Quaest: Mais de 70% dos brasileiros sentem alta nos preços dos alimentos

Quaest: Mais de 70% dos brasileiros sentem alta nos preços dos alimentos

Quaest: Mais de 70% dos brasileiros sentem alta nos preços dos alimentos ECONOMIA / PESQUISA Quaest: Mais de 70% dos brasileiros sentem alta nos preços dos alimentos Levantamento aponta que a inflação nos supermercados é a principal preocupação das famílias, pressionando a aprovação da política econômica do governo federal. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente A inflação dos alimentos tornou-se um dos maiores desafios para a popularidade do governo. (Foto: Reprodução / ICL Notícias) Ir ao supermercado tem sido motivo de angústia e queixas para a grande maioria da população. Uma nova pesquisa divulgada pelo instituto Quaest revela que mais de 70% dos brasileiros perceberam um aumento significativo nos preços dos alimentos básicos ao longo das últimas semanas. Os dados do levantamento refletem a realidade nas prateleiras e funcionam como um termômetro direto da economia real, aquela que afeta o bolso do trabalhador diariamente, contrastando muitas vezes com os indicadores macroeconômicos oficiais. Publicidade O peso no orçamento A pesquisa indica que a percepção de alta nos preços castiga principalmente as famílias de menor renda, que destinam a maior fatia do seu orçamento mensal à compra de itens essenciais da cesta básica, como arroz, feijão, carne, leite e hortaliças. O aumento do custo de vida tem raízes em diversos fatores, incluindo as recentes instabilidades no mercado global — como a alta do petróleo e do diesel devido a conflitos no Oriente Médio, que encarecem os fretes —, além de questões climáticas severas que prejudicaram safras importantes no campo brasileiro. Leia Também Guerra no Irã já começa a impactar preço dos combustíveis no país; governo avalia reduzir impostos Depois do pacote contra efeitos da guerra, governo Lula quer socorrer endividados unificando dívidas Impacto político A insatisfação com os preços nos supermercados traz consequências diretas para a avaliação política. O levantamento da Quaest mostra que a inflação alimentar é, atualmente, o principal fator de desgaste para a aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Economistas e analistas políticos alertam que o encarecimento da comida anula, na prática, os ganhos reais obtidos com o aumento do salário mínimo, gerando frustração imediata no eleitorado. O Palácio do Planalto, ciente do problema, já tem promovido reuniões emergenciais com o Ministério da Fazenda para avaliar medidas de contenção, incluindo a possibilidade de novos cortes pontuais de impostos e linhas de crédito para pequenos produtores rurais, na tentativa de frear os repasses aos consumidores. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Operação da PF contra transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão prende MC Ryan SP e Poze do Rodo

Operação da PF contra transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão prende MC Ryan SP e Poze do Rodo

Operação da PF contra transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão prende MC Ryan SP e Poze do Rodo URGENTE / POLÍCIA FEDERAL Operação da PF contra transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão prende MC Ryan SP e Poze do Rodo A megaoperação investiga um complexo esquema de lavagem de dinheiro e organização criminosa. Artistas do funk são apontados como peças-chave na movimentação de recursos ilícitos. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente A operação cumpre dezenas de mandados de busca, apreensão e prisão em diversos estados do país. (Foto: Reprodução) A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira uma das maiores operações do ano contra a lavagem de capitais e o crime organizado no Brasil. A ação, que mobiliza centenas de agentes em múltiplos estados, teve como alvos de prisão preventiva dois dos maiores nomes do cenário do funk e do trap nacional: MC Ryan SP e Poze do Rodo. A investigação, que decorre há mais de um ano em sigilo absoluto, mapeou uma rede sofisticada de empresas de fachada, aquisição de imóveis de luxo e compra de veículos superdesportivos importados. Publicidade O Esquema Bilionário Segundo os relatórios preliminares do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e da PF, o esquema movimentou mais de R$ 1,6 bilhão de origem ilícita. O dinheiro seria proveniente do tráfico internacional de drogas e da exploração de jogos de azar ilegais, sendo posteriormente “limpo” através de contratos de espetáculos superfaturados, patrocínios forjados e empresas de agenciamento artístico. As autoridades indicam que os artistas detidos atuariam não apenas como “garotos-propaganda” para dar uma aparência de legalidade aos recursos, mas participariam ativamente na ocultação do património dos verdadeiros líderes da organização criminosa. Leia Também Ladrão de moto é capturado e espancado até a morte por populares em Feira de Santana Deolane Bezerra e outros influenciadores entram na mira da Receita por ocultação de bens Apreensões de Luxo e Defesa Durante as diligências nas mansões dos cantores em São Paulo e no Rio de Janeiro, os agentes federais apreenderam joias exclusivas, malas com dinheiro em espécie (reais e dólares), além de uma frota de carros de altíssimo luxo que não declarados ou registados em nome de laranjas. Até ao fecho desta matéria, as defesas de MC Ryan SP e Poze do Rodo não emitiram notas oficiais sobre as prisões. Os artistas foram conduzidos às respetivas superintendências da Polícia Federal para prestar os primeiros depoimentos e aguardarão a audiência de custódia nas próximas horas. A operação também determinou o bloqueio imediato de contas bancárias e ativos financeiros ligados a dezenas de empresas de entretenimento investigadas, o que pode causar um efeito dominó na indústria musical nos próximos dias. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Depois do pacote contra efeitos da guerra, governo Lula quer socorrer endividados unificando dívidas

