10:15 Canteiros de obras voltaram a aquecer a economia e gerar empregos formais. (Foto: Reprodução) O mercado imobiliário brasileiro encerrou 2025 com o melhor desempenho de sua história, e o grande motor desse boom atende pelo nome de Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Dados consolidados pelas principais entidades do setor da construção civil confirmam que as reformulações feitas no programa habitacional impulsionaram tanto os lançamentos quanto as vendas para patamares inéditos. As mudanças implementadas pelo governo federal, que incluíram a redução das taxas de juros para as faixas de menor renda, o aumento dos subsídios e, principalmente, a elevação do teto do valor do imóvel financiável, destravaram uma demanda represada. Famílias que antes viam o sonho da casa própria distante conseguiram acessar o crédito, esvaziando rapidamente os estoques das construtoras. Evolução do Mercado Imobiliário (Unidades em Milhares) *Dados comparativos de vendas e lançamentos sob influência de programas habitacionais. Impacto na Economia Real O reflexo direto desse recorde não fica restrito apenas aos balanços das grandes empreiteiras. A construção civil retomou seu papel histórico de “locomotiva de empregos” no país. Com milhares de novos canteiros de obras abertos simultaneamente, o setor foi um dos principais responsáveis por manter a taxa de desemprego em níveis historicamente baixos ao longo do último ano. Publicidade Analistas do mercado avaliam que o apetite das construtoras deve continuar alto em 2026. “As regras atuais do Minha Casa, Minha Vida garantiram a viabilidade econômica de projetos que estavam engavetados devido à inflação dos custos de construção (INCC) nos anos anteriores. A segurança jurídica do fundo garantidor deu a confiança necessária para que a roda voltasse a girar”, afirma um especialista do setor. Apesar da euforia, o setor mantém a atenção voltada para os próximos passos da política monetária. A expectativa de que o Banco Central inicie novos cortes na taxa Selic nos próximos meses pode baratear ainda mais o financiamento com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), aquecendo também o mercado de médio e alto padrão. Leia Também Selic alta e desemprego baixo desafiam as expectativas econômicas Inflação em queda reforça aposta do mercado em redução de juros Haddad defende a força da economia e comemora indicadores de 2025 Publicidade
EUA mantêm investigação contra o Brasil mesmo após ilegalidade das tarifas pela Suprema Corte

EUA mantêm investigação contra o Brasil após decisão da Suprema Corte GEOPOLÍTICA / COMÉRCIO EXTERIOR EUA mantêm investigação contra o Brasil mesmo após ilegalidade das tarifas pela Suprema Corte Governo americano insiste em apurar supostos subsídios no agronegócio e no setor de aço brasileiro; Itamaraty vê manobra para justificar novas sanções comerciais. Por Redação NINJAFSA | 21/02/2026 • 19:00 A guerra comercial entre o Brasil e os Estados Unidos acaba de ganhar um novo e ardiloso capítulo. Embora a Suprema Corte americana tenha recentemente barrado a aplicação linear e global da tarifa de 15% idealizada pelo governo de Donald Trump — considerando-a inconstitucional em sua forma genérica —, a Casa Branca encontrou um atalho burocrático para manter o Brasil na mira de sanções. Neste fim de semana, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) anunciou que manterá ativa uma investigação sob a famosa “Seção 301” contra o Brasil. O foco das apurações são supostas práticas desleais de comércio, especificamente no que os americanos chamam de “subsídios mascarados” ao setor siderúrgico (aço) e ao agronegócio nacional. Publicidade A Manobra de Washington A decisão do USTR é vista por diplomatas brasileiros como uma clara retaliação à vitória jurídica que derrubou a tarifa global. Ao focar em setores específicos, os EUA buscam justificar a imposição de sobretaxas pontuais, que não esbarrariam no recente entendimento da Suprema Corte sobre “taxação universal sem justificativa de segurança nacional”. “A queda da tarifa global de 15% foi uma vitória ilusória. Os EUA estão usando a Seção 301 como um bisturi para cortar as exportações brasileiras onde mais dói, driblando a própria Suprema Corte.” O Itamaraty reagiu com perplexidade. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil classificou a continuidade da investigação como “infundada e baseada em premissas protecionistas já superadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC)”. O governo brasileiro reiterou que a indústria do aço e o agronegócio operam estritamente dentro das regras de livre mercado. A instabilidade gerada pela notícia voltou a agitar o mercado financeiro. Exportadoras brasileiras temem que a investigação do USTR resulte em tarifas de até 25% sobre produtos siderúrgicos, o que inviabilizaria a competitividade do Brasil no mercado norte-americano, seu segundo maior parceiro comercial. Acompanhe a Crise Econômica Entenda o caso: Suprema Corte barrou tarifa de 15% genérica Impacto: Dólar oscila fortemente com ameaças comerciais O xadrez de Trump: Conselho da Paz cobra US$ 1 bilhão por assento Mercado ignora crise e Agibank capta US$ 276 milhões em NY Publicidade
Alta da dívida pública põe em xeque futuro do arcabouço fiscal de Haddad

