Flávio propõe cinco novos presídios federais, reconhecimento facial e redução da maioridade penal

Flávio propõe cinco novos presídios federais, reconhecimento facial e redução da maioridade penal

Política | Segurança pública Flávio propõe cinco novos presídios federais, reconhecimento facial e redução da maioridade penal Plano apresentado à Justiça Eleitoral prevê ampliação do encarceramento, câmeras de monitoramento e novas medidas de combate às facções. Por NINJAFSA | 9 de outubro de 2026 Entenda a notícia em poucos pontos Flávio prevê cinco novos presídios federais. Plano propõe mais de um milhão de câmeras. Candidato defende reduzir a maioridade penal e ampliar punições para crimes graves. Fonte dos recursos para dobrar investimentos federais não foi detalhada no documento. 5 Novos presídios federais propostos 1 milhão+ Câmeras previstas em áreas públicas 16 anos Nova maioridade penal defendida O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou um conjunto de propostas para a segurança pública que inclui a construção de cinco presídios federais, a criação de um sistema nacional de reconhecimento facial e a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. As medidas constam do programa de governo registrado na Justiça Eleitoral e foram detalhadas em levantamento publicado pela Agência Brasil nesta sexta-feira (9). O plano também prevê mudanças no combate às facções criminosas, fortalecimento das fronteiras e ampliação dos investimentos federais em policiamento e inteligência. As propostas ainda não são leis e dependeriam de decisões políticas, aprovação legislativa e disponibilidade de recursos para serem executadas. Novos presídios e endurecimento penal Flávio propõe construir cinco novas penitenciárias federais de segurança máxima, dobrando a quantidade atual de unidades. O complexo receberia o nome de Treva, conforme o plano. O candidato também defende parcerias com governos estaduais para criar 500 mil vagas no sistema prisional e combater o déficit de capacidade. Entre as mudanças penais, o programa prevê buscar a redução da maioridade penal para 16 anos e medidas mais severas para adolescentes a partir dos 14 anos envolvidos em crimes graves. Essas alterações exigiriam análise constitucional e tramitação no Congresso. A proposta não muda a legislação vigente durante a campanha. Mais de um milhão de câmeras Outra iniciativa é a criação da chamada Muralha Brasileira, um sistema nacional de reconhecimento facial integrado a bases de dados criminais. O projeto prevê mais de um milhão de câmeras em espaços públicos, portos e aeroportos. Segundo a campanha, a tecnologia ajudaria a localizar foragidos e prevenir crimes. O uso de reconhecimento facial também exige salvaguardas relacionadas à privacidade, proteção de dados e prevenção de erros de identificação. Publicidade Facções seriam classificadas como narcoterroristas O programa prevê que organizações como Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital, além de milícias, sejam enquadradas como grupos narcoterroristas. Flávio também propõe uma força especializada para fortalecer a fiscalização das fronteiras terrestres, portos e aeroportos, com apoio de inteligência e recursos militares. A mudança na classificação jurídica das facções envolve discussões sobre as definições legais de terrorismo e suas consequências para investigações e cooperação internacional. Como Lula pretende enfrentar o crime? O presidente Lula (PT), adversário de Flávio no segundo turno, apresenta outro conjunto de prioridades para a segurança pública. O programa petista prevê maior integração entre União, estados e municípios, fortalecimento da inteligência policial, rastreamento de armas e combate às finanças de organizações criminosas. Lula também defende a aprovação da PEC da Segurança Pública, a ampliação do uso de câmeras corporais e investimentos em serviços públicos em territórios afetados pela violência. O que cada plano prioriza? Flávio: expansão de presídios, reconhecimento facial, endurecimento penal e ações reforçadas nas fronteiras. Lula: integração de forças de segurança, inteligência financeira, policiamento de proximidade e políticas territoriais. Os dois candidatos também apresentam ações contra o crime organizado e a violência contra mulheres. Promessas dependem de recursos e leis Flávio afirma que pretende dobrar o investimento federal em segurança pública ao longo do mandato. No entanto, a reportagem da Agência Brasil destaca que o plano não apresenta a fonte dos recursos para essa ampliação. O documento também prevê endurecimento de penas para roubo de celular, medidas contra violência doméstica e monitoramento de agressores com tornozeleiras eletrônicas. Para que sejam implementadas, diversas propostas exigiriam aprovação do Congresso e regulamentação posterior. Publicidade Segurança está no centro da eleição Com o segundo turno marcado para 25 de outubro, o tema da segurança pública integra o debate sobre os diferentes programas de governo. A comparação das propostas permite ao eleitor observar não apenas os objetivos declarados, mas também a viabilidade financeira, as mudanças legais necessárias e os mecanismos de fiscalização. Fonte: Agência Brasil, 9 de outubro de 2026. Leia o levantamento completo. Nota: as medidas citadas são propostas de campanha, não mudanças já implementadas.

PT aposta na estratégia do ‘medo’, já usada contra rivais no passado, para tentar virar votos e pressionar Flávio

PT aposta na estratégia do ‘medo’, já usada contra rivais no passado, para tentar virar votos e pressionar Flávio

