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  • Moraes condena Zambelli à prisão, multa de R$ 2 milhões e perda do mandato

    Moraes condena Zambelli à prisão, multa de R$ 2 milhões e perda do mandato

    Julgamento no STF por invasão ao sistema do CNJ aguarda votos de outros ministros

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira, 9 de maio de 2025, pela condenação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) a 10 anos de prisão em regime fechado, pagamento de R$ 2 milhões em indenização por danos materiais e morais coletivos, e perda do mandato parlamentar. A decisão, publicada no plenário virtual da Primeira Turma do STF, refere-se à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em janeiro de 2023, quando foram inseridos documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o próprio Moraes. O julgamento, que termina em 16 de maio, já tem dois votos favoráveis à condenação, com o ministro Flávio Dino acompanhando Moraes, faltando os votos de Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

    Zambelli é acusada, junto com o hacker Walter Delgatti, de crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. Delgatti, que confessou à Polícia Federal ter invadido o sistema do CNJ, também recebeu voto de Moraes por uma pena de 8 anos e 3 meses de prisão e a mesma multa. A Procuradoria-Geral da República (PGR) alega que Zambelli foi a mentora intelectual, orientando Delgatti a inserir um mandado falso de prisão contra Moraes e três alvarás de soltura fraudulentos, com o objetivo de desestabilizar o Judiciário. A defesa da deputada, representada pelo advogado Daniel Bialski, pediu absolvição, argumentando que não há provas além da palavra de Delgatti, que teria agido sozinho.

    A perda do mandato, segundo Moraes, seria aplicada após o trânsito em julgado, quando não houver mais recursos, devido à pena superior a 120 dias em regime fechado, que suspende automaticamente os direitos políticos, conforme a Constituição. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), seria notificado para formalizar a cassação. Zambelli reagiu em nota ao Metrópoles, expressando “inconformismo” e alegando “perseguição política”, afirmando que não há provas e que a multa é desproporcional, já que sua única renda é o salário de deputada.

  • Prejuízo dos Correios salta e fecha 2024 em R$ 2,6 bilhões

    Prejuízo dos Correios salta e fecha 2024 em R$ 2,6 bilhões

    Estatal atribui resultado à taxação de importações e herança de gestões anteriores

    A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos registrou um prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024, conforme demonstrações financeiras publicadas no Diário Oficial da União. O valor, quatro vezes maior que os R$ 633 milhões de déficit de 2023, ajustados por normas contábeis, marca o maior rombo desde 2016, quando a estatal teve perdas de R$ 2,3 bilhões, em valores atualizados.

    O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, atribuiu o resultado à implementação do Programa Remessa Conforme, conhecido como “taxa das blusinhas”, que regularizou a tributação de compras internacionais de até US$ 50 a partir de agosto de 2024. Segundo a estatal, a medida causou uma queda de R$ 2,2 bilhões na receita de encomendas internacionais, com a participação dos Correios no segmento caindo de 98% para 30%. Além disso, a empresa citou uma dívida de R$ 7,6 bilhões assumida para cobrir o déficit do Postalis, fundo de pensão dos funcionários, e a falta de investimentos durante o período em que esteve no Programa Nacional de Desestatização (2019-2022).

    A receita total da estatal em 2024 foi de R$ 21,473 bilhões, uma queda de 0,89% em relação aos R$ 21,666 bilhões de 2023, enquanto as despesas subiram 7,91%, de R$ 22,3 bilhões para R$ 24 bilhões. Apesar do prejuízo, os Correios investiram R$ 830 milhões em 2024, totalizando R$ 1,6 bilhões desde 2023, em veículos, infraestrutura e transição ecológica. A estatal afirmou que sua condição de empresa pública garante a continuidade das operações e descartou risco de insolvência.