Alta da dívida pública põe em xeque futuro do arcabouço fiscal Análise Econômica Alta da dívida pública põe em xeque futuro do arcabouço fiscal de Haddad Crescimento acelerado do endividamento e dificuldades na arrecadação pressionam meta de déficit zero e acendem alerta no mercado financeiro. Por Redação NINJAFSA • 15/02/2026 • 15:50 Ministro Fernando Haddad em coletiva sobre resultados fiscais (Foto: UOL) O cenário fiscal brasileiro volta a ser motivo de apreensão em Brasília e na Faria Lima. Dados recentes divulgados pelo Banco Central mostram que a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atingiu um novo patamar preocupante, superando as projeções da equipe econômica para o início de 2026. Publicidade A escalada do endividamento coloca sob forte pressão o arcabouço fiscal, regra desenhada pelo ministro Fernando Haddad para substituir o antigo teto de gastos. A âncora, que depende fundamentalmente do aumento de receitas para zerar o déficit primário, enfrenta obstáculos com a frustração na arrecadação federal e a resistência do Congresso em aprovar novas medidas tributárias. “Se o governo não conseguir entregar o déficit zero prometido, a credibilidade do arcabouço fiscal pode ruir, elevando os juros futuros e a inflação.” Economistas alertam que a relação Dívida/PIB, principal termômetro de solvência do país, caminha para níveis que podem afugentar investimentos. O mercado financeiro já precifica um cenário de descumprimento da meta fiscal, o que exigiria do governo o acionamento de gatilhos de contenção de despesas — medidas impopulares em ano eleitoral. Aprofunde-se no Tema Haddad defende legado e critica gestão anterior Paradoxo: Juros altos x Desemprego baixo Dólar cai para R$ 5,18 apesar do risco fiscal Publicidade Diante do impasse, o Ministério da Fazenda prepara um novo pacote de revisão de gastos e combate a subsídios ineficientes, na tentativa de reverter a trajetória da dívida e acalmar os ânimos do mercado antes da próxima reunião do Copom.
Quaest, 2º turno: Lula continua à frente, e menor diferença é contra Flávio Bolsonaro

Pesquisa Quaest Jan/26: Lula x Flávio Bolsonaro Eleições 2026 Quaest, 2º turno: Lula continua à frente, e menor diferença é contra Flávio Bolsonaro Análise exclusiva da 21ª rodada da pesquisa Genial/Quaest revela o desenho inicial da polarização para o próximo pleito presidencial. Por Redação NINJAFSA • 15/02/2026 O cenário político para 2026 começa a ganhar contornos definidos. A mais recente pesquisa Genial/Quaest, realizada presencialmente em 120 municípios brasileiros, aponta que o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, mantém a liderança em todos os cenários de segundo turno testados. Entretanto, o levantamento traz um dado estratégico para a oposição: o senador Flávio Bolsonaro (PL) desponta como o adversário mais competitivo no momento. A diferença percentual entre ele e Lula é a menor registrada entre todos os oponentes simulados (como governadores do Sul e Sudeste), sugerindo uma transferência eficaz do capital político de seu pai, Jair Bolsonaro. “O resultado indica que a polarização nacional tende a se manter concentrada em figuras centrais do PT e do PL, dificultando, por enquanto, a viabilidade de uma terceira via competitiva.” Metodologia Robusta Diferente de enquetes online, a Quaest utilizou o método de coleta domiciliar face a face. Isso garante uma maior precisão ao captar a opinião de brasileiros de baixa renda e de regiões mais afastadas dos grandes centros, segmentos que muitas vezes são sub-representados em pesquisas telefônicas. Ficha Técnica 2.004 Entrevistas Margem: 2 p.p. Confiança: 95% Cenário Estimulado (2º Turno) Simulação: Lula x Flávio Fontes de Informação
Volume de exportação de carne do Brasil cresce 16,4% em janeiro, diz Abrafrigo

