Bolsa sobe 1,45% na semana com Vale e Itaú; dólar cai a R$ 5,65 com cenário externo
Índice avança com commodities e otimismo global; moeda americana recua para R$ 5,65 O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou a semana de 5 a 9 de maio de 2025 com alta de 1,45%, alcançando 135.412 pontos, marcando a quinta semana consecutiva de ganhos. O desempenho, registrado na sexta-feira, 9 de maio, foi impulsionado pela valorização de commodities, como o minério de ferro, que beneficiou ações da Vale (VALE3), e pela recuperação de papéis bancários, com destaque para o Itaú (ITUB4), que atingiu o maior valor de mercado de sua história. O volume financeiro da sessão foi de R$ 22,3 bilhões, acima da média de R$ 17,7 bilhões dos últimos 50 pregões. O dólar comercial, por sua vez, fechou com queda de 0,27%, cotado a R$ 5,65, o menor nível desde março de 2025, influenciado pela manutenção dos juros nos Estados Unidos entre 4,25% e 4,50% pelo Federal Reserve e pela alta da Selic para 14,75% pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A redução das tensões globais, após o cessar-fogo entre Índia e Paquistão, também contribuiu para o recuo da moeda americana, que acumulou desvalorização de 1,3% na semana. O mercado reagiu positivamente a dados econômicos, como o IPCA de abril, que subiu 0,38%, abaixo dos 0,42% esperados, aliviando pressões inflacionárias. Em Feira de Santana, comerciantes relataram maior movimento no varejo, impulsionado pelo otimismo com a Bolsa. No entanto, analistas alertam para a volatilidade devido à proximidade da decisão do Copom em junho e à incerteza sobre medidas fiscais do governo.
INSS inicia devolução de R$ 292 milhões a aposentados por ordem de Lula
Ressarcimento começa em maio para aposentados lesados por fraudes O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou, na sexta-feira, 9 de maio de 2025, que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devolva imediatamente R$ 292 milhões descontados indevidamente de aposentados e pensionistas em abril de 2025. A decisão, anunciada pelo Ministério da Previdência Social, visa acelerar o ressarcimento de parte dos R$ 6,3 bilhões desviados entre 2019 e 2024, conforme investigações da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU). A devolução será feita diretamente nas contas dos benefícios, começando na folha de pagamento de maio, com conclusão prevista para junho. A fraude, descoberta após denúncia de uma aposentada de Feira de Santana, envolveu 11 associações, como a Universo e a Adpap Prev, que cobravam mensalidades sem autorização, usando documentos falsificados. O esquema, intensificado a partir de 2019, levou ao afastamento do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e à demissão do ex-ministro Carlos Lupi. O atual presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, informou que 9 milhões de beneficiários serão notificados a partir de 14 de maio pelo aplicativo Meu INSS para confirmar autorizações de descontos. A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu o bloqueio de R$ 2,56 bilhões em bens das entidades para garantir o ressarcimento. O governo enfatizou que a devolução dos R$ 292 milhões é apenas o primeiro passo, com valores de anos anteriores ainda em análise. A oposição, que pressiona por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com 185 assinaturas, critica a demora na restituição total. Aposentados podem verificar descontos pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.
Índia e Paquistão concordam com cessar-fogo
Acordo interrompe escalada militar após dias de ataques na Caxemira A Índia e o Paquistão anunciaram, no sábado, 10 de maio de 2025, um cessar-fogo imediato para interromper as hostilidades em terra, mar e ar, após dias de intensos confrontos na região da Caxemira. O acordo, confirmado pelo secretário de Relações Exteriores da Índia, Vikram Misri, entrou em vigor às 17h (horário de Nova Délhi). A decisão foi tomada após uma ligação entre os diretores-gerais de operações militares dos dois países às 15h35, com nova conversa marcada para 12 de maio, às 12h. A escalada começou após um ataque terrorista em 22 de abril, em Pahalgam, na Caxemira administrada pela Índia, que matou 26 civis, em sua maioria turistas. A Índia respondeu com a Operação Sindoor, em 7 de maio, lançando ataques aéreos contra alvos militares no Paquistão e na Caxemira ocupada por Islamabad. O Paquistão retaliou com drones e artilharia, violando o cessar-fogo de fevereiro de 2021 na Linha de Controle (LoC), com 13 civis mortos e 59 feridos, segundo o Ministério das Relações Exteriores indiano. O Paquistão relatou ao menos 20 mortes em seus territórios. O cessar-fogo foi recebido com alívio. O ministro das Relações Exteriores da Índia, S. Jaishankar, reiterou a postura firme contra o terrorismo, enquanto o vice-primeiro-ministro do Paquistão, Ishaq Dar, destacou o compromisso com a paz sem comprometer a soberania. O chefe de governo da Caxemira indiana, Omar Abdullah, pediu apoio às vítimas dos conflitos. O Paquistão reabriu seu espaço aéreo, e a companhia aérea IndiGo anunciou voos extras para atender passageiros afetados.