  • Robert Francis Prevost é o novo papa e escolhe o nome Leão XIV

    Robert Francis Prevost é o novo papa e escolhe o nome Leão XIV

    Cardeal americano assume o papado como o primeiro dos EUA na história da Igreja Católica

    O cardeal Robert Francis Prevost, de 69 anos, foi eleito o novo papa da Igreja Católica, assumindo o nome de Leão XIV. A escolha, anunciada após a fumaça branca sair da chaminé da Capela Sistina às 18h07 (horário de Roma), marcou a conclusão do conclave com 135 cardeais, iniciado após a morte do Papa Francisco em 21 de abril. Prevost, nascido em Chicago, nos Estados Unidos, é o primeiro americano a ocupar o cargo em dois mil anos de história da Igreja.

    Prevost, que também tem cidadania peruana após décadas de missão no Peru, era prefeito do Dicastério para os Bispos desde 2023, um dos cargos mais influentes do Vaticano, responsável por avaliar nomeações de bispos em todo o mundo. Ele foi nomeado cardeal por Francisco em setembro de 2023 e elevado a cardeal-bispo em fevereiro de 2025, sinal de confiança do antecessor. Durante sua trajetória, atuou como bispo de Chiclayo, no Peru, de 2015 a 2023, e liderou a Ordem dos Agostinianos como prior geral entre 2001 e 2013.

    A escolha de Leão XIV, que remete a papas históricos como Leão XIII, conhecido pela encíclica social Rerum Novarum, foi celebrada em posts no X, que destacaram sua postura progressista e defesa dos pobres, alinhada à visão de Francisco. No entanto, sua eleição também gerou debates, com alguns expressando preocupação sobre a influência dos EUA na Igreja, enquanto outros, como o grupo Shabab Gaza, em Khan Younis, que distribui refeições diárias, esperam que ele pressione por ajuda humanitária em Gaza.

    Na Praça de São Pedro, milhares de fiéis aguardaram a aparição de Leão XIV na sacada da Basílica, onde ele pronunciou suas primeiras palavras como papa, pedindo orações pela unidade da Igreja. A eleição ocorreu em um contexto de divisões internas, com cardeais debatendo entre continuidade das reformas de Francisco e um retorno a posturas mais conservadoras.

  • ‘Não havia comida quando dei à luz’: desnutrição avança em Gaza no terceiro mês de bloqueio israelense

    ‘Não havia comida quando dei à luz’: desnutrição avança em Gaza no terceiro mês de bloqueio israelense

    Crianças enfrentam fome severa, e cozinhas comunitárias fecham por falta de suprimentos

    A Faixa de Gaza vive uma crise humanitária agravada pelo bloqueio total imposto por Israel, que completou três meses em 2 de maio de 2025. A interrupção da entrada de alimentos, medicamentos e combustível, iniciada em 2 de março, levou a um aumento alarmante da desnutrição, especialmente entre crianças. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 10 mil casos de desnutrição aguda infantil foram registrados desde janeiro, com preços de alimentos subindo até 1.400%. No Hospital Nasser, em Khan Younis, a bebê Siwar Ashour, de cinco meses, pesa apenas 2 kg, menos da metade do esperado para sua idade, devido à escassez de fórmula infantil específica.

    Najwa, mãe de Siwar, de 23 anos, relatou dificuldades para se alimentar durante a gravidez. “Não havia comida quando dei à luz. Agora, ela depende de leite em pó, e não sabemos como conseguir mais”, disse à BBC. A ONU classificou o bloqueio como uma “punição coletiva cruel” à população civil, com 91% dos 2 milhões de habitantes enfrentando insegurança alimentar grave. Israel justifica a medida como pressão para que o Hamas liberte 59 reféns, dos quais até 24 estariam vivos, mas a tática tem gerado críticas internacionais, incluindo do presidente dos EUA, Donald Trump, que pediu a entrada de alimentos.

