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Jornalismo local Feira de Santana, BA
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  • Novo coronavírus com potencial pandêmico é identificado em Wuhan

    Pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan, na China, descobriram um novo coronavírus que apresenta capacidade de contaminação semelhante à do SARS-CoV-2, vírus responsável pela pandemia de Covid-19. Batizado de HKU5-CoV-2, o vírus foi encontrado em morcegos e pertence ao grupo dos merbecovírus, o mesmo da MERS, uma doença respiratória com alta taxa de letalidade.


    O estudo, conduzido por uma equipe liderada pela virologista Shi Zhengli, conhecida por suas pesquisas com morcegos, foi publicado na revista científica Cell. Testes em laboratório mostraram que o HKU5-CoV-2 utiliza o receptor ACE2 para infectar células humanas, o mesmo mecanismo do vírus da Covid-19, o que levanta preocupações sobre seu potencial de transmissão para humanos. Os experimentos indicaram que o vírus conseguiu infectar culturas de células humanas e organoides respiratórios e intestinais.


    Embora ainda não tenha sido detectado em humanos, a descoberta reacende o debate sobre os riscos de zoonoses — a passagem de doenças de animais para pessoas — e a segurança de pesquisas com patógenos em laboratórios. O Instituto de Virologia de Wuhan, já no centro das discussões sobre a origem da Covid-19, volta a ser destaque com esse achado, que sublinha a diversidade de coronaviruses em populações de morcegos na China e a possibilidade de futuros surtos.

  • mulher é atacada por cachorros de rua no bairro Santa Mônica

    mulher é atacada por cachorros de rua no bairro Santa Mônica

    Uma mulher foi atacada por cachorros de rua no bairro Santa Mônica, em Feira de Santana, na noite de terça-feira, 18 de fevereiro. O incidente, ocorrido na Rua Santo Agostinho, foi registrado por câmeras de segurança da região, e o vídeo começou a circular nas redes sociais nesta sexta-feira, 21 de fevereiro, chocando moradores e internautas.

    A vítima, identificada como Valdnei Lima Costa, relatou que saía da casa de sua mãe, na Rua São Raimundo, quando percebeu a presença de vários cachorros. Ela caminhava tranquilamente pela calçada até ser surpreendida por um dos animais, que a mordeu na perna por trás. “Quando me virei, já tinham vários cachorros em minha volta, todos latindo muito, então comecei a gritar”, contou Valdnei. Segundo ela, ao menos seis cães participaram do ataque.

    Desesperada, Valdnei tentou se defender com uma bolsa pequena que carregava, mas os animais arrancaram o objeto de suas mãos e passaram a morder também seu braço e mão. A rua estava deserta no momento, o que intensificou o desespero da vítima até que um vizinho a socorreu, afastando os cachorros. Ela foi levada ao Hospital Geral Clériston Andrade, onde recebeu atendimento médico, foi medicada e orientada a tomar vacinas antitetânica e antirrábica.

  • Shopping em Feira de Santana receberá o primeiro Outback Steakhouse do interior do Nordeste

    Shopping em Feira de Santana receberá o primeiro Outback Steakhouse do interior do Nordeste

    Feira de Santana está prestes a ganhar um marco gastronômico com a chegada do primeiro restaurante Outback Steakhouse do interior do Nordeste brasileiro. O Boulevard Shopping, um dos principais centros comerciais da cidade, será o palco dessa novidade, que promete trazer à região os sabores marcantes da rede de inspiração australiana. A informação foi confirmada pelo shopping em suas redes sociais no início deste mês, gerando grande expectativa entre os moradores.

    A unidade, cuja data de inauguração ainda não foi oficialmente divulgada, será a primeira da marca fora de capitais ou regiões metropolitanas no Nordeste. Até então, o Outback operava na região apenas em cidades como Salvador, onde já possui três unidades, e Lauro de Freitas, na região metropolitana da capital baiana. A expansão para Feira de Santana reflete o crescimento do interesse da rede em mercados estratégicos do interior, aproveitando o potencial econômico e o perfil consumidor da segunda maior cidade da Bahia.

    O restaurante trará o cardápio tradicional da rede, conhecido por pratos como a Bloomin’ Onion, uma cebola gigante empanada, e a Ribs on the Barbie, costela suína grelhada com molho barbecue. Além disso, a experiência deve incluir o ambiente descontraído e o atendimento característico do Outback, que já conquistaram fãs em todo o Brasil. A chegada ao Boulevard também reforça a posição do shopping como polo de entretenimento e gastronomia na região.