Política | Eleições 2026 PT aposta na estratégia do ‘medo’, já usada contra rivais no passado, para tentar virar votos e pressionar Flávio Campanha de Lula intensifica alertas sobre programas sociais no segundo turno; Justiça Eleitoral determina retirada de vídeos e Belle Daltro repercute a disputa nas redes sociais. Por Amanda Almeida | NinjaFSA | 9 de outubro de 2026 Campanha de Lula amplia críticas às propostas de Flávio Bolsonaro no segundo turno. Imagem: Reprodução/Valor Econômico. Entenda a notícia em poucos pontos Campanha de Lula passou a destacar possíveis riscos a políticas sociais em eventual governo de Flávio Bolsonaro. A estratégia é comparada pela imprensa a abordagens utilizadas em eleições anteriores. O TSE determinou a remoção de publicações específicas de Lula e Janja por falta de fundamentação para certas alegações. A influenciadora baiana Belle Daltro declarou apoio a Lula e criticou eleitores do candidato do PL. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificou nesta sexta-feira (9) o discurso sobre possíveis consequências sociais de uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário no segundo turno presidencial de 25 de outubro. A comunicação petista passou a associar propostas econômicas do candidato do PL a riscos para programas sociais, aposentadorias e políticas públicas, numa tentativa de conquistar eleitores indecisos e reduzir a diferença registrada no primeiro turno. A abordagem foi descrita por reportagens de O Globo, Folha de S.Paulo e outros veículos como uma retomada da chamada estratégia do medo, expressão utilizada para caracterizar propagandas que enfatizam consequências negativas de uma eventual vitória do adversário. A associação é uma interpretação da estratégia eleitoral. Para os aliados do presidente, a comunicação busca alertar a população sobre diferenças entre projetos de governo. Já representantes da candidatura de Flávio Bolsonaro consideram parte dessas mensagens enganosa e afirmam que o senador não pretende extinguir os benefícios mencionados. Campanha petista reforça alertas sobre programas sociais Entre as peças divulgadas no início do segundo turno, a campanha de Lula abordou o futuro de iniciativas como Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida, Pé-de-Meia e Auxílio Gás. As publicações associaram a intenção de reduzir gastos públicos, defendida por integrantes do campo político de Flávio Bolsonaro, à possibilidade de diminuição de recursos destinados a programas sociais. A campanha também retomou decisões do governo Jair Bolsonaro e episódios da pandemia de Covid-19 para criticar o projeto político representado pelo senador do PL. Do ponto de vista eleitoral, o objetivo relatado por integrantes do PT à imprensa é ampliar a rejeição ao adversário, mobilizar eleitores que não compareceram ao primeiro turno e alcançar pessoas que ainda não definiram o voto. TSE determina retirada de vídeos de Lula e Janja A disputa sobre o conteúdo das propagandas chegou à Justiça Eleitoral nesta sexta-feira (9). Ministros do Tribunal Superior Eleitoral determinaram a remoção de vídeos publicados por Lula e pela primeira-dama Janja Lula da Silva que apresentavam como consequências certas de uma vitória de Flávio Bolsonaro a redução ou extinção de benefícios sociais. Em uma das decisões, o ministro André Mendonça considerou que faltava sustentação factual mínima para determinadas afirmações. Segundo a decisão, o programa de governo registrado pelo candidato do PL prevê a manutenção de programas sociais, o que contradiz a apresentação de seu encerramento como fato definido. Em outro processo, o ministro Kassio Nunes Marques também determinou a remoção de uma publicação de Janja contendo alegações consideradas descontextualizadas ou sem base factual suficiente. O que significa a decisão da Justiça Eleitoral? Críticas políticas: continuam permitidas durante a campanha eleitoral. Alegações factuais: precisam ter fundamento verificável, especialmente quando atribuídas diretamente a um candidato. Remoção de propaganda: a decisão alcança os conteúdos específicos analisados e não representa uma proibição geral de discutir políticas públicas. Publicidade Estratégia retoma discussões de eleições anteriores O uso de mensagens sobre riscos relacionados ao adversário não é exclusivo das eleições de 2026. Ao longo de campanhas presidenciais anteriores, diferentes partidos recorreram a comparações que enfatizavam possíveis perdas econômicas, sociais e institucionais. No caso do PT, a comunicação frequentemente contrasta políticas de seus governos com propostas e resultados de administrações de adversários. Em 2026, a campanha tenta explorar a associação política entre Flávio Bolsonaro e seu pai, Jair Bolsonaro, especialmente em temas relacionados à pandemia, ao acesso a armas e à manutenção de políticas sociais. Flávio, por sua vez, procura apresentar sua candidatura como uma alternativa ao governo atual, destacando temas como custo de vida, endividamento e segurança pública. Aliados do PL também publicam críticas ao histórico do PT e à gestão Lula. Belle Daltro declara apoio a Lula e repercute disputa na Bahia A mobilização do segundo turno também ganhou espaço nos perfis de influenciadores digitais baianos. Entre os nomes que entraram publicamente no debate está Belle Daltro, que declarou apoio à reeleição de Lula. Em vídeos gravados durante uma viagem a Miami, nos Estados Unidos, a influenciadora criticou seguidores que manifestaram intenção de votar em Flávio Bolsonaro. Nas publicações, Belle abordou questões econômicas, recordou a pandemia e explicou os motivos de seu posicionamento político. A influenciadora também rebateu críticas recebidas após as gravações e afirmou não temer perder seguidores por declarar publicamente seu voto. As manifestações repercutiram entre apoiadores dos dois candidatos, incluindo outras páginas de conteúdo político. Embora suas críticas ao candidato do PL estejam documentadas, não há confirmação de que Belle participe formalmente da organização da propaganda eleitoral do PT. Também não há elementos suficientes para classificar sua atuação como prática comprovada de intimidação ou terror psicológico. Belle Daltro e o debate nas redes Posicionamento: a influenciadora declarou apoio a Lula no segundo turno. Conteúdo: vídeos com críticas ao voto em Flávio Bolsonaro e comentários sobre política e economia. Repercussão: recebeu apoios e críticas nas plataformas digitais. Limite da apuração: não foi comprovada participação em campanha coordenada de desinformação ou intimidação. Consultar publicação sobre o posicionamento de Belle Daltro Influenciadores ganham espaço na comunicação eleitoral A participação de influenciadores no segundo turno vai além dos perfis oficiais das candidaturas. Pessoas com audiências próprias publicam avaliações políticas, defendem seus candidatos e questionam declarações dos

Que dia é o segundo turno das eleições 2026? Veja data, candidatos, propostas e pesquisas

Que dia é o segundo turno das eleições 2026? Veja data, candidatos, propostas e pesquisas

