TRE-BA derruba candidatura de Binho Galinha à reeleição

TRE-BA derruba candidatura de Binho Galinha à reeleição Publicidade Institucional Foto: Divulgação Política Publicado em 14/09/2026 | Atualizado hoje TRE-BA derruba candidatura de Binho Galinha à reeleição Corte eleitoral acatou o pedido do Ministério Público e indeferiu o registro do candidato. Decisão tem como base a condenação a 36 anos de prisão e o suposto envolvimento com a liderança de milícia em Feira de Santana. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) decidiu, em julgamento realizado nesta segunda-feira (14), pela cassação do registro de candidatura de Binho Galinha à reeleição. A decisão impõe um duro golpe às pretensões políticas do candidato, que tentava manter seu nome nas urnas mesmo sob forte desgaste jurídico. Os desembargadores da Corte acataram a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). O órgão argumentou que o histórico criminal recente de Binho Galinha fere frontalmente os princípios da probidade administrativa e da moralidade, essenciais para o exercício de qualquer mandato eletivo. Os argumentos que basearam a cassação O foco do julgamento foi o envolvimento do candidato na “Operação El Patrón”. Atualmente cumprindo prisão preventiva, Binho Galinha já possui uma condenação que estipula pena de 36 anos de reclusão. Segundo os autos das investigações conduzidas pelas forças de segurança, ele é apontado como o líder de uma organização criminosa com características de milícia, que atuava na região de Feira de Santana praticando crimes de lavagem de dinheiro atrelados ao jogo do bicho. A defesa tentou reverter a impugnação argumentando que a condenação ainda é de primeira instância e passível de recursos na esfera penal. Os advogados sustentaram que a acusação criminal não deveria ter reflexos automáticos no processo eleitoral, pois não se enquadraria estritamente nas jurisprudências sumuladas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a inelegibilidade imediata. No entanto, a tese defensiva foi vencida no plenário do TRE-BA. Próximos passos Com a candidatura formalmente derrubada pelo tribunal estadual, a campanha de Binho Galinha sofre um revés legal e fica tecnicamente inviabilizada de prosseguir os atos de rua e propaganda oficial. Contudo, a legislação eleitoral permite que o candidato recorra da decisão. A equipe jurídica de Binho Galinha já sinalizou que deverá protocolar um recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, na tentativa de conseguir uma liminar que suspenda os efeitos da decisão do TRE-BA e garanta a validade dos votos direcionados a ele até que o processo transite em julgado. Publicidade Institucional
2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: veja números da Quaest por posicionamento político, região, sexo, faixa etária, escolaridade, renda e religião
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2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: veja números da Quaest por posicionamento político, região, sexo, faixa etária, escolaridade, renda e religião Publicidade Foto: Reprodução / Montagem Política 10/08/2026 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: veja números da Quaest por posicionamento político, região, sexo, faixa etária, escolaridade, renda e religião Raio-X do eleitorado demonstra polarização consolidada a poucos meses do pleito. Levantamento detalha as intenções de voto e aponta as fortalezas e vulnerabilidades do presidente e do senador em um eventual confronto direto. O instituto Quaest divulgou um novo levantamento detalhando as intenções de voto em um eventual segundo turno para a Presidência da República entre o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dados, segmentados por perfis demográficos, oferecem um mapeamento aprofundado de como se divide o eleitorado brasileiro na reta final das articulações políticas de 2026. A pesquisa evidencia um cenário de polarização cristalizada, repetindo dinâmicas observadas em pleitos anteriores, mas com novas nuances relacionadas à transferência de capital político na oposição. O cruzamento de dados permite identificar exatamente onde cada candidato possui maior tração e quais parcelas da população devem ser o foco das campanhas nos próximos meses. Região, Renda e Escolaridade No recorte regional, o Nordeste continua sendo o principal bastião governista. O presidente Lula mantém vantagem consolidada na região, impulsionado por políticas de transferência de renda e histórico de investimentos. Em contrapartida, Flávio Bolsonaro apresenta números superiores nas regiões Sul