Depois do pacote contra efeitos da guerra, governo Lula quer socorrer endividados unificando dívidas

Depois do pacote contra efeitos da guerra, governo Lula quer socorrer endividados unificando dívidas ECONOMIA / BRASIL Depois do pacote contra efeitos da guerra, governo Lula quer socorrer endividados unificando dívidas A nova aposta da equipe econômica é criar um mecanismo para que o cidadão possa consolidar pendências de cartões, contas de luz e comércio numa única prestação com juros reduzidos, visando reaquecer o consumo. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente O objetivo é aliviar o orçamento das famílias e injetar ânimo no varejo nacional. (Foto: Reprodução) O governo federal prepara uma nova e ambiciosa ofensiva na área econômica. Logo após articular um pacote de medidas de emergência para conter a alta dos combustíveis — provocada pela tensão e conflitos envolvendo o Irã no Oriente Médio —, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta agora as suas atenções para o mercado interno, com o objetivo de resgatar milhões de brasileiros do sufoco da inadimplência. A nova proposta em estudo pela equipe econômica do Ministério da Fazenda visa oferecer um alívio estrutural às famílias endividadas através da “unificação de dívidas”. A medida funcionaria como uma evolução de programas anteriores de renegociação, mas com uma dinâmica mais abrangente e simplificada para o consumidor. Publicidade O fim da “bola de neve” A ideia central do projeto é permitir que o cidadão reúna todos os seus débitos em aberto num único contrato. Isso significa que dívidas fragmentadas e com taxas abusivas — como faturas de cartão de crédito atrasadas, contas de água, luz, gás e crediários no comércio — poderiam ser consolidadas e transformadas numa única parcela mensal, balizada por juros muito inferiores aos praticados atualmente pelo mercado financeiro. Para viabilizar este modelo, o governo estuda utilizar os bancos públicos (como a Caixa Econômica e o Banco do Brasil) como agentes consolidadores, ou acionar fundos garantidores que deem segurança aos bancos privados para que reduzam drasticamente as taxas cobradas na repactuação destas dívidas. Leia Também Guerra no Irã impacta preço dos combustíveis no país; governo avalia reduzir impostos Fim da 6×1: CEO do Assaí defende maior flexibilidade para trabalhadores Não adianta contermos a inflação externa se a família brasileira continua estrangulada, pagando juros sobre juros no cartão de crédito. Precisamos organizar o orçamento do trabalhador para que ele possa voltar a consumir e viver com dignidade. Fonte ligada à equipe econômica do Governo Impacto no Varejo A unificação das dívidas atende a um pedido duplo: socorre as famílias e, ao mesmo tempo, atende ao setor produtivo. Com parcelas mais baixas e previsíveis, o governo espera libertar parte do orçamento mensal das famílias, que voltariam a ter condições de consumir produtos no varejo, ajudando a reaquecer a economia e a impulsionar a geração de empregos no comércio. A medida está em fase de modelagem final e as minutas do projeto deverão ser apresentadas ao presidente Lula nas próximas semanas. A expectativa é que o novo programa de repactuação seja anunciado oficialmente ainda no primeiro semestre, servindo como um dos principais pilares do governo no ano eleitoral. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Simulado CNH DO BRASIL

