Partida disputada na Ilha do Retiro termina com placar de 1 a 1
Grêmio e Sport empataram em 1 a 1, na tarde desta segunda-feira (12) na Ilha do Retiro, em Recife, na partida que encerrou a 10ª rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino. Com este resultado, a equipe gaúcha fica na 11ª posição da classificação com 11 pontos, já as Leoas da Ilha permanecem na lanterna, mas agora com dois pontos.
TUDO IGUAL!
O @sportrecifefem empata com o @guriasgremistas pelo placar de 1×1! O Grêmio saiu na frente com gol de Maria Dias mas as Leoas correram atrás do empate com gol de Layza!
Mesmo jogando fora de casa, o Grêmio começou melhor e abriu o placar aos 11 minutos da etapa inicial, quando Maria Dias bateu na saída da goleira Nanda. Mas, em desavantagem, o Sport passou a se arriscar mais, e conseguiu igualar um pouco antes do intervalo, com Layza após boa jogada de Andreia.
Liderança da Raposa
No último domingo (11), no estádio Gregorão, em Contagem, o Cruzeiro contou com um gol da meio-campista Lady Andrade para ampliar a vantagem na liderança da competição. O triunfo levou as Cabulosas aos 26 pontos, cinco de vantagem sobre a vice-líder Ferroviária, que empatou em 1 a 1 com o Corinthians.
Outros resultados:
Bragantino 2 x 0 América-MG Ferroviária 1 x 1 Corinthians
Com o objetivo de fornecer mais liquidez ao mercado financeiro em momentos de necessidade, o Banco Central do Brasil (BC) e o Banco Popular da China (PBoC) irão assinar nesta terça-feira (13) um acordo de swap (troca) de moedas. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, e sua contraparte chinesa, Pan Gongsheng, assinarão o documento em Pequim.
Conforme resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), o valor em aberto das operações não poderá ultrapassar R$ 157 bilhões, e elas terão validade de cinco anos. O Banco Popular da China receberá reais, creditando o valor equivalente à moeda brasileira em dólares numa conta de especial de depósito aberta em seu nome no Banco Central brasileiro. O dinheiro só poderá ser movimentado conforme as determinações do acordo.
Para garantir o equilíbrio econômico-financeiro das obrigações, o BC observará as taxas de câmbio relativas às duas moedas, cobradas nos mercados cambiais nacional e internacional, assim como os juros e os prêmios de riscos das obrigações soberanas (como taxas de títulos públicos) nos mercados financeiros doméstico e global.
Iniciativas semelhantes
Em nota, o BC ressaltou que pretende firmar mais acordos do tipo com outros países.
“Esses acordos de swap de moedas têm se tornado comuns entre os bancos centrais, especialmente desde a crise de 2007. O BC já tem conversas com outros bancos centrais para a realização de acordos semelhantes ao que será assinado com o PBoC amanhã”, informou o BC em nota.
Segundo o BC, o Banco Popular da China tem 40 acordos semelhantes de swaps de moedas com autoridades monetárias de países como Canadá, Chile, África do Sul, Japão, Reino Unido, assim como com o Banco Central Europeu.
O BC tem um acordo semelhante com o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Chamado de Foreign and International Monetary Authorities Repo Facility (FIMA, na sigla em inglês), esse acordo dá a possibilidade de o BC brasileiro acessar dólares americanos oferecendo operações compromissadas (títulos públicos usados para regular a quantidade de dinheiro em circulação da economia. Em troca, o BC recebe títulos do Tesouro norte-americano como contrapartidas.
Agenda
Galípolo acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na viagem ao país asiático. Além de assinar o acordo de swap nesta terça, o presidente do BC deve participar de um seminário sobre títulos públicos internacionais da China, chamados de Panda Bonds, na quinta-feira (15).