e Centro-Oeste, áreas com forte influência do agronegócio e de eleitorado tradicionalmente conservador. O Sudeste, maior colégio eleitoral do país, desponta como o principal campo de batalha, apresentando um cenário de empate técnico. Ao analisar a renda e a escolaridade, o abismo se mantém. Lula tem sua maior margem de intenção de votos entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos e possuem ensino fundamental. Já o senador do PL encontra seu melhor desempenho entre os eleitores com renda superior a cinco salários mínimos e com ensino superior completo. Religião, Faixa Etária e Sexo O fator religioso continua sendo um determinante central no comportamento do eleitor. Entre o público evangélico, Flávio Bolsonaro herda e amplia a forte adesão antes destinada ao seu pai, liderando com folga neste segmento. O presidente Lula, por sua vez, registra ampla vantagem entre os eleitores católicos e aqueles que declaram não ter religião. A pesquisa Quaest também destrincha o eleitorado por faixa etária e sexo. O atual mandatário lidera entre o eleitorado feminino, grupo que historicamente tem mostrado maior resistência a candidaturas vinculadas à base bolsonarista. Já no eleitorado masculino, Flávio Bolsonaro apresenta vantagem. Em relação à idade, o senador possui entrada forte entre eleitores mais jovens e de meia-idade, enquanto Lula demonstra capilaridade resiliente entre os eleitores com mais de 60 anos. Os números refletem o retrato do momento e servem de bússola para os marqueteiros e estrategistas. Com o afunilamento do calendário eleitoral, a disputa por eleitores de centro e indecisos no Sudeste será o fator decisivo para desequilibrar o cenário apurado pelo instituto. Publicidade
Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula e lidera simulação de segundo turno, aponta agregador de pesquisas da BBC Brasil

Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula e lidera simulação de segundo turno, aponta agregador de pesquisas da BBC Brasil Foto: Reprodução / Montagem Política Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula e lidera simulação de segundo turno, aponta agregador de pesquisas da BBC Brasil Em uma disputa antecipada para as eleições presidenciais de 2026, o senador pelo Rio de Janeiro desponta numericamente à frente do atual presidente. Metodologia consolida dados de diversos institutos de pesquisa para traçar tendências do eleitorado. Um novo levantamento consolidado pelo agregador de pesquisas da BBC News Brasil, divulgado nesta semana, indica uma reviravolta nas simulações de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em um eventual confronto direto. A ferramenta estatística utilizada pela emissora britânica não realiza entrevistas próprias. Em vez disso, ela compila, pondera e analisa os resultados das principais pesquisas de intenção de voto realizadas por diferentes institutos no país. O objetivo é reduzir as margens de erro individuais e apresentar uma média móvel que reflita tendências mais consistentes do eleitorado. Resultados do agregador De acordo com os dados consolidados, Flávio Bolsonaro assumiu a liderança na simulação de segundo turno. Embora as margens costumem ser estreitas, indicando um cenário de forte polarização política, o movimento de ascensão do senador em relação ao atual mandatário marca uma mudança no panorama eleitoral captado até os meses anteriores. Especialistas em ciência política apontam que o crescimento do senador pode estar atrelado à consolidação de seu nome como o principal herdeiro político da base de apoio de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível. Além disso, as oscilações na avaliação do governo federal — influenciadas por fatores econômicos e pautas de costume — também refletem diretamente nas intenções de voto para a reeleição de Lula. Próximos passos e cautela analítica O agregador da BBC Brasil é atualizado periodicamente à medida que novos levantamentos são registrados e publicados pelos institutos de pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na mídia. É importante ressaltar que pesquisas eleitorais, especialmente aquelas realizadas a meses de distância do pleito oficial, representam um retrato momentâneo da opinião pública e não uma previsão definitiva dos resultados. Os partidos agora devem intensificar suas estratégias e articulações. Enquanto a base governista busca ações para melhorar a percepção da economia e da gestão pública, a oposição trabalha para manter o engajamento de seu eleitorado e consolidar Flávio Bolsonaro como o nome viável para a disputa presidencial do próximo ano.
