Grandes distribuidoras de combustíveis decidem ficar fora de programa de subvenção ao diesel

Grandes distribuidoras de combustíveis decidem ficar fora de programa de subvenção ao diesel

Grandes distribuidoras de combustíveis decidem ficar fora de programa de subvenção ao diesel ECONOMIA / MERCADO Grandes distribuidoras de combustíveis decidem ficar fora de programa de subvenção ao diesel O recuo das principais empresas do setor ameaça esvaziar o programa do governo federal, criado com urgência para conter a escalada de preços decorrente da crise internacional. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O plano do Governo Federal para baixar o preço do diesel nas bombas acabou de sofrer um forte revés. As principais distribuidoras de combustíveis do país decidiram não aderir ao programa de subvenção, alegando insegurança jurídica e regras complexas. A recusa compromete o repasse do desconto ao consumidor final e aos caminhoneiros. O programa foi desenhado para atenuar a escalada de preços nas bombas. (Foto: Reprodução) A tentativa do Palácio do Planalto de amortecer o impacto da crise global de energia no bolso dos brasileiros esbarrou num obstáculo de peso. As maiores distribuidoras de combustíveis do país anunciaram que vão ficar de fora do recém-criado programa de subvenção ao diesel, gerando um enorme desafio para a eficácia da medida. O programa foi formatado com caráter de urgência pelo Governo Federal com o intuito de aplicar um desconto direto no preço do litro do diesel. A ação seria a resposta do Brasil à forte oscilação e disparada internacional do barril de petróleo, provocada pelas tensões bélicas e conflitos envolvendo o Irã e o Oriente Médio. Publicidade Os motivos da recusa As grandes empresas que dominam a distribuição de combustíveis no Brasil justificaram a decisão de não adesão com base na falta de clareza do texto governamental. O setor alega profunda insegurança jurídica e riscos fiscais milionários. Segundo os executivos, a engenharia tributária desenhada pelo Ministério da Fazenda para repassar os créditos e compensações financeiras às distribuidoras é burocrática e sujeita a contestações futuras pelos órgãos de controle. A adesão das distribuidoras é essencial para que o subsídio chegue aos postos. (Foto: Reprodução/UOL) Na prática, sem a participação ativa destes gigantes da logística, a corrente quebra-se. O desconto financeiro prometido pelo governo não conseguirá descer pela cadeia produtiva até chegar aos revendedores (os postos de combustível) e, consequentemente, aos caminhoneiros e motoristas comuns. Pressão inflacionária: O esvaziamento do programa de subvenção reacende o alerta vermelho na economia. O diesel é o motor do transporte de cargas no Brasil. A manutenção dos preços elevados impacta imediatamente os valores dos fretes e, por efeito dominó, pressiona a inflação dos alimentos e dos bens de consumo em geral. Leia Também Guerra no Irã já começa a impactar preço dos combustíveis; governo avalia reduzir impostos Por que o combustível subiu se a Petrobras e a Acelen não anunciaram reajuste? Entenda A recusa corporativa obriga agora a equipe económica do Ministro Fernando Haddad a voltar à mesa de negociações. Nos bastidores, fala-se que a solução pode passar pela alteração rápida das regras da subvenção para acomodar as exigências do mercado, ou até mesmo pelo recuo para a medida clássica (mas onerosa aos cofres públicos) do corte direto de impostos federais e estaduais, como PIS, COFINS e ICMS. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Lula confirma Alckmin como vice na chapa de reeleição

Lula confirma Alckmin como vice na chapa de reeleição

Lula confirma Alckmin como vice na chapa de reeleição POLÍTICA NACIONAL / ELEIÇÕES 2026 Lula confirma Alckmin como vice na chapa de reeleição O presidente oficializou a manutenção da aliança com o atual vice-presidente, apostando na estabilidade e na força da “frente ampla” para o pleito deste ano. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente A manutenção da chapa sinaliza a continuidade da aliança entre PT e PSB. (Foto: Reprodução) A corrida para o Palácio do Planalto em 2026 ganhou contornos definitivos no campo governista. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou publicamente que Geraldo Alckmin (PSB) será, mais uma vez, o seu companheiro de chapa na candidatura à reeleição. O anúncio, feito durante um encontro com lideranças políticas e empresariais, coloca um ponto final em meses de especulações nos bastidores de Brasília. Havia rumores de que o Partido dos Trabalhadores (PT) poderia buscar um novo nome para a vice-presidência, com o intuito de acomodar outras siglas aliadas do chamado “Centrão”. Publicidade Aceno ao centro e ao mercado A decisão de manter Alckmin na chapa é vista como uma estratégia clara de Lula para garantir estabilidade política e tranquilizar o mercado financeiro. A figura do ex-governador de São Paulo atua como uma ponte vital entre o governo e os setores empresariais e conservadores moderados, que historicamente nutrem ressalvas em relação à agenda econômica do PT. A reedição da aliança consolida o bloco de “frente ampla”, repetindo a mesma fórmula vitoriosa do pleito anterior. “Em equipa que ganha não se mexe”, afirmou uma fonte do Palácio do Planalto, destacando a relação de extrema confiança construída entre o presidente e o seu vice ao longo dos últimos anos de mandato. Leia Também Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg Valdemar diz a empresários que PL vai tentar barrar fim da escala 6×1 Governo Lula manifesta-se contra redução da maioridade penal após relator confirmar plebiscito Polarização antecipada O anúncio da chapa chega num momento de forte acirramento político. Recentes levantamentos de intenção de voto, como a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em fevereiro, já projetam um cenário de intensa polarização. Os números apontam para um empate técnico num eventual segundo turno entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que se consolidou como o principal herdeiro do capital político da direita na disputa nacional deste ano. Com a definição da chapa, o governo espera intensificar a articulação nos estados e unificar o discurso das siglas de esquerda e centro-esquerda para a campanha oficial, que promete ser uma das mais disputadas da história do país. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Suspeito foge e deixa portão aberto; PM entra e descobre depósito de drogas | NINJAFSA

Suspeito foge e deixa portão aberto; PM entra e descobre depósito de drogas | NINJAFSA

