Cratera na BR-324: motoristas enfrentam 20 km de engarrafamento após erosão em Simões Filho

Destaque • Redação NinjaFSA

Trânsito sentido Salvador segue lento e veículos pesados precisam usar rotas alternativas pelas rodovias baianas após temporais abrirem nova falha no asfalto.

Cratera na BR-324: motoristas enfrentam 20 km de engarrafamento após erosão em Simões Filho
Foto: Divulgação / NinjaFSA
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  • Erosão no km 603 da BR-324, em Simões Filho, provocou interdição parcial e formou 20 km de congestionamento.
  • Caminhões e carretas devem obrigatoriamente desviar pelas rodovias BA-522, BA-524, BA-535 e BA-526.
  • Trecho afetado é o mesmo que sofreu com cratera em julho, expondo demora em obras definitivas do DNIT.
Foto: Divulgação / www.jornalfolhadoestado.com / www.jornalfolhadoestado.com — Licença Uso jornalístico / Divulgação oficial (www.jornalfolhadoestado.com).

Quem pega a estrada entre Feira de Santana e Salvador nos últimos dias precisou de muita paciência ao volante. Uma nova erosão no km 603 da BR-324, na altura de Simões Filho, fechou parcialmente a pista e formou uma fila gigantesca de 20 quilômetros de congestionamento. Para quem depende do trecho para trabalhar, estudar ou transportar mercadorias, a rotina virou um teste de resistência logo no início da semana.

Como isso afeta você

O fluxo de veículos sentido Salvador está restrito e exige desvios obrigatórios. Se você dirige caminhão ou veículo pesado, atenção redobrada: a Polícia Rodoviária Federal (PRF) exige o uso das rodovias estaduais BA-522 (por Candeias), BA-524, BA-535 e BA-526 como rotas alternativas. Planeje sua viagem com antecedência para evitar atrasos severos.

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A força das chuvas e o histórico de problemas

O problema começou a se desenhar no fim de semana passado, quando temporais castigaram a região metropolitana. O volume d’água comprometeu o sistema de drenagem e abriu a cratera na pista, obrigando o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) a iniciar os trabalhos emergenciais de recomposição do aterro nesta terça-feira (3).

O que mais preocupa quem transita pelo local é a recorrência do problema. Apenas alguns meses atrás, em julho, outra cratera se abriu bem perto dali, exigindo duas semanas de reparos intensos. Na época, o órgão federal chegou a decretar situação de emergência em agosto para viabilizar uma obra definitiva, mas a contratação prometida ainda não foi concluída.

O que diz a cronologia recente

Fim de semana: Chuvas fortes comprometem a drenagem e provocam erosão no km 603.
Segunda-feira (2): Cratera se abre completamente, gerando interdição parcial e 20 km de filas.
Terça-feira (3): DNIT inicia serviços de recuperação do aterro e PRF organiza desvios para cargas pesadas.

Próximos passos e paciência no tráfego

Enquanto as equipes técnicas trabalham para estabilizar o solo e devolver a segurança ao pavimento, a recomendação das autoridades de trânsito é redobrar a atenção e respeitar a sinalização na chegada ao trecho em obras. Motoristas de passeio também enfrentam lentidão e precisam avaliar horários alternativos de deslocamento pela rodovia federal até que a situação seja totalmente normalizada.

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