Mercado fecha portas para Flávio, flerta com Renan Santos e torce por outsider

Mercado fecha portas para Flávio, flerta com Renan Santos e torce por outsider ECONOMIA / BASTIDORES Mercado fecha portas para Flávio, flerta com Renan Santos e torce por outsider A elite financeira da Faria Lima demonstra forte rejeição à polarização atual, afasta-se do clã Bolsonaro e busca uma “terceira via” competitiva para a corrida presidencial de 2026. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente Partilhar RESUMO DA MATÉRIA Embora Flávio Bolsonaro desponte nas pesquisas eleitorais, o mercado financeiro rejeita o seu nome devido a recentes escândalos. Em busca de estabilidade e reformas, investidores têm tido encontros discretos com Renan Santos, do MBL, mas o sonho dourado da Faria Lima continua a ser a ascensão de um “outsider” liberal para 2026. A Faria Lima procura alternativas fora da polarização tradicional para as eleições de 2026. (Foto: Reprodução / PlatôBR) A proximidade das eleições gerais de 2026 já começou a ditar o ritmo das conversas nos luxuosos escritórios da Avenida Faria Lima, coração financeiro de São Paulo. Se as pesquisas eleitorais recentes mostram um embate direto e um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL), o sentimento do mercado é de profunda insatisfação com este cenário. Para a elite económica do país, a continuidade da polarização representa instabilidade e paralisia de reformas essenciais. Apesar do apelo eleitoral do clã Bolsonaro, os grandes investidores fecharam as portas a Flávio. O motivo vai além do radicalismo político herdado do pai. Publicidade A Sombra do Caso Master O afastamento definitivo do mercado em relação a Flávio Bolsonaro cristalizou-se após os recentes e explosivos desdobramentos da Polícia Federal. O envolvimento do senador em áudios onde negociava R$ 134 milhões com o empresário Pedro Vorcaro, figura central do escândalo de fraudes do grupo Master, acendeu o alerta vermelho na Faria Lima. Investidores institucionais e gestores de fundos não querem associar o seu capital a um candidato envolvido numa teia de corrupção que culminou em prisões, denúncias de ameaças a jornalistas e mortes suspeitas em celas da PF. A imprevisibilidade jurídica de Flávio tornou o seu nome num passivo inaceitável para o mercado. O Flerte com Renan Santos Com as portas fechadas para o bolsonarismo raiz e oposição direta ao atual governo, o mercado iniciou um movimento surpreendente. Nos últimos meses, tornaram-se frequentes os encontros discretos entre grandes empresários e Renan Santos, o principal líder e estrategista do Movimento Brasil Livre (MBL). Nova Direita: O MBL tem procurado apresentar-se como uma direita “limpa”, pró-reformas, laica e desvinculada dos escândalos da família Bolsonaro. O perfil jovem do movimento atrai gestores que procuram renovação política, e Renan Santos tem atuado como o emissário perfeito para vender a ideia de um “novo projeto de país” nas mesas de negociação. Leia Também Quaest 2º turno: Flávio Bolsonaro tem 42%, e Lula aparece com 40% Áudio revela que Flávio negociou R$ 134 milhões com Vorcaro; empresário foi preso pela PF “Vai surfar, curtir o Mickey”: Alessandro Vieira rebate Eduardo Bolsonaro sobre CPI O Sonho do “Outsider” Apesar do flerte com o MBL, o verdadeiro sonho da Faria Lima para 2026 é o surgimento de um outsider. O mercado torce pelo aparecimento de uma figura de fora do establishment político tradicional — preferencialmente um empresário de sucesso ou um governador com perfil estritamente técnico e liberal — capaz de aglutinar o centro, pacificar o país e vencer a eleição sem dever favores às velhas oligarquias partidárias. Até que este nome surja (se é que surgirá), os investidores continuam a testar as águas e a procurar viabilizar uma “terceira via” que evite que o Brasil tenha de escolher, mais uma vez, entre os dois extremos da corda. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Pesquisa RealTime BigData: ACM Neto lidera disputa pelo governo da Bahia com 44%