CNH Aprovada — Sistema de Estudo Completo 🏆 Subiu de Nível! 2 Motorista Iniciante Incrível! Continuar 🚀 🚗 CNH Aprovada 🔥 0 Nível 1 🏠 Início 📚 Módulos ⚡ Dificuldade 📖 Estudar 📊 Histórico 🎯 Bem-vindo ao Simulado CNH! Treine com 1.470 questões do Banco Nacional. Precisa acertar 20 de 30 (67%) para passar. Boa sorte! 📋 1.470 questões 🎓 4 Módulos ⭐ Sistema de XP 🎯0Simulados ✅0Aprovações ❌0Reprovações 🏅0Conquistas 🚀 Começar Agora 🎯 Simulado Oficial 30 questões rotativas de todos os módulos. Precisa de 20 acertos para passar. Igual à prova do DETRAN! 30q • 50 min • Meta: 67% ⚡ Revisão Rápida 10 questões para esquentar. Perfeito para uma revisão antes da prova ou no dia a dia. 10q • 15 min 📚 Por Módulo Estude cada tema separadamente e acompanhe seu progresso em cada módulo. 4 módulos disponíveis 🏆 Por Dificuldade Escolha entre Fácil, Intermediário ou Difícil. Desafie-se com questões avançadas do CTB. Fácil / Médio / Difícil 🏅 Conquistas 📚 Simulado por Módulo Pratique questões específicas de cada tema. Acompanhe seu progresso! 🛑 Módulo 1 Placas, Cores e Caminhos Sinalizações, placas, semáforos, velocidades e regras de circulação nas vias. 0% acertos388 questões ⚖️ Módulo 2 Escolhas e Consequências CTB, infrações, penalidades, crimes de trânsito, álcool, habilitação e legislação. 0% acertos198+ questões 🔰 Módulo 3 Na Direção da Segurança Direção defensiva, ultrapassagem, velocidade, condições adversas e prevenção de sinistros. 0% acertos599+ questões ❤️ Módulo 4 Cuidar, Agir e Preservar Primeiros socorros, meio ambiente, mecânica básica, cidadania e questões de bom senso. 0% acertos251+ questões ⚡ Simulado por Dificuldade Escolha o nível e desafie-se! Ótimo para identificar seus pontos fracos. 😊 Fácil Questões básicas de trânsito. Ideal para começar os estudos. 707 questões disponíveis 🧠 Intermediário Situações do cotidiano. As mais frequentes na prova do DETRAN. 515 questões disponíveis 🔥 Difícil Questões avançadas do CTB. Para quem quer gabaritar! 214+ questões disponíveis 📖 Área de Estudo Revise os conteúdos antes de fazer os simulados. Organizado por tema. Selecione um tema para estudar 📋Legislação de Trânsito (CTB)Código, SNT, órgãos, categorias, documentação e normas gerais› ⚖️Infrações, Penalidades e CrimesMultas, pontos, suspensão, cassação, crimes do CTB (Arts. 302-312)› 🛑Sinalização Viária CompletaPlacas de regulamentação, advertência, indicação, horizontal e semáforos› 🏎️Velocidades e ViasLimites por tipo de via, classificação urbana/rural e fiscalização› 🔰Direção DefensivaCAPHED, condições adversas, distância de seguimento, ultrapassagem› 🍺Álcool, Drogas e CelularLei Seca, limites, etilômetro, celular ao volante e consequências› 🚑Primeiros SocorrosProtocolo XABCDE, RCP, hemorragias, fraturas, omissão de socorro› 🌱Meio AmbientePoluição, gases veiculares, catalisador, legislação ambiental e CONAMA› 🔧Noções de MecânicaSistemas do veículo: freios, suspensão, elétrico, arrefecimento, pneus› 📄Processo de HabilitaçãoCategorias, PPD, renovação, exames, LADV e CNH-e› ← Voltar 📊 Histórico de Simulados Acompanhe sua evolução ao longo do tempo. ← Simulado Oficial 🔥 0 ⭐ 0 50:00 ✅ 0 ❌ 0 30 questões ← 📖 Revisão das Questões

Lula avalia fim da ‘Taxa das Blusinhas’ após imposto gerar rombo bilionário aos Correios

Lula avalia fim da ‘Taxa das Blusinhas’ após imposto gerar rombo bilionário aos Correios

Lula avalia fim da ‘Taxa das Blusinhas’ após imposto gerar rombo bilionário aos Correios ECONOMIA / POLÍTICA NACIONAL Lula avalia fim da ‘Taxa das Blusinhas’ após imposto gerar rombo bilionário aos Correios A medida, criada pela equipe do ministro Fernando Haddad e aprovada pelo Congresso, causou uma queda drástica nas importações e pode ser revertida pelo Palácio do Planalto em pleno ano eleitoral. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente O impacto negativo da taxação reacende atritos internos na equipe econômica do Governo Federal. (Foto: Reprodução) A controversa taxação sobre compras internacionais de pequeno valor, popularmente apelidada de “Taxa das Blusinhas”, pode estar com os dias contados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está avaliando seriamente a possibilidade de revogar a medida que instituiu a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. Criada sob forte articulação do Ministério da Fazenda, comandado por Fernando Haddad, e aprovada a contragosto por parte do Congresso Nacional, a taxação tinha como objetivo oficial proteger o varejo nacional e aumentar a arrecadação da União. No entanto, o resultado prático foi muito diferente do esperado e causou um “efeito bumerangue” na economia estatal. Publicidade O rombo nos Correios A principal motivação para a reversão da medida é o prejuízo colossal sofrido pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Desde que a taxa entrou em vigor, o volume de pequenas encomendas vindas da Ásia (de gigantes do e-commerce como Shein, Shopee e AliExpress) despencou drasticamente. Como a logística de entrega dessas mercadorias era uma das principais fontes de receita da estatal, a ausência desse fluxo gerou um rombo bilionário nas contas dos Correios. Relatórios internos do governo apontam que a perda de receita da estatal superou com margem a arrecadação obtida pelo Ministério da Fazenda com a nova taxa, tornando a medida economicamente inviável. Leia Também Haddad defende imposto em produtos eletrônicos importados: “regulação do comércio” Após repercussão negativa, governo avalia recuar em tarifa de importação Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa eleitoral Impacto político e eleitoral Além do aspeto financeiro, o custo político da medida pesou na decisão de Lula. Em 2026, ano de eleições gerais, a “Taxa das Blusinhas” consolidou-se como uma das pautas mais impopulares do governo, gerando profunda insatisfação, especialmente entre os eleitores mais jovens e de menor poder aquisitivo. A eventual revogação representará uma dura derrota política para Fernando Haddad e a equipe econômica, que vinham defendendo a manutenção do imposto sob o pretexto de isonomia tributária. Nos bastidores, a pressão do Palácio do Planalto sobre a Fazenda é intensa, e o presidente já demonstrou impaciência com medidas que comprometam diretamente a sua popularidade sem trazer ganhos fiscais reais e consolidados. O anúncio oficial sobre o futuro da “Taxa das Blusinhas” deverá ocorrer nas próximas semanas, logo após a conclusão de estudos de viabilidade solicitados pela Casa Civil para reestruturar as receitas dos Correios. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Grandes distribuidoras de combustíveis decidem ficar fora de programa de subvenção ao diesel