Suspeito foge e deixa portão aberto; PM entra e descobre depósito de drogas | NINJAFSA Link copiado! Segurança Pública Suspeito foge e deixa portão aberto; PM entra no imóvel e descobre depósito de drogas em Feira de Santana Durante ronda preventiva no bairro Sobradinho, guarnições avistaram homem em atitude suspeita. Ao notar a viatura, ele fugiu tão rápido que esqueceu o portão aberto. Dentro da residência, a PM encontrou tabletes de maconha, cocaína, balanças, materiais de embalagem e cadernos com anotações do tráfico. NF Por Redação NINJAFSA 21 mar. 2026 · 19h22 · Feira de Santana (BA) WhatsApp X Copiar link Parte do material apreendido dentro do imóvel que funcionava como depósito de distribuição de entorpecentes. Crédito: Polícia Militar da Bahia / Central de Polícia Material apreendido no depósito Tabletes de maconha prensada Dezenas de tabletes encontrados no interior do imóvel Pinos com substância análoga à cocaína Acondicionados em pinos individuais para distribuição Balanças de precisão Utilizadas para pesagem e fracionamento das drogas Material para embalagem Plásticos, sacos e outros insumos para acondicionamento Cadernos com anotações do tráfico local Registros de dívidas, nomes e movimentação financeira do tráfico — material de alto valor investigativo para a Polícia Civil  Resumo da matéria — clique para expandir Na tarde do último sábado (21), guarnições da Polícia Militar realizavam rondas preventivas no bairro Sobradinho, em Feira de Santana, quando avistaram um homem em atitude suspeita. Ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito saiu em fuga a pé com tanta pressa que deixou o portão da residência aberto. Os policiais entraram no imóvel para verificar se o homem ainda estava escondido e encontraram uma estrutura completa de armazenamento e distribuição de drogas: dezenas de tabletes de maconha prensada, pinos com substância análoga à cocaína, balanças de precisão, materiais de embalagem e cadernos com anotações detalhadas do tráfico local. Todo o material foi encaminhado à Central de Polícia no bairro Sobradinho. O suspeito não foi localizado até o momento da publicação. Uma situação inusitada transformou uma ronda preventiva de rotina em uma apreensão expressiva de drogas no bairro Sobradinho, em Feira de Santana, na tarde deste sábado (21). Guarnições da Polícia Militar percorriam a região quando avistaram um homem em atitude suspeita. Ao notar a aproximação da viatura, o indivíduo tomou uma decisão que custou caro para o esquema de tráfico que ele aparentemente gerenciava: saiu correndo com tanta pressa que deixou o portão da residência aberto para trás. Os policiais iniciaram a perseguição e, ao entrarem no imóvel para verificar se o suspeito ainda estava escondido nas dependências, se depararam com algo bem diferente de uma casa comum. O local havia sido estruturado como um verdadeiro centro de distribuição de entorpecentes: dezenas de tabletes de maconha prensada, pinos contendo substância análoga à cocaína, balanças de precisão e farto material para embalagem estavam espalhados pela residência, revelando uma operação de tráfico bem organizada no interior do imóvel. O item que mais chamou a atenção dos policiais, do ponto de vista investigativo, foram os cadernos encontrados no local. Repletos de anotações manuscritas, esses registros costumam conter informações sobre dívidas de usuários, nomes de fornecedores, quantidades distribuídas e movimentação financeira do tráfico — material que pode ser decisivo para o trabalho da Polícia Civil na identificação de outros integrantes da rede. Leia também PM desarticula ponto de tráfico na Comunidade Diadema em Feira de Santana Flagrante no Jardim Cruzeiro: homem é preso com pistola e drogas após tentar fugir da PM PRF apreende moto adulterada em ônibus interestadual na BR-116 em Feira de Santana Publicidade Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), todo o material apreendido foi conduzido à Central de Polícia localizada no próprio bairro Sobradinho, onde foi registrado e ficará à disposição da autoridade policial. As buscas pelo suspeito foram realizadas em todo o perímetro do imóvel e nas imediações do bairro logo após a fuga, mas o indivíduo não foi localizado. Sua identificação e captura seguem como objetivo das investigações em andamento. “O suspeito fugiu com tanta pressa que não fechou o portão. Ao entrarem para verificar se ele ainda estava escondido, os policiais encontraram toda a estrutura do tráfico montada.”— SSP-BA, em nota sobre a ocorrência de sábado (21) O episódio se encaixa em um padrão que a PM de Feira de Santana tem encontrado com mais frequência em operações recentes no município: imóveis que servem como pontos de estocagem e distribuição — os chamados “depósitos do tráfico” —, estruturados com divisão de funções, controle financeiro por escrito e estoque suficiente para abastecer vários pontos de venda. A descoberta não apenas retira produto de circulação, como interrompe, ao menos temporariamente, a cadeia de abastecimento de uma ou mais bocas de fumo da região. O suspeito que deixou o portão aberto ainda não foi localizado até o fechamento desta matéria. A reportagem acompanha o caso e atualizará esta página assim que houver novas informações sobre a identificação ou captura do foragido. Publicidade

Irã ameaça fechar ‘totalmente’ Estreito de Ormuz caso Trump ataque instalações energéticas

Irã ameaça fechar ‘totalmente’ Estreito de Ormuz caso Trump ataque instalações energéticas