Pesquisa RealTime BigData: ACM Neto lidera disputa pelo governo da Bahia com 44% Eleições 2026 / Bahia Pesquisa RealTime BigData: ACM Neto lidera disputa pelo governo da Bahia com 44% Levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) aponta o ex-prefeito de Salvador à frente do atual governador Jerônimo Rodrigues. Os dois concentram a vasta maioria das intenções de voto, desenhando um cenário de forte polarização. Por Redação NINJAFSA 12/03/2026 O cenário baiano caminha para uma nova e intensa disputa polarizada em 2026. (Foto: Reprodução) Resumo dos Números A pesquisa do instituto RealTime BigData (BA-08855/2026) entrevistou 2.000 eleitores na Bahia entre os dias 10 e 11 de março. Os principais destaques são: Cenário Estimulado: ACM Neto (44%) x Jerônimo Rodrigues (39%). Outros candidatos: José Carlos Aleluia e Ronaldo Mansur aparecem com 2% cada. Aprovação do Governador: 47% aprovam e 50% desaprovam a gestão de Jerônimo. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A corrida eleitoral para o Palácio de Ondina em 2026 já ganha contornos definidos. Uma nova pesquisa realizada pelo instituto RealTime BigData, divulgada nesta quinta-feira (12), aponta que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), lidera as intenções de voto para o Governo da Bahia. O levantamento, registado sob o número BA-08855/2026, mostra um cenário de acirrada polarização entre o candidato da oposição e o atual governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), que procura a reeleição. Cenário Estimulado: Polarização em Alta Na pesquisa estimulada — quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados —, ACM Neto aparece na liderança com 44% das intenções de voto. O governador Jerônimo Rodrigues vem logo atrás, alcançando 39%. Como a margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, a distância entre os dois principais candidatos (5 pontos) coloca ACM Neto numericamente à frente, logo acima do limite da margem de empate técnico. Intenção de Voto – Governador (Estimulada) Clique nas barras para ver os percentuais exatos. Os outros nomes testados pelo instituto não conseguem furar a bolha da polarização. José Carlos Aleluia (Novo) e Ronaldo Mansur (PSol) registaram apenas 2% das intenções de voto cada um. Os votos nulos e brancos somam 8%, enquanto os eleitores que não souberam ou preferiram não responder representam 5%. Publicidade Pesquisa Espontânea e Rejeição No cenário espontâneo, onde os eleitores dizem o seu candidato sem que lhes seja apresentada qualquer lista, o número de indecisos ainda é elevado: 62% não sabem ou não responderam. Ainda assim, ACM Neto foi lembrado por 14% dos eleitores, seguido de Jerônimo com 12%. O ex-governador e atual ministro Rui Costa foi citado por 2%. O instituto também mediu os índices de rejeição (“em quem não votaria de jeito nenhum”). Neste quesito, Jerônimo Rodrigues e ACM Neto encontram-se tecnicamente empatados. O atual governador tem 43% de rejeição, enquanto o ex-prefeito da capital soma 42%. José Carlos Aleluia é rejeitado por 33% e Ronaldo Mansur por 20%. Aprovação do Governo O RealTime BigData questionou ainda os 2.000 eleitores baianos sobre a avaliação do trabalho do atual governador Jerônimo Rodrigues. Os números demonstram um eleitorado dividido a meio, o que explica a disputa apertada nas intenções de voto. Aprovação do Governo Jerônimo Segundo a pesquisa, 47% aprovam a maneira como Jerônimo tem gerido o estado, enquanto 50% desaprovam (os restantes 3% não souberam avaliar). Ao qualificar a gestão, 25% consideram-na “Ótima/Boa”, 43% classificam como “Regular” e 31% dizem que é “Ruim/Péssima”. Quando questionados sobre qual área deveria ser a prioridade absoluta para o governo estadual nos próximos anos, a Segurança Pública liderou com larga margem (34%), seguida pela Saúde (22%) e a Economia (12%). Continue a Ler Com José Ronaldo fora da chapa, quem ganha força para ser o vice de ACM Neto? José Ronaldo revela convites de Jerônimo e ACM Neto para vice e reafirma mandato Publicidade Link copiado com sucesso!
