Por Redação NINJAFSA
CNJ recebe nova denúncia contra ministro Marco Buzzi
JUDICIÁRIO

CNJ recebe nova denúncia contra ministro do STJ Marco Buzzi

Reclamação disciplinar aponta supostas irregularidades na conduta do magistrado; Corregedoria Nacional de Justiça deverá analisar a admissibilidade do caso nos próximos dias.

Por Redação NINJAFSA 09/02/2026 • 22:20

RESUMO DA MATÉRIA

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) protocolou uma nova reclamação disciplinar contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A representação, que corre sob sigilo, envolve supostas infrações éticas no exercício da magistratura e deverá ser analisada pela Corregedoria Nacional para decidir sobre a abertura de processo administrativo.

CNJ recebe nova denúncia contra ministro do STJ Marco Buzzi

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recebeu, nesta segunda-feira (09), uma nova representação disciplinar contra o ministro Marco Aurélio Bellizze Oliveira Buzzi, integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O documento foi protocolado e encaminhado à Corregedoria Nacional de Justiça, órgão responsável por apurar condutas de magistrados de todo o país.

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Embora o teor exato da denúncia esteja protegido por sigilo preliminar, fontes de Brasília indicam que a reclamação diz respeito a supostas infrações aos deveres funcionais da magistratura previstos na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). Caberá agora ao Corregedor Nacional analisar os fatos apresentados e decidir se há elementos suficientes para a instauração de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

O Papel do CNJ: O Conselho Nacional de Justiça atua como órgão de controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário, além de fiscalizar o cumprimento dos deveres funcionais dos juízes. Caso a denúncia seja aceita, o ministro terá prazo para apresentar sua defesa prévia antes que o plenário do CNJ delibere sobre o caso.

A assessoria do ministro Marco Buzzi não se manifestou oficialmente sobre o novo pedido de investigação até o fechamento desta matéria. O caso tramita internamente e deve seguir os ritos processuais padrão do Conselho, que buscam garantir o contraditório e a ampla defesa ao magistrado.

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A notícia movimenta os bastidores do Judiciário em Brasília, uma vez que procedimentos contra ministros de cortes superiores no CNJ, embora previstos, costumam atrair grande atenção política e jurídica.