  • Casa do Trabalhador oferece 113 vagas de emprego nesta segunda (24); 80 são para auxiliar de produção

    A Casa do Trabalhador de Feira de Santana inicia a semana com 113 oportunidades de emprego disponíveis nesta segunda-feira (24). O destaque fica para as 80 vagas de auxiliar de linha de produção, que não exigem experiência prévia, sendo uma excelente oportunidade para quem busca inserção no mercado de trabalho. Para concorrer a essa função, é necessário ter o Ensino Fundamental completo e participar de um treinamento com a assistente social do órgão.

    Foto: Valdenir Lima

    dessas, há oportunidades para diversas áreas, como atendente de farmácia, auxiliar administrativo, mecânico, pedreiro, garçom, soldador, padeiro, entre outras. Os salários variam de acordo com a função, e algumas vagas oferecem benefícios.

    Os interessados devem comparecer à Casa do Trabalhador a partir das 8h com documentos pessoais e carteira de trabalho. O órgão está localizado na Rua Desembargador Felinto Bastos, 527A (antiga Rua de Aurora), Feira de Santana – BA.

    Confira algumas das vagas disponíveis:

    • Auxiliar de linha de produção – 80 vagas (Ensino Fundamental completo, sem experiência)
    • Repositor de mercadorias – 2 vagas (Experiência de 6 meses, Ensino Médio completo)
    • Atendente de farmácia – 1 vaga (Ensino Médio completo, experiência de 6 meses)
    • Churrasqueiro – 3 vagas (Ensino Fundamental completo, experiência de 6 meses)
    • Técnico em refrigeração – 1 vaga (Experiência na área, disponibilidade para trabalhar em São Gonçalo dos Campos)
    • Mecânico de automóveis – 1 vaga (Ensino Fundamental completo, experiência de 6 meses)
    • Soldador – 1 vaga (Ensino Fundamental completo, experiência de 6 meses)

    Fonte: PMFS

  • José Ronaldo assegura às pessoas com deficiência que Governo vai avançar na garantia de direitos

    O Governo Municipal de Feira de Santana vai avançar na garantia de direitos e inclusão social das pessoas com deficiência. O apoio à causa, incluído no programa de governo, foi assegurado pelo prefeito José Ronaldo na manhã desta sexta-feira (21), durante reunião com membros do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, em seu gabinete, no Paço Municipal Maria Quitéria.

    Foto: ACM

    Durante a reunião, que contou com a presença do vereador Pedro Américo, a presidente da entidade, Rosylene Oliveira Costa, apresentou ao prefeito José Ronaldo uma pauta de demandas visando assegurar a acessibilidade. “Queremos tornar a cidade mais acessível”, destacou.

    José Ronaldo lembrou que o Programa de Acessibilidade ao Cidadão Especial (PACE), com oferta gratuita de transporte até o médico ou a escola para pessoas cadastradas, foi criado em seu governo em 2007, sendo a segunda cidade do país a adotar o programa, que funciona com oito veículos adaptados contratados pela Prefeitura.

    O prefeito defendeu também a aplicação imediata da lei municipal que garante o direito às vagas especiais em estacionamentos públicos para pessoas com deficiência, incluindo os portadores de fibromialgia. Ele ainda se comprometeu a avaliar a implantação de espaços especiais reservados a cadeirantes em eventos oficiais do Município.

    Fonte: PMFS

  • STF autoriza guardas municipais a atuarem como polícia e fazerem prisões em flagrante

    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira, 20 de fevereiro, que os municípios podem criar leis para permitir que as guardas municipais atuem em ações de segurança urbana ostensivas, incluindo a realização de prisões em flagrante. A determinação foi tomada por 8 votos a 2, durante o julgamento de um recurso apresentado pela Prefeitura de São Paulo, que buscava validar a atuação ampliada da Guarda Civil Metropolitana (GCM) da cidade.

    Foto Jorge Magalhães

    Pelo novo entendimento, as guardas municipais passam a ter permissão para fazer policiamento ostensivo e comunitário e agir diante de situações que ameacem pessoas, bens ou serviços públicos. No entanto, elas não podem exercer funções de polícia judiciária, como investigações criminais, que seguem sendo exclusividade da Polícia Civil. A atuação das guardas deve ocorrer em cooperação com as polícias Civil e Militar, respeitando os limites definidos pela Constituição e por normas estaduais, e será fiscalizada pelo Ministério Público.

