Banco do Nordeste disponibiliza R$ 1,4 bilhão para o setor de turismo
O Banco do Nordeste (BNB) anunciou a liberação de R$ 1,4 bilhão para financiar projetos ligados ao setor de turismo em 2025. Os recursos, provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), serão direcionados a empresas instaladas na área de atuação do banco, que abrange os estados do Nordeste, além de partes de Minas Gerais e Espírito Santo. A iniciativa visa impulsionar atividades como hospedagem, transporte, eventos, alimentação e agências de viagens. O montante reflete a aposta do BNB na recuperação do turismo, setor que vem ganhando força nos últimos dois anos com o aumento de visitantes nacionais e internacionais. Em 2024, o volume contratado por empresas do ramo com o banco já havia crescido 87% em relação ao ano anterior, saltando de R$ 752 milhões para R$ 1,4 bilhão, com um total de 1.702 operações realizadas. As condições de financiamento oferecidas incluem prazos de pagamento que podem chegar a 20 anos, especialmente para a implantação de hotéis e outros meios de hospedagem, com taxas de juros competitivas. O banco também disponibiliza linhas específicas, como o FNE MPE-Turismo, voltado para micro e pequenas empresas, e o Programa de Apoio ao Turismo Regional (Proatur), que atende negócios de maior porte. A medida chega em um momento estratégico, após o Ministério do Turismo registrar 2024 como o melhor ano da história para o turismo internacional no Brasil, com 6,6 milhões de visitantes estrangeiros. Esse fluxo tem incentivado investimentos em infraestrutura e serviços, o que o BNB busca atender com essa nova programação financeira. Empresas interessadas podem acessar os recursos por meio de agências do Banco do Nordeste ou do site oficial, onde estão detalhados os critérios e os passos para solicitação. A expectativa é que a liberação desses valores gere um impacto positivo na economia regional, com a criação de empregos e o fortalecimento da cadeia produtiva do turismo.
Whindersson se interna em clínica psiquiátrica; entenda
O humorista e influenciador Whindersson Nunes, de 30 anos, está internado desde a semana passada em uma clínica psiquiátrica no interior de São Paulo. A decisão de se internar foi tomada por ele próprio, com acompanhamento médico, conforme informou um comunicado oficial da Non Stop Produções Artísticas, empresa que gerencia sua carreira. Whindersson é conhecido por falar abertamente sobre suas lutas com a saúde mental, especialmente depressão e ansiedade, temas que ele aborda publicamente desde 2019. O comunicado não especificou os motivos exatos da internação atual, mas destacou que o artista busca preservar seu bem-estar, sugerindo uma pausa na carreira para focar em sua recuperação. “Sempre preocupado com seus fãs e com o público, Whindersson tomou essa decisão visando o cuidado integral de sua saúde”, diz a nota.Essa não é a primeira vez que o comediante busca tratamento intensivo. Em 2019, ele já havia se afastado dos palcos para lidar com problemas emocionais, período em que estava casado com a cantora Luísa Sonza, que notou sinais de alerta antes de ele procurar ajuda. Nos últimos anos, Whindersson compartilhou nas redes sociais momentos de vulnerabilidade, como uma tentativa de suicídio em 2024, quando relatou ter sido salvo por uma falha na arma que tentou usar. A internação voluntária foi recebida com apoio por parte de sua família. Hidelbrando Batista, pai do humorista, usou as redes sociais para expressar orgulho pela atitude do filho. “Isso me deixa feliz e orgulhoso. Já havia feito esse pedido a ele e a Deus. Sei que sairá bem e inspirado para voltar aos palcos”, escreveu. A decisão de Whindersson reflete um movimento crescente entre figuras públicas que buscam normalizar o cuidado com a saúde mental. Fãs e amigos têm enviado mensagens de apoio, enquanto o humorista permanece afastado das redes sociais desde o início da internação, reforçando a necessidade de privacidade neste momento delicado.