Guia do eleitor • Eleições 2026 Que dia é o segundo turno das eleições 2026? Veja data, candidatos, propostas e pesquisas Lula e Flávio Bolsonaro disputam a Presidência em 25 de outubro. Confira horários de votação, apoios políticos, propostas de governo e os números das pesquisas eleitorais. Por | NinjaFSA | 9 de outubro de 2026 Flávio Bolsonaro e Lula disputam a Presidência da República no segundo turno. Foto: Reprodução/Agência Brasil. MARQUE NO CALENDÁRIO 25 OUTUBRO 2026 Domingo • Das 8h às 17h Horário oficial de Brasília. Resumo: o que você precisa saber O segundo turno será domingo, 25 de outubro. Lula (PT), número 13, disputa com Flávio Bolsonaro (PL), número 22. O horário de votação será das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. A última pesquisa AtlasIntel/Bloomberg consultada aponta 52,8% para Flávio e 47,2% para Lula nos votos válidos. O segundo turno das eleições presidenciais de 2026 será realizado no domingo, 25 de outubro, em todo o Brasil. Os eleitores escolherão entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que avançaram após nenhum dos candidatos obter mais da metade dos votos válidos na primeira votação, realizada em 4 de outubro. Conforme o calendário oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as urnas estarão abertas das 8h às 17h pelo horário de Brasília. O segundo turno também poderá definir governadores nas unidades da Federação onde a eleição estadual não tenha sido encerrada no primeiro turno. Quem são os candidatos à Presidência? 13 Lula Luiz Inácio Lula da Silva Partido: PT Coligação: Brasil Pronto pra Mais Vice: Geraldo Alckmin (PSB) 1º turno: 45,16% dos votos válidos. Total: 53.870.724 votos. 22 Flávio Bolsonaro Flávio Bolsonaro Partido: PL Registro no TSE: Partido Liberal 1º turno: 47,03% dos votos válidos. Total: 56.103.033 votos. Os partidos que anunciaram apoio no segundo turno não integram automaticamente a chapa registrada. Lula disputa a reeleição presidencial, enquanto Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro, concorre pelo PL. Os nomes, números e planos das candidaturas estão disponíveis para consulta no TSE. Quais são as propostas de cada candidato? Os programas de governo apresentados à Justiça Eleitoral reúnem compromissos sobre economia, saúde, educação, segurança e políticas sociais. A comparação abaixo resume algumas das diretrizes divulgadas pelas campanhas. Tema Lula (PT) Flávio (PL) Economia Valorização do salário mínimo, investimentos públicos e desenvolvimento industrial. Redução de despesas administrativas, reestruturação fiscal e incentivo ao investimento privado. Trabalho Proposta de jornada de 40 horas semanais sem redução salarial e proteção a trabalhadores de aplicativos. Incentivo à empregabilidade, desburocratização empresarial e revisão de estruturas administrativas. Segurança Proposta de Ministério da Segurança e reforço de ações coordenadas com estados e municípios. Enfrentamento de facções, ampliação da estrutura prisional e propostas de endurecimento penal. Saúde Ampliação do Mais Médicos, da Farmácia Popular e de atendimentos especializados. Expansão da telessaúde, digitalização do SUS e reajustes na tabela de serviços. Educação Ensino integral, conectividade escolar e ampliação do ensino técnico. Alfabetização pelo método fônico, escolas cívico-militares e expansão do ensino técnico. Programas sociais Ampliação do Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e políticas de combate à fome. Manutenção de programas sociais, combate a fraudes e incentivo à entrada dos beneficiários no trabalho. Onde consultar os planos completos? O TSE disponibiliza os documentos oficiais das duas candidaturas, incluindo propostas por assunto. Consultar propostas oficiais no TSE Quais partidos e lideranças apoiam cada um? Após o primeiro turno, legendas e lideranças anunciaram posicionamentos sobre a disputa presidencial. É importante diferenciar os partidos integrantes das chapas originais daqueles que passaram a apoiar um dos candidatos na segunda etapa. Apoios de Lula Base da chapa: PT e PSB, além dos integrantes da coligação Brasil Pronto pra Mais. Apoios posteriores noticiados: UP, PCB e PSTU. A campanha também conta com lideranças petistas e aliados estaduais, incluindo Jerônimo Rodrigues, na Bahia. Apoios de Flávio Partido: PL. Adesões no 2º turno: União Brasil, PP, Podemos, Republicanos e Novo. Apoios individuais: Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Augusto Cury e ACM Neto. A composição dos apoios pode mudar até a votação. Partidos como PSDB, MDB e PSD adotaram posições que permitem manifestações individuais de seus integrantes, sem uma orientação nacional única de voto. Publicidade O que dizem as últimas pesquisas eleitorais? A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada na sexta-feira (9), indica Flávio Bolsonaro com 52,8% e Lula com 47,2% das intenções de voto válidas no segundo turno. AtlasIntel/Bloomberg — votos válidos Flávio Bolsonaro (PL) 52,8% Lula (PT) 47,2% Coleta: 3 a 8 de outubro de 2026. Amostra: 5.026 entrevistados. Margem de erro informada: ±1 ponto percentual. Confiança: 95%. Registro TSE: BR-03663/2026. No Datafolha divulgado em 8 de outubro, Flávio aparece com 52% dos votos válidos, enquanto Lula registra 48%. A margem de erro é de dois pontos, configurando empate técnico nesse levantamento. Já a pesquisa PoderData/Aya indica 53% para Flávio Bolsonaro e 47% para Lula nos votos válidos. Pesquisa não é resultado eleitoral As pesquisas retratam as respostas dos entrevistados em determinados períodos. Os números podem variar conforme a data, o método e a margem de erro. O resultado oficial da eleição depende exclusivamente dos votos apurados pela Justiça Eleitoral. Dúvidas frequentes sobre o segundo turno Qual é a data do segundo turno? Domingo, 25 de outubro de 2026, conforme o calendário eleitoral do TSE. Qual é o horário da votação? Das 8h às 17h, seguindo o horário oficial de Brasília. Quem disputa a Presidência? Lula (PT), número 13, e Flávio Bolsonaro (PL), número 22. Preciso votar novamente? Sim. O segundo turno é uma nova votação. Eleitores com obrigação de votar devem comparecer ou justificar a ausência, conforme as regras da Justiça Eleitoral. Posso votar se faltei ao primeiro turno? Sim. A ausência no primeiro turno não impede o eleitor regular de votar no segundo. A justificativa da ausência anterior é uma obrigação separada. Como consultar meu local de votação? Pelo aplicativo e-Título ou pelos serviços oficiais do TSE. Consulte com antecedência para verificar a seção eleitoral. Quando começa a apuração? A divulgação dos resultados ocorre após o encerramento da votação, conforme os procedimentos da Justiça Eleitoral.

