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Valdemar diz a empresários em SP que PL do Bolsonaro vai tentar barrar fim da escala 6×1
POLÍTICA NACIONAL

Valdemar diz a empresários em SP que PL do Bolsonaro vai tentar barrar fim da escala 6×1

O presidente do Partido Liberal afirmou que a sigla atuará de forma contrária no Congresso para travar o avanço da proposta que altera a jornada de trabalho no país.

Por Redação NINJAFSA 25/02/2026 • Atualizado

RESUMO DA MATÉRIA

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, reuniu-se com empresários em São Paulo e declarou que a sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro tentará travar a proposta que prevê o fim da jornada 6×1. O tema tem gerado forte debate no Congresso Nacional e entre a sociedade civil.

Valdemar diz a empresários em SP que PL do Bolsonaro vai tentar barrar fim da escala 6×1
Valdemar Costa Neto durante encontro com o sector produtivo em São Paulo. (Foto: Reprodução)

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou a um grupo de empresários em São Paulo que a legenda trabalhará ativamente para tentar barrar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil.

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A declaração ocorreu durante um encontro fechado voltado a debater os possíveis impactos económicos da medida no sector produtivo e no retalho. A proposta, que sugere o fim do modelo de seis dias trabalhados para um de descanso, vem gerando intensos debates tanto nos corredores do Congresso Nacional quanto nas redes sociais entre trabalhadores e sindicatos.

Atuação no Congresso

Segundo Valdemar, a sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro — que hoje detém a maior bancada na Câmara dos Deputados — atuará de forma contrária ao avanço do texto nas comissões temáticas e, eventualmente, no plenário.

O embate económico:
Enquanto os defensores da medida argumentam que o fim da escala 6×1 trará mais qualidade de vida e saúde mental aos trabalhadores, empresários e representantes de entidades patronais afirmam que a mudança abrupta pode gerar aumento de custos operacionais e até possíveis demissões, prejudicando o funcionamento do comércio.

O dirigente partidário justificou a posição da bancada afirmando que o momento económico exige cautela e que a imposição de uma nova regra trabalhista de forma generalizada pode asfixiar os pequenos e médios empreendedores, que seriam os mais afetados pela necessidade de contratações adicionais para cobrir os turnos.

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O tema continuará em destaque nas próximas semanas em Brasília, com a expectativa de que o PL encabece a articulação para travar a tramitação da proposta ou, ao menos, forçar uma profunda alteração no texto original antes de qualquer votação.

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