Exportação de carne bovina cresce 16,4% em janeiro ECONOMIA / AGRONEGÓCIO Volume de exportação de carne do Brasil cresce 16,4% em janeiro, diz Abrafrigo Dados da Associação Brasileira de Frigoríficos mostram início de ano aquecido para o setor; China mantém liderança nas compras, mas aumento de embarques para o Oriente Médio diversifica a carteira. Por Redação NINJAFSA 14/02/2026 • 23:25 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O agronegócio brasileiro começou 2026 com o pé direito. Segundo dados da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), o volume de carne bovina exportada em janeiro cresceu 16,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, impulsionado pela demanda asiática e abertura de novos mercados. As exportações brasileiras de carne bovina registraram um salto significativo no primeiro mês de 2026. De acordo com o levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), o volume embarcado atingiu um crescimento de 16,4% em relação a janeiro de 2025. O resultado confirma a resiliência do setor, mesmo diante das oscilações cambiais recentes. Publicidade A China continua sendo o principal destino da proteína brasileira, absorvendo grande parte da produção. No entanto, o relatório destaca um movimento estratégico importante: o aumento das vendas para países do Oriente Médio. Este crescimento está alinhado com investimentos recentes de grandes players do setor, como a JBS, que anunciou a construção de unidades de processamento na região para atender à demanda por produtos Halal. Impacto Cambial: Embora o dólar tenha fechado a semana em queda, cotado a R$ 5,18, o alto volume exportado compensa a leve perda de receita na conversão para o real, mantendo a rentabilidade dos frigoríficos em patamares elevados. “O resultado de janeiro sinaliza um ano promissor. A diversificação de mercados é a chave para manter o crescimento sustentável e reduzir a dependência de um único comprador”, avaliam especialistas do setor. Leia Também Gigante brasileira JBS investe US$ 150 milhões em Omã Dólar fecha em R$ 5,18 e facilita importação de insumos Economia aquecida: Entenda o cenário macroeconômico atual Publicidade
Brasil em Wall Street: Agibank estreia na Bolsa de Nova York e capta US$ 276 milhões em IPO

Agibank estreia na Bolsa de Nova York com sucesso ECONOMIA / NEGÓCIOS Brasil em Wall Street: Agibank estreia na Bolsa de Nova York e capta US$ 276 milhões em IPO Operação avalia o banco digital brasileiro em cerca de US$ 2,3 bilhões; recursos financiarão expansão da base de clientes e fortalecimento de capital. Por Redação NINJAFSA 12/02/2026 • 08:30 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O Agibank marcou sua entrada no cenário global com uma estreia de sucesso na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O banco digital brasileiro captou US$ 276 milhões em sua oferta pública inicial (IPO), alcançando uma avaliação de mercado superior a US$ 2 bilhões. O capital será utilizado para acelerar o crescimento e consolidar sua posição no mercado financeiro. O mercado financeiro internacional abriu as portas para mais uma empresa brasileira nesta quinta-feira (12). O Agibank, instituição financeira digital com foco em inclusão e crédito, realizou sua oferta pública inicial de ações (IPO) na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), levantando US$ 276 milhões. Publicidade A operação foi considerada um sucesso por analistas, avaliando o banco em aproximadamente US$ 2,3 bilhões (cerca de R$ 11,5 bilhões). A demanda pelos papéis superou as expectativas, demonstrando o apetite de investidores estrangeiros por fintechs e bancos digitais brasileiros que apresentam modelos de negócio sólidos e escaláveis. Destino dos Recursos: Segundo o prospecto da oferta, o capital levantado terá destino certo: a expansão agressiva da base de clientes e o fortalecimento da estrutura de capital da instituição. O Agibank planeja investir em tecnologia e novos produtos para fidelizar seu público-alvo, composto majoritariamente por aposentados e assalariados de média e baixa renda. A listagem em Nova York coloca o Agibank em uma vitrine global, ao lado de outras gigantes brasileiras do setor, como Nubank e XP. O movimento é visto como um sinal de maturidade do ecossistema financeiro do Brasil, capaz de exportar empresas competitivas para o mercado de capitais mais exigente do mundo. Leia Também Dólar em queda e Ibovespa recorde animam mercado PF investiga gestão de fundos de previdência e Banco Master Haddad comenta cenário econômico e fiscal do país Publicidade As negociações das ações começaram com alta, refletindo o otimismo do mercado com a estratégia de crescimento sustentável apresentada pela diretoria do banco durante o roadshow com investidores.
Brasil ruma para o Top 5 dos maiores produtores de petróleo do mundo