INSS: Lula não dá prazo de devolução do dinheiro e culpa gestão Bolsonaro
Presidente promete apuração detalhada de fraudes que desviaram R$ 6,3 bilhões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, em entrevista na sexta-feira, 9 de maio de 2025, durante visita à Rússia, que não há prazo definido para a devolução dos R$ 6,3 bilhões desviados de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entre 2019 e 2024. Ele atribuiu a responsabilidade pelo esquema de fraudes à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), destacando que as irregularidades começaram em 2019. “Nós desmontamos uma quadrilha criada naquele ano. Vocês sabem quem governava o Brasil”, disse Lula, segundo a CNN Brasil. A fraude, revelada pela Operação Sem Desconto da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) em 23 de abril, envolveu descontos indevidos em benefícios, feitos por 11 associações, como a Universo e a Adpap Prev, usando documentos falsificados. Lula enfatizou que a devolução depende de apurar quantas pessoas foram enganadas sem autorizar os descontos. “Poderíamos ter feito pirotecnia, mas queremos a verdade”, afirmou, prometendo que os aposentados não arcarão com o prejuízo e que as entidades envolvidas terão bens bloqueados. A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu o congelamento de R$ 2,56 bilhões em bens de 12 entidades para garantir o ressarcimento. O INSS, sob o comando de Gilberto Waller Júnior, anunciou que notificará até 9 milhões de beneficiários a partir de 14 de maio pelo aplicativo Meu INSS para confirmar autorizações de descontos. A devolução de valores de abril já está prevista para a folha de maio, mas os descontos anteriores, que afetaram cerca de 4,1 milhões de pessoas, seguem sem data, com discussões sobre correção monetária. O governo enfrenta pressão da oposição, que protocolou um pedido de CPI na Câmara, ainda pendente de aprovação.
Moraes condena Zambelli à prisão, multa de R$ 2 milhões e perda do mandato
Julgamento no STF por invasão ao sistema do CNJ aguarda votos de outros ministros O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira, 9 de maio de 2025, pela condenação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) a 10 anos de prisão em regime fechado, pagamento de R$ 2 milhões em indenização por danos materiais e morais coletivos, e perda do mandato parlamentar. A decisão, publicada no plenário virtual da Primeira Turma do STF, refere-se à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em janeiro de 2023, quando foram inseridos documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o próprio Moraes. O julgamento, que termina em 16 de maio, já tem dois votos favoráveis à condenação, com o ministro Flávio Dino acompanhando Moraes, faltando os votos de Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Zambelli é acusada, junto com o hacker Walter Delgatti, de crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. Delgatti, que confessou à Polícia Federal ter invadido o sistema do CNJ, também recebeu voto de Moraes por uma pena de 8 anos e 3 meses de prisão e a mesma multa. A Procuradoria-Geral da República (PGR) alega que Zambelli foi a mentora intelectual, orientando Delgatti a inserir um mandado falso de prisão contra Moraes e três alvarás de soltura fraudulentos, com o objetivo de desestabilizar o Judiciário. A defesa da deputada, representada pelo advogado Daniel Bialski, pediu absolvição, argumentando que não há provas além da palavra de Delgatti, que teria agido sozinho. A perda do mandato, segundo Moraes, seria aplicada após o trânsito em julgado, quando não houver mais recursos, devido à pena superior a 120 dias em regime fechado, que suspende automaticamente os direitos políticos, conforme a Constituição. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), seria notificado para formalizar a cassação. Zambelli reagiu em nota ao Metrópoles, expressando “inconformismo” e alegando “perseguição política”, afirmando que não há provas e que a multa é desproporcional, já que sua única renda é o salário de deputada.