    Cozinhas comunitárias, que alimentavam milhares, estão fechando por falta de suprimentos. Em Khan Younis, o grupo Shabab Gaza, que distribuía uma refeição diária, teve três de suas quatro cozinhas desativadas, segundo Mohammad Abu Rjileh, de 29 anos. Saques a depósitos, atribuídos a gangues e civis desesperados, agravaram a crise, com relatos de violência, como dois baleados fora de um armazém da Unrwa. A ONU alertou que estoques de água e sangue hospitalar estão quase esgotados, enquanto crianças e idosos buscam comida no lixo. Israel planeja usar empresas privadas para gerir a ajuda, mas a proposta é rejeitada por agências humanitárias.

  • Escala 6×1 é “cruel”: Ministro do Trabalho diz que economia está madura para redução da jornada de trabalho máxima

    Escala 6×1 é “cruel”: Ministro do Trabalho diz que economia está madura para redução da jornada de trabalho máxima

    Luiz Marinho defende transição para escala 5×2 em audiência na Câmara

    O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira, 7 de maio de 2025, que a escala de trabalho 6×1, em que o trabalhador atua seis dias seguidos com apenas um de descanso, é “cruel” e que a economia brasileira está madura para reduzir a jornada máxima de trabalho. A declaração foi feita durante audiência pública na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, em Brasília, conforme noticiado pelo portal Metrópoles. Marinho sugeriu uma transição para a escala 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de folga, como um avanço, especialmente para setores como o comércio, onde a 6×1 é comum.

    Marinho destacou que a redução da jornada, atualmente fixada em 44 horas semanais pela Constituição, é viável sem prejudicar a sustentabilidade econômica. “Acredito que a jornada máxima pode ser reduzida. Transitar do 6×1 para o 5×2 seria um belo avanço”, disse. Ele também defendeu que negociações coletivas entre sindicatos e empregadores sejam usadas para ajustar escalas, respeitando as necessidades de setores que operam 24 horas por dia, como saúde e transporte. O ministro ponderou, no entanto, que a proposta de uma jornada de 36 horas semanais, com quatro dias de trabalho, ainda não é adequada, sugerindo uma redução inicial para 40 horas.

    A fala de Marinho alinha-se ao debate impulsionado pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), protocolada em 25 de fevereiro de 2025 com 234 assinaturas. A PEC propõe reduzir a jornada para 36 horas, com quatro dias de trabalho, e já está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu, em pronunciamento no Dia do Trabalhador, aprofundar o tema, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) apontou a redução como uma “tendência mundial”.

  • Conta de Luz fica mais cara em maio com a Bandeira Amarela

    Conta de Luz fica mais cara em maio com a Bandeira Amarela

    Cobrança extra de R$ 1,88 por 100 kWh começa com período seco

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que as contas de luz terão bandeira tarifária amarela em maio de 2025, resultando em um custo extra de R$ 1,88 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida, que entrou em vigor em 1º de maio, foi tomada devido à redução das chuvas, marcando a transição do período chuvoso para o seco, segundo a Aneel. Em Feira de Santana, onde o consumo médio por residência varia entre 150 e 200 kWh, a cobrança pode elevar a fatura em até R$ 3,76. A bandeira amarela interrompe cinco meses de bandeira verde, sem taxa extra, e reflete a necessidade de acionar usinas termelétricas, mais caras.

    Para ajudar a reduzir o impacto no bolso, a Neoenergia Coelba, distribuidora de energia na Bahia, divulgou dicas práticas de economia. No banho, prefira a posição “verão” do chuveiro elétrico, que consome até 30% menos energia, e limite o tempo a cinco minutos. Na geladeira, evite abrir a porta desnecessariamente, não guarde alimentos quentes e verifique a borracha de vedação: se uma folha de papel sair facilmente ao ser colocada entre a porta e o aparelho, é hora de trocá-la. Para o ar-condicionado, mantenha a temperatura entre 23°C e 25°C, use cortinas para bloquear o calor solar e desligue o aparelho em ambientes vazios.