Governo Lula suspende Plano Safra por falta de recursos e atraso no Orçamento
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na quinta-feira, 20 de fevereiro, a suspensão temporária das linhas de crédito subsidiadas do Plano Safra 2024/2025, com exceção do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). A decisão, comunicada pelo Ministério da Fazenda, foi motivada pela falta de recursos no Orçamento para bancar a equalização das taxas de juros, agravada pelo aumento da Selic e pelo atraso na aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 no Congresso. A medida interrompe financiamentos que ofereciam taxas de 8% ao ano para custeio e comercialização e entre 7% e 12% para investimentos, bem abaixo da taxa básica de juros, atualmente em 13,25% ao ano. O plano foi lançado em julho de 2024, quando a Selic estava em 10,5%, mas as sucessivas altas do Banco Central elevaram o custo do subsídio, esgotando os recursos previstos antes do esperado. O Tesouro Nacional, responsável por cobrir a diferença entre as taxas, determinou a paralisação a partir de 21 de fevereiro, conforme ofício assinado pelo secretário Rogério Ceron. O Ministério da Fazenda informou que o ministro Fernando Haddad enviará um pedido ao Tribunal de Contas da União (TCU) buscando respaldo técnico e legal para retomar as linhas de crédito assim que possível. A suspensão deve durar até a aprovação da LOA, prevista para após o Carnaval, quando ajustes no Orçamento poderão ser feitos para enfrentar o impacto da Selic, que analistas projetam alcançar 14,25% em breve. A decisão gerou reações imediatas no setor agropecuário. O deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), chamou a suspensão de “prejuízo importante” para o campo, especialmente em um momento crucial de plantio da segunda safra de milho e colheita de soja. A FPA alertou que a falta de crédito pode reduzir a produção de grãos, elevar os custos de itens como proteínas e ovos e pressionar os preços dos alimentos no mercado interno. Enquanto o Pronaf segue operando para apoiar pequenos agricultores, os médios e grandes produtores ficam sem acesso ao crédito subsidiado, o que pode forçá-los a recorrer a taxas de mercado mais altas ou adiar investimentos. A situação expõe os desafios fiscais do governo diante da alta dos juros e da demora na tramitação do Orçamento, reacendendo debates sobre a gestão financeira e o suporte ao agronegócio, setor essencial para a economia brasileira.
Davi Alcolumbre afirma que anistia a golpistas não é assunto de interesse dos brasileiros
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), declarou nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, que a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 não está em debate no Congresso e não é uma questão prioritária para os brasileiros. A fala foi feita a jornalistas em Brasília, horas após a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outras 33 pessoas por tentativa de golpe de Estado. Alcolumbre enfatizou que discutir o tema apenas alimenta divisões na sociedade. “Isso não é um assunto que nós estamos debatendo. Quando a gente fala desse assunto a todo instante, a gente está dando de novo a oportunidade de nós ficarmos, na nossa sociedade, dividindo um assunto que não é um assunto dos brasileiros”, afirmou. Ele defendeu que a denúncia da PGR deve ser tratada exclusivamente no âmbito jurídico, sem interferências políticas no Parlamento. A proposta de anistia, que tramita na Câmara dos Deputados, é uma bandeira de aliados de Bolsonaro, especialmente após os eventos de 8 de janeiro, quando apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília. O projeto ganhou força entre parlamentares da oposição, mas Alcolumbre sinalizou que não pretende levar a discussão adiante no Senado. Minutos após a declaração, o senador abriu a primeira sessão plenária do ano com um discurso focado em união e pautas da “vida real”. Ele reforçou que o Senado deve priorizar temas que atendam às necessidades da população, como desenvolvimento econômico e responsabilidade fiscal, em vez de assuntos que possam reacender polarizações.
Dino manda governo abrir caixa de Pandora de emendas para eventos
Dino intimou a Secretaria de Relações Institucionais, o Ministério da Fazenda e o Ministério do Turismo a informar se os repasses foram feitos para contas específicas ou genéricas, se é possível rastrear o dinheiro até o beneficiário final e se os eventos financiados estão vinculados ao Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). A medida é parte de um esforço maior do STF para impor regras mais rígidas à liberação de verbas parlamentares, após anos de críticas ao chamado “orçamento secreto”.