Lula reúne jovens influenciadores eleitos, e aliados de Flávio organizam reação nas redes

Lula reúne jovens influenciadores eleitos, e aliados de Flávio organizam reação nas redes

Política | Eleições 2026 Lula reúne jovens influenciadores eleitos, e aliados de Flávio organizam reação nas redes Campanhas presidenciais reforçam a atuação no Instagram, WhatsApp e outras plataformas para ampliar o alcance de conteúdos durante o segundo turno. Por Amanda Almeida | NinjaFSA | 9 de outubro de 2026 Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) reforçam mobilização de aliados nas redes sociais para o segundo turno. Reprodução: g1. Entenda a notícia em poucos pontos Lula reuniu jovens parlamentares eleitos para ampliar a comunicação digital de sua campanha. Aliados de Flávio Bolsonaro organizaram ações de compartilhamento e respostas nas plataformas digitais. Grupos de WhatsApp e perfis no Instagram passaram a integrar as estratégias de mobilização eleitoral. Infográfico do g1 compara seguidores e votos recebidos por oito influenciadores e políticos. As campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) intensificaram nesta semana a mobilização de influenciadores, parlamentares e apoiadores nas redes sociais para o segundo turno presidencial, marcado para 25 de outubro. Em Brasília, Lula reuniu jovens eleitos para discutir sua comunicação digital, enquanto aliados de Flávio organizaram ações de resposta e compartilhamento de conteúdos nas plataformas. A movimentação mostra a importância atribuída ao ambiente digital pelas duas candidaturas. Além dos programas eleitorais no rádio e na televisão, as campanhas utilizam vídeos curtos, publicações no Instagram e canais de WhatsApp para alcançar eleitores e divulgar suas mensagens. Uma reportagem publicada pelo g1 nesta sexta-feira (9) descreve a organização de grupos digitais ligados aos dois candidatos. As iniciativas reúnem políticos, influenciadores e militantes que já mantêm comunidades próprias de seguidores na internet. Lula reúne parlamentares jovens e aposta em novos formatos Na quarta-feira (7), o presidente recebeu em Brasília parlamentares recém-eleitos e figuras públicas com presença nas plataformas digitais. A reunião fez parte das discussões sobre a comunicação da campanha petista para o segundo turno. Entre os nomes relacionados à mobilização estão Ana Elisa (PT-MG), Erika Hilton (PSOL-SP), Jones Manoel (PSOL-PE) e André Janones (Rede-MG), políticos que utilizam as redes para divulgar posicionamentos, propostas e conteúdos de campanha. A campanha de Lula também passou a investir em gravações no formato de selfie, com vídeos produzidos diretamente para plataformas digitais. A intenção declarada dos organizadores é tornar a comunicação mais próxima dos formatos consumidos por diferentes públicos. Segundo reportagem do UOL, Lula criticou a organização da campanha no primeiro turno durante reunião com integrantes de seu grupo político. A avaliação abriu espaço para mudanças na atuação digital da candidatura. Aliados de Flávio Bolsonaro também ampliam mobilização Do outro lado da disputa, aliados de Flávio Bolsonaro trabalham para ampliar a circulação de vídeos, declarações e publicações relacionados à candidatura. Entre as figuras públicas alinhadas ao senador estão Nikolas Ferreira (PL-MG), Gustavo Gayer (PL-GO), Guilherme Derrite (PP-SP) e o influenciador Pablo Marçal. Esses nomes possuem diferentes trajetórias políticas e públicos nas redes sociais. Parte deles reúne milhões de seguidores, o que permite que conteúdos alcancem grandes audiências sem depender exclusivamente dos perfis oficiais da campanha. A atuação inclui o compartilhamento de mensagens favoráveis a Flávio, respostas a críticas de adversários e mobilização de apoiadores em comunidades digitais. Publicidade Infográfico compara seguidores e votos recebidos por aliados Um levantamento apresentado pelo g1, com dados do Instagram e do Tribunal Superior Eleitoral, compara o número de seguidores de oito figuras públicas ligadas aos dois campos políticos e a quantidade de votos obtidos nas eleições de 2026. No grupo relacionado a Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira aparece com 22,8 milhões de seguidores e cerca de 3,3 milhões de votos. Pablo Marçal reúne aproximadamente 14 milhões de seguidores, mas não recebeu votos na eleição, pois sua candidatura foi indeferida. Gustavo Gayer aparece com 3,2 milhões de seguidores e aproximadamente 1,5 milhão de votos. Guilherme Derrite reúne 1,9 milhão de seguidores e registra cerca de 13,2 milhões de votos no levantamento. Entre os aliados de Lula, Erika Hilton aparece com 5,4 milhões de seguidores e aproximadamente 1,5 milhão de votos. André Janones reúne 3,4 milhões de seguidores e obteve cerca de 78,7 mil votos. Ana Elisa registra 3,2 milhões de seguidores e aproximadamente 524 mil votos, enquanto Jones Manoel soma 2,2 milhões de seguidores e 249 mil votos, de acordo com o infográfico. Infográfico do g1 compara os números de seguidores no Instagram e votos recebidos nas eleições de 2026. Dados: Instagram e TSE. Elaboração: g1, 8 de outubro de 2026. Seguidores não são o mesmo que votos Seguidores: representam o público que acompanha determinado perfil no Instagram. Podem incluir pessoas de outros estados, menores de idade e usuários que não são eleitores. Votos: representam a votação oficial recebida por um candidato em determinada eleição. Comparação: a diferença entre os indicadores não mede diretamente a capacidade de influenciar uma eleição. Os dados de seguidores correspondem ao levantamento apresentado em 8 de outubro de 2026 e podem mudar ao longo do tempo. WhatsApp se torna ferramenta de organização das campanhas Além dos perfis públicos, grupos e canais de WhatsApp passaram a concentrar parte das atividades de mobilização das duas candidaturas. Entre os apoiadores de Lula, uma das iniciativas recebeu o nome de “Exército do Lula”. No campo de Flávio Bolsonaro, surgiu a mobilização chamada “Tropa do Flávio”. Os canais servem para distribuir materiais, compartilhar agendas, divulgar publicações e incentivar a circulação de conteúdos eleitorais. A organização em comunidades permite que apoiadores recebam mensagens diretamente no celular e as redistribuam em conversas privadas ou em outras redes. Flávio cresce em seguidores, enquanto Lula amplia publicações Um levantamento da agência de dados Bites, divulgado pela CNN Brasil, também indica diferenças na atividade digital dos candidatos após o primeiro turno. Entre 4 e 8 de outubro, Flávio Bolsonaro ganhou aproximadamente 1,74 milhão de seguidores, enquanto Lula somou cerca de 958 mil, segundo os indicadores agregados apresentados pela reportagem. No mesmo intervalo, as contas monitoradas de Lula publicaram 127 vezes, contra 26 publicações dos perfis de Flávio. O levantamento também registrou aproximadamente 21 milhões de interações nos conteúdos de Lula e 9,2 milhões nos de Flávio. Os resultados mostram