    Trocar lâmpadas incandescentes por LED, que consomem até 80% menos, e aproveitar a luz natural com cortinas abertas também ajudam. Na lavagem de roupas, acumule peças para usar a máquina de lavar com carga cheia e prefira secagem ao ar livre. Desligar aparelhos em stand-by, como TVs e micro-ondas, da tomada é outra medida simples. A Coelba informou que a Tarifa Social de Energia Elétrica, que dá descontos a famílias de baixa renda, segue disponível para minimizar o impacto.

  • Copom eleva taxa de juros para 14,75% ao ano, maior patamar em quase 20 anos

    Copom eleva taxa de juros para 14,75% ao ano, maior patamar em quase 20 anos

    Alta de 0,5 ponto percentual visa conter inflação, que acumula 5,48% em 12 meses

    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou, nesta quarta-feira, 7 de maio de 2025, a elevação da taxa Selic, juros básicos da economia, de 14,25% para 14,75% ao ano, um aumento de 0,5 ponto percentual. A decisão, tomada por unanimidade, coloca a Selic no maior nível desde agosto de 2006, quando estava em 14,75%, durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O anúncio foi feito após reunião de dois dias em Brasília, sob o comando de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central.

    A medida busca controlar a inflação, que acumula alta de 5,48% nos últimos 12 meses, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Pressionada por alimentos e gastos com saúde, a inflação está acima da meta de 3%, com tolerância de 1,5% a 4,5%. O Copom destacou que a economia brasileira segue aquecida, apesar de sinais de desaceleração, e apontou incertezas globais, como a guerra comercial entre Estados Unidos e China, como fatores de risco. A alta do dólar e o tarifaço de Donald Trump, que reduz a demanda global, também influenciam o cenário.

    A elevação, a sexta consecutiva desde setembro de 2024, deve encarecer empréstimos e financiamentos, impactando o consumo e os investimentos. Em Feira de Santana, o aumento pode afetar setores como comércio e construção, que dependem de crédito. O Copom não confirmou novas altas, mas analistas preveem um ajuste de 0,25 ponto em junho, levando a Selic a 15%, segundo o boletim Focus. A decisão coincide com a manutenção dos juros nos EUA, entre 4,25% e 4,50%, pelo Federal Reserve.

  • Chuvas intensificam pressão para envio urgente do Plano Municipal de Drenagem à Câmara de Feira de Santana

    Chuvas intensificam pressão para envio urgente do Plano Municipal de Drenagem à Câmara de Feira de Santana

    Vereadores e moradores cobram solução para alagamentos em bairros

    As fortes chuvas que atingiram Feira de Santana em maio de 2025, com precipitações de 60 mm em menos de 24 horas, aumentaram a pressão para que a Prefeitura envie o Plano Municipal de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais à Câmara de Vereadores. O documento, elaborado pela Fundação Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (UFBA) desde 2022, foi apresentado ao então prefeito Colbert Martins em dezembro daquele ano, mas ainda não chegou ao Legislativo para aprovação. Moradores de bairros como Gabriela, Conceição, Mangabeira e Fraga Maia relatam alagamentos que invadiram casas, causando perdas de móveis e eletrodomésticos.

    Na sessão da Câmara de 6 de maio, o vereador Pedro Américo (Cidadania) reforçou o pedido para que o prefeito José Ronaldo, empossado em janeiro de 2025, priorize o envio do plano. O projeto prevê R$ 260 milhões em investimentos, com R$ 200 milhões destinados à macrodrenagem, incluindo desobstrução de canais e requalificação de lagoas como Subaé e Berreca. A Secretaria de Planejamento informou que o plano aguarda ajustes técnicos antes de ser encaminhado, mas não confirmou uma data. Em 20 de fevereiro de 2024, vereadores como Jhonatas Monteiro (PSOL) e Lu de Ronny (MDB) já haviam criticado a demora, apontando que bairros como Queimadinha sofrem com enchentes há mais de 20 anos.

    A Defesa Civil Municipal registrou 15 pontos de alagamento na cidade entre 4 e 5 de maio, mas sem ocorrências graves. A Superintendência de Operações e Manutenção (Soma) intensificou a limpeza de canais, como os do bairro Papagaio e da Lagoa Salgada, para melhorar o escoamento. A prefeitura mantém o canal de atendimento 156 e o aplicativo Fala Feira para emergências.