Grandes distribuidoras de combustíveis decidem ficar fora de programa de subvenção ao diesel

Grandes distribuidoras de combustíveis decidem ficar fora de programa de subvenção ao diesel ECONOMIA / MERCADO Grandes distribuidoras de combustíveis decidem ficar fora de programa de subvenção ao diesel O recuo das principais empresas do setor ameaça esvaziar o programa do governo federal, criado com urgência para conter a escalada de preços decorrente da crise internacional. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA O plano do Governo Federal para baixar o preço do diesel nas bombas acabou de sofrer um forte revés. As principais distribuidoras de combustíveis do país decidiram não aderir ao programa de subvenção, alegando insegurança jurídica e regras complexas. A recusa compromete o repasse do desconto ao consumidor final e aos caminhoneiros. O programa foi desenhado para atenuar a escalada de preços nas bombas. (Foto: Reprodução) A tentativa do Palácio do Planalto de amortecer o impacto da crise global de energia no bolso dos brasileiros esbarrou num obstáculo de peso. As maiores distribuidoras de combustíveis do país anunciaram que vão ficar de fora do recém-criado programa de subvenção ao diesel, gerando um enorme desafio para a eficácia da medida. O programa foi formatado com caráter de urgência pelo Governo Federal com o intuito de aplicar um desconto direto no preço do litro do diesel. A ação seria a resposta do Brasil à forte oscilação e disparada internacional do barril de petróleo, provocada pelas tensões bélicas e conflitos envolvendo o Irã e o Oriente Médio. Publicidade Os motivos da recusa As grandes empresas que dominam a distribuição de combustíveis no Brasil justificaram a decisão de não adesão com base na falta de clareza do texto governamental. O setor alega profunda insegurança jurídica e riscos fiscais milionários. Segundo os executivos, a engenharia tributária desenhada pelo Ministério da Fazenda para repassar os créditos e compensações financeiras às distribuidoras é burocrática e sujeita a contestações futuras pelos órgãos de controle. A adesão das distribuidoras é essencial para que o subsídio chegue aos postos. (Foto: Reprodução/UOL) Na prática, sem a participação ativa destes gigantes da logística, a corrente quebra-se. O desconto financeiro prometido pelo governo não conseguirá descer pela cadeia produtiva até chegar aos revendedores (os postos de combustível) e, consequentemente, aos caminhoneiros e motoristas comuns. Pressão inflacionária: O esvaziamento do programa de subvenção reacende o alerta vermelho na economia. O diesel é o motor do transporte de cargas no Brasil. A manutenção dos preços elevados impacta imediatamente os valores dos fretes e, por efeito dominó, pressiona a inflação dos alimentos e dos bens de consumo em geral. Leia Também Guerra no Irã já começa a impactar preço dos combustíveis; governo avalia reduzir impostos Por que o combustível subiu se a Petrobras e a Acelen não anunciaram reajuste? Entenda A recusa corporativa obriga agora a equipe económica do Ministro Fernando Haddad a voltar à mesa de negociações. Nos bastidores, fala-se que a solução pode passar pela alteração rápida das regras da subvenção para acomodar as exigências do mercado, ou até mesmo pelo recuo para a medida clássica (mas onerosa aos cofres públicos) do corte direto de impostos federais e estaduais, como PIS, COFINS e ICMS. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Lula confirma Alckmin como vice na chapa de reeleição