Italiano chega para comandar time nas eliminatórias e na Copa do Mundo
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou na manhã desta segunda-feira (12) o italiano Carlo Ancelotti como o novo técnico da Seleção Brasileira. Em nota, a entidade afirmou que Ancelotti, chamado pelo presidente Ednaldo Rodrigues de “o maior técnico da história”, vai comandar o time até a Copa do Mundo de 2026.
“Trazer Carlo Ancelotti para comandar o Brasil é mais do que um movimento estratégico. É uma declaração ao mundo de que estamos determinados a recuperar o lugar mais alto do pódio. Ele é o maior técnico da história e, agora, está à frente da maior seleção do planeta. Juntos, escreveremos novos capítulos gloriosos do futebol brasileiro”, disse Ednaldo em nota publicada pela CBF.
A CBF também divulgou um vídeo, no qual Ednaldo agradece a “paciência e o apoio” da torcida brasileira durante a longa negociação com treinador italiano. Ancelotti chega para treinar a Seleção para os dois próximos jogos das eliminatórias da Copa, contra o Equador, no dia 5/6, e Paraguai, no dia 10/06.
Ainda vinculado ao Real Madrid, da Espanha, o italiano só deverá assumir a seleção no dia 26 de maio, após o término do Campeonato Espanhol – o time merengue ainda tem três jogos pela frente: contra o Mallorca (dia 14), o Sevilla (dia 18) e o Real Sociedad (dia 24). Há a expectativa de uma liberação antes do dia 26, caso o Barcelona, que no momento tem sete pontos de vantagem sobre o Real Madrid, conquiste o título de forma antecipada.
O anúncio põe fim a uma novela que se arrasta há cerca de dois anos. Em julho de 2023, a CBF já negociava com o Ancelotti, que comandaria o Real Madrid até o meio daquele ano. Mas o clube espanhol renovou o contrato com Ancelotti, mantendo-o na Espanha e adiando sua vinda para a Seleção.
Seleção vem de uma série de partidas ruins, com futebol pouco inspirado. Atualmente, está em 4º lugar nas eliminatórias para a Copa do Mundo Foto: Reuters/Ricardo Moraes/Direitos Reservados
Entre o primeiro contato da CBF com o italiano e a confirmação da contratação, a Seleção Brasileira foi comandada por Fernando Diniz após uma boa temporada à frente do Fluminense em 2023, e Dorival Júnior, que vinha de dois bons trabalhos no Flamengo e no São Paulo. Mas o futebol pouco inspirado e os maus resultados na Copa América de 2024 e nas eliminatórias da Copa derrubaram Dorival em março deste ano e fizeram Ednaldo Rodrigues a intensificar as conversas com Ancelotti.
A CBF chegou a anunciar o fim das negociações em 29 de abril, diante do impasse em relação à liberação do treinador pelo Real Madrid. Mas, a despeito da aparente desistência, o acordo foi selado.
Perfil
Carlo Ancelotti nasceu em 10 de junho de 1959, em Reggiolo, na Itália. Ex-jogador, foi escolhido, em 2019, pela revista France Football, um dos dez maiores técnico da história do futebol mundial. Em 2022, Ancelotti se tornou o treinador com mais conquistas em torneios interclubes da UEFA e, também, o que mais venceu a Liga dos Campeões, cinco vezes como técnico, além de outras duas como jogador. Além disso, o italiano foi campeão do Mundial de Clubes da Fifa três vezes – uma pelo Milan (ITA) e duas pelo Real Madrid. Ele também foi técnico da Juventus (ITA), do PSG (FRA), do Chelsea (ING) e do Bayern de Munique (ALE).
Estrangeiros na Seleção
Ancelotti será o terceiro técnico estrangeiro a dirigir a seleção brasileira. O primeiro foi o uruguaio Ramón Platero, que em 1925 dirigia o Vasco. Ele foi convidado a ser o técnico da seleção no Campeonato Sul-Americano daquele ano, na Argentina – atual Copa América. Em quatro jogos, ele obteve duas vitórias, um empate e uma derrota.