Irã ameaça fechar ‘totalmente’ Estreito de Ormuz caso Trump ataque instalações energéticas | NINJAFSA Link copiado! Urgente Prazo do ultimato de Trump vence nesta segunda-feira (23) — Guerra no Oriente Médio na 4ª semana Internacional Irã ameaça fechar ‘totalmente’ Estreito de Ormuz caso Trump ataque instalações energéticas Guarda Revolucionária avisa que o estreito “só será reaberto quando nossas usinas reconstruídas”. Trump dera prazo de 48 horas — que termina amanhã — para Teerã liberar a passagem ou ver suas centrais elétricas “obliteradas”. Irã abateu F-15, bombardeou Dimona e lançou mísseis em direção à base americana de Diego Garcia. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 22 mar. 2026 · Internacional WhatsApp X Copiar link Navios no Golfo Arábico em direção ao Estreito de Ormuz, nos Emirados Árabes Unidos. Crédito: AP Photo / G1 Contagem regressiva — prazo do ultimato de Trump — horas — minutos — segundos 23/03 prazo Trump publicou o ultimato às 23h15 de sábado (21). Prazo de 48h vence na noite desta segunda-feira (23). 20%Do petróleo e GNL mundial passa pelo Estreito de Ormuz 4ªSemana de guerra entre EUA-Israel e Irã 3 semanasQue o estreito está efetivamente fechado à navegação Escalada de ameaças — Trump × Irã Trump (EUA) Ultimato de 48h para Irã reabrir o Estreito de Ormuz Ameaça “obliterar” usinas de energia do Irã, começando pela maior Afirma que marinha e força aérea do Irã estão “mortas” Marines e embarcações pesadas continuam avançando para a região Diz que “a liderança iraniana se foi” Irã (Guarda Revolucionária) Estreito será “completamente fechado” se usinas forem atacadas Só reabrirá quando as centrais destruídas forem reconstruídas Instalações de energia em países com bases dos EUA serão “alvos legítimos” Empresas com capital americano no Oriente Médio serão “destruídas” Afirma ter abatido um F-15 sobre a costa sul do país  Resumo da matéria — clique para expandir O Irã respondeu neste domingo (22) ao ultimato emitido pelo presidente Donald Trump na madrugada de sábado para domingo: a Guarda Revolucionária anunciou que fechará totalmente o Estreito de Ormuz caso os Estados Unidos ataquem as instalações de energia do país. O prazo de 48 horas dado por Trump — para que o Irã reabra o Estreito ou veja suas usinas “obliteradas” — termina na noite desta segunda-feira (23). A guerra entre a coalizão americana-israelense e o Irã entra em sua quarta semana sem sinais de trégua. O Irã bombardeou as cidades israelenses de Dimona e Arad com mísseis que atravessaram as defesas antiaéreas, deixando 80 feridos em Arad. O Iraque e a Arábia Saudita também foram alvos. Mísseis iranianos foram lançados na direção da base de Diego Garcia, no Oceano Índico. A Guarda Revolucionária afirmou ter abatido um caça F-15. O diretor da OMS alertou que o conflito entrou em “fase perigosa” com os ataques a instalações nucleares. O estreito está efetivamente fechado à maioria dos petroleiros há três semanas, comprometendo 20% do fornecimento global de petróleo e gás. O relógio começou a contar na madrugada de sábado para domingo. Às 23h15 do horário de Brasília de sábado (21), Donald Trump postou na Truth Social um ultimato: o Irã tinha 48 horas para reabrir totalmente o Estreito de Ormuz ou veria suas usinas de energia “obliteradas”, a começar pela maior. Vinte e quatro horas depois, Teerã respondeu com a mesma moeda. A Guarda Revolucionária emitiu comunicado anunciando que o estreito será completamente fechado caso os EUA ataquem e que só voltará a funcionar depois que as centrais destruídas sejam reconstruídas. O prazo vence nesta segunda-feira (23). O cenário desta manhã de domingo é de escalada em todas as frentes. O Irã lançou mísseis que atravessaram as defesas antiaéreas israelenses e atingiram as cidades de Dimona e Arad, no sul de Israel, deixando mais de 80 feridos em Arad — perigosamente próximo ao Centro de Pesquisa Nuclear do Negev. Netanyahu visitou os escombros e chamou de “milagre” o fato de não ter havido mortes, declarando que Israel irá atrás de todos os dirigentes iranianos, “pessoalmente”. No norte do país, um civil morreu em ataque do Hezbollah. Sirenes soaram por todo o território israelense durante horas. As ameaças iranianas vão além do estreito. O presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, declarou que as infraestruturas críticas e as instalações de energia de países aliados dos EUA na região serão “irreversivelmente destruídas” se as centrais iranianas forem atacadas. O Iraque e a Arábia Saudita já foram alvos: três mísseis balísticos tiveram Riad como destino. Os Emirados Árabes disseram ter repelido ataques com mísseis e drones. E a Guarda Revolucionária anunciou ter abatido um caça F-15 que sobrevolava a costa sul do Irã — um vídeo do suposto abate circulou neste domingo pela agência estatal IRNA. Leia também Petrobras reajusta diesel em R$ 0,38: como a guerra no Oriente Médio chegou nos postos do Brasil O que é o Estreito de Ormuz e por que seu fechamento ameaça a economia global OMS alerta: conflito entra em ‘fase perigosa’ com ataques próximos de instalação nuclear israelense O embaixador do Irã na Organização Marítima Internacional, Ali Mousavi, tentou matizar o discurso da Guarda Revolucionária, afirmando que o Estreito de Ormuz permanece tecnicamente aberto — mas apenas para navios de países que não sejam considerados “inimigos do Irã”. Na prática, o canal que normalmente conduz 20% de todo o petróleo e gás natural liquefeito transportados no mundo está efetivamente bloqueado para a maioria dos petroleiros há mais de três semanas, provocando cortes na produção de grandes exportadores que não têm para onde escoar o petróleo bruto. A escalada foi uma das causas da alta do barril do tipo Brent, que passou de US$ 60 para mais de US$ 100 no início do mês — e que levou a Petrobras a reajustar o diesel no Brasil em R$ 0,38 por litro. Publicidade Impacto econômico global — o que está em jogoO fechamento total do Estreito de Ormuz interromperia o transporte de cerca de 20 milhões de barris de petróleo por dia — quase um quinto do consumo mundial. Analistas projetam que o

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen, que comprou participação em resort ligado a Toffoli

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen, que comprou participação em resort ligado a Toffoli