Lula confirma Alckmin como vice na chapa de reeleição

Lula confirma Alckmin como vice na chapa de reeleição POLÍTICA NACIONAL / ELEIÇÕES 2026 Lula confirma Alckmin como vice na chapa de reeleição O presidente oficializou a manutenção da aliança com o atual vice-presidente, apostando na estabilidade e na força da “frente ampla” para o pleito deste ano. Por Redação NINJAFSAAtualizado recentemente A manutenção da chapa sinaliza a continuidade da aliança entre PT e PSB. (Foto: Reprodução) A corrida para o Palácio do Planalto em 2026 ganhou contornos definitivos no campo governista. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou publicamente que Geraldo Alckmin (PSB) será, mais uma vez, o seu companheiro de chapa na candidatura à reeleição. O anúncio, feito durante um encontro com lideranças políticas e empresariais, coloca um ponto final em meses de especulações nos bastidores de Brasília. Havia rumores de que o Partido dos Trabalhadores (PT) poderia buscar um novo nome para a vice-presidência, com o intuito de acomodar outras siglas aliadas do chamado “Centrão”. Publicidade Aceno ao centro e ao mercado A decisão de manter Alckmin na chapa é vista como uma estratégia clara de Lula para garantir estabilidade política e tranquilizar o mercado financeiro. A figura do ex-governador de São Paulo atua como uma ponte vital entre o governo e os setores empresariais e conservadores moderados, que historicamente nutrem ressalvas em relação à agenda econômica do PT. A reedição da aliança consolida o bloco de “frente ampla”, repetindo a mesma fórmula vitoriosa do pleito anterior. “Em equipa que ganha não se mexe”, afirmou uma fonte do Palácio do Planalto, destacando a relação de extrema confiança construída entre o presidente e o seu vice ao longo dos últimos anos de mandato. Leia Também Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg Valdemar diz a empresários que PL vai tentar barrar fim da escala 6×1 Governo Lula manifesta-se contra redução da maioridade penal após relator confirmar plebiscito Polarização antecipada O anúncio da chapa chega num momento de forte acirramento político. Recentes levantamentos de intenção de voto, como a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em fevereiro, já projetam um cenário de intensa polarização. Os números apontam para um empate técnico num eventual segundo turno entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que se consolidou como o principal herdeiro do capital político da direita na disputa nacional deste ano. Com a definição da chapa, o governo espera intensificar a articulação nos estados e unificar o discurso das siglas de esquerda e centro-esquerda para a campanha oficial, que promete ser uma das mais disputadas da história do país. Publicidade Link copiado para a área de transferência!

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen, que comprou participação em resort ligado a Toffoli

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen, que comprou participação em resort ligado a Toffoli

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen, ligado a resort de Toffoli | NINJAFSA Link copiado! Judiciário Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen, que comprou participação em resort ligado a Toffoli Decano do STF barrou pela segunda vez investigação da CPI do Crime Organizado conectada ao ministro Dias Toffoli. A decisão protege o fundo Arleen, administrado pela Reag — investigada na Operação Compliance Zero — que comprou a fatia da empresa Maridth, de Toffoli, no Resort Tayayá, no Paraná. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 19 mar. 2026 · Brasília (DF) WhatsApp X Copiar link Ministro Gilmar Mendes, decano do STF, autor da decisão. Crédito: Congresso em Foco Resort Tayayá, no Paraná, no centro das conexões investigadas. Crédito: Gazeta do Povo Mapa das conexões — entenda quem está ligado a quem ⚖️ Dias Toffoli Ministro do STF · Declarou suspeição no caso Master · Sócio da Maridth sócio de / vendeu fatia para 🏨 Maridth Participações Empresa de Toffoli e irmãos · Tinha participação no Resort Tayayá · Vendeu fatia ao Arleen em 2021 comprou fatia via Reag / ligado ao 💼 Fundo Arleen Gerido pela Reag · Reag investigada na Op. Compliance Zero (caso Vorcaro/Master) A CPI do Crime Organizado queria quebrar o sigilo do Arleen. Gilmar Mendes barrou a medida nesta quinta-feira (19). Fevereiro de 2026 1ª decisão: quebra de sigilo da Maridth anulada Gilmar barrou a investigação da CPI sobre a empresa de Toffoli e irmãos, dizendo que o caso não tem relação com o objetivo da comissão (crime organizado/facções). 