Prejuízo dos Correios salta e fecha 2024 em R$ 2,6 bilhões
Estatal atribui resultado à taxação de importações e herança de gestões anteriores A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos registrou um prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024, conforme demonstrações financeiras publicadas no Diário Oficial da União. O valor, quatro vezes maior que os R$ 633 milhões de déficit de 2023, ajustados por normas contábeis, marca o maior rombo desde 2016, quando a estatal teve perdas de R$ 2,3 bilhões, em valores atualizados. O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, atribuiu o resultado à implementação do Programa Remessa Conforme, conhecido como “taxa das blusinhas”, que regularizou a tributação de compras internacionais de até US$ 50 a partir de agosto de 2024. Segundo a estatal, a medida causou uma queda de R$ 2,2 bilhões na receita de encomendas internacionais, com a participação dos Correios no segmento caindo de 98% para 30%. Além disso, a empresa citou uma dívida de R$ 7,6 bilhões assumida para cobrir o déficit do Postalis, fundo de pensão dos funcionários, e a falta de investimentos durante o período em que esteve no Programa Nacional de Desestatização (2019-2022). A receita total da estatal em 2024 foi de R$ 21,473 bilhões, uma queda de 0,89% em relação aos R$ 21,666 bilhões de 2023, enquanto as despesas subiram 7,91%, de R$ 22,3 bilhões para R$ 24 bilhões. Apesar do prejuízo, os Correios investiram R$ 830 milhões em 2024, totalizando R$ 1,6 bilhões desde 2023, em veículos, infraestrutura e transição ecológica. A estatal afirmou que sua condição de empresa pública garante a continuidade das operações e descartou risco de insolvência.
Robert Francis Prevost é o novo papa e escolhe o nome Leão XIV
Cardeal americano assume o papado como o primeiro dos EUA na história da Igreja Católica O cardeal Robert Francis Prevost, de 69 anos, foi eleito o novo papa da Igreja Católica, assumindo o nome de Leão XIV. A escolha, anunciada após a fumaça branca sair da chaminé da Capela Sistina às 18h07 (horário de Roma), marcou a conclusão do conclave com 135 cardeais, iniciado após a morte do Papa Francisco em 21 de abril. Prevost, nascido em Chicago, nos Estados Unidos, é o primeiro americano a ocupar o cargo em dois mil anos de história da Igreja. Prevost, que também tem cidadania peruana após décadas de missão no Peru, era prefeito do Dicastério para os Bispos desde 2023, um dos cargos mais influentes do Vaticano, responsável por avaliar nomeações de bispos em todo o mundo. Ele foi nomeado cardeal por Francisco em setembro de 2023 e elevado a cardeal-bispo em fevereiro de 2025, sinal de confiança do antecessor. Durante sua trajetória, atuou como bispo de Chiclayo, no Peru, de 2015 a 2023, e liderou a Ordem dos Agostinianos como prior geral entre 2001 e 2013. A escolha de Leão XIV, que remete a papas históricos como Leão XIII, conhecido pela encíclica social Rerum Novarum, foi celebrada em posts no X, que destacaram sua postura progressista e defesa dos pobres, alinhada à visão de Francisco. No entanto, sua eleição também gerou debates, com alguns expressando preocupação sobre a influência dos EUA na Igreja, enquanto outros, como o grupo Shabab Gaza, em Khan Younis, que distribui refeições diárias, esperam que ele pressione por ajuda humanitária em Gaza. Na Praça de São Pedro, milhares de fiéis aguardaram a aparição de Leão XIV na sacada da Basílica, onde ele pronunciou suas primeiras palavras como papa, pedindo orações pela unidade da Igreja. A eleição ocorreu em um contexto de divisões internas, com cardeais debatendo entre continuidade das reformas de Francisco e um retorno a posturas mais conservadoras.
‘Não havia comida quando dei à luz’: desnutrição avança em Gaza no terceiro mês de bloqueio israelense
Crianças enfrentam fome severa, e cozinhas comunitárias fecham por falta de suprimentos A Faixa de Gaza vive uma crise humanitária agravada pelo bloqueio total imposto por Israel, que completou três meses em 2 de maio de 2025. A interrupção da entrada de alimentos, medicamentos e combustível, iniciada em 2 de março, levou a um aumento alarmante da desnutrição, especialmente entre crianças. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 10 mil casos de desnutrição aguda infantil foram registrados desde janeiro, com preços de alimentos subindo até 1.400%. No Hospital Nasser, em Khan Younis, a bebê Siwar Ashour, de cinco meses, pesa apenas 2 kg, menos da metade do esperado para sua idade, devido à escassez de fórmula infantil específica. Najwa, mãe de Siwar, de 23 anos, relatou dificuldades para se alimentar durante a gravidez. “Não havia comida quando dei à luz. Agora, ela depende de leite em pó, e não sabemos como conseguir mais”, disse à BBC. A ONU classificou o bloqueio como uma “punição coletiva cruel” à população civil, com 91% dos 2 milhões de habitantes enfrentando insegurança alimentar grave. Israel justifica a medida como pressão para que o Hamas liberte 59 reféns, dos quais até 24 estariam vivos, mas a tática tem gerado críticas internacionais, incluindo do presidente dos EUA, Donald Trump, que pediu a entrada de alimentos. Cozinhas comunitárias, que alimentavam milhares, estão fechando por falta de suprimentos. Em Khan Younis, o grupo Shabab Gaza, que distribuía uma refeição diária, teve três de suas quatro cozinhas desativadas, segundo Mohammad Abu Rjileh, de 29 anos. Saques a depósitos, atribuídos a gangues e civis desesperados, agravaram a crise, com relatos de violência, como dois baleados fora de um armazém da Unrwa. A ONU alertou que estoques de água e sangue hospitalar estão quase esgotados, enquanto crianças e idosos buscam comida no lixo. Israel planeja usar empresas privadas para gerir a ajuda, mas a proposta é rejeitada por agências humanitárias.