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen, ligado a resort de Toffoli | NINJAFSA Link copiado! Judiciário Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen, que comprou participação em resort ligado a Toffoli Decano do STF barrou pela segunda vez investigação da CPI do Crime Organizado conectada ao ministro Dias Toffoli. A decisão protege o fundo Arleen, administrado pela Reag — investigada na Operação Compliance Zero — que comprou a fatia da empresa Maridth, de Toffoli, no Resort Tayayá, no Paraná. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 19 mar. 2026 · Brasília (DF) WhatsApp X Copiar link Ministro Gilmar Mendes, decano do STF, autor da decisão. Crédito: Congresso em Foco Resort Tayayá, no Paraná, no centro das conexões investigadas. Crédito: Gazeta do Povo Mapa das conexões — entenda quem está ligado a quem ⚖️ Dias Toffoli Ministro do STF · Declarou suspeição no caso Master · Sócio da Maridth sócio de / vendeu fatia para 🏨 Maridth Participações Empresa de Toffoli e irmãos · Tinha participação no Resort Tayayá · Vendeu fatia ao Arleen em 2021 comprou fatia via Reag / ligado ao 💼 Fundo Arleen Gerido pela Reag · Reag investigada na Op. Compliance Zero (caso Vorcaro/Master) A CPI do Crime Organizado queria quebrar o sigilo do Arleen. Gilmar Mendes barrou a medida nesta quinta-feira (19). Fevereiro de 2026 1ª decisão: quebra de sigilo da Maridth anulada Gilmar barrou a investigação da CPI sobre a empresa de Toffoli e irmãos, dizendo que o caso não tem relação com o objetivo da comissão (crime organizado/facções). 19 mar. 2026 — hoje 2ª decisão: quebra de sigilo do Arleen anulada Gilmar estendeu a mesma lógica ao fundo que comprou a fatia de Toffoli no resort, argumentando que a CPI aprovou o pedido em bloco, sem análise individualizada.  Resumo da matéria — clique para expandir O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, anulou nesta quinta-feira (19) a quebra dos sigilos fiscal e bancário do Fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado no Senado. O fundo, administrado pela Reag Investimentos — investigada pela PF na Operação Compliance Zero —, comprou em 2021 a participação que a família do ministro Dias Toffoli tinha no Resort Tayayá, no Paraná, por meio da empresa Maridth Participações. A quebra de sigilo havia sido requerida pelo senador Sergio Moro e aprovada junto a outros pedidos, em bloco — o que Gilmar considerou inconstitucional, por não ter análise individualizada e fundamentada. É a segunda vez que o decano barra investigação conectada a Toffoli: em fevereiro, já havia anulado a quebra de sigilo da própria Maridth. Toffoli nega conhecer o gestor do fundo, nega vínculos com Vorcaro e declarou suspeição no caso Master em fevereiro deste ano. O ministro Gilmar Mendes usou pela segunda vez, nesta quinta-feira (19), o mesmo argumento para bloquear investigações que tocam o colega Dias Toffoli. A decisão desta manhã anula a quebra dos sigilos fiscal e bancário do Fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado do Senado. A razão formal: a comissão aprovou o pedido de forma conjunta, em bloco, sem a análise individualizada e fundamentada que Gilmar considera obrigatória para medidas de tamanha gravidade sobre direitos fundamentais. O caminho que liga o Fundo Arleen ao ministro Toffoli passa por um resort de luxo no interior do Paraná. Em 2021, o fundo — administrado pela Reag Investimentos — comprou a participação que a empresa Maridth Participações tinha no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro. A Maridth é de Toffoli e de seus irmãos. O próprio ministro admitiu a sociedade quando ainda era relator do caso Banco Master no STF. A transação chamou atenção porque a Reag, gestora do Arleen, está sendo investigada pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero — a mesma operação que prendeu Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em novembro de 2024 e em março de 2026. A quebra de sigilo do Arleen havia sido requerida pelo senador Sergio Moro (União-PR) e aprovada pela CPI junto com outros pedidos, no mesmo pacote. Gilmar criticou exatamente esse procedimento. Em sua decisão, o decano argumentou que aprovar quebras de sigilo “em bloco” e “de forma simbólica” viola a Constituição, porque cada caso exige debate individualizado e motivação específica. Acrescentou que “a quebra de sigilo não constitui ato ordinário de investigação, mas medida de caráter excepcional”. O próprio ministro Flávio Dino havia questionado esse formato anteriormente no STF, o que Gilmar usou como reforço ao seu argumento. Leia também STF forma maioria 3×0 para manter Vorcaro preso — e Gilmar ainda não votou Toffoli declara suspeição no caso Master e saí do julgamento; Mendonça assume a relatoria O que é a Reag Investimentos e qual o papel da gestora nas investigações do caso Master O padrão se repete. Em fevereiro deste ano, Gilmar já havia anulado a quebra de sigilo da própria Maridth — com os mesmos fundamentos que usou hoje para proteger o Arleen. Naquela ocasião, o decano afirmou que as investigações sobre a empresa da família Toffoli não têm relação com o objetivo da CPI do Crime Organizado, instalada em novembro de 2025 para diagnosticar o avanço de facções e milícias no Brasil. A decisão desta quinta-feira se estende ao pedido feito pelo Arleen pelos mesmos motivos, segundo o próprio Gilmar. Publicidade A dimensão política da decisão é considerável. Toffoli está sob pressão crescente desde que os vínculos entre ele, a Reag, o Arleen e o banqueiro Vorcaro vieram à tona durante as investigações do caso Master. Em manifestações anteriores, Toffoli afirmou não conhecer o gestor do fundo Arleen e negou qualquer relação pessoal com Vorcaro, declarando que nunca recebeu valores do banqueiro nem de seu cunhado Fabiano Zettel. Em fevereiro, após o tema ganhar dimensão pública e uma reunião reservada com outros ministros, Toffoli concordou em se afastar da relatoria do caso Master, o que abriu caminho para André Mendonça assumir e, dias depois, formar a maioria pela manutenção da prisão de Vorcaro. “Não se pode perder de perspectiva que a quebra de sigilo não constitui ato ordinário

PF investiga contrato milionário de tablets na gestão Moema Gramacho sob suspeita de superfaturamento

PF investiga contrato milionário de tablets na gestão Moema Gramacho sob suspeita de superfaturamento

PF investiga contrato milionário de tablets na gestão Moema Gramacho | NINJAFSA Link copiado! Operação PF e CGU deflagram Operação Nota de Conceito nesta terça-feira (17) em Lauro de Freitas e Salvador Política & Segurança Pública PF investiga contrato milionário de tablets na gestão Moema Gramacho sob suspeita de superfaturamento Operação Nota de Conceito apura fraude em licitação de R$ 16,4 milhões para compra de 21,3 mil tablets em Lauro de Freitas. PF aponta documentos falsos, restrição de concorrência e empresa de Salvador que repassou serviços a outra de Santa Catarina. Moema nega ser alvo. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 17 mar. 2026 · Lauro de Freitas / Salvador (BA) WhatsApp X Copiar link Tássio Brito, presidente do PT-BA, e a ex-prefeita Moema Gramacho (PT) em evento do partido em novembro de 2025. Crédito: Jornal Grande Bahia R$16,4miPagos no contrato investigado 21.300Tablets previstos na licitação R$26,5miEm bens bloqueados por investigado 25Policiais e auditores na operação Como funcionava o esquema — irregularidades apontadas pela PF Licitação montada para um vencedor O certame foi estruturado para restringir a concorrência. A Multilaser, que apresentou proposta de R$ 12,5 mi (mais barata), foi desclassificada sob alegação de falta de suporte técnico — contestada pela empresa. Venceu a Conceito Representação, com proposta de R$ 14,1 mi. Documentos falsos em todas as etapas A PF aponta uso de documentação fraudada durante o processo licitatório e também na fase de execução contratual — inclusive na formalização de um termo aditivo baseado em cotações de preços adulteradas. Empresa de Salvador repassou serviços a outra de SC Embora a vencedora da licitação (Conceito Representação) estivesse sediada em Salvador, os serviços foram executados por empresa diferente, com sede em Santa Catarina. Mesmo assim, o município pagou R$ 16,4 mi à empresa baiana — configurando, segundo a PF, indevido superfaturamento. Tablets incluídos para inflar o contrato A investigação aponta que os 21.300 tablets foram incluídos no objeto do contrato de forma indevida e com preços acima do mercado, com o objetivo de elevar o valor total da contratação. Aditivo com cotações fraudadas elevou ainda mais o valor Contrato nº 219/2020 tinha prazo inicial de 4 meses (dez/2020), mas foi prorrogado com base em termo aditivo fundamentado em cotações manipuladas, e executado até agosto de 2022. Crimes pelos quais os investigados poderão responder Fraude em licitação Peculato Corrupção ativa Lavagem de dinheiro Organização criminosa  Resumo da matéria — clique para expandir A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (17) a Operação Nota de Conceito em parceria com a CGU, investigando suspeitas de fraude em licitação e desvio de recursos públicos em Lauro de Freitas durante a gestão da ex-prefeita Moema Gramacho (PT). O foco é o Contrato nº 219/2020, firmado em dezembro daquele ano, que previa o fornecimento de solução integrada de ensino à distância para o ensino fundamental, incluindo 21.300 tablets. O município pagou R$ 16,4 milhões à empresa vencedora — sediada em Salvador —, mas os serviços foram executados por outra empresa, de Santa Catarina. A PF aponta documentos falsos, restrição de concorrência, inclusão indevida de tablets para inflar custos e cotações fraudadas no termo aditivo. Foram cumpridos 6 mandados de busca e apreensão e bloqueados bens de até R$ 26,5 milhões por investigado em Lauro de Freitas e Salvador, com 25 policiais e auditores. A PF esclareceu que Moema Gramacho não figura entre os alvos diretos da operação — o foco são pessoas ligadas à formalização e execução do contrato e à empresa investigada. A denúncia original foi feita em 2021 pela então vereadora Débora Régis, hoje prefeita de Lauro de Freitas. A manhã desta terça-feira (17) começou com 25 policiais federais e auditores da Controladoria-Geral da União nas ruas de Lauro de Freitas e de Salvador. A Operação Nota de Conceito — nome que carrega sua própria ironia — foi deflagrada para investigar o que a PF descreve como um esquema completo de fraude: da licitação aos documentos, das cotações ao repasse dos serviços, tudo estruturado para direcionar dinheiro público para fora dos cofres da educação municipal. No centro da investigação, um contrato de R$ 16,4 milhões firmado durante a gestão da ex-prefeita Moema Gramacho (PT) para fornecer tablets a estudantes da rede pública — equipamentos que chegaram atrasados e a preços acima do mercado. O contrato em questão é o de nº 219/2020, assinado em 21 de dezembro de 2020 pela Secretaria Municipal de Educação de Lauro de Freitas. O objeto era uma “solução integrada para o ensino fundamental na modalidade à distância”, que incluía 21.300 tablets para alunos e professores, licenças de software e treinamento via EAD. O prazo original era de quatro meses — mas o contrato foi prorrogado e executado até agosto de 2022, com um termo aditivo no meio do caminho. Segundo a PF, esse aditivo foi assinado com base em cotações de preços fraudadas, o que elevou artificialmente o valor total do negócio sem justificativa técnica real. A licitação, segundo os investigadores, foi estruturada desde o início para favorecer uma empresa específica: a Conceito Representação e Importação e Exportação, sediada em Salvador. Três empresas participaram do certame. A Multilaser — fabricante nacional de tablets, com proposta de R$ 12,5 milhões, a mais barata — foi desclassificada na segunda fase sob alegação de ausência de suporte técnico próprio. A Multilaser contestou a desclassificação. Venceu a Conceito, com proposta de R$ 14,1 milhões. O valor final pago pelo município, porém, chegou a R$ 16,4 milhões — diferença atribuída aos aditivos e que, segundo a PF, apresenta fortes indícios de superfaturamento. Leia também Lauro de Freitas muda de gestão: quem é Débora Régis e o que ela prometeu para a cidade Moema Gramacho deixa a prefeitura e mira vaga na Assembleia Legislativa em 2026 Operações da PF na Bahia em 2026: os casos que estão sacudindo a política baiana O ponto mais revelador da investigação é a execução do contrato. Embora a empresa vencedora estivesse sediada em Salvador, os serviços foram efetivamente prestados por uma empresa diferente, com sede no estado de Santa Catarina.