19 mar. 2026 — hoje 2ª decisão: quebra de sigilo do Arleen anulada Gilmar estendeu a mesma lógica ao fundo que comprou a fatia de Toffoli no resort, argumentando que a CPI aprovou o pedido em bloco, sem análise individualizada.  Resumo da matéria — clique para expandir O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, anulou nesta quinta-feira (19) a quebra dos sigilos fiscal e bancário do Fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado no Senado. O fundo, administrado pela Reag Investimentos — investigada pela PF na Operação Compliance Zero —, comprou em 2021 a participação que a família do ministro Dias Toffoli tinha no Resort Tayayá, no Paraná, por meio da empresa Maridth Participações. A quebra de sigilo havia sido requerida pelo senador Sergio Moro e aprovada junto a outros pedidos, em bloco — o que Gilmar considerou inconstitucional, por não ter análise individualizada e fundamentada. É a segunda vez que o decano barra investigação conectada a Toffoli: em fevereiro, já havia anulado a quebra de sigilo da própria Maridth. Toffoli nega conhecer o gestor do fundo, nega vínculos com Vorcaro e declarou suspeição no caso Master em fevereiro deste ano. O ministro Gilmar Mendes usou pela segunda vez, nesta quinta-feira (19), o mesmo argumento para bloquear investigações que tocam o colega Dias Toffoli. A decisão desta manhã anula a quebra dos sigilos fiscal e bancário do Fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado do Senado. A razão formal: a comissão aprovou o pedido de forma conjunta, em bloco, sem a análise individualizada e fundamentada que Gilmar considera obrigatória para medidas de tamanha gravidade sobre direitos fundamentais. O caminho que liga o Fundo Arleen ao ministro Toffoli passa por um resort de luxo no interior do Paraná. Em 2021, o fundo — administrado pela Reag Investimentos — comprou a participação que a empresa Maridth Participações tinha no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro. A Maridth é de Toffoli e de seus irmãos. O próprio ministro admitiu a sociedade quando ainda era relator do caso Banco Master no STF. A transação chamou atenção porque a Reag, gestora do Arleen, está sendo investigada pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero — a mesma operação que prendeu Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em novembro de 2024 e em março de 2026. A quebra de sigilo do Arleen havia sido requerida pelo senador Sergio Moro (União-PR) e aprovada pela CPI junto com outros pedidos, no mesmo pacote. Gilmar criticou exatamente esse procedimento. Em sua decisão, o decano argumentou que aprovar quebras de sigilo “em bloco” e “de forma simbólica” viola a Constituição, porque cada caso exige debate individualizado e motivação específica. Acrescentou que “a quebra de sigilo não constitui ato ordinário de investigação, mas medida de caráter excepcional”. O próprio ministro Flávio Dino havia questionado esse formato anteriormente no STF, o que Gilmar usou como reforço ao seu argumento. Leia também STF forma maioria 3×0 para manter Vorcaro preso — e Gilmar ainda não votou Toffoli declara suspeição no caso Master e saí do julgamento; Mendonça assume a relatoria O que é a Reag Investimentos e qual o papel da gestora nas investigações do caso Master O padrão se repete. Em fevereiro deste ano, Gilmar já havia anulado a quebra de sigilo da própria Maridth — com os mesmos fundamentos que usou hoje para proteger o Arleen. Naquela ocasião, o decano afirmou que as investigações sobre a empresa da família Toffoli não têm relação com o objetivo da CPI do Crime Organizado, instalada em novembro de 2025 para diagnosticar o avanço de facções e milícias no Brasil. A decisão desta quinta-feira se estende ao pedido feito pelo Arleen pelos mesmos motivos, segundo o próprio Gilmar. Publicidade A dimensão política da decisão é considerável. Toffoli está sob pressão crescente desde que os vínculos entre ele, a Reag, o Arleen e o banqueiro Vorcaro vieram à tona durante as investigações do caso Master. Em manifestações anteriores, Toffoli afirmou não conhecer o gestor do fundo Arleen e negou qualquer relação pessoal com Vorcaro, declarando que nunca recebeu valores do banqueiro nem de seu cunhado Fabiano Zettel. Em fevereiro, após o tema ganhar dimensão pública e uma reunião reservada com outros ministros, Toffoli concordou em se afastar da relatoria do caso Master, o que abriu caminho para André Mendonça assumir e, dias depois, formar a maioria pela manutenção da prisão de Vorcaro. “Não se pode perder de perspectiva que a quebra de sigilo não constitui ato ordinário