Ana Elisa nega post sobre fechamento de igrejas após repercussão nas redes

Ana Elisa nega post sobre fechamento de igrejas após repercussão nas redes

Política | Eleições 2026 Ana Elisa nega post sobre fechamento de igrejas após repercussão nas redes Deputada federal eleita por Minas Gerais contesta autoria de mensagem atribuída a seu perfil em 2022; circulação de publicações antigas provoca embate com Nikolas Ferreira. Por Amanda Almeida | NinjaFSA | 9 de outubro de 2026 Ana Elisa Santos Silva foi eleita deputada federal por Minas Gerais em 2026. Foto: Reprodução/Estadão. Entenda a notícia em poucos pontos Publicação atribuída a Ana Elisa, datada de 2022, voltou a circular com uma mensagem sobre fechamento de igrejas. A deputada eleita negou ter escrito a mensagem, cuja autenticidade não foi confirmada. Nikolas Ferreira compartilhou a publicação contestada e recebeu críticas de Ana Elisa. A conta da parlamentar no X ficou indisponível; ela relatou ameaças de morte e violência sexual. A deputada federal eleita por Minas Gerais, Ana Elisa Santos Silva (PT), negou nesta quinta-feira (8) ter publicado uma mensagem de 2022 que sugeria ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o fechamento de igrejas. A captura de tela voltou a circular nas redes sociais após sua eleição no último domingo (4), provocando críticas e um confronto público com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O conteúdo, apresentado como uma postagem feita no X, antigo Twitter, em 2 de outubro de 2022, foi compartilhado por diferentes perfis. A mensagem traz uma crítica ofensiva a religiosos e uma referência à possibilidade de Lula fechar igrejas. Entretanto, a publicação original não foi localizada para verificação independente. A parlamentar afirmou que não escreveu a mensagem e questionou a divulgação da imagem por adversários políticos. O que diz a publicação contestada? O print atribuído a Ana Elisa apresenta um pedido dirigido a Lula para fechar igrejas, acompanhado de críticas a pessoas religiosas. Embora a imagem tenha alcançado grande circulação, não há confirmação independente de que a mensagem tenha sido publicada no perfil da deputada eleita. “Esse tweet aí, você sabe que não saiu [do dela].” Ana Elisa, em resposta a Nikolas Ferreira, conforme reportagem do Estado de Minas. A deputada também afirmou que pretende tomar providências jurídicas contra a divulgação do conteúdo contestado. Segundo o Estado de Minas, ela mencionou a possibilidade de acionar a Justiça Eleitoral contra o parlamentar e outros responsáveis pela divulgação. Capturas de tela com mensagens atribuídas ao antigo perfil de Ana Elisa. A autenticidade de todas as publicações não foi verificada de forma independente. Reprodução/X. Outras publicações antigas também ganharam repercussão Além da mensagem sobre igrejas, usuários passaram a compartilhar outras capturas atribuídas ao perfil de Ana Elisa, abordando religião, aborto, política e a atuação de representantes religiosos nas plataformas digitais. Uma das mensagens repercutidas, também mencionada pelo BNews, contém uma crítica ao uso de redes sociais por padres católicos. Nela, a autora defende que o Vaticano restrinja a presença de sacerdotes nessas plataformas. Outros registros divulgados nas redes abordam direitos reprodutivos e posicionamentos de representantes políticos ligados a diferentes grupos religiosos. Publicidade A circulação desse material ampliou o debate sobre posicionamentos defendidos por figuras públicas antes de assumirem cargos eletivos. No entanto, é necessário distinguir mensagens com autoria confirmada de capturas isoladas que podem ter sido editadas, retiradas de contexto ou atribuídas incorretamente a uma pessoa. Nikolas Ferreira e Ana Elisa trocaram críticas O deputado federal Nikolas Ferreira, também eleito por Minas Gerais, esteve entre os perfis que divulgaram a publicação contestada. Ana Elisa respondeu publicamente e acusou o parlamentar de compartilhar conteúdo que, segundo ela, não foi produzido por seu perfil. Em sua manifestação, a petista também citou outra publicação controversa, atribuída ao próprio Nikolas Ferreira, sobre a Virgem Maria. O deputado, por sua vez, nega a autoria daquela mensagem. O episódio passou a envolver acusações recíprocas sobre autenticidade de publicações antigas e sobre a responsabilidade de políticos na divulgação de conteúdo nas redes sociais. Quem é Ana Elisa? Nome: Ana Elisa Santos Silva. Idade: 21 anos. Partido: Partido dos Trabalhadores (PT). Estado: Minas Gerais. Votação em 2026: 524.219 votos. Resultado: segunda candidata a deputada federal mais votada em Minas Gerais. Natural de Divinópolis, Ana Elisa ganhou projeção como influenciadora digital antes de sua primeira candidatura à Câmara dos Deputados. Em suas redes, passou a abordar temas como racismo, educação, direitos sociais e participação política da juventude. Após o primeiro turno presidencial, a deputada eleita também passou a colaborar com iniciativas de comunicação da campanha de reeleição de Lula. Perfil no X ficou indisponível Em meio à repercussão, o perfil de Ana Elisa na plataforma X ficou indisponível. A situação foi registrada em capturas compartilhadas por usuários da rede. Registro da indisponibilidade da conta atribuída a Ana Elisa no X. Reprodução/X. De acordo com o BNews, a parlamentar relatou ter recebido ameaças de morte e violência sexual e afirmou ter denunciado os episódios à polícia. A informação sobre as ameaças é relevante para compreender o contexto em que a conta deixou de estar acessível. A indisponibilidade do perfil, entretanto, não comprova a autenticidade das mensagens que circulam em capturas de tela. Vídeo mostra buscas em perfil atribuído à deputada Outro material divulgado apresenta uma gravação de tela com pesquisas realizadas na plataforma X, incluindo o termo “Xandão”, apelido utilizado em referências ao ministro Alexandre de Moraes. Vídeo | Registros de busca no X Seu navegador não suporta vídeos HTML5. Vídeo fornecido à redação com registros de navegação no X. A gravação, isoladamente, não autentica todas as mensagens atribuídas ao perfil. Vídeos de navegação podem oferecer elementos adicionais sobre a existência de publicações, mas sua força como prova depende da identificação da origem, da integridade da gravação e da possibilidade de conferir os registros originais. Repercussão levanta debate sobre conteúdos antigos A controvérsia envolvendo Ana Elisa ocorre poucos dias após sua eleição e em meio à mobilização política para o segundo turno presidencial. O episódio mostra como publicações antigas, sejam autênticas ou contestadas, podem voltar ao centro do debate público quando seus supostos autores conquistam maior visibilidade. Publicidade No caso da mensagem sobre fechamento de igrejas, permanece uma distinção central: o conteúdo circulou nas redes,

PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula soma 47%

PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula soma 47%

Política | Eleições 2026 PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula soma 47% Pesquisa realizada após o primeiro turno mostra diferença de seis pontos percentuais; levantamento ouviu 3 mil eleitores em todo o país. Por Redação NinjaFSA | 8 de outubro de 2026 Flávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno presidencial em 25 de outubro. Imagem: Agência Brasil. Resumo: os principais pontos da pesquisa Flávio Bolsonaro registra 53% e Lula, 47% dos votos válidos. Foram ouvidas 3.000 pessoas entre 5 e 7 de outubro, em 705 municípios. A margem de erro informada é de 1,8 ponto percentual, com 95% de confiança. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08134/2026. A pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (8), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos na disputa presidencial do segundo turno, ante 47% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento foi realizado entre 5 e 7 de outubro, após a votação de domingo (4), para medir a intenção de voto no confronto marcado para 25 de outubro. A diferença entre os candidatos é de seis pontos percentuais. O estudo entrevistou 3.000 eleitores em 705 municípios das 27 unidades da Federação, com margem de erro informada de 1,8 ponto percentual e nível de confiança de 95%. Evolução da intenção de voto de maio a outubro O histórico do instituto mostra uma mudança gradual na disputa. Em maio, Lula aparecia com 52% dos votos válidos contra 48% de Flávio Bolsonaro. Na pesquisa de 3 de setembro, os percentuais se inverteram: 51% para o candidato do PL e 49% para o petista. A rodada de outubro registra 53% a 47%. Intenção de voto para presidente — 2º turno Votos válidos (%) | PoderData/Aya | 11 levantamentos, de maio a outubro de 2026 Lula (PT)Flávio Bolsonaro (PL) ▶ Reproduzir07/out/2026 Última pesquisa — Flávio Bolsonaro 53%, Lula 47%. Os pontos representam levantamentos publicados, não estimativas diárias. O resultado de 7 de outubro foi coletado após o primeiro turno. O gráfico é uma reconstrução editorial dos dados do relatório PoderData, não uma animação oficial da CNN. Consultar todos os números do gráfico Data Lula Flávio 29/mai 52% 48% 24/jun 52% 48% 15/jul 51% 49% 29/jul 52% 48% 12/ago 51% 49% 26/ago 51% 49% 03/set 49% 51% 10/set 49% 51% 17/set 49% 51% 24/set 49% 51% 07/out 47% 53% O crescimento de Flávio Bolsonaro entre maio e outubro foi de cinco pontos percentuais no recorte de votos válidos. No mesmo intervalo, Lula passou de 52% para 47%. Esses números descrevem os levantamentos da série e não representam transferência individual de votos entre candidatos. Publicidade O que muda ao considerar todos os entrevistados? Na intenção de voto total, que inclui as respostas de quem pretende votar em branco ou anular o voto e de quem não soube responder, Flávio Bolsonaro aparece com 49% e Lula, com 44%. Outros 5% declararam voto branco ou nulo e 2% disseram não saber em quem votar. A diferença entre os dois recortes ocorre porque o cálculo dos votos válidos considera apenas as manifestações de preferência por um dos candidatos. É essa modalidade que permite comparar os percentuais segundo o critério utilizado na apuração eleitoral. Como a pesquisa foi realizada? Instituto: PoderData; levantamento identificado como PoderData/Aya. Coleta: 5 a 7 de outubro de 2026. Amostra: 3.000 entrevistas em 705 municípios, nas 27 unidades da Federação. Metodologia: entrevistas telefônicas automatizadas (IVR), com ponderação por sexo, idade, escolaridade, região e renda. Margem de erro informada: ±1,8 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. Registro eleitoral: BR-08134/2026. Diferenças por região e perfil do eleitor No recorte de intenção de voto total, Lula registra 52% no Nordeste, contra 41% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o candidato do PL aparece com 58%, enquanto Lula tem 36%. O resultado também varia conforme idade, escolaridade e renda dos entrevistados. Entre as mulheres, Lula aparece com 50% e Flávio Bolsonaro com 42%. Entre os homens, os percentuais são de 37% para o presidente e 57% para o senador. Esses dados são percentuais de intenção de voto total, não de votos válidos, e correspondem a subgrupos com incerteza amostral própria. Leia o relatório completo da pesquisa O documento original reúne as tabelas históricas, cruzamentos por perfil do eleitor, informações técnicas e outras avaliações pesquisadas. O gráfico acima utiliza os valores publicados na página 11 do relatório. Consultar o PDF original da pesquisa ↗ Publicidade Pesquisa não é resultado de eleição A pesquisa registra a intenção de voto no período de 5 a 7 de outubro. As preferências podem mudar até a votação do segundo turno, marcada para 25 de outubro. Além disso, a margem de erro informada pelo instituto é uma estimativa aproximada, conforme ressalva metodológica presente no próprio relatório, em razão da cobertura das listas telefônicas usadas na coleta. Fonte primária: PoderData/Aya, Pesquisa de Opinião Pública Brasil, 5 a 7 de outubro de 2026, registro TSE BR-08134/2026. Documento completo em PDF.