“Disputado”: José Ronaldo revela convites de Jerônimo e ACM Neto para vice, mas reafirma permanência na Prefeitura

“Disputado”: José Ronaldo revela convites de Jerônimo e ACM Neto para vice, mas reafirma permanência na Prefeitura Política / Eleições 2026 “Disputado”: José Ronaldo revela convites de Jerônimo e ACM Neto para vice, mas reafirma permanência na Prefeitura Em entrevista ao programa Acorda Cidade, o prefeito de Feira de Santana detalhou os bastidores políticos e explicou a sua decisão irredutível de cumprir os quatro anos de mandato no município. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente O prefeito abriu o jogo sobre as articulações para a chapa majoritária de 2026. (Foto: PMFS) Resumo da Entrevista Durante entrevista ao radialista Dilton Coutinho, no programa Acorda Cidade, José Ronaldo revelou: Os Convites: Foi oficialmente chamado para ser candidato a vice-governador tanto na chapa de ACM Neto (União Brasil) quanto na de Jerônimo Rodrigues (PT). A Decisão: Rejeitou ambas as propostas para honrar o seu compromisso de quatro anos com a população de Feira de Santana. O Encontro com Geddel: Esclareceu que a reunião com o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) foi nostálgica e não focou na vaga de vice, embora tenha recebido um convite aberto para se filiar ao partido. O xadrez político baiano para as eleições de 2026 está em pleno movimento, e o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), confirmou ser uma das peças mais cobiçadas do tabuleiro. Na manhã desta quarta-feira (11), durante uma entrevista exclusiva ao radialista Dilton Coutinho, âncora do programa Acorda Cidade, o gestor revelou ter recebido convites formais para compor a chapa como vice-governador nos dois principais campos políticos do estado: ao lado de Jerônimo Rodrigues (PT) e de ACM Neto (União Brasil). Publicidade Ao abordar as especulações que dominavam os bastidores, José Ronaldo não escondeu a satisfação pelo reconhecimento da sua trajetória política, mas manteve a postura firme que o caracteriza. “Um dia, Dilton, você disse que eu estava me sentindo a ‘cocada puxa’, sendo disputado por todos os dois, tanto Jerônimo como ACM Neto, mas não é a questão de sentir ou não”, comentou, bem-humorado, durante o programa. O prefeito fez questão de refletir sobre a sua longa caminhada na vida pública: “Com toda humildade, tenho 74 anos e cheguei em Feira no final de 1969. No dia seguinte, fui trabalhar na prefeitura como datilógrafo. Aquele menino jamais saberia que iria acontecer tudo isso na vida dele. Ser vereador, deputado federal, deputado estadual, prefeito e diretor do Hospital Dom Pedro. Eu acho que isso é de grande importância na minha vida, isso me fortalece”, complementou. José Ronaldo e ACM Neto durante campanha anterior. (Foto: Reprodução / BNews) O mistério dos articuladores e a decisão final Embora tenha confirmado os convites de ambos os lados, José Ronaldo preservou a identidade dos emissários que tentaram convencê-lo até ao último momento. Segundo ele, as inúmeras conversas de bastidores, descritas como legítimas e salutares na vida de um homem público, ficarão “guardadas a sete chaves”. “Ser convidado por pessoas que são respeitadas na Bahia, por pessoas que têm história no nosso estado ou no país, é positivo. Então, você se sente feliz e agradecido a Deus por todo esse momento. Mas é uma decisão bem analisada. Não vou dizer que houve pressão, porque conversa é uma coisa legítima”, explicou o gestor municipal ao Acorda Cidade. O prefeito também confirmou o assédio por parte da base do governador Jerônimo Rodrigues. (Foto: Reprodução) Apesar da honraria de ser disputado pelos polos opostos da política baiana, a resposta de José Ronaldo foi um claro e sonoro “não”. O motivo central da recusa, segundo ele, é a promessa feita aos eleitores feirenses nas últimas eleições municipais. Eu tinha assumido um compromisso com o povo de Feira de Santana, no meu horário eleitoral, de que eu faria o cumprimento de todo o mandato. Em nenhum momento da minha campanha eu disse que haveria possibilidade de renunciar para assumir alguma outra ação. Ficarei os quatro anos do governo. José Ronaldo, Prefeito de Feira de Santana Ele lembrou ainda o impacto da sua decisão passada, quando renunciou à prefeitura para concorrer ao governo estadual: “Todo mundo sabe que eu já deixei uma vez. Então eu, comigo mesmo, com a minha própria consciência e vontade, disse que não sairia do governo”, arrematou. O encontro com Geddel Vieira Lima Durante a sabatina com Dilton Coutinho, José Ronaldo também foi instado a esclarecer os rumores sobre o recente encontro com o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB), ocorrido em janeiro. Havia forte especulação de que a reunião seria mais uma tentativa de levá-lo à majoritária de Jerônimo Rodrigues. O prefeito, contudo, foi categórico ao afirmar que a vaga de vice não foi tema da conversa, que se pautou mais pelo passado e por análises gerais do momento político. “Claro, num dado momento, ele disse-me que, se eu quisesse, poderia filiar-me ao partido dele. ‘O partido está às suas ordens’, mas isso é uma coisa extremamente normal de acontecer. Tem dirigente que chegou até a me oferecer a presidência do partido, mas eu não tenho essa vontade”, concluiu Ronaldo, colocando um ponto final nas especulações. Continue a Ler Com José Ronaldo fora da chapa, quem ganha força para ser o vice de ACM Neto em 2026? Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa eleitoral Publicidade Link copiado com sucesso!