PF investiga contrato milionário de tablets na gestão Moema Gramacho sob suspeita de superfaturamento

PF investiga contrato milionário de tablets na gestão Moema Gramacho sob suspeita de superfaturamento

PF investiga contrato milionário de tablets na gestão Moema Gramacho | NINJAFSA Link copiado! Operação PF e CGU deflagram Operação Nota de Conceito nesta terça-feira (17) em Lauro de Freitas e Salvador Política & Segurança Pública PF investiga contrato milionário de tablets na gestão Moema Gramacho sob suspeita de superfaturamento Operação Nota de Conceito apura fraude em licitação de R$ 16,4 milhões para compra de 21,3 mil tablets em Lauro de Freitas. PF aponta documentos falsos, restrição de concorrência e empresa de Salvador que repassou serviços a outra de Santa Catarina. Moema nega ser alvo. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 17 mar. 2026 · Lauro de Freitas / Salvador (BA) WhatsApp X Copiar link Tássio Brito, presidente do PT-BA, e a ex-prefeita Moema Gramacho (PT) em evento do partido em novembro de 2025. Crédito: Jornal Grande Bahia R$16,4miPagos no contrato investigado 21.300Tablets previstos na licitação R$26,5miEm bens bloqueados por investigado 25Policiais e auditores na operação Como funcionava o esquema — irregularidades apontadas pela PF Licitação montada para um vencedor O certame foi estruturado para restringir a concorrência. A Multilaser, que apresentou proposta de R$ 12,5 mi (mais barata), foi desclassificada sob alegação de falta de suporte técnico — contestada pela empresa. Venceu a Conceito Representação, com proposta de R$ 14,1 mi. Documentos falsos em todas as etapas A PF aponta uso de documentação fraudada durante o processo licitatório e também na fase de execução contratual — inclusive na formalização de um termo aditivo baseado em cotações de preços adulteradas. Empresa de Salvador repassou serviços a outra de SC Embora a vencedora da licitação (Conceito Representação) estivesse sediada em Salvador, os serviços foram executados por empresa diferente, com sede em Santa Catarina. Mesmo assim, o município pagou R$ 16,4 mi à empresa baiana — configurando, segundo a PF, indevido superfaturamento. Tablets incluídos para inflar o contrato A investigação aponta que os 21.300 tablets foram incluídos no objeto do contrato de forma indevida e com preços acima do mercado, com o objetivo de elevar o valor total da contratação. Aditivo com cotações fraudadas elevou ainda mais o valor Contrato nº 219/2020 tinha prazo inicial de 4 meses (dez/2020), mas foi prorrogado com base em termo aditivo fundamentado em cotações manipuladas, e executado até agosto de 2022. Crimes pelos quais os investigados poderão responder Fraude em licitação Peculato Corrupção ativa Lavagem de dinheiro Organização criminosa  Resumo da matéria — clique para expandir A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (17) a Operação Nota de Conceito em parceria com a CGU, investigando suspeitas de fraude em licitação e desvio de recursos públicos em Lauro de Freitas durante a gestão da ex-prefeita Moema Gramacho (PT). O foco é o Contrato nº 219/2020, firmado em dezembro daquele ano, que previa o fornecimento de solução integrada de ensino à distância para o ensino fundamental, incluindo 21.300 tablets. O município pagou R$ 16,4 milhões à empresa vencedora — sediada em Salvador —, mas os serviços foram executados por outra empresa, de Santa Catarina. A PF aponta documentos falsos, restrição de concorrência, inclusão indevida de tablets para inflar custos e cotações fraudadas no termo aditivo. Foram cumpridos 6 mandados de busca e apreensão e bloqueados bens de até R$ 26,5 milhões por investigado em Lauro de Freitas e Salvador, com 25 policiais e auditores. A PF esclareceu que Moema Gramacho não figura entre os alvos diretos da operação — o foco são pessoas ligadas à formalização e execução do contrato e à empresa investigada. A denúncia original foi feita em 2021 pela então vereadora Débora Régis, hoje prefeita de Lauro de Freitas. A manhã desta terça-feira (17) começou com 25 policiais federais e auditores da Controladoria-Geral da União nas ruas de Lauro de Freitas e de Salvador. A Operação Nota de Conceito — nome que carrega sua própria ironia — foi deflagrada para investigar o que a PF descreve como um esquema completo de fraude: da licitação aos documentos, das cotações ao repasse dos serviços, tudo estruturado para direcionar dinheiro público para fora dos cofres da educação municipal. No centro da investigação, um contrato de R$ 16,4 milhões firmado durante a gestão da ex-prefeita Moema Gramacho (PT) para fornecer tablets a estudantes da rede pública — equipamentos que chegaram atrasados e a preços acima do mercado. O contrato em questão é o de nº 219/2020, assinado em 21 de dezembro de 2020 pela Secretaria Municipal de Educação de Lauro de Freitas. O objeto era uma “solução integrada para o ensino fundamental na modalidade à distância”, que incluía 21.300 tablets para alunos e professores, licenças de software e treinamento via EAD. O prazo original era de quatro meses — mas o contrato foi prorrogado e executado até agosto de 2022, com um termo aditivo no meio do caminho. Segundo a PF, esse aditivo foi assinado com base em cotações de preços fraudadas, o que elevou artificialmente o valor total do negócio sem justificativa técnica real. A licitação, segundo os investigadores, foi estruturada desde o início para favorecer uma empresa específica: a Conceito Representação e Importação e Exportação, sediada em Salvador. Três empresas participaram do certame. A Multilaser — fabricante nacional de tablets, com proposta de R$ 12,5 milhões, a mais barata — foi desclassificada na segunda fase sob alegação de ausência de suporte técnico próprio. A Multilaser contestou a desclassificação. Venceu a Conceito, com proposta de R$ 14,1 milhões. O valor final pago pelo município, porém, chegou a R$ 16,4 milhões — diferença atribuída aos aditivos e que, segundo a PF, apresenta fortes indícios de superfaturamento. Leia também Lauro de Freitas muda de gestão: quem é Débora Régis e o que ela prometeu para a cidade Moema Gramacho deixa a prefeitura e mira vaga na Assembleia Legislativa em 2026 Operações da PF na Bahia em 2026: os casos que estão sacudindo a política baiana O ponto mais revelador da investigação é a execução do contrato. Embora a empresa vencedora estivesse sediada em Salvador, os serviços foram efetivamente prestados por uma empresa diferente, com sede no estado de Santa Catarina.

Os “Netos” da Bahia: deputados federais baianos lideram propostas para reverter mudanças na CNH no Congresso

Os “Netos” da Bahia: deputados federais baianos lideram propostas para reverter mudanças na CNH no Congresso

