Quem vai aos cemitérios nesta data encontra mini margaridas a partir de R$ 30,00, em meio a um movimento que os comerciantes avaliam como razoável.
Resumo da Notícia
- Comércio de flores nos cemitérios de Feira de Santana registra busca razoável no Dia de Finados.
- Preços variam de R$ 30,00 para mini margaridas até R$ 60,00 para crisântemos.
- Restrições passadas devido à dengue alteraram o volume de vendas em relação a anos anteriores.
Se você vai visitar os cemitérios de Feira de Santana nesta terça-feira, 2 de novembro, para prestar suas lembranças e carinho a quem já partiu, saiba que vai encontrar diversas opções de flores logo na entrada. Para facilitar o seu bolso na hora de fazer a escolha, as mini margaridas estão saindo por R$ 30,00, enquanto a margarida tradicional custa R$ 45,00 e o crisântemo pode ser encontrado a partir de R$ 60,00.
Essa movimentação nas ruas faz parte da quarta data mais importante para o comércio de flores no ano, ficando atrás apenas do Dia das Mães, Dia das Mulheres e Dia dos Namorados. No entanto, o ritmo nas calçadas já foi bem mais agitado. O fotógrafo Onildo Rodrigues acompanha a rotina da cidade e o cenário atual reflete mudanças que aconteceram no passado recente.
O vendedor de flores Edmilson Rodrigues explica como está sendo o dia de trabalho e relembra os impactos que o setor sofreu por causa de questões de saúde pública: “A procura está razoável, estamos aqui preparados para atender a demanda. Acreditamos que até a tarde o movimento melhore. São vários tipos de flores mais procurados. Temos crisântemo, margaridas, calandiva, que são as mais procuradas na data. Algum tempo atrás a dengue estava se proliferando e por isso houve uma proibição de levar flores que acumulam água ao cemitério. Antes disso a procura era intensa, hoje ainda temos, mas comparado a antes diminuiu bastante”.
Apesar da queda em relação aos anos anteriores causada pela proibição antiga de vasos que acumulam água — medida adotada para combater a proliferação da dengue —, os comerciantes seguem firmes nas barracas esperando que o fluxo de pessoas cresça ainda mais até o final do dia.