Com José Ronaldo fora da chapa, quem ganha força para ser o vice de ACM Neto em 2026?

Com José Ronaldo fora da chapa, quem ganha força para ser o vice de ACM Neto em 2026? Eleições 2026 / Bahia Com José Ronaldo fora da chapa, quem ganha força para ser o vice de ACM Neto em 2026? A decisão do prefeito de Feira de Santana de honrar o mandato municipal agita os bastidores da oposição, que agora avalia nomes como João Roma, Sheila Lemos, Zé Cocá e Tarcísio Pedreira. Por Redação NINJAFSA Atualizado recentemente A definição do vice será crucial para o xadrez político da oposição no estado. (Foto: Reprodução) Resumo da Matéria A confirmação de que José Ronaldo (União Brasil) não deixará a prefeitura de Feira de Santana para ser candidato a vice-governador movimentou o tabuleiro político baiano. Sem o seu principal articulador no interior, ACM Neto precisará buscar um novo nome capaz de agregar votos e capilaridade regional para enfrentar o grupo governista nas urnas em 2026. A política baiana não para. A confirmação de que o atual prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), optou por permanecer no cargo e cumprir integralmente o seu mandato jogou um balde de água fria nas especulações de que ele seria o vice natural na chapa de ACM Neto na corrida pelo Governo do Estado em 2026. Publicidade A decisão, embora elogiada por eleitores feirenses que cobraram o compromisso firmado nas urnas, obriga o grupo de oposição a recalcular a rota. José Ronaldo possui um peso histórico na Princesa do Sertão e um forte poder de articulação. Sem ele na majoritária, ACM Neto precisa agora de um perfil que traga densidade eleitoral no interior e capacidade de agregar alianças. O cenário aponta para quatro nomes em destaque nos bastidores. Não serei candidato a vice-governador em 2026. Tenho um compromisso com o povo de Feira de Santana de trabalhar por quatro anos e vou honrá-lo até o último dia. José Ronaldo, Prefeito de Feira de Santana Os Quatro Nomes na Mesa A escolha do vice na Bahia raramente é feita apenas por afinidade pessoal; trata-se de um complexo cálculo de geopolítica estadual. Veja o que cada um dos principais cotados pode oferecer à chapa liderada pelo ex-prefeito de Salvador: 1. João Roma (PL) – O Peso Ideológico O presidente estadual do Partido Liberal (PL) e ex-ministro da Cidadania é o nome natural para tentar unificar a direita baiana. A presença de Roma na chapa garantiria, em tese, o alinhamento com a base bolsonarista, evitando a divisão de votos que prejudicou ACM Neto no 1º turno de 2022. O desafio de Neto, no entanto, seria equilibrar este aceno ideológico com o eleitorado mais moderado e de centro. 2. Sheila Lemos (União Brasil) – A Força do Sudoeste A prefeita reeleita de Vitória da Conquista, a terceira maior cidade da Bahia, desponta como uma opção de enorme peso estratégico. Sheila Lemos possui alta aprovação no Sudoeste baiano, uma região fundamental para o xadrez eleitoral. Além disso, a sua presença traria uma importante representatividade feminina para a chapa majoritária, um fator que pode ser decisivo na captação de votos indecisos. 3. Zé Cocá (PP) – O Articulador Municipalista O prefeito de Jequié é, hoje, um dos políticos mais bem avaliados do interior da Bahia. Zé Cocá demonstrou uma capacidade gigantesca de aglutinação política e goza de excelente trânsito entre os prefeitos da União dos Municípios da Bahia (UPB). A sua entrada na chapa traria não só os votos do Médio Rio de Contas, mas também o apoio de dezenas de gestores insatisfeitos com a base governista. 4. Tarcísio Pedreira (Solidariedade) – O Polo do Recôncavo O prefeito de São Gonçalo dos Campos, Tarcísio Pedreira, representa uma liderança em ascensão no Recôncavo Baiano e Região Metropolitana de Feira de Santana. Com um perfil enérgico e popular, Tarcísio poderia ser a peça-chave para garantir que ACM Neto mantenha a capilaridade na região feirense, compensando parcialmente a ausência do nome de José Ronaldo na urna. Continue a Ler Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa eleitoral PL vai tentar barrar fim da escala 6×1, afirma Valdemar Costa Neto A definição final ainda deve demorar, mas a largada para 2026 já foi dada. ACM Neto sabe que a escolha certa para a vice-governadoria será fundamental para tentar quebrar a hegemonia de mais de duas décadas do PT no estado da Bahia. Publicidade Link copiado para a área de transferência!
Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg

Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa ELEIÇÕES 2026 Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg Levantamento aponta acirramento na corrida presidencial e consolidação da polarização a poucos meses do pleito; pesquisa também avaliou cenários de 1º turno. Por Redação NINJAFSA 25/02/2026 • 12:00 Partilhar RESUMO DA MATÉRIA Uma nova pesquisa eleitoral realizada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada neste mês de fevereiro de 2026, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em situação de empate técnico em um eventual 2º turno. O estudo evidencia a consolidação da polarização política no Brasil. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. (Foto: Agência Brasil/Senado) Uma nova pesquisa eleitoral realizada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta semana, aponta um cenário de acirramento na corrida presidencial. De acordo com os dados, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro encontram-se em situação de empate técnico em uma eventual disputa de segundo turno. Publicidade Os números evidenciam a manutenção da forte polarização na política brasileira a poucos meses das eleições gerais de outubro. Com a proximidade do pleito, Flávio Bolsonaro consolida-se gradualmente como o principal herdeiro do capital político de seu pai, Jair Bolsonaro, no cenário de alcance nacional. Cenários da Pesquisa: O Confronto Direto Os gráficos divulgados pelo instituto detalham as intenções de voto e os diferentes cenários testados. No principal recorte de segundo turno avaliado pela AtlasIntel, a disputa revela uma divisão quase simétrica do eleitorado. Intenções de voto no cenário de confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro. (Fonte: AtlasIntel/Bloomberg) Metodologia: A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada de forma online, com eleitores de todas as regiões do Brasil. O levantamento possui uma margem de erro estimada em 2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que configura o quadro de empate técnico apontado no cenário polarizado. Além do embate direto, o levantamento procurou medir o desempenho dos pré-candidatos no primeiro turno, avaliando a fragmentação dos votos entre outras possíveis vias políticas e candidaturas alternativas que buscam romper com a dualidade central. Desempenho dos pré-candidatos nas projeções de 1º turno. (Fonte: AtlasIntel/Bloomberg) Leia Também TSE aprova novas regras para uso de Inteligência Artificial nas eleições de 2026 Congresso avança em debate sobre financiamento de campanhas; entenda o que muda Especialistas analisam o peso do eleitorado jovem na definição do próximo presidente Aprovação do Governo e Rejeição Como é de praxe em levantamentos desta magnitude, a pesquisa também mensurou a aprovação do atual governo federal e os índices de rejeição atrelados a cada um dos principais nomes colocados na disputa. Esses indicadores são considerados fundamentais por especialistas para entender o “teto de crescimento” de cada candidato. Índices de aprovação da gestão federal. (Fonte: AtlasIntel/Bloomberg) Publicidade A consolidação de Flávio Bolsonaro frente a outros nomes da direita e centro-direita sugere uma unificação estratégica do eleitorado conservador em torno do seu nome. Em contrapartida, Lula mantém a fidelidade de sua base sólida no campo progressista e de centro-esquerda, indicando que a eleição será decidida nos detalhes e na conquista do eleitor de centro. Avaliação da imagem dos pré-candidatos junto ao eleitorado. (Fonte: AtlasIntel/Bloomberg) Os desdobramentos desta pesquisa devem pautar as próximas movimentações de alianças partidárias nos bastidores de Brasília nas semanas que se seguem.