Brasil rumo ao Top 5 do Petróleo ECONOMIA Brasil ruma para o Top 5 dos maiores produtores de petróleo do mundo Com investimentos robustos no pré-sal e novas fronteiras exploratórias, projeções indicam que o país deve saltar posições no ranking global até o final da década. Por Redação NINJAFSA 09/02/2026 • 10:45 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O Brasil está acelerando sua produção de petróleo e gás e tem tudo para entrar no seleto grupo dos cinco maiores produtores globais até 2030. O impulsionador? A alta produtividade do pré-sal, a entrada de novas plataformas em operação e o início da exploração de novas fronteiras energéticas. O Brasil vive um momento histórico no setor de energia e se consolida como uma potência emergente na produção de petróleo. Projeções recentes do mercado indicam que o país está a caminho de integrar o top 5 dos maiores produtores mundiais até o final desta década, superando nações tradicionais no setor. Publicidade Atualmente entre os 10 maiores, o Brasil tem visto sua produção crescer de forma consistente, impulsionada principalmente pela maturação dos campos do pré-sal na Bacia de Santos e pela entrada em operação de novas unidades flutuantes de produção (FPSOs), como a P-78, que opera no gigantesco campo de Búzios. O Salto da Produção: Estimativas apontam que a produção nacional pode saltar dos atuais patamares para mais de 5,4 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) até 2030. Esse volume colocaria o Brasil em competição direta com gigantes como Canadá, China e Iraque, consolidando a América Latina como um polo estratégico de fornecimento de energia. Apesar do otimismo, o setor enfrenta desafios regulatórios e ambientais, especialmente no que tange à exploração da Margem Equatorial, vista como a “nova fronteira” do petróleo brasileiro. O equilíbrio entre o aumento da produção fóssil e a agenda de transição energética continua sendo o ponto central das discussões em Brasília. Leia Também Haddad diz que Bolsonaro desorganizou contas públicas e afirma que economia melhorou Ibama aplica multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras por vazamento na Foz do Amazonas Prefeitura divulga vagas de telemarketing em meio a denúncias de assédio Publicidade Para o governo federal, a receita gerada por esse aumento produtivo é vital para financiar projetos sociais e de infraestrutura, além de posicionar a Petrobras como uma das empresas de energia mais valiosas e estratégicas do mundo.
Haddad atribui crise nas contas públicas e déficit atual a decisões deixadas pelo governo anterior

Haddad: Críticas a Bolsonaro e Economia Economia • 07 FEV 2026 Haddad diz que Bolsonaro desorganizou contas públicas e afirma que economia melhorou Ministro da Fazenda utilizou termo forte para descrever a herança fiscal deixada pela gestão anterior e afirmou que os resultados econômicos atuais dificultam o discurso dos adversários. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, subiu o tom das críticas contra a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta semana. Em declaração contundente sobre a situação fiscal herdada pelo atual governo, Haddad afirmou que o governo anterior “estuprou” as contas públicas, referindo-se às medidas eleitoreiras adotadas em 2022 que geraram um rombo bilionário no orçamento. Segundo o ministro, a atual administração teve que lidar com um cenário de desorganização orçamentária sem precedentes, citando o calote dos precatórios e a desoneração artificial de combustíveis às vésperas da eleição como exemplos de irresponsabilidade fiscal que comprometeram o primeiro ano do governo Lula. “O que foi feito com as contas públicas em 2022 não tem outro nome, foi um estupro. Nós tivemos que reconstruir o orçamento do zero para garantir o mínimo de governabilidade e a manutenção dos programas sociais.” — Fernando Haddad, Ministro da Fazenda Oposição em “Maus Lençóis” Apesar das críticas à herança maldita, Haddad demonstrou otimismo com o cenário econômico atual de 2026. Para o ministro, os indicadores positivos — como o controle da inflação, o crescimento do PIB acima do esperado e a reforma tributária em andamento — deixam a oposição sem argumentos sólidos para atacar a gestão econômica. “A oposição vai ter muito trabalho para criticar a economia, porque os números não mentem. O Brasil voltou a crescer, o emprego está em alta e a credibilidade internacional foi recuperada. O discurso do caos que eles tentaram vender não se concretizou”, completou Haddad. As declarações acirram ainda mais o clima político em Brasília, com aliados de Bolsonaro rebatendo as acusações e alegando que o atual governo busca culpados para justificar o aumento de gastos. No entanto, o Ministério da Fazenda sustenta que o ajuste fiscal está sendo feito com responsabilidade, corrigindo as distorções do passado.
Saiba como consultar se tem direito ao abono salarial PIS/Pasep 2026