Deputados baianos propõem restrições na CNH e revisão das mudanças do governo | NINJAFSA Link copiado! Política & Trânsito Os “Netos” da Bahia: deputados federais baianos lideram propostas para reverter mudanças na CNH no Congresso Neto Carletto (Avante) e Zé Neto (PT) são protagonistas no debate que pode mudar de vez as regras para tirar carteira de motorista no Brasil — da restrição para quem aprende em automático até a revisão da carga horária, testes e vínculo com autoescolas. NF Por Redação NINJAFSA Atualizado em 15 mar. 2026 · Brasília (DF) WhatsApp X Copiar link Neto Carletto Avante · Deputado Federal (BA) · Relator do PL 1452/25 Zé Neto PT · Deputado Federal (BA) · Autor do PL 1452/25 As 5 principais propostas em debate na Câmara Restrição na CNH para quem aprende em automático Quem fizer todo o processo em carro automático terá isso registrado na carteira e só poderá dirigir esse tipo de veículo. Para dirigir manuais, precisará de curso complementar e novo exame. Neto Carletto Retorno da carga horária de 20 horas práticas O governo Lula reduziu o mínimo de 20h para apenas 2h de aulas práticas. A comissão debate reverter essa mudança, recompondo a formação do condutor. Comissão Exigência de vínculo com autoescolas Uma emenda propõe que instrutores autônomos só possam atuar em cidades onde não exista autoescola credenciada pelo Detran local, protegendo as 15 mil empresas do setor. Comissão Retorno dos testes obrigatórios (baliza e rampa) O governo eliminou provas como a de baliza, rampa e controle de embreagem. O relator Áureo Ribeiro (RJ) questiona o fim dessas avaliações e defende a manutenção de exames rigorosos. Comissão CNH Social financiada por multas de trânsito Proposta de Zé Neto prevê que parte da arrecadação de multas de trânsito financie a CNH Social para pessoas de baixa renda no CadÚnico — alternativa para manter as autoescolas sem encarecer o documento. Zé Neto CNH: antes × depois das mudanças do governo Lula Regras antigas 20 horas mínimas de aulas práticas obrigatórias Vínculo obrigatório com autoescola credenciada Provas de baliza, rampa e controle de embreagem Apenas câmbio manual no exame prático Custo médio: R$ 3.500 a R$ 5.000 Novas regras (governo Lula) Mínimo de apenas 2 horas de aulas práticas Instrutor autônomo credenciado, sem autoescola Fim das provas de baliza, rampa e embreagem Automático liberado no exame prático (sem restrição) Custo estimado: até R$ 236 (queda de até 80%)  Resumo da matéria — clique para expandir Dois deputados federais baianos estão no centro do debate que pode reverter as mudanças promovidas pelo governo Lula no processo de obtenção da CNH. Neto Carletto (Avante-BA) é o relator que aprovou na Comissão de Viação e Transportes a proposta que restringe a habilitação de quem aprender em carro automático — quem fizer o curso e o exame em automático só poderá dirigir esse tipo de veículo, com a limitação registrada na carteira. Já Zé Neto (PT-BA) é o autor original do PL 1452/25, que autorizou as aulas em automáticos, mas não previa restrições — e também propôs que multas de trânsito financiem a CNH Social. Uma comissão especial instalada em 10 de março na Câmara debate reverter a redução da carga horária de 20h para 2h, o retorno da obrigatoriedade das autoescolas, a reintrodução de testes como baliza e rampa, e o possível retorno de aulas presenciais nos CFCs. O setor alega risco para 15 mil empresas e 300 mil empregos. O parecer final deve sair em 45 dias. Dois deputados federais da Bahia viraram protagonistas de um dos debates mais acalorados do Congresso em 2026: a revisão das mudanças feitas pelo governo Lula no processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. Em lados complementares da mesma mesa, Neto Carletto (Avante) e Zé Neto (PT) estão moldando o que pode ser uma reforma completa das regras para tirar a CNH no Brasil — com consequências diretas para quem pretende se habilitar este ano. O ponto mais concreto que já avançou no Congresso é a proposta de restrição na CNH para quem aprender a dirigir em carro automático. A Comissão de Viação e Transportes da Câmara aprovou, com o parecer do relator Neto Carletto, que candidatos que fizerem todo o processo de habilitação em veículos automáticos terão essa limitação registrada na própria carteira — e só poderão conduzir esse tipo de veículo. Para dirigir um carro com câmbio manual, será necessário fazer um curso complementar e passar por nova avaliação prática. A proposta ainda precisará passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ir ao plenário. O deputado justificou a mudança com um argumento simples: se o motorista não aprendeu a operar um câmbio mecânico, ele não deveria estar legalmente autorizado a dirigir um veículo que exige esse conhecimento. “É forçoso constar no documento de habilitação do condutor que optar por fazer o curso e o exame em veículo com câmbio automático que ele não está apto a dirigir veículo com câmbio mecânico”, disse o deputado. O texto manteve a obrigatoriedade do exame em câmbio manual para as categorias profissionais C, D e E — as de caminhão, ônibus e veículos especiais. Leia também CNH sem autoescola: como funciona o novo modelo aprovado pelo governo e quanto vai custar CNH aos 16 anos: o que os especialistas em segurança viária pensam da proposta na Câmara 300 mil empregos em risco: o setor de autoescolas da Bahia e o impacto das novas regras O projeto de Neto Carletto, vale dizer, é um substitutivo que modifica o texto original apresentado pelo colega Zé Neto (PT-BA). Na versão de Zé Neto, as autoescolas seriam autorizadas a oferecer aulas em veículos automáticos — sem, no entanto, prever qualquer restrição posterior para o motorista aprovado. Foi Carletto quem introduziu a limitação como condição para a aprovação do projeto na comissão. A relação entre os dois parlamentares baianos no mesmo projeto — um como autor, outro como relator com alterações substanciais — ilustra a complexidade do debate, em que aliados do governo e da oposição