Os “Netos” da Bahia: deputados federais baianos lideram propostas para reverter mudanças na CNH no Congresso

Os “Netos” da Bahia: deputados federais baianos lideram propostas para reverter mudanças na CNH no Congresso

Deputados baianos propõem restrições na CNH e revisão das mudanças do governo | NINJAFSA Link copiado! Política & Trânsito Os “Netos” da Bahia: deputados federais baianos lideram propostas para reverter mudanças na CNH no Congresso Neto Carletto (Avante) e Zé Neto (PT) são protagonistas no debate que pode mudar de vez as regras para tirar carteira de motorista no Brasil — da restrição para quem aprende em automático até a revisão da carga horária, testes e vínculo com autoescolas. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 15 mar. 2026 · Brasília (DF) WhatsApp X Copiar link Neto Carletto Avante · Deputado Federal (BA) · Relator do PL 1452/25 Zé Neto PT · Deputado Federal (BA) · Autor do PL 1452/25 As 5 principais propostas em debate na Câmara Restrição na CNH para quem aprende em automático Quem fizer todo o processo em carro automático terá isso registrado na carteira e só poderá dirigir esse tipo de veículo. Para dirigir manuais, precisará de curso complementar e novo exame. Neto Carletto Retorno da carga horária de 20 horas práticas O governo Lula reduziu o mínimo de 20h para apenas 2h de aulas práticas. A comissão debate reverter essa mudança, recompondo a formação do condutor. Comissão Exigência de vínculo com autoescolas Uma emenda propõe que instrutores autônomos só possam atuar em cidades onde não exista autoescola credenciada pelo Detran local, protegendo as 15 mil empresas do setor. Comissão Retorno dos testes obrigatórios (baliza e rampa) O governo eliminou provas como a de baliza, rampa e controle de embreagem. O relator Áureo Ribeiro (RJ) questiona o fim dessas avaliações e defende a manutenção de exames rigorosos. Comissão CNH Social financiada por multas de trânsito Proposta de Zé Neto prevê que parte da arrecadação de multas de trânsito financie a CNH Social para pessoas de baixa renda no CadÚnico — alternativa para manter as autoescolas sem encarecer o documento. Zé Neto CNH: antes × depois das mudanças do governo Lula Regras antigas 20 horas mínimas de aulas práticas obrigatórias Vínculo obrigatório com autoescola credenciada Provas de baliza, rampa e controle de embreagem Apenas câmbio manual no exame prático Custo médio: R$ 3.500 a R$ 5.000 Novas regras (governo Lula) Mínimo de apenas 2 horas de aulas práticas Instrutor autônomo credenciado, sem autoescola Fim das provas de baliza, rampa e embreagem Automático liberado no exame prático (sem restrição) Custo estimado: até R$ 236 (queda de até 80%)  Resumo da matéria — clique para expandir Dois deputados federais baianos estão no centro do debate que pode reverter as mudanças promovidas pelo governo Lula no processo de obtenção da CNH. Neto Carletto (Avante-BA) é o relator que aprovou na Comissão de Viação e Transportes a proposta que restringe a habilitação de quem aprender em carro automático — quem fizer o curso e o exame em automático só poderá dirigir esse tipo de veículo, com a limitação registrada na carteira. Já Zé Neto (PT-BA) é o autor original do PL 1452/25, que autorizou as aulas em automáticos, mas não previa restrições — e também propôs que multas de trânsito financiem a CNH Social. Uma comissão especial instalada em 10 de março na Câmara debate reverter a redução da carga horária de 20h para 2h, o retorno da obrigatoriedade das autoescolas, a reintrodução de testes como baliza e rampa, e o possível retorno de aulas presenciais nos CFCs. O setor alega risco para 15 mil empresas e 300 mil empregos. O parecer final deve sair em 45 dias. Dois deputados federais da Bahia viraram protagonistas de um dos debates mais acalorados do Congresso em 2026: a revisão das mudanças feitas pelo governo Lula no processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. Em lados complementares da mesma mesa, Neto Carletto (Avante) e Zé Neto (PT) estão moldando o que pode ser uma reforma completa das regras para tirar a CNH no Brasil — com consequências diretas para quem pretende se habilitar este ano. O ponto mais concreto que já avançou no Congresso é a proposta de restrição na CNH para quem aprender a dirigir em carro automático. A Comissão de Viação e Transportes da Câmara aprovou, com o parecer do relator Neto Carletto, que candidatos que fizerem todo o processo de habilitação em veículos automáticos terão essa limitação registrada na própria carteira — e só poderão conduzir esse tipo de veículo. Para dirigir um carro com câmbio manual, será necessário fazer um curso complementar e passar por nova avaliação prática. A proposta ainda precisará passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ir ao plenário. O deputado justificou a mudança com um argumento simples: se o motorista não aprendeu a operar um câmbio mecânico, ele não deveria estar legalmente autorizado a dirigir um veículo que exige esse conhecimento. “É forçoso constar no documento de habilitação do condutor que optar por fazer o curso e o exame em veículo com câmbio automático que ele não está apto a dirigir veículo com câmbio mecânico”, disse o deputado. O texto manteve a obrigatoriedade do exame em câmbio manual para as categorias profissionais C, D e E — as de caminhão, ônibus e veículos especiais. Leia também CNH sem autoescola: como funciona o novo modelo aprovado pelo governo e quanto vai custar CNH aos 16 anos: o que os especialistas em segurança viária pensam da proposta na Câmara 300 mil empregos em risco: o setor de autoescolas da Bahia e o impacto das novas regras O projeto de Neto Carletto, vale dizer, é um substitutivo que modifica o texto original apresentado pelo colega Zé Neto (PT-BA). Na versão de Zé Neto, as autoescolas seriam autorizadas a oferecer aulas em veículos automáticos — sem, no entanto, prever qualquer restrição posterior para o motorista aprovado. Foi Carletto quem introduziu a limitação como condição para a aprovação do projeto na comissão. A relação entre os dois parlamentares baianos no mesmo projeto — um como autor, outro como relator com alterações substanciais — ilustra a complexidade do debate, em que aliados do governo e da oposição

71% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, mostra Datafolha

71% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, mostra Datafolha

71% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, mostra Datafolha | NINJAFSA Link copiado! Economia & Trabalho 71% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, mostra Datafolha Apoio cresceu 7 pontos percentuais desde dezembro de 2024. Mulheres (77%), jovens de 16 a 24 anos (83%) e eleitores de Lula (82%) lideram o suporte à mudança. PEC tramita no Congresso com prioridade do governo para o primeiro semestre. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 15 mar. 2026 · Economia WhatsApp X Copiar link Manifestação pelo fim da escala 6×1 em São Paulo. Crédito: Blog do Magno / Reprodução Datafolha — Fim da escala 6×1 3–5 mar. 2026 · 2.004 entrevistados · 137 municípios · Margem de erro: ±2 p.p. 71% favoráveis Favoráveis à redução 71% Contrários 27% Não responderam 3% Evolução do apoio — dez/2024 × mar/2026 Favoráveis — dez/2024 64% Favoráveis — mar/2026 71% Contrários — dez/2024 33% Contrários — mar/2026 27% Apoio por perfil — % favoráveis 👩 Mulheres 77% a favor22% contra 👨 Homens 64% a favor34% contra 🧑 Jovens 16–24 anos 83% a favor16% contra 🧓 60 anos ou mais 55% a favor41% contra 🗳️ Eleitores de Lula (2022) 82% a favor16% contra 🗳️ Eleitores de Bolsonaro (2022) 55% a favor43% contra 💼 Trabalham 6–7 dias/semana 68% a favor31% contra 🏖️ Trabalham até 5 dias/semana 76% a favor22% contra Pesquisa Datafolha realizada entre 3 e 5 de março de 2026. Foram ouvidas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 137 municípios brasileiros. Margem de erro: ±2 pontos percentuais. Nível de confiança: 95%. Divulgada pela Folha de S.Paulo em 14 de março.  Resumo da matéria — clique para expandir Uma pesquisa Datafolha divulgada no sábado (14) confirma que sete em cada dez brasileiros querem o fim da escala 6×1. O apoio à redução da jornada máxima de trabalho saltou de 64% em dezembro de 2024 para 71% em março de 2026 — alta de 7 pontos percentuais em três meses. A rejeição caiu de 33% para 27% no mesmo período. O crescimento do apoio é transversal: cobre todos os gêneros, faixas etárias e preferências político-partidárias. Mulheres (77%), jovens de 16 a 24 anos (83%) e eleitores de Lula (82%) lideram. Mesmo entre eleitores de Bolsonaro, a maioria — 55% — é favorável. A proposta em debate no Congresso prevê a substituição da escala 6×1 por uma jornada de 40 horas semanais, em cinco dias, sem redução salarial, o chamado modelo 5×2. Sete em cada dez brasileiros querem trabalhar menos. Essa é, em resumo, a mensagem do mais recente levantamento do Datafolha sobre o fim da escala 6×1, pesquisa divulgada no sábado (14) pela Folha de S.Paulo. Com 71% de aprovação, o apoio à redução da jornada máxima de trabalho atingiu seu maior patamar desde que o tema entrou com força no debate público — em novembro de 2024, quando manifestações tomaram a Avenida Paulista com o empurrão do movimento criado pela influenciadora Rick Azevedo. O dado mais revelador da pesquisa não é o número em si, mas a sua velocidade de crescimento. Em apenas três meses — entre dezembro de 2024 e março de 2026 —, o apoio saltou de 64% para 71%, enquanto a rejeição despencou de 33% para 27%. São sete pontos de diferença em favor da proposta, conquistados em um trimestre em que o tema ainda não avançou concretamente no Congresso. A tendência sugere que, quanto mais o assunto é debatido, mais a população adere à ideia. O perfil de quem apoia a mudança revela um dado politicamente significativo: o apoio é majoritário em todos os grupos — mesmo naqueles historicamente associados a posições mais conservadoras sobre direitos trabalhistas. Entre os eleitores de Jair Bolsonaro no segundo turno de 2022, 55% são favoráveis ao fim da escala e apenas 43% são contrários. No campo oposto, entre eleitores de Lula, o apoio chega a 82%. A leitura que fica é simples: esse não é um debate partidário. É um debate de quem trabalha muito e descansa pouco. Leia também PEC do fim da escala 6×1: veja em que pé está a votação no Congresso e o que falta para avançar O que muda para o trabalhador com o modelo 5×2: direitos, salário e jornada Empresários contra a escala 5×2: entenda os argumentos do setor produtivo sobre impacto nos custos Um recorte chama atenção pelo aparente paradoxo: quem trabalha seis ou sete dias por semana — ou seja, quem seria o mais direto beneficiário da mudança — apoia menos a medida (68%) do que quem já trabalha até cinco dias (76%). O Datafolha oferece uma explicação: entre os que cumprem jornadas mais longas, há maior proporção de autônomos e empresários, para os quais trabalhar mais dias pode significar ganhar mais. Entre os que já têm escala 5×2, predominam servidores públicos, cuja remuneração não varia com o número de horas trabalhadas. Publicidade A geração mais jovem empurra o debate com mais força. Entre os entrevistados de 16 a 24 anos, 83% são favoráveis ao fim da escala — o maior índice de qualquer faixa etária. Esse dado não é acidental: foi justamente a geração Z que protagonizou o movimento nas redes sociais e nas ruas em 2024, tornando o tema viral antes de ele sequer ser formalmente apresentado ao Congresso. À medida que essa geração envelhece e ocupa mais postos no mercado de trabalho, a pressão política por essa mudança tende a crescer. O recorte de gênero também é expressivo. As mulheres apoiam o fim da escala com mais intensidade do que os homens: 77% contra 64%. A diferença está alinhada com o argumento mais frequentemente usado pelo presidente Lula para justificar a proposta — o de que a redução da jornada beneficiaria especialmente as mulheres, que frequentemente acumulam o emprego com tarefas domésticas e cuidado de filhos, configurando a chamada dupla jornada. “A redução da jornada de trabalho pode beneficiar especialmente as mulheres, que muitas vezes saem do trabalho e ainda têm um segundo turno em casa.”— Presidente Luiz Inácio Lula