O segundo foi o argentino Filpo Nuñez, quando o Palmeiras, que ele dirigia, representou a seleção em um amistoso contra o Uruguai, na inauguração do estádio do Mineirão, em 1965 – o Brasil venceu por 3 a 0.
Em 1943, o português Jorge Gomes de Lima, o Joreca, esteve ao lado do brasileiro Flávio Costa em duas vitórias, em amistosos contra o Uruguai, em 1943, mas não era o técnico principal.
Comissão busca apurar desvio de R$ 6,3 bilhões em descontos não autorizados
Um pedido para a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) foi protocolado na segunda-feira, 12 de maio de 2025, no Congresso Nacional, com o objetivo de investigar fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que resultaram em descontos ilegais de R$ 6,3 bilhões em benefícios de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024. A solicitação, apresentada pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT), reúne 36 assinaturas de senadores e 223 de deputados, superando o mínimo exigido de 27 e 171, respectivamente.
Leonardo Sá/Agência Senado
A CPMI, que será composta por 15 deputados e 15 senadores titulares, além de igual número de suplentes, pretende esclarecer a atuação de 11 entidades, como a Universo e a Adpap Prev, que realizaram cobranças sem autorização, muitas vezes com documentos falsificados. A Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 23 de abril, revelou o esquema, que levou à demissão do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e à exoneração do ex-ministro Carlos Lupi. O atual ministro da Previdência, Wolney Queiroz (PDT-PE), também é alvo de críticas por suposta omissão.
O requerimento destaca a necessidade de identificar falhas nos controles do INSS e punir responsáveis, com um prazo de 180 dias para os trabalhos e custo estimado de R$ 200 mil. A criação da CPMI depende da leitura do pedido pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), em sessão conjunta. Em Feira de Santana, onde uma aposentada impulsionou as investigações, a notícia reforça a expectativa por justiça.
Perícia questiona documento que assegurou mandato do presidente da CBF
Uma perícia técnica revelou indícios de falsificação na assinatura do ex-vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Antônio Carlos Nunes, em um acordo judicial que garantiu a permanência de Ednaldo Rodrigues na presidência da entidade. O laudo, assinado pela perita em documentoscopia Jacqueline Tirotti em 4 de maio de 2025, foi encomendado pelo vereador Marcos Dias (Podemos-RJ) e aponta que a assinatura de Nunes diverge de seu padrão em “características personalíssimas e imperceptíveis”. O documento, homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 24 de janeiro de 2025, encerrava disputas judiciais sobre a eleição de Rodrigues em 2022.
A suspeita ganhou força com um laudo médico de 2023, do neurologista Jorge Pagura, que atesta que Nunes, de 85 anos, sofre de ataxia e déficit cognitivo progressivo, dificultando atos administrativos. O acordo, assinado por Nunes, a Federação Mineira de Futebol, o ex-presidente Rogério Caboclo e outros vices, reconhecia a legalidade das assembleias de março de 2022. A deputada Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ) pediu ao STF o afastamento imediato de Rodrigues, alegando vício de consentimento. O ministro Gilmar Mendes, em 7 de maio, negou a remoção, mas determinou que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) investigue a suposta falsificação.
A CBF afirmou que não teve acesso ao laudo pericial e que o processo foi conduzido dentro da legalidade, com representantes legitimados. Uma audiência com Nunes está marcada para 12 de maio no TJ-RJ, com possibilidade de realização por videoconferência devido à sua saúde fragilizada. Em Feira de Santana, terra natal de Rodrigues, torcedores manifestaram preocupação com a crise na entidade, que pode impactar a gestão do futebol brasileiro.
Pesquisas apontam crescimento dos não afiliados e declínio do catolicismo
Os católicos, atualmente o segundo maior grupo religioso dos Estados Unidos, com 19% da população adulta, devem ser superados pelos religiosamente não afiliados, ou “nones”, até 2050, segundo projeções do Pew Research Center. Em 2023, 26% dos americanos se identificavam como não afiliados, incluindo ateus, agnósticos e aqueles que se declaram “sem religião específica”, um aumento de 10 pontos percentuais em relação a 2010, quando representavam 16%. A previsão indica que esse grupo alcançará 26% da população total, incluindo crianças, até meados do século, enquanto os cristãos, que incluem católicos e protestantes, cairão de 78% para 66%.