Consulta Abono Salarial 2026 Economia • 07 FEV 2026 Saiba como consultar se tem direito ao abono salarial PIS/Pasep 2026 Trabalhadores já podem verificar valores e datas de pagamento através da Carteira de Trabalho Digital. Benefício referente ao ano-base 2024 começa a ser pago em 15 de fevereiro. A consulta aos valores e datas do Abono Salarial PIS/Pasep 2026 (referente ao ano-base 2024) já está liberada. O Ministério do Trabalho e Emprego disponibilizou as informações neste início de fevereiro para que os trabalhadores possam se programar antes do início do calendário de pagamentos, que começa no dia 15 deste mês para os nascidos em janeiro. O benefício pode chegar ao valor de um salário mínimo (estimado em R$ 1.502,00) para quem trabalhou os 12 meses de 2024. Para quem trabalhou menos tempo, o valor é proporcional (1/12 do salário mínimo por cada mês trabalhado). 📱 Passo a Passo para Consultar A forma mais simples e rápida de verificar se você tem direito é através do aplicativo oficial: Baixe ou atualize o aplicativo Carteira de Trabalho Digital (disponível para Android e iOS); Faça login utilizando sua conta Gov.br (CPF e senha); No menu inferior, clique na aba “Benefícios”; Selecione a opção “Abono Salarial”; Verifique o ano-base 2024. O sistema informará se você está “Habilitado” ou “Não Habilitado”, além do valor e da data prevista para o depósito. Também é possível consultar através do portal Gov.br ou pelo telefone 158 (Alô Trabalho). Quem tem direito ao Abono em 2026? Para receber o benefício, é necessário cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos: Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos; Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base (2024); Ter exercido atividade remunerada para Pessoa Jurídica, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado; Ter seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou no eSocial. Atenção: Empregados domésticos, trabalhadores rurais empregados por pessoa física e trabalhadores urbanos empregados por pessoa física (equiparados) não têm direito ao abono salarial.
Abono Salarial 2026: Pagamentos começam dia 15 de fevereiro para nascidos em janeiro

Abono Salarial 2026 Economia • 07 FEV 2026 Abono Salarial começa a ser pago em 15 de fevereiro para nascidos em janeiro Calendário do PIS/Pasep 2026 (ano-base 2024) já está definido. Valor do benefício pode chegar a um salário mínimo, dependendo dos meses trabalhados. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT) confirmou o calendário de pagamentos do Abono Salarial referente ao ano-base 2024. O ciclo de depósitos começa oficialmente no dia 15 de fevereiro, beneficiando inicialmente os trabalhadores nascidos no mês de janeiro. Quem tem direito? Para receber o abono, o trabalhador deve estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos em 2024 e ter exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias naquele ano. O valor do benefício é proporcional ao tempo de serviço em 2024. Quem trabalhou os 12 meses receberá o valor cheio do salário mínimo vigente (estimado em R$ 1.502,00). Quem trabalhou menos tempo receberá a quantia proporcional (1/12 do salário mínimo por mês trabalhado). 📅 Calendário de Pagamentos – PIS 2026 Mês de Nascimento Data de Pagamento Janeiro Próximo 15 de Fevereiro Fevereiro 15 de Março Março e Abril 15 de Abril Maio e Junho 15 de Maio Julho e Agosto 17 de Junho Setembro e Outubro 15 de Julho Novembro e Dezembro 15 de Agosto * Datas sujeitas a alterações em caso de feriados ou fins de semana. Como sacar? Para trabalhadores da iniciativa privada (PIS), o pagamento é feito pela Caixa Econômica Federal. Quem possui conta corrente ou poupança na Caixa receberá o crédito automaticamente. Os demais podem movimentar o valor pelo aplicativo Caixa Tem. Servidores públicos (Pasep) recebem pelo Banco do Brasil. A consulta de valores e datas já está disponível nos aplicativos da Carteira de Trabalho Digital e no portal Gov.br. Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego • Caixa Econômica Federal