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Ambulância apreendida e idoso no chão
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Ambulância é apreendida pela PRF e filho denuncia que paciente idoso esperou outro veículo deitado no chão

Caso gerou revolta nas redes sociais; veículo apresentava irregularidades e foi retido durante fiscalização, obrigando a família a improvisar acomodação para o idoso debilitado.

Por Redação NINJAFSA 07/02/2026 • 20:35

RESUMO DA MATÉRIA

Uma cena lamentável expôs a precariedade do transporte de pacientes. Após uma ambulância ser parada e retida pela Polícia Rodoviária Federal por irregularidades, um idoso debilitado foi retirado do veículo e precisou aguardar o resgate deitado no chão de um posto de combustíveis, gerando indignação e revolta da família.

Um episódio de desrespeito à dignidade humana foi registrado neste fim de semana e viralizou nas redes sociais, provocando uma onda de indignação. Um idoso, que estava sendo transportado em uma ambulância para tratamento de saúde, foi obrigado a aguardar por outro veículo deitado no chão de um posto de combustíveis após a viatura ser apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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O caso foi denunciado pelo próprio filho do paciente, que gravou um vídeo mostrando a situação degradante. Nas imagens, o idoso aparece visivelmente debilitado, deitado sobre um colchonete improvisado no chão de concreto, enquanto aguardava a chegada de um novo transporte sanitário.

A Irregularidade: Segundo informações preliminares, a ambulância foi parada em uma fiscalização de rotina da PRF na rodovia. Durante a abordagem, os agentes constataram irregularidades na documentação e nas condições de tráfego do veículo, o que, por lei, impede a continuidade da viagem e obriga a retenção do automóvel.

“Olha a situação do meu pai. A ambulância foi presa e deixaram ele aqui, jogado no chão. Isso é desumano”, desabafou o filho no vídeo que circula nos grupos de WhatsApp da região. A família alega que houve falta de sensibilidade e de um plano de contingência rápido para garantir o conforto do paciente durante o impasse burocrático.

A PRF, em casos como este, segue o protocolo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que determina a retenção de veículos irregulares. No entanto, a responsabilidade pela integridade e o transbordo do paciente recai sobre a secretaria de saúde de origem ou a empresa responsável pelo transporte. Até o fechamento desta matéria, o município responsável pela ambulância não havia emitido nota oficial explicando por que um veículo irregular estava em operação transportando pacientes.

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O episódio levanta, mais uma vez, o debate sobre a precariedade da frota de ambulâncias em diversos municípios do interior e a necessidade de fiscalização rigorosa que não penalize, na ponta final, quem mais precisa de cuidados: o paciente.

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