Trump oficializa “Conselho da Paz” com adesão de mais de 20 países e impõe taxa de US$ 1 bilhão para membros permanentes

Iniciativa lançada em Davos conta com Argentina, Israel e nações árabes, mas sofre rejeição de potências europeias; órgão visa rivalizar com o Conselho de Segurança da ONU.

 

Trump oficializa Conselho da Paz e volta a falar em reconstrução de Gaza

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente nesta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, o “Conselho da Paz” (*Board of Peace*), em uma cerimônia realizada à margem do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. A iniciativa expandiu suas ambições e agora se posiciona como uma estrutura paralela — e potencialmente rival — às Nações Unidas.

Quem entrou e quem ficou de fora
Cerca de 20 a 25 países confirmaram participação ou assinaram o termo de adesão hoje. A lista inclui aliados ideológicos de Trump como Argentina e Paraguai, além de nações estratégicas do Oriente Médio como Israel e Arábia Saudita. Por outro lado, potências europeias como França, Alemanha e Reino Unido rejeitaram o convite.

O Preço da “Paz”
Um dos pontos mais polêmicos do estatuto do novo conselho é a estrutura financeira. Para garantir um assento permanente no colegiado, o país membro deve aportar US$ 1 bilhão em um fundo controlado pelo presidente americano, destinado à reconstrução de Gaza e outros projetos. O governo brasileiro recebeu o convite, mas mantém silêncio diplomático.

KingAddons
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