    O caso teve origem em uma disputa judicial envolvendo uma lei municipal de São Paulo, derrubada pelo Tribunal de Justiça do estado (TJ-SP) por supostamente invadir a competência estadual sobre segurança pública. O relator no STF, ministro Luiz Fux, defendeu que as guardas municipais integram o Sistema de Segurança Pública e que os municípios têm autonomia para legislar sobre suas funções, desde que dentro de parâmetros claros. “Não podemos afastar nenhum ente federativo do combate à violência”, reforçou o ministro Alexandre de Moraes, alinhando-se à maioria.

    A decisão tem repercussão geral, o que significa que servirá de referência para outras 53 ações semelhantes em tramitação no país. Em São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes já anunciou que a GCM passará a ser chamada de Polícia Metropolitana, refletindo a ampliação de suas atribuições. A medida fortalece o papel das guardas municipais na segurança urbana, mas também reacende debates sobre os limites de sua atuação e a necessidade de treinamento adequado para evitar abusos.

  • PT pede ao STF permissão para transmitir ao vivo julgamento de Bolsonaro

    O Partido dos Trabalhadores (PT) encaminhou um ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana solicitando permissão para que a TVPT, canal oficial da sigla no YouTube, transmita ao vivo o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido foi formalizado na quarta-feira, 19 de fevereiro, ao presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, e visa cobrir a sessão que analisará a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro por suposta tentativa de golpe de Estado em 2022.

    Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

    A solicitação abrange tanto a análise inicial da admissibilidade da denúncia quanto eventuais julgamentos futuros sobre o mérito da ação. O PT justificou o pedido destacando o “notório interesse público” do caso, que envolve acusações graves como tentativa de golpe, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. O processo tramita na Primeira Turma do STF, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, mas há discussões internas para que seja levado ao plenário.

    Jilmar Tatto, secretário de Comunicação do PT, assinou o documento e enfatizou a relevância histórica do evento. “Queremos estar lá porque vai ser um momento que vai parar o país, quase uma Copa do Mundo”, declarou ele. O partido argumenta que a transmissão pela TVPT ampliaria o acesso da sociedade aos debates, reforçando a transparência e a compreensão do papel do STF na defesa da democracia.

    Embora o STF já transmita sessões pela TV Justiça, o PT busca realizar uma cobertura própria, com equipe de filmagem, repórteres e comentaristas, invocando o artigo 220 da Constituição, que garante a liberdade de imprensa. A iniciativa reflete a intenção da sigla de capitalizar politicamente o julgamento, ecoando estratégias como a da CPI da Covid-19, que teve ampla exposição midiática.

    A denúncia da PGR, apresentada na terça-feira, 18 de fevereiro, acusa Bolsonaro e outras 33 pessoas de tramar para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva após as eleições de 2022. Caberá agora ao STF decidir se autoriza o pedido do PT, enquanto o julgamento, esperado para o segundo semestre, segue sem data definida.

  • Por pressão do Centrão, Lula opta por trocar Nísia Trindade por Padilha na Saúde

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou a decisão de substituir a ministra da Saúde, Nísia Trindade, pelo atual ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, após intensas pressões do Centrão, bloco de partidos que compõe parte da base aliada no Congresso. A troca, que deve ser oficializada nos próximos dias, ocorre no contexto de uma reforma ministerial que visa ajustar a articulação política do governo e atender a demandas de parlamentares por maior influência na pasta da Saúde, uma das mais cobiçadas da Esplanada dos Ministérios devido ao seu robusto orçamento.


    Nísia Trindade, ex-presidente da Fiocruz e reconhecida por sua atuação durante a pandemia, enfrentou críticas recorrentes de deputados e senadores do Centrão, que reclamavam da falta de agilidade na liberação de emendas parlamentares e da ausência de uma marca forte em sua gestão. A pasta, que gere cerca de R$ 210 bilhões anuais, tornou-se alvo de disputa por seu potencial de capilaridade política e distribuição de recursos, especialmente em ano pré-eleitoral.


    Alexandre Padilha, médico e ex-ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff, emerge como um nome estratégico para o cargo. Ele já comandou a pasta entre 2011 e 2014, período em que implantou o programa Mais Médicos, e traz experiência tanto na área técnica quanto na articulação política, um atributo valorizado diante das negociações com o Congresso. Sua indicação também reflete a intenção de Lula de manter a Saúde sob controle do PT, evitando ceder a pasta diretamente a um nome do Centrão.