Escala 6×1 é “cruel”: Ministro do Trabalho diz que economia está madura para redução da jornada de trabalho máxima
Luiz Marinho defende transição para escala 5×2 em audiência na Câmara O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira, 7 de maio de 2025, que a escala de trabalho 6×1, em que o trabalhador atua seis dias seguidos com apenas um de descanso, é “cruel” e que a economia brasileira está madura para reduzir a jornada máxima de trabalho. A declaração foi feita durante audiência pública na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, em Brasília, conforme noticiado pelo portal Metrópoles. Marinho sugeriu uma transição para a escala 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de folga, como um avanço, especialmente para setores como o comércio, onde a 6×1 é comum. Marinho destacou que a redução da jornada, atualmente fixada em 44 horas semanais pela Constituição, é viável sem prejudicar a sustentabilidade econômica. “Acredito que a jornada máxima pode ser reduzida. Transitar do 6×1 para o 5×2 seria um belo avanço”, disse. Ele também defendeu que negociações coletivas entre sindicatos e empregadores sejam usadas para ajustar escalas, respeitando as necessidades de setores que operam 24 horas por dia, como saúde e transporte. O ministro ponderou, no entanto, que a proposta de uma jornada de 36 horas semanais, com quatro dias de trabalho, ainda não é adequada, sugerindo uma redução inicial para 40 horas. A fala de Marinho alinha-se ao debate impulsionado pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), protocolada em 25 de fevereiro de 2025 com 234 assinaturas. A PEC propõe reduzir a jornada para 36 horas, com quatro dias de trabalho, e já está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu, em pronunciamento no Dia do Trabalhador, aprofundar o tema, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) apontou a redução como uma “tendência mundial”.
Conta de Luz fica mais cara em maio com a Bandeira Amarela
Cobrança extra de R$ 1,88 por 100 kWh começa com período seco A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que as contas de luz terão bandeira tarifária amarela em maio de 2025, resultando em um custo extra de R$ 1,88 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida, que entrou em vigor em 1º de maio, foi tomada devido à redução das chuvas, marcando a transição do período chuvoso para o seco, segundo a Aneel. Em Feira de Santana, onde o consumo médio por residência varia entre 150 e 200 kWh, a cobrança pode elevar a fatura em até R$ 3,76. A bandeira amarela interrompe cinco meses de bandeira verde, sem taxa extra, e reflete a necessidade de acionar usinas termelétricas, mais caras. Para ajudar a reduzir o impacto no bolso, a Neoenergia Coelba, distribuidora de energia na Bahia, divulgou dicas práticas de economia. No banho, prefira a posição “verão” do chuveiro elétrico, que consome até 30% menos energia, e limite o tempo a cinco minutos. Na geladeira, evite abrir a porta desnecessariamente, não guarde alimentos quentes e verifique a borracha de vedação: se uma folha de papel sair facilmente ao ser colocada entre a porta e o aparelho, é hora de trocá-la. Para o ar-condicionado, mantenha a temperatura entre 23°C e 25°C, use cortinas para bloquear o calor solar e desligue o aparelho em ambientes vazios. Trocar lâmpadas incandescentes por LED, que consomem até 80% menos, e aproveitar a luz natural com cortinas abertas também ajudam. Na lavagem de roupas, acumule peças para usar a máquina de lavar com carga cheia e prefira secagem ao ar livre. Desligar aparelhos em stand-by, como TVs e micro-ondas, da tomada é outra medida simples. A Coelba informou que a Tarifa Social de Energia Elétrica, que dá descontos a famílias de baixa renda, segue disponível para minimizar o impacto.