Senado aprova projeto que resgata verbas do orçamento secreto
O Senado Federal aprovou na noite de terça-feira, 18 de fevereiro, um projeto de lei que permite o resgate de verbas do chamado “orçamento secreto”, mecanismo criado durante o governo de Jair Bolsonaro para destinar recursos públicos a parlamentares sem transparência. A votação terminou com 47 votos favoráveis e 18 contrários, após intensos debates entre os senadores. A proposta, que agora segue para sanção presidencial, autoriza o pagamento de “restos a pagar” — despesas empenhadas em anos anteriores, mas não quitadas — incluindo cerca de R$ 8 bilhões referentes às emendas de relator (RP-9), base do orçamento secreto. Esses recursos haviam sido suspensos por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2022, que declarou o mecanismo inconstitucional por falta de publicidade e impessoalidade. Pelo texto aprovado, os valores poderão ser liberados para obras e projetos já iniciados, desde que respeitem critérios de transparência e sejam detalhados publicamente. A medida também estabelece que os restos a pagar sejam pagos em até dois anos, com prioridade para áreas como saúde, educação e infraestrutura. A aprovação gerou reações distintas. Senadores da base governista, como Fabiano Contarato (PT-ES), defenderam o projeto como uma forma de destravar investimentos em áreas essenciais, especialmente em municípios menores. Já a oposição, liderada por nomes como Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou a iniciativa, alegando que ela poderia reacender um sistema marcado por negociações políticas opacas. O projeto surge em um momento de ajuste fiscal no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que busca equilibrar o orçamento e cumprir metas fiscais. Dados do Tesouro Nacional indicam que o total de restos a pagar acumulados chega a R$ 96 bilhões, dos quais os R$ 8 bilhões do orçamento secreto representam uma parte significativa. A decisão do Senado reflete uma tentativa de conciliar a execução de compromissos financeiros antigos com as exigências de controle e visibilidade impostas pelo STF, mas levanta questões sobre como o governo lidará com os desafios de fiscalizar esses recursos no futuro.
SineBahia divulga vagas de emprego para Feira de Santana nesta Quinta-Feira (20)
VAGAS DE FEIRA DE SANTANA PARA DIA 20/02/2025 DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: Carteira de Trabalho física ou Digital, RG, CPF, comprovantes de residência e escolaridade, além de certificados de cursos, se assim desejar. Essas são apenas algumas vagas disponíveis e estão sujeitas ao limite de encaminhamentos. Para consultar a lista completa, o trabalhador deve comparecer à unidade de seu município. ASSISTENTE ADMINISTRATIVO – ESTÁGIO Ensino Médio Incompleto 02 VAGAS ALMOXARIFADO Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função. 01 VAGA CABELEREIRO Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função 02 VAGAS CONSULTOR DE VENDAS – TELEFONIA Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função 02 VAGAS DOCEIRA Ensino Médio Incompleto Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA GERENTE DE LOJA Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA GERENTE DE TRÁFEGO – PUBLICITÁRIO Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA PEDREIRO Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função e informática 01 VAGA PORTEIRO Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função e informática 03 VAGAS SUPERVISOR DE VENDAS COMERCIAL Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função Ter CNH A/B 01 VAGA
Após anúncio de processo, CEO do Rumble menciona Moraes no X: “nos veremos no tribunal”
Após a revelação de que o Rumble, em conjunto com a Trump Media, entrou com uma ação judicial contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, o CEO da plataforma de vídeos, Chris Pavlovski, fez uma postagem direta no X (antigo Twitter) desafiando o ministro. Pavlovski deixou claro que não acataria o que considera “ordens ilegais” de Moraes, afirmando “nos veremos no tribunal”. Esta reação ocorre no contexto de um processo em tribunal federal na Flórida, onde se alega que as ordens dadas por Moraes para a remoção de conteúdos e suspensão de contas no Rumble violam a soberania dos Estados Unidos e a liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda da Constituição americana. Postagens em redes sociais indicam um clima de tensão e desafio entre as partes envolvidas, com Pavlovski não só questionando a legalidade das ordens de Moraes, mas também preparando-se para um confronto judicial. A situação coloca em evidência o conflito entre direitos constitucionais dos EUA e as tentativas de regulação de conteúdo que vem do exterior, especificamente do Brasil. Até o momento, não há um pronunciamento oficial de Alexandre de Moraes ou do STF sobre a postagem de Pavlovski ou o processo judicial em questão.