  • Bahia Pela Paz apresenta balanço de ações realizadas em Salvador e Feira de Santana para prevenção à violência

    Bahia Pela Paz apresenta balanço de ações realizadas em Salvador e Feira de Santana para prevenção à violência

    Programa já realizou 87 visitas técnicas e 264 atendimentos em comunidades

    O Programa Bahia Pela Paz, iniciativa do Governo do Estado, divulgou na terça-feira, 6 de maio de 2025, um balanço das ações realizadas em Salvador e Feira de Santana para prevenir a violência. Segundo o Comitê de Governança do programa, foram feitas 87 visitas técnicas e 264 atendimentos em comunidades, com a inauguração de seis Coletivos Bahia Pela Paz, espaços que oferecem serviços como capacitação profissional, acesso a direitos e atividades culturais. O anúncio foi feito pelo secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, em Salvador.

    Em Salvador, quatro coletivos estão em funcionamento nos bairros de Águas Claras, Liberdade, Paripe e São Caetano. Em Feira de Santana, duas unidades operam nos bairros da Conceição e Mangabeira. Freitas destacou que os coletivos dialogam com escolas, centros de assistência social e unidades de saúde para promover a cidadania entre jovens. “Os espaços são portas de entrada para políticas públicas, conectando a juventude a oportunidades de educação e trabalho”, afirmou. O programa, sancionado em agosto de 2024 com investimento de R$ 234 milhões, planeja implantar 24 coletivos em nove cidades baianas até 2027.

    O balanço também incluiu a requalificação do Centro Social Urbano (CSU) de Feira de Santana, iniciada em setembro de 2024, que abrigará ações do programa, como hortas comunitárias e uma sala Elas à Frente, voltada para mulheres em situação de vulnerabilidade. Em Feira, a prefeitura, liderada pelo prefeito José Ronaldo, comprometeu-se a integrar agentes comunitários e assistentes sociais nas ações, após reunião com o governo estadual em 15 de abril.

  • Bloco Infantil do BG reúne mais de mil crianças na Micareta 2025 de Feira

    Bloco Infantil do BG reúne mais de mil crianças na Micareta 2025 de Feira

    Festa na Praça da Kalilândia animou famílias com atrações e segurança

    Mais de mil crianças participaram do Bloco Infantil do BG na Micareta de Feira de Santana 2025, no sábado, 3 de maio, na Praça da Kalilândia, no Centro da cidade. O evento, parte da programação da Micareta Kids, ocorreu a partir das 15h e trouxe atrações voltadas para os pequenos, como Mano Gavazza e a Companhia da Alegria, além do lançamento do livro “A Micareta da Princesa do Sertão”. A festa, que aconteceu no terceiro dia oficial da Micareta, de 1º a 4 de maio, atraiu famílias em busca de diversão segura e lúdica.

    O Bloco Infantil do BG, organizado pela Prefeitura de Feira de Santana, contou com apresentações de personagens como Patrulha Canina e Sonic, brincadeiras, distribuição de algodão doce e pipoca, e um minitrio para crianças de até 3 anos. A Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer informou que o espaço foi planejado para garantir conforto, com monitores e segurança reforçada por 50 guardas municipais. A Polícia Militar também esteve presente, com um efetivo de 4.800 agentes no circuito principal, garantindo tranquilidade.

    Pais e responsáveis elogiaram a iniciativa, destacando a importância de um espaço dedicado às crianças na festa, que é o maior Carnaval fora de época do Brasil. A Micareta Kids, realizada na Praça da Kalilândia, teve programação diária durante o evento, começando na quinta-feira, 1º de maio, com a Cia da Tia Lu e o Robô Bumblebee. A Secretaria de Comunicação Social (Secom) estimou que cerca de 2.500 pessoas, entre crianças e adultos, passaram pelo local no sábado.