TSE forma maioria para anular votos de Garotinho; decisão abre caminho para eleição de Ruas no 1º turno no RJ

TSE forma maioria para anular votos de Garotinho; decisão abre caminho para eleição de Ruas no 1º turno no RJ TSE forma maioria para anular votos de Garotinho; decisão abre caminho para eleição de Ruas no 1º turno no RJ Corte eleitoral julga recurso que invalida os sufrágios recebidos pelo ex-governador. Com o recálculo dos votos válidos, adversário pode ser declarado vencedor sem necessidade de nova votação. Por Redação NinjaFSA 08/10/2026 12h41 · Atualizado há pouco Ver resumo O TSE formou maioria para invalidar os votos dados a Anthony Garotinho na disputa pelo Governo do Rio de Janeiro. A anulação altera a base de cálculo dos votos válidos do pleito fluminense. Com a redução do total de válidos, a proporção dos demais candidatos aumenta matematicamente. A decisão abre caminho para que Ruas ultrapasse a barreira de 50% dos votos válidos, sendo eleito no primeiro turno. Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foto: Reprodução O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta quinta-feira (8) para anular os votos recebidos pelo candidato Anthony Garotinho na disputa pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. A decisão altera drasticamente o cenário político fluminense e abre caminho para a eleição matemática do candidato Ruas ainda no primeiro turno. O julgamento na corte eleitoral avalia a regularidade do registro de candidatura de Garotinho. Com os ministros votando pela invalidação, todos os sufrágios depositados na urna em nome do ex-governador deixam de ser contabilizados no cômputo oficial dos votos válidos da eleição majoritária estadual. Publicidade A matemática que define a eleição Pela legislação eleitoral brasileira, para vencer uma eleição executiva (como a de governador) no primeiro turno, o candidato precisa obter 50% mais um dos votos válidos. Votos brancos e nulos já são naturalmente descartados desse cálculo. Agora, com a exclusão dos votos de Garotinho, a base total (o montante 100%) encolhe significativamente. Consequentemente, o percentual de todos os outros candidatos sofre um salto proporcional. Para o candidato Ruas, que liderava a corrida eleitoral com votação expressiva, esse recálculo é suficiente para fazê-lo ultrapassar a barreira da maioria absoluta exigida por lei, liquidando a fatura sem a necessidade de um segundo turno. Publicidade Institucional O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) aguarda o encerramento do julgamento e a publicação final do acórdão do TSE para realizar a recontagem oficial no sistema. A partir desse processamento, o tribunal estadual poderá formalizar a anulação e realizar a proclamação oficial do resultado no estado. A defesa de Garotinho não descartou a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

ACM Neto declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno e promete mobilização na Bahia

ACM Neto declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno e promete mobilização na Bahia Ex-prefeito de Salvador afirma que União Brasil fechou questão pelo candidato do PL e diz que grupo político trabalhará pela vitória no dia 25 de outubro. ACM Neto anunciou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial. O segundo turno da eleição presidencial começou a ganhar novos contornos na Bahia após ACM Neto anunciar oficialmente apoio a Flávio Bolsonaro (PL). O anúncio foi feito em um pronunciamento divulgado nesta quarta-feira, no qual o ex-prefeito de Salvador afirmou que o União Brasil decidiu apoiar a candidatura do ex-senador. Segundo ACM Neto, a decisão foi tomada diante da importância da eleição para o futuro do país e representa uma posição oficial do partido no estado. “Nós temos absoluta consciência da importância desta eleição para o futuro do Brasil. Nós precisamos mudar o nosso país e é exatamente por esse motivo que todos nós, o União Brasil, fechou questão em torno do apoio à candidatura de Flávio à presidência.” O ex-prefeito de Salvador afirmou ainda que fala em nome do grupo político que lidera na Bahia e que prefeitos, deputados federais eleitos e candidatos que disputaram o primeiro turno estarão envolvidos na campanha. União Brasil promete mobilização na Bahia Durante o pronunciamento, ACM Neto afirmou que ele e seu grupo político irão trabalhar pela candidatura de Flávio Bolsonaro no estado. “Eu e todo meu grupo político, os prefeitos que me acompanharam, os deputados federais eleitos, os candidatos que disputaram o primeiro turno, todos nós estaremos motivados, mobilizados e trabalhando a partir de hoje pela campanha de Flávio Bolsonaro para presidente.” O líder político baiano também destacou o peso eleitoral da Bahia no cenário nacional, lembrando que o estado possui o quarto maior colégio eleitoral do Brasil. “Falo também aqui em nome do quarto maior colégio eleitoral do Brasil, que é a Bahia.” A disputa presidencial chega à Bahia O apoio de ACM Neto representa um movimento importante na disputa pelo eleitorado baiano, tradicionalmente considerado estratégico para qualquer candidato à Presidência da República. A Bahia tem historicamente um papel decisivo no Nordeste, região que concentra grande número de eleitores e costuma influenciar o resultado nacional. Com o anúncio, Flávio Bolsonaro passa a contar com o apoio formal de uma das principais lideranças políticas da oposição ao governo federal no estado. Segundo turno será decidido em 25 de outubro Ao finalizar o pronunciamento, ACM Neto afirmou que o grupo político estará empenhado na campanha e demonstrou confiança na vitória de Flávio Bolsonaro. “Tenha todo nosso apoio, o compromisso em mudar o Brasil que faz com que a gente esteja aqui empenhado, confiante e se Deus quiser, vamos à vitória no dia vinte e cinco de outubro.” O segundo turno presidencial acontece no dia 25 de outubro e coloca frente a frente Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Tom aponta falta de união de lideranças e responsabiliza grupo político pelo fracasso eleitoral de Feira em 2026