Empresa de Trump e Rumble entram com ação contra Moraes nos EUA
O grupo de comunicação de Donald Trump, junto com a plataforma de vídeos Rumble, entrou com um processo contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em um tribunal federal dos Estados Unidos, na Flórida. A ação judicial argumenta que as ordens de censura emitidas por Moraes contra contas de usuários brasileiros no Rumble violam a soberania americana e a liberdade de expressão protegida pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. Segundo informações disponíveis na web, o processo foi movido em resposta a uma ordem específica de Moraes para que a Rumble suspendesse a conta do influenciador bolsonarista Allan dos Santos, que reside nos EUA e é investigado no Brasil por disseminação de desinformação. A alegação central é que tais ordens, ao exigirem a suspensão de contas de usuários americanos, interferem na jurisdição e nos direitos constitucionais dos EUA. Rumble, que já havia suspendido suas operações no Brasil em 2023 devido a decisões judiciais que consideravam “injustas”, retornou ao país recentemente, o que colocou novamente a plataforma sob o alcance das ordens judiciais de Moraes. A ação judicial busca uma declaração de que essas ordens são inaplicáveis nos Estados Unidos e visa proteger as empresas contra o que chamam de “censura estrangeira”. Até o momento, não houve um pronunciamento oficial de Alexandre de Moraes ou do STF sobre o processo nos EUA. O caso reflete uma tensão entre as legislações de diferentes países sobre a regulamentação de conteúdo online e a liberdade de expressão, destacando como decisões judiciais em um país podem ter repercussões internacionais.
Secretário de Mobilidade Urbana incentiva uso de aplicativos para otimizar uso do transporte público em Feira de Santana
O secretário municipal de Mobilidade Urbana de Feira de Santana, Sérgio Carneiro, destacou recentemente os benefícios dos aplicativos Siu Mobi e Cittamobi para os usuários do transporte coletivo na cidade. Essas ferramentas gratuitas permitem que os passageiros acompanhem, em tempo real, a localização dos ônibus, consultem horários e linhas disponíveis, proporcionando maior comodidade e segurança. Carneiro enfatizou que, ao utilizar esses aplicativos, os usuários podem visualizar o trajeto dos ônibus e identificar o momento exato em que o veículo se aproxima do ponto de embarque desejado. Isso reduz o tempo de espera nos abrigos, estações ou terminais, permitindo que os passageiros se desloquem para o local de embarque apenas quando o ônibus estiver próximo. Além das funcionalidades de rastreamento em tempo real, o Cittamobi oferece um recurso adicional de segurança: um botão de alerta. Este pode ser acionado em situações de emergência, como assédio ou outras ocorrências dentro do veículo, permitindo uma resposta mais rápida das autoridades competentes. Para facilitar ainda mais a experiência dos usuários, especialmente daqueles que utilizam o cartão Via Feira, o secretário mencionou o aplicativo KIM+. Com ele, é possível recarregar o cartão de forma prática, a partir de R$ 5,15, permitindo que os passageiros realizem até três viagens com uma única passagem, otimizando os deslocamentos pela cidade. Carneiro também ressaltou a importância de familiares auxiliarem parentes que possam ter dificuldades com tecnologia, incentivando-os a baixar e utilizar os aplicativos para aproveitar todos os benefícios oferecidos. Essas iniciativas fazem parte dos esforços da Secretaria de Mobilidade Urbana para aprimorar o sistema de transporte público em Feira de Santana, tornando-o mais eficiente, seguro e acessível para toda a população.