    A decisão não veio sem resistência. Lula chegou a demonstrar hesitação em abrir mão de Nísia, que entrou no governo com um perfil técnico elogiado, mas o crescente desgaste com parlamentares e a necessidade de fortalecer a base aliada pesaram mais. A troca deve desencadear um efeito dominó na Esplanada, com a Secretaria de Relações Institucionais, hoje ocupada por Padilha, sendo disputada por nomes como o senador Jaques Wagner (PT-BA) ou mesmo um indicado do Centrão, como Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), aliado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

  • Bolsonaro deveria ser julgado na 1ª instância, diz ex-ministro do STF

    Marco Aurélio Mello, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou nesta sexta-feira, 21 de fevereiro, que o ex-presidente Jair Bolsonaro deveria ter seu caso analisado pela Justiça de primeira instância, e não diretamente pelo STF. A afirmação foi feita em entrevista ao portal Veja, em meio ao avanço da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro por suposta tentativa de golpe de Estado em 2022.

    Foto: Carlos Moura/SCO/STF


    Segundo Marco Aurélio, a Constituição brasileira estabelece que o STF só tem competência para julgar autoridades com foro privilegiado durante o exercício de seus mandatos. Como Bolsonaro não ocupa mais cargo público, ele não gozaria dessa prerrogativa. “O ex-presidente não está no rol daqueles que devem ser julgados pelo Supremo, assim como os cidadãos comuns envolvidos no dia 8 de janeiro”, destacou o ex-ministro, referindo-se aos atos de vandalismo em Brasília após a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.


    A denúncia da PGR, apresentada na última terça-feira, 18 de fevereiro, acusa Bolsonaro e outras 33 pessoas de crimes como tentativa de golpe, organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O caso está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, na Primeira Turma do STF, composta também por Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. A escolha por manter o julgamento no Supremo tem gerado debates sobre a competência do tribunal.


    Marco Aurélio argumentou que a praxe em casos semelhantes é remeter processos de ex-autoridades à primeira instância, como ocorreu com ex-deputados e ex-senadores investigados por outros crimes. Ele lembrou que os próprios cidadãos comuns presos após o 8 de janeiro foram julgados inicialmente por juízes de instâncias inferiores, reforçando sua visão de que o STF estaria extrapolando suas atribuições ao assumir o caso de Bolsonaro.


    A posição do ex-ministro ecoa críticas de juristas e parlamentares da oposição, que questionam a concentração de poderes no Supremo. Enquanto isso, a defesa de Bolsonaro já sinalizou que pode usar esse argumento em recursos, caso o STF siga adiante com o julgamento. A data para análise da denúncia pela Primeira Turma ainda não foi definida, mas a controvérsia sobre a instância judicial promete intensificar o embate jurídico e político em torno do ex-presidente.

  • Moraes determina suspensão da rede social Rumble em todo o país

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, ordenou nesta sexta-feira, 21 de fevereiro, a suspensão imediata e completa da plataforma de vídeos Rumble em todo o território brasileiro. A decisão foi tomada após a empresa descumprir sucessivas ordens judiciais, incluindo a exigência de indicar um representante legal no Brasil dentro de um prazo de 48 horas, que se encerrou hoje sem resposta.

    Imagem: Gustavo Moreno – 11.fev.2025/STF

    A medida foi oficializada em um despacho no qual Moraes destacou que o Rumble vinha sendo usado para a disseminação de conteúdos considerados antidemocráticos e discursos de ódio, especialmente por grupos extremistas. Ele apontou ainda que a plataforma não bloqueou contas específicas, como a do blogueiro Allan dos Santos, foragido da Justiça brasileira, apesar de determinações anteriores do STF.

    Na véspera, o CEO da Rumble, Chris Pavlovski, havia usado redes sociais para afirmar que não cumpriria o que chamou de “ordens ilegais” de Moraes, argumentando que o ministro não teria autoridade sobre a empresa nos Estados Unidos, onde está sediada. A suspensão no Brasil, contudo, só será revertida após o cumprimento integral das decisões judiciais, incluindo o pagamento de multas acumuladas.

    A determinação de Moraes incluiu uma intimação à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para que tome as providências necessárias para interromper o funcionamento da plataforma no país, com um prazo de 24 horas para relatar a execução ao STF. A situação reforça o embate entre o Judiciário brasileiro e empresas de tecnologia que resistem a se adequar às leis locais, um conflito que já havia levado à suspensão temporária de outras plataformas no passado.