Ator Julio Rocha e equipe são abordados pela GCM ao simular assalto em vídeo com a mãe

Ator Julio Rocha e equipe são abordados pela GCM ao simular assalto em vídeo com a mãe

Ator Julio Rocha e equipe são abordados pela GCM ao simular assalto em vídeo | NINJAFSA Link copiado! Entretenimento Ator Julio Rocha e equipe são abordados pela GCM ao simular assalto em vídeo com a mãe Conhecido pela novela Três Graças, da Globo, o artista gravava conteúdo para as redes sociais em São Paulo quando guardas municipais reagiram à encenação. A situação foi controlada após a equipe provar a intenção artística. “Foi por pouco”, contou o ator. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 13 mar. 2026 · São Paulo (SP) WhatsApp X Copiar link Momento em que a GCM aborda a equipe de Julio Rocha durante a gravação da encenação. Crédito: Metrópoles / Reprodução JR Julio Rocha, 45 anos Ator paulistano com carreira iniciada aos 15 anos. Ficou conhecido por Duas Caras (2007), Fina Estampa e Amor à Vida (2013). Retornou às novelas em 2025 após 11 anos de pausa, interpretando o capanga Edilberto em Três Graças, das 21h da TV Globo, escrita por Aguinaldo Silva. Três Graças (Globo) Duas Caras Fina Estampa Amor à Vida  Resumo da matéria — clique para expandir O ator Julio Rocha, atualmente no elenco de Três Graças (Globo), e sua equipe de produção foram abordados por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) de São Paulo após simular um assalto em vídeo para as redes sociais. A encenação envolvia a mãe do ator como “vítima”. Transeuntes que assistiram à gravação acionaram a GCM acreditando ser um assalto real. Os guardas chegaram ao local já durante a cena, causando tensão. A situação foi resolvida pacificamente após a equipe explicar que se tratava de uma produção artística e exibir os equipamentos de gravação. O ator relatou a situação nas redes sociais com bom humor, dizendo que “foi por pouco” e alertando para a necessidade de comunicar previamente as autoridades em gravações de cenas sensíveis em locais públicos. A tarde desta sexta-feira (13) reservou uma cena que nenhum roteirista precisaria inventar: o ator Julio Rocha, conhecido pelo papel do capanga Edilberto na novela Três Graças, da TV Globo, se viu cercado por agentes da Guarda Civil Municipal de São Paulo enquanto gravava — com a própria mãe — uma encenação de assalto para publicar nas redes sociais. O que era conteúdo virou ocorrência. Ou quase. A situação ocorreu em uma rua de São Paulo quando Julio e sua equipe de produção montavam a cena: a mãe do ator seria abordada em uma simulação de roubo, com câmeras posicionadas para capturar a encenação de diferentes ângulos. O que a equipe não previu foi a reação dos passantes. Moradores que assistiram à cena de longe, sem perceber os equipamentos de gravação, acionaram a GCM acreditando estar testemunhando um assalto real. Os guardas chegaram ao local ainda com a cena em andamento. A abordagem foi tensa nos primeiros momentos. Os agentes não tinham como saber, a princípio, que se tratava de uma produção — e agiram conforme o protocolo. Julio e a equipe foram parados, identificados e precisaram explicar a situação, mostrando os equipamentos de filmagem, o roteiro e, provavelmente, o próprio rosto do ator, reconhecível pelo público da novela das nove. A confusão foi desfeita rapidamente e ninguém foi levado à delegacia. Seu navegador não suporta vídeo HTML5. Vídeo da encenação que gerou a abordagem da Guarda Civil Municipal de São Paulo. (Reprodução / NINJAFSA) Leia também Tres Graças: conheça Edilberto, o personagem de Julio Rocha na novela de Aguinaldo Silva Julio Rocha volta às novelas após 11 anos e fala sobre recomeço: “não enferrujei” GCM de SP: quando a abordagem policial vira viral — os casos mais comentados do ano Como a gravação virou abordagem policial Início da tarde Julio Rocha e equipe chegam ao local escolhido em São Paulo e posicionam câmeras para gravar a encenação de assalto. Durante a cena Transeuntes observam o que parece ser um assalto real. Sem perceber os equipamentos de filmagem, acionam a GCM. Abordagem Guardas municipais chegam ao local com a cena ainda em andamento e abordam o ator, a mãe e toda a equipe. Resolução Equipe exibe equipamentos, explica a proposta artística e a situação é resolvida pacificamente. Ninguém é detido. Repercussão Julio Rocha compartilha o episódio nas redes com bom humor, alerta sobre a necessidade de comunicar autoridades e o vídeo viraliza. Publicidade Nas redes sociais, Julio transformou o susto em conteúdo — o que, paradoxalmente, acabou sendo exatamente o que ele pretendia desde o início. O ator contou a história com bom humor, usou a expressão “foi por pouco” para descrever a tensão do momento e, de quebra, deixou um recado implícito para outros criadores de conteúdo: encenações que envolvem ações criminosas em locais públicos precisam de comunicação prévia às autoridades competentes. O conselho é prático — e legal: sem aviso formal, esse tipo de gravação pode ser enquadrada em perturbação da ordem pública ou, dependendo da reação dos envolvidos, em situações mais graves. “Foi por pouco. A gente não avisou a GCM e quase virou um barraco. Fica a lição: em São Paulo, se parecer assalto, vai ter abordagem.”— Julio Rocha, em publicação nas redes sociais após o episódio Julio Rocha está no ar desde outubro de 2025 em Três Graças, novela escrita por Aguinaldo Silva exibida nas 21h da TV Globo. O retorno à emissora encerrou um jejum de 11 anos desde sua última novela, Amor à Vida (2013). Na trama atual, interpreta Edilberto, capanga leal e enigmático do grande vilão Ferette, vivido por Murilo Benício — um personagem que, ironicamente, passa boa parte do tempo simulando ser algo que não é. A vida imita a arte, às vezes com a GCM presente. Publicidade