O declínio do catolicismo é mais acentuado entre brancos não hispânicos, cuja adesão caiu de 22% em 2007 para 19% em 2014, enquanto os católicos hispânicos, que representam 34% dos católicos americanos, também mostram perdas, com apenas 40% dos latinos de terceira geração permanecendo católicos. A evasão é impulsionada por fatores como escândalos de abusos sexuais, citados por 45% dos ex-católicos como motivo para deixar a religião, e a rejeição de ensinamentos sobre questões como direitos LGBTQ, segundo o Public Religion Research Institute (PRRI). Em contraste, os não afiliados crescem especialmente entre jovens de 18 a 29 anos, com 36% se identificando como “nones” em 2023.
Apesar da queda, a eleição do papa Leão XIV, primeiro americano no cargo, pode influenciar o catolicismo local. Em Feira de Santana, comunidades católicas locais, como a Paróquia de São José Operário, planejam eventos para acompanhar o novo pontificado, mas líderes reconhecem o desafio de reter fiéis diante da secularização. O PRRI destaca que, enquanto os católicos perdem membros, os não afiliados não buscam novas religiões, com apenas 9% procurando uma fé alternativa.
Índice avança com commodities e otimismo global; moeda americana recua para R$ 5,65
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou a semana de 5 a 9 de maio de 2025 com alta de 1,45%, alcançando 135.412 pontos, marcando a quinta semana consecutiva de ganhos. O desempenho, registrado na sexta-feira, 9 de maio, foi impulsionado pela valorização de commodities, como o minério de ferro, que beneficiou ações da Vale (VALE3), e pela recuperação de papéis bancários, com destaque para o Itaú (ITUB4), que atingiu o maior valor de mercado de sua história. O volume financeiro da sessão foi de R$ 22,3 bilhões, acima da média de R$ 17,7 bilhões dos últimos 50 pregões.
O dólar comercial, por sua vez, fechou com queda de 0,27%, cotado a R$ 5,65, o menor nível desde março de 2025, influenciado pela manutenção dos juros nos Estados Unidos entre 4,25% e 4,50% pelo Federal Reserve e pela alta da Selic para 14,75% pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A redução das tensões globais, após o cessar-fogo entre Índia e Paquistão, também contribuiu para o recuo da moeda americana, que acumulou desvalorização de 1,3% na semana.
O mercado reagiu positivamente a dados econômicos, como o IPCA de abril, que subiu 0,38%, abaixo dos 0,42% esperados, aliviando pressões inflacionárias. Em Feira de Santana, comerciantes relataram maior movimento no varejo, impulsionado pelo otimismo com a Bolsa. No entanto, analistas alertam para a volatilidade devido à proximidade da decisão do Copom em junho e à incerteza sobre medidas fiscais do governo.
Ressarcimento começa em maio para aposentados lesados por fraudes
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou, na sexta-feira, 9 de maio de 2025, que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devolva imediatamente R$ 292 milhões descontados indevidamente de aposentados e pensionistas em abril de 2025. A decisão, anunciada pelo Ministério da Previdência Social, visa acelerar o ressarcimento de parte dos R$ 6,3 bilhões desviados entre 2019 e 2024, conforme investigações da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU). A devolução será feita diretamente nas contas dos benefícios, começando na folha de pagamento de maio, com conclusão prevista para junho.
A fraude, descoberta após denúncia de uma aposentada de Feira de Santana, envolveu 11 associações, como a Universo e a Adpap Prev, que cobravam mensalidades sem autorização, usando documentos falsificados. O esquema, intensificado a partir de 2019, levou ao afastamento do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e à demissão do ex-ministro Carlos Lupi. O atual presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, informou que 9 milhões de beneficiários serão notificados a partir de 14 de maio pelo aplicativo Meu INSS para confirmar autorizações de descontos. A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu o bloqueio de R$ 2,56 bilhões em bens das entidades para garantir o ressarcimento.