Tom aponta falta de união de lideranças e responsabiliza grupo político pelo fracasso eleitoral de Feira em 2026 POLÍTICA | FEIRA DE SANTANA Tom aponta falta de união de lideranças e responsabiliza grupo político pelo fracasso eleitoral de Feira em 2026 Após não conseguir retornar à Assembleia Legislativa, político afirma que divisão de forças prejudicou candidatos da cidade e mira novo ciclo político em 2028 Por Redação NinjaFSA · 07 de outubro de 2026 Tom publicou vídeo nas redes sociais avaliando o resultado das eleições de 2026. O resultado das eleições de 2026 abriu uma nova discussão nos bastidores da política de Feira de Santana. Após não conseguir retornar à Assembleia Legislativa da Bahia, Tom publicou um vídeo em suas redes sociais fazendo uma avaliação do desempenho eleitoral e atribuindo parte do resultado à falta de união entre as principais lideranças políticas da cidade. O político agradeceu os votos recebidos e destacou a votação conquistada no município e em toda a Bahia. Segundo Tom, foram 33.852 votos no estado, resultado que classificou como motivo de gratidão diante das dificuldades enfrentadas durante a campanha. A declaração, porém, foi além de um agradecimento. Tom afirmou que o desempenho de Feira nas eleições de 2026 foi prejudicado pela falta de articulação entre líderes políticos que estavam à frente do grupo. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Ninjafsa 🥷 (@ninjafsa) “O fracasso de Feira de Santana agora nesta eleição de 2026, agradeça aos líderes de Feira que não se uniram. A falta da união aconteceu isso aí.” Crítica mira estratégia eleitoral do grupo Embora não cite nominalmente todos os integrantes do grupo no vídeo, a crítica de Tom é direcionada às lideranças que conduziram a estratégia política da base aliada, principalmente José Ronaldo e Pablo Roberto. Na avaliação apresentada pelo político, faltou uma definição de estratégia capaz de concentrar forças em torno de candidatos feirenses com maior potencial eleitoral. O cenário acabou levando diferentes nomes ligados ao mesmo campo político para a disputa, dividindo parte do eleitorado e reduzindo a capacidade de transformar votos em cadeiras na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. ELEIÇÕES 2026 · FEIRA DE SANTANA Uma cidade, vários candidatos e nenhum representante eleito O resultado das urnas reacendeu o debate sobre a dificuldade histórica de Feira transformar seu tamanho eleitoral em representação política própria. “Pessoas ligadas à prefeitura ganharam eleição” Durante o pronunciamento, Tom também comentou sobre candidatos ligados à estrutura política municipal e questionou o desempenho de nomes apoiados pela administração local. Ele citou que pessoas ligadas à prefeitura, ex-prefeitos e familiares de políticos conseguiram êxito eleitoral, enquanto candidatos do seu grupo não alcançaram o mesmo resultado. “Muitas pessoas ligadas à prefeitura ganharam eleição. Ex-prefeito, filho de prefeito, esposa de prefeito.” A fala acontece em meio ao debate sobre a ausência de representantes diretamente ligados a Feira de Santana nos principais espaços legislativos após a eleição. Tom fala em resistência e projeta 2028 Apesar da derrota eleitoral, Tom afirmou que continuará atuando politicamente e disse que não pretende abandonar sua trajetória pública. “Eu não vou me calar. Eu sou grato a Feira de Santana.” Ao finalizar o vídeo, o político sinalizou que pretende permanecer ativo nos próximos anos e já colocou o próximo ciclo eleitoral no horizonte. “Mas tô de pé, tô na resistência. 2028 é logo ali.” A declaração abre uma nova fase nos bastidores da política feirense. O debate agora passa a ser sobre a reorganização dos grupos políticos e quais lideranças terão força para disputar o futuro eleitoral da cidade.

Caiado oficializa apoio a Flávio no segundo turno em evento em Goiânia

Caiado oficializa apoio a Flávio no segundo turno em evento em Goiânia ELEIÇÕES 2026 Caiado oficializa apoio a Flávio no segundo turno em evento em Goiânia Derrotado no primeiro turno, ex-governador de Goiás se alia ao candidato do PL; durante encontro, Flávio falou em usar a nova composição do Congresso para mudar a Constituição Por Redação NinjaFSA · 07 de outubro de 2026 Ronaldo Caiado oficializou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial. A disputa pelo Palácio do Planalto começou a redesenhar as alianças políticas menos de uma semana depois do primeiro turno. Derrotado na corrida presidencial, Ronaldo Caiado (PSD) oficializou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O anúncio foi feito durante um evento político em Goiânia, na terça-feira (6), com a presença de Flávio e outras lideranças. Caiado justificou a decisão pelo histórico de oposição ao PT e afirmou que pretende participar das articulações em favor do candidato do PL. “Eu estou aqui para fazer o que é a coerência da minha vida, que é poder derrotar o PT em uma eleição.” Ronaldo Caiado, durante o anúncio do apoio A decisão individual de Caiado acontece mesmo após o PSD optar pela neutralidade na disputa presidencial. A direção nacional da legenda liberou seus integrantes para definir individualmente qual candidatura apoiar no segundo turno. Adversários no primeiro turno, aliados no segundo A aproximação chama atenção porque Caiado e Flávio foram adversários durante o primeiro turno e tiveram divergências públicas ao longo da campanha. Encerrada a primeira etapa da eleição, porém, o ex-governador de Goiás decidiu se alinhar ao candidato do PL. O movimento faz parte de uma reorganização da direita em torno da candidatura de Flávio para enfrentar Lula no segundo turno. Romeu Zema (Novo), outro candidato derrotado no primeiro turno, também declarou apoio a Flávio. Outras siglas e lideranças de centro e centro-direita passaram a discutir posicionamentos para a etapa final da eleição. SEGUNDO TURNO · ELEIÇÕES 2026 Flávio amplia alianças após primeiro turno Ronaldo Caiado e Romeu Zema, adversários de Flávio Bolsonaro na primeira etapa da eleição, declararam apoio ao candidato do PL na disputa contra Lula. Flávio fala em mudar a Constituição Foi durante o encontro em Goiânia que Flávio fez uma das declarações de maior repercussão desde o início do segundo turno. Ao comentar o desempenho das forças de direita nas eleições para o Congresso, o candidato afirmou que pretende aproveitar a nova composição da Câmara e do Senado para promover mudanças na Constituição Federal. “Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara. Para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar esse país.” Flávio Bolsonaro, durante evento em Goiânia Flávio não detalhou, durante a declaração, quais dispositivos da Constituição pretende modificar. O candidato relacionou a proposta à sua intenção de promover mudanças institucionais e afirmou que pretende trabalhar para que as instituições voltem, segundo ele, a respeitar o texto constitucional. Mudar a Constituição exige maioria qualificada Mesmo que um presidente tenha uma base ampla no Congresso, mudanças na Constituição não podem ser feitas apenas por decisão do Poder Executivo. Uma Proposta de Emenda à Constituição precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. São necessários os votos favoráveis de três quintos dos parlamentares de cada Casa: pelo menos 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores. Além disso, a própria Constituição estabelece limites para alterações por meio das chamadas cláusulas pétreas. PUBLICIDADE Segundo turno começa com disputa por alianças O apoio de Caiado acontece em meio à corrida das duas candidaturas por partidos, lideranças regionais e eleitores que escolheram outros nomes no primeiro turno. Flávio terminou a primeira votação com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%. Com nenhum dos candidatos ultrapassando metade dos votos válidos, a eleição será definida no segundo turno. A votação decisiva está marcada para 25 de outubro. Até lá, tanto Flávio quanto Lula devem concentrar parte da estratégia na ampliação de alianças e na conquista dos eleitores que não votaram nos dois candidatos no primeiro turno. NINJAFSA · ELEIÇÕES 2026