Quaest, 2º turno: Lula continua à frente, e menor diferença é contra Flávio Bolsonaro

Quaest: Lula lidera, mas Flávio Bolsonaro encosta POLÍTICA / ELEIÇÕES 2026 Quaest, 2º turno: Lula continua à frente, e menor diferença é contra Flávio Bolsonaro Pesquisa Genial/Quaest de janeiro mostra estabilidade do atual presidente, mas acende alerta com crescimento do senador do PL, que se consolida como principal adversário. Por Redação NINJAFSA 11/02/2026 • 16:30 A mais recente rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), traz um panorama detalhado da corrida presidencial de 2026. O levantamento confirma a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em todos os cenários de segundo turno simulados, mas revela um dado estratégico para a oposição: o senador Flávio Bolsonaro (PL) é o adversário que mais se aproxima do petista. 2.004 Entrevistas 2% Margem de Erro 95% Confiabilidade Realizada entre os dias 08 e 11 de janeiro, a pesquisa “varreu” o país ouvindo eleitores de 120 municípios através de coleta domiciliar face a face. Os dados mostram que, embora Lula mantenha uma base sólida, especialmente no Nordeste e entre famílias de menor renda, o nome de Flávio Bolsonaro aglutina o eleitorado conservador de forma mais eficiente que outros possíveis candidatos da direita, como governadores do Sul e Sudeste. “A diferença entre Lula e Flávio é a menor registrada entre todos os cenários, indicando uma polarização que tende a se repetir. Flávio herda o espólio político do pai com mais força que Tarcísio ou Zema neste momento.” 📊 Cenários de 2º Turno (Estimulada) Cenário estimulado. Fonte: Genial/Quaest Jan/2026. O levantamento também explorou como o brasileiro se informa sobre política, um dado crucial para as estratégias de campanha. A pesquisa (Páginas 112-115 do relatório) indica uma fragmentação dos meios de comunicação, com as redes sociais superando a televisão em faixas etárias mais jovens, enquanto a TV aberta mantém hegemonia entre os mais idosos. 📱 Como o eleitor se informa sobre política Esquerda: Fontes de informação. Direita: Distribuição regional da amostra. A pesquisa Genial/Quaest é registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e utiliza dados do Censo 2022 e das PNADs recentes para garantir a representatividade da amostra em termos de sexo, idade, escolaridade e renda.
Ataques com deepfake crescem 126% no Brasil e podem influenciar eleições de 2026
Especialistas destacam acessibilidade da tecnologia e desafios para detecção em ano eleitoralOs ataques utilizando deepfake, técnica de inteligência artificial que forja rostos, vozes, vídeos e documentos de forma hiper-realista, registraram aumento de 126% no Brasil ao longo de 2025. Os dados constam do relatório “Identity Fraud Report 2025-2026”, divulgado pela empresa Sumsubs. A tecnologia, que antes exigia equipamentos potentes e conhecimento técnico avançado, tornou-se mais acessível, permitindo a criação de conteúdos falsos com ferramentas simples. Nas eleições municipais de 2024, o Digital Forensic Research Lab (DFRLab) identificou 78 casos de materiais confirmados ou alegadamente gerados por IA. Para 2026, ano de eleições presidenciais e gerais em meio a um cenário de polarização política, há expectativa de maior incidência de deepfakes, com potencial para comprometer a formação de opinião dos eleitores e impactar o processo democrático. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) instituiu, em junho de 2025, um grupo de trabalho para propor medidas contra desinformação eleitoral. Uma resolução aprovada em 2024 proíbe o uso de IA para criar e disseminar conteúdos falsos em campanhas, com mecanismos para remoção rápida e responsabilização de candidatos e plataformas. As normas específicas para as eleições de 2026 devem ser aprovadas pelo TSE até março de 2026, após audiências públicas. Especialistas consultados apontam desafios na detecção. Antônio Netto, especialista em IA, explica que deepfakes visam simular a realidade para enganar, como alterar vídeos para inserir falas falsas em políticos ou celebridades. Ele destaca que os algoritmos de detecção não acompanham o ritmo de evolução da tecnologia falsificadora. Arthur Richardisson, vice-presidente do Observatório Nacional da Abracrim, defende a necessidade de tipos penais específicos para deepfakes, um marco regulatório geral de IA integrado à legislação eleitoral e maior regulação das plataformas digitais. O TSE não detalhou mecanismos em estudo específicos para deepfakes em 2026, mas reforça a aplicação das regras existentes para preservar a integridade eleitoral.