O governo enfatizou que a devolução dos R$ 292 milhões é apenas o primeiro passo, com valores de anos anteriores ainda em análise. A oposição, que pressiona por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com 185 assinaturas, critica a demora na restituição total. Aposentados podem verificar descontos pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.
Acordo interrompe escalada militar após dias de ataques na Caxemira
A Índia e o Paquistão anunciaram, no sábado, 10 de maio de 2025, um cessar-fogo imediato para interromper as hostilidades em terra, mar e ar, após dias de intensos confrontos na região da Caxemira. O acordo, confirmado pelo secretário de Relações Exteriores da Índia, Vikram Misri, entrou em vigor às 17h (horário de Nova Délhi). A decisão foi tomada após uma ligação entre os diretores-gerais de operações militares dos dois países às 15h35, com nova conversa marcada para 12 de maio, às 12h.
A escalada começou após um ataque terrorista em 22 de abril, em Pahalgam, na Caxemira administrada pela Índia, que matou 26 civis, em sua maioria turistas. A Índia respondeu com a Operação Sindoor, em 7 de maio, lançando ataques aéreos contra alvos militares no Paquistão e na Caxemira ocupada por Islamabad. O Paquistão retaliou com drones e artilharia, violando o cessar-fogo de fevereiro de 2021 na Linha de Controle (LoC), com 13 civis mortos e 59 feridos, segundo o Ministério das Relações Exteriores indiano. O Paquistão relatou ao menos 20 mortes em seus territórios.
O cessar-fogo foi recebido com alívio. O ministro das Relações Exteriores da Índia, S. Jaishankar, reiterou a postura firme contra o terrorismo, enquanto o vice-primeiro-ministro do Paquistão, Ishaq Dar, destacou o compromisso com a paz sem comprometer a soberania. O chefe de governo da Caxemira indiana, Omar Abdullah, pediu apoio às vítimas dos conflitos. O Paquistão reabriu seu espaço aéreo, e a companhia aérea IndiGo anunciou voos extras para atender passageiros afetados.
Presidente promete apuração detalhada de fraudes que desviaram R$ 6,3 bilhões
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, em entrevista na sexta-feira, 9 de maio de 2025, durante visita à Rússia, que não há prazo definido para a devolução dos R$ 6,3 bilhões desviados de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entre 2019 e 2024. Ele atribuiu a responsabilidade pelo esquema de fraudes à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), destacando que as irregularidades começaram em 2019. “Nós desmontamos uma quadrilha criada naquele ano. Vocês sabem quem governava o Brasil”, disse Lula, segundo a CNN Brasil.
A fraude, revelada pela Operação Sem Desconto da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) em 23 de abril, envolveu descontos indevidos em benefícios, feitos por 11 associações, como a Universo e a Adpap Prev, usando documentos falsificados. Lula enfatizou que a devolução depende de apurar quantas pessoas foram enganadas sem autorizar os descontos. “Poderíamos ter feito pirotecnia, mas queremos a verdade”, afirmou, prometendo que os aposentados não arcarão com o prejuízo e que as entidades envolvidas terão bens bloqueados.
A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu o congelamento de R$ 2,56 bilhões em bens de 12 entidades para garantir o ressarcimento. O INSS, sob o comando de Gilberto Waller Júnior, anunciou que notificará até 9 milhões de beneficiários a partir de 14 de maio pelo aplicativo Meu INSS para confirmar autorizações de descontos. A devolução de valores de abril já está prevista para a folha de maio, mas os descontos anteriores, que afetaram cerca de 4,1 milhões de pessoas, seguem sem data, com discussões sobre correção monetária. O governo enfrenta pressão da oposição, que protocolou um pedido de CPI na Câmara, ainda pendente de aprovação.