Vorcaro troca de advogado no mesmo dia em que STF forma maioria pela prisão e abre caminho para delação

Vorcaro troca de advogado no mesmo dia em que STF forma maioria pela prisão e abre caminho para delação

Vorcaro troca de advogado e abre caminho para delação premiada | NINJAFSA Link copiado! Judiciário Vorcaro troca de advogado no mesmo dia em que STF forma maioria pela prisão e abre caminho para delação Pierpaolo Bottini e Roberto Podval saem da defesa; entra José Luís Oliveira Lima, o “Juca”, criminalista com histórico de acordos de delação premiada na Lava Jato. Movimento é lido nos bastidores como sinal de que o dono do Banco Master se prepara para fechar colaboração com a PF. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 13 mar. 2026 · Brasília (DF) WhatsApp X Copiar link Daniel Vorcaro, fundador e ex-presidente do Banco Master, preso na Penitenciária Federal de Brasília. Crédito: InfoMoney 3×0 Placar no STF pela manutenção da prisão 8 Celulares de Vorcaro em perícia pela PF R$2,2bi Valor ocultado pelo pai do banqueiro, aponta PF Mudança na defesa — o que mudou Saem Pierpaolo Bottini Escritório Bottini & Tamasauskas. Tem entre seus clientes potenciais delatados por Vorcaro, especialmente políticos do Centrão. Subestabeleceu procuração alegando motivos pessoais. Roberto Podval Ainda avalia saída, mas tendência é deixar o caso por ter ligação próxima com o ministro Dias Toffoli, potencial delatado de Vorcaro. Entra José Luís Oliveira Lima (“Juca”) Um dos principais criminalistas do país. Na Lava Jato, fechou acordos de delação premiada. É também advogado de Walter Braga Netto e representou José Dirceu no mensalão. Perfil considerado mais agressivo. Sérgio Leonardo Permanece na equipe de defesa de Vorcaro.  Resumo da matéria — clique para expandir No mesmo dia em que a Segunda Turma do STF formou maioria de 3×0 para manter Daniel Vorcaro preso na Penitenciária Federal de Brasília, o banqueiro dono do Banco Master trocou dois de seus três advogados. Saíram Pierpaolo Bottini e, possivelmente, Roberto Podval — ambos com conflitos de interesse que inviabilizariam a condução de um acordo de delação. Entrou José Luís Oliveira Lima, o “Juca”, criminalista com histórico de fechamento de acordos de colaboração premiada. Nos bastidores, a movimentação é interpretada por fontes do STF e da advocacia criminal como sinal de que Vorcaro prepara uma delação que pode atingir empresários, presidentes de partidos, ministros e políticos do Centrão. A PF já tem 8 celulares do banqueiro em análise pericial. A defesa oficial negou que qualquer tratativa de delação esteja em andamento. O mesmo dia que selou a maioria pela manutenção de sua prisão também marcou uma reviravolta silenciosa na estratégia de Daniel Vorcaro. Na tarde desta sexta-feira (13), enquanto os votos de André Mendonça, Luiz Fux e Kássio Nunes Marques se acumulavam no plenário virtual do STF, o dono do Banco Master promovia uma troca cirúrgica em sua equipe jurídica — movimento que, nos bastidores do Judiciário e da advocacia criminal, tem um único significado possível: o caminho para a delação premiada foi aberto. Pierpaolo Bottini, do escritório Bottini & Tamasauskas, formalizou sua saída subestabelecendo uma procuração para o novo defensor, alegando motivos pessoais. Roberto Podval ainda não assinou formalmente sua saída, mas a tendência, segundo fontes ouvidas pela CNN Brasil e pelo Metrópoles, é de que ele também deixe o caso. O motivo da saída de ambos é o mesmo que torna sua presença incompatível com um eventual acordo de colaboração: entre os nomes que Vorcaro poderia citar em uma delação estão grandes empresários, presidentes de partidos e políticos influentes — alguns deles clientes dos próprios advogados que estão de saída. Quem assume a linha de frente da defesa é José Luís Oliveira Lima, o “Juca” — um dos criminalistas mais experientes do país em acordos de delação premiada. Na Lava Jato, foi o responsável por fechar colaborações premiadas que mudaram os rumos das investigações. No currículo recente, consta a defesa de Walter Braga Netto, o ex-candidato a vice-presidente de Bolsonaro preso pelas tentativas de golpe de Estado. Antes, representou José Dirceu no processo do mensalão. O perfil é descrito como “mais agressivo” pelos próprios pares — não apenas no sentido combativo, mas no sentido de avançar em estratégias que criminalistas mais tradicionais evitam. Leia também STF forma maioria 3×0 para manter Vorcaro preso — entenda o julgamento Os 8 celulares de Vorcaro: o que a PF encontrou e o que ainda está sendo periciado Quem é “Juca”, o novo advogado de Vorcaro que fechou delações na Lava Jato A motivação atribuída a Vorcaro para considerar a delação é objetiva. Aliados do banqueiro afirmam que ele começou a pesar a possibilidade de colaboração a partir do momento em que entendeu que a prisão colocava em risco não apenas sua liberdade, mas também a de familiares — seu cunhado Fabiano Zettel está preso, e a PF aponta que seu pai, Henrique Vorcaro, ocultou R$ 2,2 bilhões de vítimas do Master em seu nome na gestora Reag. Uma delação poderia, em tese, reduzir o tempo de pena e proteger o avanço das investigações sobre pessoas próximas. Publicidade Nos bastidores, há ainda um detalhe técnico que torna o caso incomum: a possível delação poderia ser negociada diretamente com a Polícia Federal — e não com a Procuradoria-Geral da República. A Lei das Organizações Criminosas prevê essa possibilidade, embora ela seja pouco utilizada. O criminalista Paulo Suzano, ouvido pelo Metrópoles, resumiu o cenário com precisão: “O caso de Vorcaro é muito singular, e um caso tão inédito também deve ter soluções inéditas.” A PF já tem oito celulares do banqueiro em análise pericial — três foram recolhidos no momento da segunda prisão, em 4 de março. Os aparelhos ainda não passaram por perícia técnica completa e devem revelar novas conversas com autoridades dos três poderes. “A pessoa só envereda pela colaboração premiada caso venha a colaborar com investigação e possa trazer, entre outras coisas, a dissolução de alguma organização criminosa.”— Paulo Suzano, advogado criminalista, ao Metrópoles O peso político do que Vorcaro pode revelar é o que torna a situação explosiva. As primeiras extrações de celulares já apontaram contatos com autoridades dos três poderes — incluindo uma mensagem em que o banqueiro, no dia em que foi preso pela primeira vez, em novembro de